Como agir em uma separação

As pessoas quando separam sentem dor, ansiedade, tristeza, raiva, existem pessoas que se sentem aliviadas de terem vivido, momentos de tensão e sofrimento.

O divórcio (“separar-se”) é o rompimento legal e definitivo do vínculo de casamento civil.

O processo legal de divórcio pode envolver questões como atribuição de pensão de alimentos, regulação de poder paternal, relação ou partilha de bens, regulação de casa de morada de família, embora estes acordos sejam complementares ao processo principal.

Em algumas jurisdições não é exigida a invocação da culpa do outro cônjuge. Ainda assim, mesmo nos ordenamentos jurídicos que adaptaram o sistema do divórcio “sem culpa”, é tido em conta o comportamento das partes na partilha dos bens, regulação do poder paternal, e atribuição de alimentos. Na maioria das jurisdições, o divórcio carece de ser emitido ou certificado por um tribunal para surtir efeito, onde pode ser bastante estressante e caro a litigância. Outras abordagens alternativas, como a mediação e divórcio colaborativo podem ser um caminho mais assertivo. Em alguns países, como Portugal e Brasil, o divórcio amigável pode até ser realizado numa conservatória de registo civil (Portugal) ou tabelionato de notas (Brasil), simplificando bastante o processo.

Como agir em uma separação

Os filhos muitas vezes são utilizados na briga na separação, algumas pessoas acabem usando os filhos para se vingar.

Quando o parceiro(a) sabe, quanto é importante o filho para o “ex” acabando tentando atingi-lo, usando a criança.

Em geral, a criança acaba se sentindo atingida, quando os pais se separam.

O amor próprio, o respeito por si e a aceitação dos próprios atos são recursos ideais para começar a melhorar, a se sentir mais feliz.

Se o casal sofre psicologicamente e fisicamente, os filhos não ficam ilesos. Portanto, consequência para as crianças existem, e mais ou menos, de acordo com vários fatores, incluindo a própria resolução favorável da separação para os pais, a idade das crianças e o seu grau de desenvolvimento.

Poucas crianças demonstram sentirem-se aliviadas com a decisão do divórcio. Na idade de 8 a 12 anos, em geral, a criança reage com raiva franca de um ou de ambos os pais, por terem causado a separação. Por vezes demonstram ansiedade, solidão e sentimentos de humilhação por sua própria impotência diante do ocorrido. O desempenho escolar e o relacionamento com colegas podem ter prejuízo nesta fase. Já os adolescentes sofrem com o divórcio muitas vezes com depressão, raiva intensa ou com comportamentos rebeldes e desorganizados

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