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Motivos da infidelidade feminina

A traição feminina é menos comum do que a masculina, mas em situações, mesmo que ela não perceba, a mulher se dá o direito de criar este problema.

A infidelidade pode significar a ruptura de qualquer compromisso que tenhamos assumido livremente e que por qualquer circunstância foi quebrado. Necessariamente não significa o mesmo que adultério. O que constitui um ato de infidelidade não consiste apenas na presença do comportamento sexual. Mesmo dentro do relacionamento próximo alguns povos podem ter ideias e percepções muito diferentes da infidelidade. Há várias concepções para o que seja infidelidade e podem variar de acordo com a cultura e o pensamento de cada indivíduo.

A infidelidade é uma ação cometida por uma das pessoas da relação, pela qual se rompe um dos principais pilares do relacionamento, a confiança, com a quebra do acordo que havia sido estabelecido entre ambos. Como temos dito, a fidelidade é um dos pilares da relação, que dão estabilidade e sustentação à mesma. Romper esse pilar põe em risco a relação do casal já que, entre outras coisas, a infidelidade gera desconfiança. Isso se torna muito perigoso pois a confiança é um valor extremamente importante e necessário para manter a relação como um lugar seguro.

Há duas formas de conseguir o que se quer em nossos relacionamentos, ou construímos uma relação solida lapidando o que não está bem, ou fugimos e vamos brincar de “vida perfeita” com outra pessoa que só conseguirá manter esta ilusão por pouco tempo.

Infidelidade Feminina

A infidelidade é uma característica universal. Todos os seres humanos, incluindo os do sexo feminino, são infiéis, ainda que não tenham consciência alguma disso. Vejamos agora como a infidelidade assume uma forma feminina de manifestação.

Nos tempos atuais, a situação é grave. Está muito difícil encontrar companheiras que prestem para o casamento. Muitas mulheres estão adquirindo o hábito de se exporem às traições de forma sutil, facilitando-as por meio de situações ambíguas de aparência inocente, que costumam definir como sendo “sem maldade” e que nos confundem completamente quando não somos experientes o bastante para desmascará-las. Tais situações, na verdade, são princípios de envolvimento com outros machos ou, no mínimo, de exposição voluntária e consciente aos desejos destes. Por seu caráter ambíguo, proporcionam um refúgio confortável às infiéis para que se exponham e camuflem suas verdadeiras intenções, confundindo seus parceiros e esquivando-se de suas possíveis e justas iras.

Uma eficiente camuflagem para a infidelidade feminina consiste em se fazerem de inocentes simulando não perceber ou compreender o significado de certos atos que inequivocamente denunciam sutis infidelidades. O efeito imediato de tais atos é provocar em nossa mente dúvidas que dificultam de forma muito eficiente o desmascaramento por meio de acusações, deixando-nos loucos no meio da confusão. O óbvio e o evidente são negados até o instante final. Daí a importância de não perdermos o tempo tentando obrigá-las por meio de discussões a admitirem o caráter escuso do que fazem e de nos limitarmos a comunicar de forma unilateral as atitudes que desaprovamos e as conseqüências em que implicam, tomando resolutamente em seguida as medidas cabíveis.

As razões que as motivam a se envolverem conosco são múltiplas e não apenas o amor como costumam mentir. Geralmente, o amor é o último dos motivos pelos quais estabelecem compromisso, noivado ou casamento. Analisemos melhor.

Os maridos/noivos/namorados servem apenas para dar amparo material e/ou emocional por meio da subserviência do apaixonamento. Esta é a razão pela qual não são normalmente amados e devem ser sinceros, honestos e trabalhadores. As esposas atuais não poucas vezes preferirão amar de verdade os insensíveis que não sejam seus maridos. Na sociedade moderna ocidental, o casamento é uma instituição quase falida, em rápido processo de extinção. Conheço várias que se casaram com um homem enquanto amavam de verdade a outro. Fazem-no com toda a naturalidade, como se este crime inominável contra o amor verdadeiro fosse absolutamente legítimo e justo.

