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Como identificar e evitar a lavagem cerebral

A lavagem cerebral que realmente existe, e que foi muito utilizada por regimes totalitários, religiões, seitas e até mesmo pela mídia de um modo geral.

Não permitas que o censor cale teu sensor. A mentira divide e a verdade integra. Depois de matarem uma parte de si, eles podem matar qualquer coisa. Com as armas da mentira, eles obtém o que querem: a tua mente dissociada, superficial e submissa, preparada para acatar tudo. O caminho de volta é a sinceridade interior, é voltar a dar atenção à tua própria percepção, e pensar dialogando com ela.

Cada homem, tem o seu limite de resistência. A maior parte dos homens atinge esse limite após trinta dias de tensão, mais ou menos contínua, sob as condições do combate moderno. Os mais fracos sucumbem em quinze dias. Os mais fortes resistem quarenta e cinco ou até cinqüenta dias. Fortes ou fracos, todos finalmente soçobram. Todos, quer dizer, os que gozam de boa saúde. Porque, diga-se com sarcasmo, as únicas pessoas que conseguem suportar indefinidamente a pressão da guerra moderna são os psicopatas. A loucura individual é imune às conseqüências da loucura coletiva.

Todos que são submetidos a uma tensão física ou psíquica prolongada, acabam com sintomas de uma grande depressão nervosa. Recusando-se a afrontar por mais tempo uma situação intolerável, seus cérebros entravam em greve, por assim dizer, e ou deixavam completamente de funcionar (perdendo a consciência) ou então lançavam mão da marcha lenta e da sabotagem (comportando-se de modo incoerente, ou exibia o tipo de sintomas físicos que, denominaríamos histéricos).

Lavagem cerebral

A lavagem cerebral, lavagem de cérebro, reforma de pensamento ou reeducação é qualquer esforço constituído visando a mudar certas atitudes e crenças de uma pessoa – crenças estas consideradas indesejáveis ou em conflito com as crenças e conhecimentos das outras pessoas – utilizando-se, para tal, de métodos agressivos, como cansaço, substâncias químicas e persuasão, aplicados sobre pessoas que estão privadas da livre determinação de sua vontade (como prisioneiros de guerra, por exemplo). Por meio da lavagem cerebral, indivíduos passam a ter opiniões que não teriam se estivessem em condições de plena liberdade.

Motivos para a lavagem cerebral podem incluir o objetivo de afetar o pensamento e comportamento do indivíduo que o sistema de valores padrão considera indesejável. A lavagem cerebral é, atualmente, um elemento forte na cultura popular globalizada e, muitas vezes, é retratada como uma teoria conspiratória.

Em 1987, a Câmara de Responsabilidade Social e Ética para a Psicologia (BSERP) da American Psychological Association (APA), provisoriamente, recusou o reconhecimento da lavagem cerebral, pela carência de informações científicas sólidas a seu favor, embora o debate continue em curso

Síndrome de Estocolmo

Síndrome de Estocolmo ou síndroma de Estocolomo (Stockholmssyndromet em sueco) é o nome normalmente dado a um estado psicológico particular em que uma pessoa, submetida a um tempo prolongado de intimidação, passa a ter simpatia e até mesmo sentimento de amor ou amizade perante o seu agressor.

De um ponto de vista psicanalítico, pessoas que possam ter desenvolvido ao longo de experiências na infância com seus familiares ou cuidadores, algum traço de caráter sádico ou masoquista implícito em sua personalidade, podem em certas circunstâncias de abuso desenvolver sentimentos de afeto e apego, dirigidos a agressores, sequestradores, ou qualquer perfil que se encaixe no quadro geral correspondente a síndrome de Estocolmo. Há também a possibilidade, amplamente considerada, de que para algumas pessoas vítimas de assédio semelhante, possam desenvolver algum mecanismo inconsciente irracional de defesa, na tentativa de projetar sentimentos afetivos na figura do sequestrador ou abusador que possam “amenizar” ou tentar “negociar” algum tipo de acordo entre a relação vítima/agressor na tentativa de reduzir a tensão entre os entes envolvidos.

De uma forma geral, estes processos psíquicos inconscientes e sua relação entre vítima/agressor, podem perfeitamente ser entendidos em uma ampla gama de contextos onde a situação de agressor e abusado se repete. Inclusive no caso de mulheres que sofrem agressão por parte dos cônjuges e mesmo muitas vezes tendo recursos legais e apoio familiar para abandonar o agressor, ainda persistem em conviver sob a atmosfera de medo.

