A Conspiração Universal Sionista

“À medida que se avançam, vê-se com efeito, crescer nos judeus a preocupação da riqueza e toda sua atividade prática de se concentrar em um comércio especial, refiro-me ao comércio do ouro”. Pág. 187: “O ouro deu aos judeus um poder que todas as leis políticas e religiosas lhes recusavam… Detentores do ouro, tornaram-se senhores de seus senhores…” – Cf. Bernard Lazare, “L Antisémitisme”, vol. I, pág. 174

O culto do ouro pelo judeu começa na Bíblia, com a adoração do Bezerro de Ouro fundido por Aarão. Desde a mais alta antigüidade, cultiva e manobra o ouro. Por que razão intentaram um processo ao pretor Flaccus? Respondia Cícero, seu advogado, no “Pro Flacco”: “Vendo que o ouro era, por conta dos judeus, exportado todos os anos da Itália e de todas as províncias de Jerusalém, Flaccus proibiu por um édito a saída do ouro da Ásia”.

Os famosos “Protocolos dos Sábios de Sião “, são o resumo das atas das reuniões secretas dos Sábios de Sião durante o Congresso Sionista de Basiléia, realizado em 1898, continuam espantando o mundo pela sua atualidade e também pela confirmação, ponto por ponto, das diretrizes nele definidas. Denunciado como uma absurda falsidade pelos sionistas desde a sua primeira edição, foi – e ainda é – defendido como autêntico, real e verdadeiro por personalidades importantes da intelectualidade mundial como René Guénon, Julius Evola, Léon de Poncins, Joaquín Bochaca, o prelado papal Monsenhor Ernest Jouin e, no Brasil, pelo fundador do Museu Histórico Nacional e um dos mais importantes intelectuais do país, Gustavo Barroso.

O livro “Os Protocolos dos Sábios de Sião” é sem dúvida o mais perseguido de toda a História, os Protocolos foram alvo de um processo internacional movido pelos sionistas, no intento de declará-los falsos e, conseqüentemente, permitir a proibição de sua circulação em todo o mundo.

Os Protocolos são considerados como uma obra reveladora, um mistério desvendado pela filtração das tão zelosamente guardadas Atas Secretas do Congresso Sionista de Berna, cujo conteúdo central revela uma conspiração judaico-sionista internacional e que o escritor Léon de Poncins definia como a misteriosa Internacional Judaica, pelo fato da sua mensagem indicar a existência de um complô mundial.

Já para René Guénon, os Protocolos seriam “uma tática destinada à destruição do mundo tradicional”. Também o escritor e historiador espanhol, especialista em questões judaicas, Joaquín Bochaca, define o assunto assim: “os Protocolos dos Sábios de Sião podem ser resumidamente descritos como um estudo para o domínio do mundo por uma irmandade ou sociedade secreta”.

Seja como for, os indícios de que o plano já estava em andamento e do qual os Protocolos seriam quase que um tipo de regulamentação já haviam sido manifestados, no século passado, pelo Primeiro Ministro de origem judaica da Inglaterra, Benjamin Disraeli, ao afirmar que “o mundo está governado por personagens muito diferentes dos imaginados por aqueles que estão frente aos bastidores”, tese que seria confirmada e ratificada pelo também judeu e Ministro das Relações Exteriores da tristemente famosa República de Weimar, Alemanha, Walter Rathenau, ao afirmar que “trezentos judeus, cada um dos quais conhecendo os demais, governam os destinos do continente europeu e elegem seus sucessores entre os que os rodeiam”.

Os Protocolos dos Sábios de Sião

No dia 8 de Maio de 1920 o então prestigioso jornal londrino “The Times” publicou um resumo do famoso plano de dominação mundial, baseado na primeira edição dos Protocolos, que se encontra catalogada desde 1906 no Museu Britânico, sob o código 3926d17. A partir desta data iniciou-se a grande polêmica em torno do assunto. Vejamos o resumo do Times:

Os povos estão mais escravizados ao trabalho pesado do que no tempo da servidão e da escravidão. É possível livrar-se dum modo ou de outro da escravidão e da servidão. É possível compactuar com ambas. Mas é impossível livrar-se da miséria. Os direitos que inscrevemos nas constituições são fictícios para as massas; não são reais;

Criaremos em breve enormes monopólios, colossais reservatórios de riquezas, dos quais as próprias fortunas dos gentios dependerão de tal modo que serão por eles devoradas, como o crédito dos Estados no dia seguinte a uma catástrofe política;

Existiram e continuam existindo, desde há muitos séculos, organizações secretas políticas judaicas;

O espírito destas organizações está fundamentado num ódio tradicional e eterno à Cristandade e a uma ambição titânica de dominar o mundo;

O objetivo perseguido através dos séculos é a destruição dos Estados nacionais e sua substituição pelo domínio judaico internacional;

