Como lidar com uma criança interesseira

As crianças interesseiras irão tentar conseguir tudo que desejam. Para lidar com crianças egoístas e interesseiras, veja como fazer. Caso seu filho empreste os brinquedos facilmente sem precisar você mandar, ele é ainda pequeno e você já passou por problemas de não conseguir convencê-lo a compartilhar suas coisas.

Sim, crianças são tudo isso. Porém, não nos enganemos: crianças também são sonsas, são traiçoeiras, são fingidas, são interesseiras.

Uma criança é um ser humano no início de seu desenvolvimento. São chamadas recém-nascidas do nascimento até um mês de idade; bebê, entre o segundo e o décimo-oitavo mês, e criança quando têm entre dezoito meses até doze anos de idade. O ramo da medicina que cuida do desenvolvimento físico e das doenças e/ou traumas físicos nas crianças é a pediatria.

Os aspectos psicológicos do desenvolvimento da personalidade, com presença ou não de transtornos do comportamento, de transtornos emocionais e/ou presença de neurose infantil – incluídos toda ordem de carências, negligências, violências e abusos, que não os deixa “funcionar” saudavelmente, com a alegria e interesses que lhes são natural – recebem a atenção da Psicologia Clínica Infantil (Psicólogos), através da Psicoterapia Lúdica. Os aspectos cognitivos (intelectual e social) é realizada pela Pedagogia (Professores), nas formalidades da vida escolar, desde a pré-escola, aos cinco anos de idade, ou até antes, aos 3 anos de idade.

A infância é o período que vai desde o nascimento até aproximadamente o décimo-segundo ano de vida de uma pessoa. É um período de grande desenvolvimento físico, marcado pelo gradual crescimento da altura e do peso da criança – especialmente nos primeiros três anos de vida e durante a puberdade. Mais do que isto, é um período onde o ser humano desenvolve-se psicologicamente, envolvendo graduais mudanças no comportamento da pessoa e na adquisição das bases de sua personalidade.

Existem pessoas que só se aproximam dos colegas por interesse, por isso, sempre será preciso ficar observando esses sinais. As crianças, entre 3 e 4 anos não dividem os doces com os coleguinhas. Nos primeiros anos de vida a criança é muito egocêntrica, conforme vai crescendo seu comportamento vai mudando.

As pessoas devem ser solidárias, carinhosas e obedientes desde pequenas, para que elas não cresçam e se tornem egoístas e interesseiras.

As crianças que não tem limites mostram consequências negativas em seu comportamento e conduta. Podem apresentar descontrole emocional, histeria, ataques de raiva como forma de se comunicar, dificuldade crescente em aceitar frustração, em segundo nível desrespeito aos pais, colegas e autoridades, incapacidade de concentração, dificuldade para concluir tarefas, irritabilidade e baixo rendimento escolar, falta de persistência, num terceiro nível podem aparecer agressões físicas quando contrariado, descontrole problemas de conduta (atos de violência, furtos, transgressões).

Os limites devem ser dados de acordo com a idade e as necessidades da criança, com atenção e carinho. Podemos destacar algumas atitudes que podem ser usadas para as crianças independente da idade. Não bater, ao invés disso experimente outras formas como:

Recompensar o bom comportamento

Com elogios, carinho, palavras de estímulo, mostrando que reconhece suas qualidades e confia nele. Lembre-se de ser autêntico e não exagerar para não parecer falso. Dar presentes como recompensa apenas às vezes – para que a criança não se tornar interesseira ou chantagista. Com sua validação e carinho estará elevando a autoestima da criança.

Fazer a criança assumir as consequências dos seus atos

Em um exemplo, uma criança de 10 anos mesmo depois de alertada colocou muito suco em seu copo e derramou tudo. Consequência: secará o suco derramado. Lembre-se que a consequência deve ser adequada, para pequenos deslizes, pequenas consequências. Cumpra o que disse: se ameaçou execute e se prometeu faça, para não perder sua autoridade.

Estabelecer algumas regras

As crianças podem fazer muitas coisas que gostariam de fazer – mas nem tudo e nem sempre. Seja coerente e não mude as regras de acordo com seu humor.

Criticar o comportamento inadequado e não a criança

Em um exemplo, “não pode bater no seu amigo porque pegou seu brinquedo, bater não é aceitável” e não “você é ruim e egoísta”.

Ajudar a criança a entender a diferença entre necessidade e desejo

As necessidades devem ser satisfeitas sempre (fome, sede, sono, segurança, afeto). Já os desejos devem ser analisados e podem ser negociados. Ex: comer pipoca ao invés de almoçar é um desejo e não uma necessidade.

Não entrar em disputas por qualquer coisa

Diga “sim” sempre que possível e “não” quando necessário. Por exemplo: “mãe, posso comer chocolate? Sim, daqui a pouco, depois do almoço ao invés de não, agora você vai almoçar”. Guarde sua energia quando for realmente importante.

Não espere que a criança compreenda e se comporte além do que a maturidade permite

Em um exemplo, as crianças gostam de brincar, correr, pular, enfim não exija que uma criança de 4 anos fique parada por mais de uma hora em um restaurante se comportando como adulto.

Dar o exemplo

Não viole regras estão aprendendo com você.

Ter paciência e persistência

Educar é uma conquista diária, muitas vezes terá que repetir incansavelmente o mesmo pedido.

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