A princípio, as vítimas passam a se identificar emocionalmente com os sequestradores por meio de retaliação e/ou violência. Pequenos gestos gentis por parte dos raptores são frequentemente amplificados porque o refém não consegue ter uma visão clara da realidade e do perigo em tais circunstâncias. Por esse motivo, as tentativas de libertação são tidas como ameaça. É importante notar que os sintomas são consequência de um stress físico e emocional extremo. O complexo e dúbio comportamento de afetividade e ódio simultâneo junto aos raptores é considerado uma estratégia de sobrevivência por parte das vítimas.

É importante observar que o processo da síndrome ocorre sem que a vítima tenha consciência disso. A mente fabrica uma estratégia ilusória para proteger a psique da vítima. A identificação afetiva e emocional com o sequestrador acontece para proporcionar afastamento emocional da realidade perigosa e violenta a qual a pessoa está sendo submetida. Entretanto, a vítima não se torna totalmente alheia à sua própria situação, parte de sua mente conserva-se alerta ao perigo e é isso que faz com que a maioria das vítimas tente escapar do sequestrador em algum momento, mesmo em casos de cativeiro prolongado.

Não são todas as vítimas que desenvolvem traumas após o fim da situação.

Lavagem cerebral nas massas

O conceito de “lavagem cerebral” é, por vezes, aplicado em algumas sociedades onde o Estado mantém um controle sobre os meios de comunicação em massa e o sistema de ensino, e usa este controle para difundir uma propaganda particularmente intensa, que poderia “lavar o cérebro” de grandes camadas da população.

Esta propaganda estatal visaria a influenciar o sistema de valores dos cidadãos e sua conduta, por meio de um discurso persuasivo buscando a adesão a seus interesses. A sua abordagem usa informação distribuída maciçamente com a intenção de apoiar uma determinada opinião política ou ideológica. Embora a mensagem possa ser verdadeira, ou incompleta, e não partidária, como uma desinformação, ela não apresenta uma imagem neutra e equilibrada da opinião em questão, que é sempre referida como assimétrica, subjetiva e emocional. A sua principal utilização é no contexto político, geralmente patrocinada por governos ou partidos para convencer as massas; secundariamente, refere-se a ela como a publicidade de empresas privadas.

Manipulação da mídia

A manipulação da mídia refere-se a atos que visam influenciar a apresentação da informação dentro dos meios de comunicação. A expressão manipulação da mídia geralmente é usada num sentido negativo. Por exemplo, as pessoas ou organizações que querem diminuir a publicidade sobre as más notícias podem escolher liberar a informação numa noite de sexta-feira, dando aos jornalistas menos tempo para apurar a história. Permanecer “no assunto” é uma técnica destinada a limitar as perguntas e a atenção para um âmbito restrito favorável ao assunto.

O linguista e sociólogo Noam Chomsky, professor emérito do Massachusetts Institute of Technology (em Boston) e tido pelo New York Times como “o maior intelectual vivo”, catalogou as dez técnicas de mistificação e manipulação promovidas pela grande mídia. Trata-se de um decálogo extremamente útil, especialmente para aqueles que bravamente desafiam a inexpugnável ignorância diária.

