Como reconhecer um psicopata

A maioria das pessoas que são psicopatas, conseguem ser carismáticos, inteligentes, manipuladores e mentem sem o menor constrangimento.

Essas pessoas fazem de tudo para conseguir seus objetivos, existem pessoas que convivem anos e anos com psicopatas e nunca percebem nada. Em locais como escolas, faculdades, trabalhos sempre se encontram pessoas com problemas de caráter, seja bom ou mau. Essas pessoas são super autoconfiantes e arrogantes em excesso, adoram que as pessoas tenha piedade delas, fazem um jogo para que todos tenham pena deles.

Existem algumas pessoas que possuem mania de perseguição, adoram serem as vitimas das situações, quando não conseguem o sucesso, culpam o outro. Todas as pessoas psicopatas tem algumas características básicas como: ser narcisista, adoram excluir pessoas e se fazer de vitima nas situações, assume o crédito pelo trabalho alheio, mente de forma compulsiva, não demonstra culpa pelo comportamento.

Além disso, adoram humilhar pessoas em públicos, tem ataques de raiva, espalha mentiras para depreciar a reputação das pessoas.

Muitos seres humanos são destituídos desse senso de responsabilidade ética, que deveria ser a base essencial de nossas relações emocionais com os outros. Sei que é difícil de acreditar, mas algumas pessoas nunca experimentaram ou jamais experimentarão a inquietude mental, ou o menor sentimento de culpa ou remorso por desapontar, magoar, enganar ou até mesmo tirar a vida de alguém.

Admitir que existem criaturas com essa natureza é quase uma rendição ao fato de que o “mal” habita entre nós, lado a lado, cara a cara. Para as pessoas que acreditam no amor e na compaixão como regras essenciais entre as relações humanas, aceitar essa possibilidade é, sem dúvida, bastante perturbador. No entanto, esses indivíduos verdadeiramente maléficos e ardilosos utilizam “disfarces” tão perfeitos que acreditamos piamente que são seres humanos como nós.

Eles são verdadeiros atores da vida real, que mentem com a maior tranquilidade, como se estivessem contando a verdade mais cristalina. E, assim, conseguem deixar seus instintos maquiavélicos absolutamente imperceptíveis aos nossos olhos e sentidos, a ponto de não percebermos a diferença entre aqueles que têm consciência e aqueles que são desprovidos desse nobre atributo.

Por esse motivo, é natural que você esteja agora se perguntando, de forma íntima e angustiada, se as pessoas com as quais convive ou que fazem parte do seu mundo são dotadas de consciência ou não. Por isso, neste exato momento proponho um passeio virtual (mental). Pare e pense nos seus vizinhos; nos jovens nas escolas; nos trabalhadores da sua rua; nos profissionais de várias áreas; nos amigos dos seus amigos; nas mães que zelam pelos seus filhos; nos líderes religiosos e nos políticos de sua nação. Pare e pense agora nos seus familiares, no seu chefe, no seu subordinado. Será que todos, sem exceção, são dotados de consciência?

Todos acreditam que sim, contudo, lamentavelmente, não é bem assim que a realidade se mostra. Poderíamos responder a essa mesma pergunta com um vigoroso NÃO! Qualquer uma das pessoas mencionadas como exemplo poderia, de fato, ser desprovida de quaisquer vestígios de consciência. Em outras palavras, elas estão absolutamente livres de constrangimentos ou julgamentos morais internos e podem fazer o quiser, de acordo com seus impulsos destrutivos.

Os psicopatas em geral são indivíduos frios, calculistas, inescrupulosos, dissimulados, mentirosos, sedutores e que visam apenas o próprio benefício. Eles são incapazes de estabelecer vínculos afetivos ou de se colocar no lugar do outro. São desprovidos de culpa ou remorso e, muitas vezes, revelam-se agressivos e violentos. Em maior ou menor nível de gravidade e com formas diferentes de manifestarem os seus atos transgressores, os psicopatas são verdadeiros “predadores sociais”, em cujas veias e artérias corre um sangue gélido.

Como reconhecer um individuo psicopata

Por isso, não se iluda! Esses indivíduos charmosos e atraentes frequentemente deixam um rastro de perdas e destruição por onde passam. Sua marca principal é a impressionante falta de consciência nas relações interpessoais estabelecidas nos diversos ambientes do convívio humano (afetivo, profissional, familiar e social).

Faceta interpessoal:

  • 1. Eles têm uma boa oratória e charme. São simpáticos e conquistadores num primeiro momento.
  • 2. Têm uma autoestima exagerada. Se acham melhores que os outros.
  • 3. São mentirosos patológicos. Mentem principalmente para conseguir benefícios ou justificar suas condutas.
  • 4. Têm comportamento manipulador. E, se forem inteligentes o bastante, os outros não perceberão esse comportamento psicopata.

Faceta afetiva:

  • 5. Não sentem remorso ou culpa. Nunca ficam em dúvida.
  • 6. Quanto à afetividade, são frios e calculistas. Não aceitam as emoções, mas conseguem simular sentimentos se for necessário.
  • 7. Não sentem empatia. São indiferentes. E até podem manifestar crueldade.
  • 8. Têm uma incapacidade patológica para assumir responsabilidade pelos seus atos. Não aceitam os seus erros. Eles raramente procuram ajuda psicológica, porque acham que o problema é sempre dos outros.

