Como conquistar uma mulher difícil

O ditado popular diz que não existe mulher difícil e sim mulher mal cantada. Os homens são vulneráveis a assaltos eróticos de mulheres fatais, muitas mulheres não possuem nenhuma resistência contra um desinteressado comando protetor sem intenções sexuais pois estão à procura de trouxas prontos para servirem-nas por toda a eternidade.

Este impulso egoísta, no entanto, pode ser utilizado em nosso favor pois trata-se de um flanco aberto para conquistar uma mulher desejada. As mulheres difíceis não são invulneráveis como se mostram aos homens que, à primeira vista, lhes parecem desinteressantes.

Como conquistar uma mulher difícil

Quando a mulher é absolutamente refratária ao contato e à aproximação, geralmente é porque acredita ser exageradamente desejada ou então quer induzir aos homens a acreditarem nisso para que a desejem. Logo, quanto mais escancararmos nossa intenção sexual, mais fecharemos a passagem. Quanto mais você olhá-la cobiçosamente, insinuar-se e insistir, mais será rechaçado. A única alternativa que resta para conquistá-la é mostrar-se de forma oposta, agindo como se pudesse desejar todas do mundo, menos ela! Se, ao invés de fingir, você conseguir desencanar e realmente vê-la como uma mulher normal, igual ou até menos interessante do que as demais, será melhor ainda.

Vou agora expor melhor esta fraqueza feminina no campo da sedução; obviamente, estou pensando nas mulheres absolutamente “difíceis” porque as “fáceis” não exigem trabalho. Mulheres difíceis são aquelas absolutamente refratárias, com as quais não se consegue estabelecer nenhuma afinidade simpática para conquistá-las. Costumam ser carrancudas e ninguém tem coragem de chegar perto ou sequer de olhar. Podem também ser aquelas beldades que assustam até os mais machões.

As mulheres são contraditórias. Esta contradição as torna desconcertantes pois temem e desejam ao mesmo tempo. A contradição de sentimentos, inerente à contradição das possíveis conseqüências do desejo masculino, as leva a agir de um modo paradoxal que não nos permite saber o que realmente querem. A mínima suspeita de alguma intenção sexual pode desencadear uma crise histérica que originará uma cadeia social hostil contra o assediador. Todo cuidado é pouco para não sermos confundidos com um fracassado e aí reside o problema pois temos que nos aproximar, travar contato e conquistá-las sem assediar.

Daí a importância de sabermos ler corretamente os sinais, de jamais insistir contra as resistências, de sabermos nos aproximar com certa dose de hipocrisia, sem transmitir que estamos desesperados, e nunca forçarmos absolutamente nada. Temos que atravessar apenas as passagens que nos são abertas. Mas as passagens não serão abertas se não ocultarmos nosso desejo. O desejo masculino explícito causa medo, aversão e nojo. É repulsivo. O desejo masculino explícito fecha a passagem à intimidade.

Na mente feminina há uma abertura constante, uma passagem que nunca se fecha. Um sedutor hábil rapidamente a identifica e a utiliza. Trata-se da abertura para a intimidade “sem malícia” com um homem que convença que é desinteressado, sem segundas intenções, sem objetivos sexuais mas ao mesmo tempo protetor e dominante. Paradoxalmente, quanto mais ocultamos a intenção sexual, mais abertura para uma intimidade “inocente” conseguimos. É por isso que você deve desconfiar dos amiguinhos inocentes de sua esposa.

A chave para aproximar-se das carrancudas consiste em estreitar a intimidade gradativamente ao mesmo tempo em que se demonstra indiferença, naturalidade e desinteresse aliados a uma postura levemente protetora e agressiva. Dependendo do grau de resistência e antipatia da nossa “presa”, precisamos simular indiferença não somente com relação ao sexo mas até mesmo com relação à amizade e à própria pessoa da dama.

No fundo, as fêmeas querem se sentir acolhidas, compreendidas e aceitas tal como são, sem que nenhum favor sexual seja exigido em troca. Querem se sentir seguras, ter um porto no qual podem atracar.

Nossas amigas fugirão se você for luxurioso e escancarar sua intenção. Para nos aproximarmos sem que fujam ou nos rechacem, temos que nos mostrar desinteressados em seu atributos eróticos e, ao mesmo tempo, estreitar os laços de intimidade, dando proteção, ordens, guiando-as e também escutando-as ou ajudando-as. Algumas vezes, para desarmá-las, é necessário repreendê-las, explicitando que o fazemos para seu próprio bem e, em alguns casos extremos, até mesmo rejeitar a sua aproximação ou presença, ferindo-a emocionalmente.