  • 1. A estratégia da distração:É fundamental, para o grande lobby dos poderes, manter a atenção do público concentrada em temas de pouca relevância (programas banais de TV, por exemplo), fazendo com que o cidadão comum se interesse apenas por fatos insignificantes. A exagerada concentração em fatos da crônica policial, dramatizada e manipulada, faz parte desse jogo.
  • 2. Princípio do “problema-solução do problema”: A partir de dados incompletos, incorretos ou manipulados, inventa-se um grande problema para causar certa reação no público, com o propósito de que seja este o mandante – ou solicitante – das medidas que se quer adotar (é preciso dar voz ao povo). Um exemplo: deixa-se a população totalmente ansiosa com a notícia da existência de uma epidemia mortal (febre aviária, por exemplo), criando um injustificado alarmismo com o objetivo de vender remédios que de outra forma seriam inutilizados.
  • 3. A estratégia da gradualidade: Para fazer o povo aceitar uma medida inaceitável, basta aplicá-la e noticiá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos – ou meses, ou dias – seguidos. É dessa maneira que se introduzem novas e duras condições socioeconômicas, em prejuízo da população. Tudo é feito e contado gradualmente, porque muitas mudanças juntas podem provocar uma revolução.
  • 4. A estratégia do diferimento (adiamento): Um outro modo de fazer aceitar uma decisão impopular consiste em apresentá-la como “dolorosa e necessária”, alcançando-se momentaneamente sua aceitação, para uma aplicação futura (“piano piano si va lontano”, o equivale mais ou menos ao nosso “devagar se vai ao longe”).
  • 5. Comunicar-se com o público como se falasse a uma criança: Quanto mais se pretende enganar o público, mais se tende a usar um tom infantil. Diversos programas ou conteúdos possuem essa conotação infantilizada. Por quê? Se nos comunicarmos com as pessoas como se elas tivessem 11 anos de idade, elas tendem a responder provavelmente sem nenhum senso crítico, como se tivessem mesmo 11 anos de idade (as crianças não conseguem fazer juízos abstratos).
  • 6. Explorar a emotividade muito mais que estimular a reflexão: A emoção, com efeito, coloca de escanteio a parte racional do indivíduo, tornando-o facilmente influenciável, sugestionável. Essa é a grande técnica empregada pelo populismo demagogo punitivo.
  • 7. Manter o público na ignorância e na mediocridade: Poucos conhecem, ainda que superficialmente, os resultados já validados das ciências (criminais, médicas, tecnológicas etc.). A manipulação fica facilitada quando o povo é mantido na ignorância; isso significa dizer não à escola de qualidade para todos.
  • 8. Impor modelos de comportamento: Controlar indivíduos enquadrados e medíocres é muito mais fácil que gerir indivíduos pensantes. Os modelos impostos pela publicidade são funcionais para esse projeto.
  • 9. A autoculpabilização: Todo discurso (midiática e religiosamente) é feito para fazer o indivíduo acreditar que ele mesmo é a única causa do seu próprio insucesso e da própria desgraça. Que o problema é individual e não tem nada a ver com o social. Dessa forma, ao contrário de se suscitar uma rebelião contra o sistema socioeconômico que marginaliza a maioria, o indivíduo se subestima, se desvaloriza, se torna depressivo e até se autoflagela (assim é a vida no “vale das lágrimas”). A culpa pelo desemprego, pelo não encontro de novo emprego, pelo baixo salário (neoescravizador), pelas condições deploráveis de trabalho, pelo insucesso escolar, pela precarização das relações trabalhistas, pela diminuição do salário-desemprego, pela redução das aposentadorias, pela mediocridade cultural, pela ausência de competitividade no mercado etc. é dele, exclusivamente dele, não do sistema.
  • 10. Os meios de comunicação sabem mais de você que você mesmo: Eles conhecem nossas preferências, fazem sondagens e pesquisas, diagramam nossas inclinações políticas e ideológicas e, mais que isso, sabem como ninguém explorar nossas emoções (sobretudo as mais primitivas). Não se estimula quase nunca a reflexão. O sistema manipula e exerce um grande poder sobre o público, muito maior que aquele que o cidadão exerce sobre ele mesmo.

Como funciona a lavagem cerebral

Existem algumas técnicas utilizadas para realizar esse tipo de prática, não, não estamos fazendo uma apologia ao seu uso, mas estamos apontando quais são esses métodos e o porque se sua eficácia.

Isolamento

Muita da lavagem cerebral que é feita nos dias atuais, envolve o isolamento geográfico de quem está sobre essa manipulação, alguns estudiosos exemplificam essa questão com os próprios retiros religiosos ou filosóficos, nesses lugares o indivíduo fica mentalmente isolado, longe de familiares e amigos e consequentemente se tornam mais suscetíveis a concordar e aceitar com os ideais alheios.

Medo e dependência

Não é necessariamente o medo e a dependência que é capaz de influenciar a mente das pessoas, mas sim os seus conhecidos efeitos.

Um exemplo clássico dessa condição, é o perturbador caso de Patty Hearst que foi sequestrada por uma organização terrorista americana, e mantida em um armário, sofrendo corriqueiramente abusos sexuais e físicos, alguns meses nessa situação, fez com que Patty se integrasse a organização e até mesmo participasse do roubo de um banco. Esse tipo de lavagem que é induzida através do medo e dependência é popularmente conhecida como síndrome de Estocolmo pela psicologia.