Faceta estilo de vida:

  • 9. Necessitam de estímulo constante. Ficam aborrecidos facilmente.
  • 10. Gostam de um estilo de vida parasitário.
  • 11. Agem descontroladamente.
  • 12. Não têm metas a longo prazo. Vivem como nômades, sem direção.
  • 13. Eles se comportam impulsivamente. Com ações recorrentes que não são premeditadas. Junto com a falta de compreensão das consequências de suas ações.
  • 14. São irresponsáveis.

Faceta antissocial:

  • 15. Tendem a ser delinquentes na juventude.
  • 16. Demonstram problemas de conduta desde a infância.
  • 17. Tiveram a revogação de sua liberdade condicional.
  • 18. Eles têm versatilidade para a ação criminal. Eles preferem golpes e delitos que requerem a manipulação de outros.

Outros não incluídos em nenhuma das facetas:

  • 19. Têm tendência a uma vida sexual promíscua, com vários relacionamentos breves e ao mesmo tempo. Gostam de falar sobre suas conquistas e proezas sexuais.
  • 20. Acumulam muitos casamentos de curta duração. Não se comprometem por muito tempo por ter que manter um vínculo.

Como reconhecer um psicopata

O jogo deles se baseia no poder e na autopromoção às custas dos outros, e eles são capazes de atropelar tudo e todos com total egocentrismo e indiferença. Muitos passam algum tempo na prisão, no entanto para a infelicidade coletiva, a grande maioria deles jamais esteve numa delegacia ou qualquer presídio. Como animais predadores, vampiros ou parasitas humanos, esses indivíduos sempre sugam suas presas até o limite improvável de uso e abuso. Na matemática desprezível dos psicopatas, só existe o acréscimo unilateral e predatório, e somente eles são os beneficiados.

Eles estão por toda parte, perfeitamente disfarçados de gente comum, e assim que suas necessidades internas de prazer, luxúria, poder e controle se manifestarem, eles se revelarão como realmente são: feras predadoras. Os psicopatas são os vampiros da vida real. Não é exatamente o nosso sangue que eles sugam, mas sim nossa energia emocional. Podemos considerá-los autênticas criaturas das trevas. Possuem um extraordinário poder de nos importunar e de nos hipnotizar com o objetivo maquiavélico de anestesiar nosso poder de julgamento e nossa racionalidade. Com histórias imaginárias e falsas promessas nos fazem sucumbir ao seu jogo e, totalmente entregues à sorte, perdemos nossos bens materiais ou somos dominados mental e psicologicamente.

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A “cultura da esperteza” também contribui para esse cenário. Deixa-nos confusos e muitas vezes nos faz fraquejar na luta pelo bem. A nossa sociedade vem banalizando o mal e contribuindo para a inversão dos valores morais. Isso cria um terreno fértil para que os psicopatas se sintam à vontade no exercício de suas habilidades destrutivas. Todas essas questões são intrigantes e acabam por nos impor uma profunda revisão dos nossos conceitos sobre a vida em sociedade. E, nessa revisão, destaco a importância de se cultivar um valoroso senso de consciência, pois somente ele é capaz de assegurar a nossa qualidade de vida e a do nosso planeta.

Decidir se alguém é digno de confiança requer conhecê-lo muito bem por um determinado período de tempo, além de tentar obter o maior número possível de informações sobre sua vida pregressa. É claro que essas informações não devem e não podem se restringir às histórias contadas pela pessoa que você deseja conhecer ou se relacionar. Se ela for um psicopata, provavelmente todas as suas histórias estarão “maquiadas” com o intuito de manipulá-lo no preparo cuidadoso para um posterior ataque predatório.

A história da vida de alguém é importante, pois ninguém perde a capacidade de ser consciente de uma hora para a outra. Por outro lado, nem sempre é fácil obtermos informações precisas ou confiáveis sobre pessoas que entram em nossas vidas. Além disso, estamos permanentemente correndo riscos de conviver com alguém por muito tempo até chegarmos à conclusão de que se trata de uma pessoa sem nenhum tipo de sentimentos nobres. Na maioria das vezes, se dependermos somente da convivência ou de informações pouco confiáveis, só nos daremos conta de que estamos diante de um psicopata quando nos depararmos com as inevitáveis perdas e os incríveis danos que essas criaturas podem provocar em nossas vidas.

Muito mais que apelar para o nosso sentimento de medo, os psicopatas, de forma extremamente perversa, apelam para a nossa capacidade de sermos solidários. Eles se utilizam de nossos sentimentos mais nobres para nos dominar e controlar. Os psicopatas se alimentam e se tornam poderosos quando conseguem nos despertar piedade. A piedade e a generosidade das pessoas boas podem se transformar em uma folha de papel em branco assinada nas mãos de um psicopata. Quando sentimos pena, estamos vulneráveis emocionalmente, e é essa a maior arma que os psicopatas podem usar contra nós!

A piedade, a compaixão e a solidariedade são forças para o bem quando direcionadas às pessoas que de fato merecem e precisam de tais sentimentos. No entanto, quando esses mesmos sentimentos são direcionados a pessoas que apresentam comportamentos inescrupulosos de forma consistente e repetitiva, temos que considerar isso como um aviso de que algo está muito errado. É um sinal de alarme que não podemos ignorar.

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