Não se trata de ser o amiguinho confessor ou o bom moço assexuado que não deseja ninguém. O que estou sugerindo aqui é algo totalmente diferente. Trata-se de ser um macho superior que não a deseja especificamente por ter chance de obter outras melhores mas que se revela um homem de verdade no tratamento, sem temor, sem desespero para agradar e sem medo de perder.

A necessidade de serem aceitas com seus “atos moralmente reprováveis” é muito forte e as torna vulneráveis aos homens que não demonstram segundas intenções sexuais e não reagem com desaprovação aos erros que cometem. Quando o conhecem, gradativamente vão lhe revelando as coisas “mais feias” ou “erradas” que já fizeram na vida e observando suas reações. À medida em que comprovam que são aceitas, ou melhor, que eles são moralmente indiferentes, criam mais confiança e as confissões se aprofundam ao mesmo tempo em que a intimidade cresce. Então, sem que percebam, já estão envolvidas emocionalmente e sexualmente.

Esta é a passagem mental que nunca se fecha e através da qual pode-se conquistar qualquer mulher desde que a tratemos corretamente. Não há mulher heterossexual que resista a investidas corretas por este canal porque todas possuem uma necessidade desesperada de cumplicidade e de levantar a auto-estima quando não se sentem desejadas. Se alguma ainda assim resistir, será por alguma inabilidade do candidato a sedutor que resultou em alguma comunicação subliminar de intenção.

As mulheres são também absolutamente vulneráveis a amizades e, quando rechaçam uma tentativa amistosa de contato, é porque percebem que o candidato a “amigo sem maldade” quer algo mais. E o percebem porque este se mostra como um macho necessitado e, portanto, de segunda categoria. Aquelas que evitam o contato e se comportam de modo inacessível não o fazem por respeito ou amor ao homem com quem vivem ou com quem se comprometem mas sim por não nutrirem esperanças de que existam intenções amistosas sinceras por parte daqueles que cruzam o seu caminho e tentam aproximação. Ocorre que, nos casos das carrancudas, esta é a única via possível de aproximação que sobra além da “horrorização” calculada, a qual deve ser entendida como o ato de escandalizar e chocar da forma correta (e inofensiva, obviamente), recurso que não convém utilizar com muita freqüência mas apenas quando todos os demais falharem.

A capacidade de ocultar a verdadeira intenção confere um irresistível poder de aproximação. Sugiro, entretanto, que não ocultemos segundas intenções e sim que não as tenhamos pois o ideal é alcançarmos um estado de indiferença em relação a sermos aceitos ou não.

Uma vez conquistada a capacidade de evidenciar desinteresse específico com perfeição e por longo tempo, a dificuldade residirá, então, em atravessar os limites da intimidade e entrar profundamente no mundo feminino. Esta é uma forma de penetração psicológica que se obtém ao se conversar desinteressadamente com a mulher sobre si mesma, fazendo-a se sentir acolhida e segura.

O rumo dos diálogos deve girar em torno de questões amorosas gerais e, posteriormente, das questões amorosas específicas da mulher que estamos seduzindo. A temática sexual somente pode ser introduzida depois de um bom tempo.

Quanto mais intensas forem as manifestações de cuidado desinteressado, dominante, orientador e protetor, mais embriagada emocionalmente ela ficará.

Sabendo disso, as fêmeas humanas colocam cuidado especial em não serem enganadas e nunca acreditam logo à primeira vista em nosso desinteresse. Algumas chegam a resistir durante muito tempo verificando quais são nossas intenções. A intenção exclusivamente sexual é vista como agressiva e desinteressante.

As defesas emocionais femininas são atravessadas através de atitudes que comuniquem indiferença, desinteresse sexual específico pela “presa” e, ao mesmo tempo, orientação, comando e proteção. A imagem a representar é mais ou menos a de alguém desinteressado sexualmente em quem comanda mas não assexuado de forma geral. Não pode haver titubeação, vacilação ou dúvidas no trato. Com este caminho adentra-se ao mundo até das mulheres mais proibidas e difíceis. Há homens que seduziram mulheres impensáveis apenas com este procedimento.

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