Exaustão física

O uso das atividades físicas para realizar a lavagem cerebral, foi uma técnica muito utilizada pelos sistemas militares de um modo geral, que conseguiam dessa forma esgotar o corpo de seus ingressantes, deixando-os cansados demais para questionar ou querer discutir qualquer ordem ou situação.

“Love Bomb”

Bom, se engana quem acredita que o excesso de demonstrações de carinho é algo puramente bom, pois essa técnica também é utilizada por seitas e grupos fechados para dominar a mente de seus mais novos integrantes.

Para isso eles fazem demonstrações excessivas de afeição, deixando dessa forma suas “vítimas” com a obrigação psicológica de devolver e retribuir tais ações, ou seja, essa técnica gera um sentimento de obrigação, dívida e culpa sobre quem está submetido a ela.

Repetição

Essa técnica você provavelmente poderia deduzir, afinal ela é utilizada constantemente pelos veículos de comunicação, como em rádios, comerciais e até mesmo no horário eleitoral.

E ela funciona através de um princípio bastante básico, quando uma informação é repetida muitas vezes, ela passa a ser aceita como verdade. Simples, porém, audacioso não acham?

Rituais rotineiros

Não podemos negar que o ser humano, é uma criatura do ritual e do hábito, e tudo em nossas vidas acaba se moldando, mesmo que inconscientemente conforme exige esse fato, por exemplo temos as nossas datas comemorativas, (aniversario, natal, ano novo), nossa rotina que é cheia de horários e pequenos rituais e etc.

É por isso que um estudo revelou que esse tipo de ação na realidade manipula e interfere no pensamento direto de cada pessoa, por exemplo em uma família que existe o habito de sempre se fazer uma oração antes das refeições, o ato de não realizar tal oração, pode criar a falsa sensação de que a comida não está tão agradável. Tudo isso, no entanto, é claramente um “bug” de nosso cérebro.

Culpa

A culpa é bastante utilizada por manipuladores do mundo inteiro, seja em organizações, campanhas políticas ou até mesmo dentro de religiões. Visto que uma vez que uma pessoa se sente culpada, ela se esforçará para repor o suposto dano causado.

E aí pessoal, vocês poderiam imaginar que todas essas técnicas eram utilizadas com o objetivo de manipular as nossas mentes? Qual dessas técnicas você acredita que é a mais utilizada e a mais eficaz? Eu sinceramente acredito que todas elas são utilizadas atualmente para alienar e controlar as massas.

Técnicas de Lavagem Cerebral

Falar mentiras ao seu subconsciente

A ascensão da internet deu a luz a uma técnica completamente nova e astuta de inserção de besteiras na sua cabeça. Muitas pessoas notaram que a maioria das pessoas não lê as histórias que circulam na internet. A maioria apenas acaba ”passando” pelas manchetes. E existe um meio de tirar proveito disso, baseado na maneira como o cérebro registra as memórias.

Eles chamam isso de “Amnésia de Fonte”. Por exemplo, você sabe o que é um coiote, mas você provavelmente não se lembra exatamente como você aprendeu esta informação. A capacidade de armazenamento do cérebro é limitada, então ele armazena a parte importante (que um coiote é um animal pequeno e feroz) mas descarta o contexto trivial, como quando e onde você aprendeu isso (nos desenhos da Warner, talvez).

Na era da internet e do excesso de informações, este é um mecanismo que é explorado muito facilmente. Um pedaço de informação – digamos, rumor horrível sobre um político – pode ser apresentado com todo tipo de detalhes (um ponto de interrogação, uma referência a uma péssima fonte, o termo “não confirmado”) mas frequentemente o cérebro só vai lembrar do rumor horrível e vai esquecer completamente dos detalhes.

Controlar o que você assiste e lê

A restrição do material que pode ser lido e/ou assistido é comum em alguns segmentos religiosos e costumes. Estudos mostram que o cérebro é “programado” para sentir um rápido prazer ao ler coisas que concordam com nosso ponto de vista. Os mesmos estudos provaram que, estranhamente, nos também sentimos prazer ao rejeitar intencionalmente informações com as quais discordamos, não importa o quão bem fundamentadas elas estejam. Sim, nosso cérebro nos “recompensa” por sermos pessoas de mente fechada. Bizarro, não?