O método empregado para enfraquecer e destruir os agrupamentos políticos existentes consiste em introduzir idéias dissolventes com uma força destrutiva cuidadosamente dosada e progressiva e que vai desde o liberalismo ao radicalismo, do socialismo ao comunismo, chegando até a anarquia, com o aumento dos princípios igualitários. Durante este período os judeus permanecerão protegidos contra essas doutrinas destruidoras: “Nós promoveremos o liberalismo para os gentios (goiym = não-judeus), porém, por outro lado, manteremos nossa Nação sob um domínio absoluto. Do fundo do abismo da anarquia em que o mundo será jogado e como resposta às lamentações da Humanidade enlouquecida, esta só obterá a lógica fria, sábia e tirânica de um Governo do Rei da raça de Davi, que aparecerá a seu devido tempo”;

Os dogmas políticos estabelecidos e desenvolvidos pela Europa cristã, a ciência do homem de Estado e do político democrata se encontram ao mesmo nível do desprezo que dele têm os Sábios de Sião. Para eles a ciência de Estado é uma arte secreta de ordem superior, que se adquire unicamente através de um treinamento tradicional somente comunicado a um reduzido número de eleitos no refúgio de algum santuário oculto. “Os problemas políticos não são de natureza a serem deixados ao alcance do homem comum; os únicos que podem compreendê-lo são, como já afirmamos, os chefes que vêm dirigindo estes assuntos durante vários séculos”;

Segundo esta concepção da arte política, as massas são como rebanhos de gado e os políticos que dirigem os gentios, “adventícios saídos da revolta, incompetentes e cegos”; são como marionetes cujas cordas são manejadas pelas mãos ocultas dos Sábios de Sião. Estes bonecos são, em geral, pessoas corrompidas e quase sempre incapazes, que cedem facilmente à adulação ou às ameaças e se submetem por medo a chantagens, trabalhando em benefício do domínio judaico sem nem se dar conta disso;

A imprensa, o teatro (hoje cinema, televisão, rádio), a bolsa de valores, a ciência, as próprias leis, se encontram nas mãos dos que possuem o ouro. Dispõem dos meios para que se produza a confusão, o caos na opinião pública, a desmoralização da juventude, o estímulo dos vícios entre os adultos e, caso seja necessário, sabem fazer prosperar entre os gentios, em vez das aspirações idealistas da civilização cristã, a cobiça pelo dinheiro, acrescentando neles o ceticismo materialista e o cínico apetite pelo prazer.

Independente da autenticidade ou não dos chamados Protocolos especificamente como documento a realidade é que o Plano vem sistematicamente sendo posto em prática através da televisão, cinema, teatro, jornais, livros, revistas, simpósios, conferências, currículos escolares, seitas diversas, etc. Vejamos e comparamos todo o plano escrito nos Protocolos com nossa realidade atual:

No plano político:

– A política nada tem a ver com a moral.
– Na política só triunfa a força pura.
– A honestidade e a sinceridade são um mau vício em política.
– Hipocrisia e força são essenciais.
– Para alcançar uma posição é necessário muito dinheiro. E este está em nossas mãos.
– Moisés impõe o dever de subjugar todas as nações.
– Através do poder do voto é como nos apoderamos dos tronos.
– Sob nossos auspícios a plebe destruirá a aristocracia.
– Nossa imprensa promoverá e dominará os governos e os denunciaremos sem o mínimo escrúpulo para desacreditá-los, caso se rebelem contra nós.
– Se dará a paz ao mundo somente se acatarem nossas leis.
– Distrair o público com uma infinidade de espetáculos, eventos e fraseologia insensata que pareça progressista ou liberal.
– Organização de infinitas instituições cujos membros demonstrarão e elogiarão nossas contribuições ao progresso.

No plano religioso:

– Ataque à religião cristã até apagar o conceito de Deus nas pessoas.
– Destruição da fé e dos credos induzindo o ateísmo.
– A inoculação de dissidências entre as religiões.
– Fomento ao livre-pensamento, ao ceticismo, as cismas, às discussões religiosas, ao desprezo às hierarquias eclesiásticas com a ridicularização de seus hábitos.
– Descrédito do clero frente aos fiéis, para diminuir sua influência, diminuindo seu prestígio.
– Infiltração do Vaticano para destruir o poder e a autoridade papal.
– Supressão dos Estados cristãos e do ensino religioso nas escolas, inclusive a supressão do crucifixo nas salas de aula.
– Crítica sistemática à Igreja, sem atacá-la diretamente.
– Instituição, através do Concílio Vaticano II, do Diálogo Inter-religioso que visa o reconhecimento dos judeus como irmãos maiores do Cristianismo.

No plano moral:

– O fim justifica os meios.
– Promover o que não seja necessário ou vantajoso em detrimento do bom e do moral.
– Não retroceder ante a corrupção, a mentira e a traição, se servem ao triunfo da nossa causa.
– Contra o inimigo não é imoral valer-se de todos os meios para vencê-lo.
– O número de vítimas não é importante para atingirmos nossa causa.
– Temos uma ambição desmedida, uma cobiça devoradora, um impiedoso desejo de vingança e ódio acumulado.