É bom lembrar que o adultério satisfaz uma fantasia feminina. Os maridos, em nossa sociedade atual, possuem três finalidades:

  • 1) proporcionar segurança material e emocional;
  • 2) ser exibido para a sociedade, principalmente para as fêmeas rivais, como prova de que não se está “encalhada”;
  • 3) levar chifres.

Vamos agora tratar desta última função.

Em geral, o casamento é uma armadilha para o homem Após ser atraído, fisgado e preso, o esposo serve a alguns desejos do inconsciente feminino, dos quais o principal é a fantasia de ser um misto de cortesã com princesa indefesa a espera de um cavaleiro. Convém observar que as explosões de paixão e libido normalmente não acontecem dentro do casamento mas fora. E uma das razões para tanto é que a esposa precisa sentir-se uma princesa raptada por um vilão ou um dragão.

O amante, então, encarna o arquétipo do príncipe encantado, do cavaleiro que a resgata da dor, do sofrimento e da prisão. Obviamente, após a princesa se casar com o príncipe, este se converte em marido e, portanto, em novo vilão e o ciclo se repete. As intensas emoções no adultério, ou nas traições dos romances em geral, são proporcionadas pelo marido/namorado/noivo, com sua presença constantemente ameaçadora, e não somente pelo amante em si como parece à primeira vista. Eis a razão pela qual o amante, quando se casa com a adúltera, tem grandes chances de ser posteriormente traído por esta. Uma vez casado, os papéis se modificam e a fantasia feminina já não pode mais ser satisfeita sem uma nova paixão extra-conjugal.

Essas damas preferem enganar o marido a agir honestamente, dizendo-lhe que se sentem atraídas por outro. O fazem para que a emoção da paixão com o amante seja mais intensa devido ao risco oriundo da proibição e também para preservar os benefícios que o casamento lhes proporciona. Evitam assumir sua promiscuidade para se esquivarem das conseqüências que isto provocaria. Querem adicionar ao seu ninho matriarcal o maior número possível de machos em uma escala hierárquica definida pela intensidade das paixões que cada um provoca. Trata-se de uma herança pré-histórica que se contrapõe à tendência patriarcal, igualmente arraigada em um remoto passado.

Para justificar para si mesmas o fato de que se interessam por outro e, deste modo, não se sentirem traidoras sem valor, as “vadias” tentarão forçá-lo a assumir um entre dois papéis: o de carrasco violento ou de marido indiferente que “não dá atenção”. Esteja atento e não aceite.

Como querem coletar os melhores genes, costumam estar insatisfeitas com o companheiro que têm ao lado e suspirando por outros que lhe sejam superiores na hierarquia masculina. Nós, na contramão, lutamos para preservar nossa herança genética afastando todas as possibilidades de que nossa parceira seja fecundada por quaisquer outros que não sejam nós mesmos. Tais tendências instintivas as mobilizam a nos enganarem para se exporem ao desejo e ao mesmo tempo nos tornam extremamente cuidadosos. Portanto, é absolutamente normal que não queiramos ninguém por perto de nosso território além de quem autorizamos. Não se envergonhe e não aceite que digam que você é ciumento ou inseguro quando quiser que sua fêmea mantenha seus potenciais rivais a cem quilômetros de distância. Não aceite gratuitamente, sem explicações satisfatórias, que a mesma deixe que os machos se aproximem. É um direito masculino legítimo.

A ausência de ação para afastar pretendentes que manifestam sutilmente suas intenções indica que a mulher está gostando de ser desejada pois, se assim não fosse, os colocaria para correr. Os recursos que possuem para desestimular quaisquer pretendentes indesejáveis são muitos e, se não os utilizam, é simplesmente porque não querem. Para justificar a imobilidade, alegam geralmente inocência, simulando não entender o que se passa e as intenções dos pretendentes.

Motivos da traição feminina

  • 1° Ela não se importa
  • 2° Seu parceiro parou de se importar
  • 3° Ela já está com um pé fora da relação
  • 4° Ela se sente presa no relacionamento
  • 5° Ela tem baixa auto-estima
  • 6° Ela quer atenção
  • 7° Ela é emocionalmente não realizada
  • 8° Libido
  • 9° O parceiro dela trabalha demais
  • 10° O parceiro dela traiu primeiro

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