Manter você na linha fazendo com que sinta vergonha

Não é nenhum segredo que você pode colocar o cérebro de uma pessoa em curto-circuito com a vergonha. Quantos de nós não fomos induzidos a fazer algo idiota na escola por que estavam tirando sarro da gente? Ora! Mas por que isso funciona? Bem, existem essas partes primitivas na parte inferior do nosso cérebro que se chamam amídalas que controlam reações básicas, emocionais. É de lá que vêm coisas como o desprezo e a vergonha, e estimular essas partes pode desligar completamente a parte analítica do seu cérebro. A turma te chama de covarde e, quando você vê, você está com um rojão aceso entre as nádegas.

Você pode agradecer à evolução por isso. Lá no passado, quando os humanos começaram a formar grupos e tribos, a posição social era tudo. Era o que garantia comida e proteção. A zombaria começou como um meio de obrigar todos a “andar nos conformes” para mantê-los na linha. Fazer com que uma pessoa, uma ideia ou um comportamento fosse alvo de zombaria o colocava em uma posição social mais baixa e deixava claro que qualquer um associado com aquilo compatilharia daquela posição, deixando-os fora das caçadas/refeições/sexo que faziam a vida na tribo valer a pena. Milhares de anos depois, uma boa dose de zomabaria pode desligar o raciocínio crítico e nos colocar na linha, sem fazer perguntas.

“Fazer com que tudo seja ou preto ou branco”

Ouça uma discussão entre seus amigos. Qualquer uma. Ouça um cara dizendo que John McCain é um Fascista enquanto o oponente dele diz que Barack Obama é um Comunista. Observe como mesmo fãs do mesmo time de futebol se dividem amargamente sobre se o novo zagueiro vai ser “ótimo” ou “um lixo”. Todo mundo é amigo ou inimigo, toda banda é fantástica ou péssima, preto e branco, nada no meio. Quem gosta de utilizar técnicas de lavagem cerebral amam isso, porque eles podem te convencer a escolher o lado deles. Exemplo: Funk é um estilo de música bom ou ruim? Se você perguntar isso, poucas pessoas vão ter uma opinião própria a esse respeito, algumas foram influenciadas a gostar do estilo por ouvir em excesso e essas vão defender até a morte e outras foram influenciadas justamente a dizer o contrário, pouca gente tem uma opinião intermediária, sendo assim perderam o direito de avaliar a situação em sua totalidade, apenas reproduzem uma resposta ou dizendo que É a pior coisa do mundo ou a melhor.

Nós contra eles

Claro, todos nós conhecemos os exemplos óbvios, eles estão escritos em toda parte nos livros de história, com sangue e buracos de bala. Racismo, genocídio, caricaturas assustadoras em pôsteres militares.Mas os manipuladores descobriram que a mesma técnica que funciona tão bem para induzir as pessoas a entrar num frenesi apocalíptico assassino, pode ser usada para te vender carros, ou hambúrgueres, ou computadores. Basicamente, nós somos projetados pela evolução para formar tribos. Quanto mais estresse sentimos, mais nós amamos e nos sentimos ligados àqueles que parecem e soam como nós, e mais nós odiamos aqueles que não são parecidos conosco. É só um velho mecanismo de sobrevivência utilizado no início da civilização humana.

Como remover a Lavagem Cerebral

1 – Faça com que a pessoa perceba que ela sofreu uma lavagem cerebral. Perceber isso geralmente vem acompanhado de negação e angústia, conforme a pessoa começa a questionar as coisas sem ter a prática de questionar. Gradativamente, a pessoa deve estar ciente de como ela foi manipulada.

2 – Exponha o sujeito a ideias que contradizem a lavagem cerebral. A exposição a opiniões múltiplas, sem sobrecarregar o sujeito com opções demais de uma única vez, dará a ele uma perspectiva nova e ampla para desafiar as crenças implantadas pelo manipulador.Algumas destas ideias contrastantes podem, em si, criar suas próprias formas de manipulação. Em tais casos ajuda procurar formas imparciais dessas ideias.

Uma forma mais forte de exposição é forçar o sujeito a reviver sua experiência de lavagem cerebral fazendo com que ele encene ela, mas dando ao sujeito opções para contra-atacar a lavagem cerebral. Este tipo de terapia exige um terapeuta que saiba como usar técnicas de psicodrama.

3 – Incentive o sujeito a tomar suas próprias decisões com base nas novas informações. No início, o sujeito pode ficar ansioso por fazer decisões sozinho, ou se sentir envergonhado por tomar a decisão “errada” agora ou no passado. Com a prática, porém, esta ansiedade irá desaparecer.

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