No plano humano:

– Possuímos todo o ouro do mundo.
– Todos os gentios (não-judeus, goiym) dependem de nós.
– Jamais permitiremos aos gentios participar do nosso poder.
– O proletariado não receberá mais do que migalhas como recompensa ao voto que dá ao nosso agente.
– O direito reside na força.
– Todos temos que morrer. É preferível antecipar a morte daqueles que atrapalham nossa causa.

No plano histórico:

– O judeu e Jeová são o mesmo e único ser. O hebreu é o Deus vivo, o Deus encarnado. Os outros homens só existem para nos servir. São bestas, pequenos animais.
– Somos os eleitos de Deus. Somos invulneráveis.
– Promoção da miscigenação dos povos, promovendo a perda de suas características raciais, históricas e psicológicas.
– manutenção da unidade histórica, racial, psicológica, ideológica e religiosa do povo judeu, como forma de poder e predomínio sobre as demais nações por eles degeneradas.

No plano da liberdade:

– A liberdade é o direito de fazer o que a lei permite. E a lei só permitirá o que
nos interessa.
– O significado abstrato da palavra liberdade nos permitirá convencer as turbas de que o Governo representa a Nação.

Como a franco-maçonaria se apoderou do poder

A mentalidade empregada pelas sociedades secretas no controle político, cultural, financeiro de um local é bem sofisticado, um plano genial, pode simplesmente controlar toda uma sociedade, vejamos como seria o plano da Franco-Maçonaria para o mundo.

O plano para governar com êxito, consiste em multiplicar de tal modo os defeitos do povo, os hábitos, as paixões, as regras de viver em comum que ninguém possa deslindar esse caso e que os homens acabem por não se entenderem mais. Essa tática terá ainda como efeito lançar a discórdia em todos os partidos, desunindo todas as forças coletivas que ainda não queiram submeter-se as ideias da franco-maçonaria; ela desanimará qualquer iniciativa, mesmo genial, e será mais poderosa do que os milhões de homens nos quais são semeadas as divergências. A franco-maçonaria dirige a educação das sociedades gentias de modo tal que suas mãos se abatam numa impotência desesperada diante de cada questão que exija iniciativa.

Que forma de administração se pode dar as sociedades em que por toda a parte penetrou a corrupção, em que somente se atinge a riqueza por meio de surpresas hábeis e trapaças; sociedades em que reina a licença de costumes, em que a moralidade somente se aguenta por causa de castigos e leis austeras, não por princípios voluntariamente aceitos; em que os sentimentos de Pátria e Religião são abafados por crenças cosmopolitas.

A arte de governar as massas e os indivíduos por meio de uma teoria e de uma fraseologia habilmente combinadas pelas regras da vida social e por outros meios engenhosos, dos quais as pessoas nada percebem, faz também parte desse gênio administrativo, educado na análise, na observação, em tais sutilezas de concepção que não encontram rivais, pois não há ninguém para conceber planos de ação política e de solidariedade. Essa obra de despistamento é realizada sobretudo pela imprensa. Basta reparar como certos jornais em consórcios ou associados manobram ou manipulam a opinião pública em sentidos diversos, quando sua direção geral é uma única.

O problema capital do governo é enfraquecer o espírito público pela crítica; fazer-lhe perder o hábito de pensar, porque a reflexão cria a oposição; distrair as forças do espírito, em vãs escaramuças de eloquência. Em lugar dos governos atuais, ficará um espantalho que se denominará Administração do Governo Supremo. Suas mãos se estenderão para todos os lados como pinças e sua organização será tão colossal que todos os povos terão de se lhe submeterem.

Em todos os tempos, os povos, mesmo os mais simples indivíduos, tomaram as palavras como realidades, porque se satisfazem com a aparência das coisas e raramente se dão ao trabalho de observar se as promessas relativas à vida social foram cumpridas. Por isso, que as atuais instituições são apenas uma bela fachada, que demonstram eloquentemente seus benefícios no que concerne ao progresso. A fisionomia de todos os partidos, de todas as tendências, e os oradores conhecidos como políticos acabam falando tanto que toda a gente se cansará de ouvi-los, todos vendendo as mesmas mentiras, simplesmente para ter o poder.

O que se passou no mundo moderno, depois do aparecimento dos “Protocolos”, autentica o plano judaico. Os monopólios, os trustes, os cartéis, os açambarcamentos multiplicaram-se por toda a parte e os jogos financeiros devoraram os créditos de todos os Estados. Para verificar como as idéias-dinheiro criaram o capital e quais seus resultados: distribuição desigual de rendas e oligarquias financeiras, a tragédia das massas, o socialismo, o marxismo, a crise, a paralisia e o endividamento dos Estados, tudo o que decorre dos Protocolos.

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