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A farsa do Aquecimento Global

Há pelo menos três décadas o tema sustentabilidade tomou conta da agenda internacional. A teoria do aquecimento global, a intensificação da atividade industrial no século 20 (baseada na queima de combustíveis fósseis como petróleo e carvão) aumentou a concentração de CO2 na atmosfera. Esse gás é um dos causadores do efeito-estufa, processo natural que mantém a temperatura da superfície quente o suficiente para que haja vida. Portanto, quanto mais CO2 no ar, maior seria a temperatura média. Mas os céticos tentam provar que a Terra sempre passou por ciclos de aquecimento e resfriamento não causados pelo CO2 nem pela ação humana.

A história do aquecimento global é baseada em um conceito físico que não existe, e não se consegue fazer evidência desta existência. É uma grande balela. Os ambientalistas sustentam a tese de que o aquecimento global seria oriundo da re-emissão causada por gases ditos de “efeito estufa”, graças a sua elevação de concentração na atmosfera, por exemplo, do dióxido de carbono (CO2). O grande absurdo de tudo isso é achar que um elemento só controla tudo, dizendo que o CO2 ou qualquer outro gás causaria o efeito estufa. Este reducionismo é ridículo. O consenso científico atual sobre o aquecimento global tem muitas falhas científicas, e interesses monetários escondidos nas instituições científicas e na comunicação social desencorajam o público e a comunidade científica a reconhecer ou mesmo debater isto.

O incremento de CO2 tornou a Terra mais verde ao longo das últimas três décadas. Porque o CO2 age como um fertilizante, tanto que a metade de todas as terras com vegetação está persistentemente mais verde atualmente. A ideia de que o clima é ruim para todas as coisas boas e bom para todas as coisas ruins pertence ao jogo da moralidade. No mundo real, devemos olhar para todas as informações disponíveis.

A Farsa do Aquecimento Global

O clima global é produto de vários fenômenos, incluindo alguns que ocorrem fora do planeta, como a radiação solar. A conservação ambiental, porém, é necessária para a sobrevivência da humanidade, esteja o planeta aquecendo ou esfriando. O desmatamento altera o clima local, por um período de tempo curto, onde a superfície fica desprotegida. Se abandonada, em menos de 20 dias já aparece uma cobertura vegetal rasteira, reiniciando o processo de retomada pela natureza.

O nível do mar apresenta flutuações normais devido à dilatação térmica dos oceanos, movimentos de ciclos lunares entre outros. De fato, os oceanos variam 15 a 25 centímetros por causa desses fenômenos e ainda podem variar até meio metro em fenômenos como La Niña ou El Niño. Em eventos extremos, que não devem ser confundidos aqui, o mar pode subir um ou dois metros, mas isto devido aos ventos, ciclones tropicais e extratropicais. Quando terminam, o mar volta.

O aquecimento não é causado pelos humanos: Entre 1925 e 1946, quando o ser humano lançava menos de 10% do CO2 que emite atualmente, houve um aquecimento de 0,4 °C no planeta. Por outro lado, entre 1947 e 1976, época de aceleração da produção industrial após a 2ª Guerra Mundial, houve um resfriamento global de 0,2 °C. Na última década, a concentração de gás carbônico na atmosfera aumentou, mas a temperatura global se estabilizou. Portanto, a variabilidade climática seria natural e não causada pelo homem.

Dados climáticos que remontam ao tempo dos vikings mostram que o regime de chuvas e as secas do século 20 não tiveram nada de excepcional, apesar das suposições de que o aquecimento global iria desencadear mais eventos extremos de clima seco e úmido. Escritos nos últimos 1.200 anos, relatos climáticos e dados sobre anéis de crescimento de árvores, núcleos de gelo e sedimentos marinhos no hemisfério norte indicaram que as variações de eventos extremos no século 20 foram menos frequentes do que em alguns séculos anteriores.

Já o quente século 12 e o fresco século 15, por exemplo, foram os mais secos, segundo o relatório, baseado em 196 registros climáticos. As variações nas emissões solares estiveram entre os fatores que provocaram alterações naturais no clima em séculos passados.

Os textos publicados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), cujas obras servem de referência para as negociações climáticas, não são suficientemente claros, os governos não são capazes de compreender os fatos científicos que são apresentados, são tão difíceis de compreender que é necessário ter um doutorado, no mínimo, para compreender as recomendações. Quando o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês) quer dizer que a Terra esquentou 0,74ºC em 150 anos é o mesmo que contar uma piada aos climatologistas sérios.

As temperaturas já variaram muito mais do que 3ºC ou 5ºC há cerca de 5 mil anos atrás. Em outros períodos, a Geologia nos retrata valores de mais de 8ºC. Ao mesmo tempo, dependendo da escala verificada, as variações podem ser grandes ou pequenas e não ocorrem ao mesmo tempo, nos mesmos lugares. Em certas partes, pode-se observar que as temperaturas subiram, em outras, que baixaram. Falar em média é uma verdadeira abstração, que esconde uma gama rica de fenômenos e variações.

Quando se mostrando calotas de gelo derretendo isso não é prova de aquecimento global, pois, do contrário, mostrar coisas congelando seria prova de resfriamento global. Confunde-se as observações localizadas dos fenômenos e extrapola-se isso para o globo. Não é assim. É importante ressaltar que mostrar os fenômenos, observá-los, relatá-los, são etapas do conhecimento científico.

O “efeito estufa” é uma física planetária impossível. Em uma estufa, o ar está sob controle, ficando aquecido e não se misturando com o ar externo. É aprisionado e não consegue criar os vórtices, turbilhões e movimentos. Ao mesmo tempo, se tiver vapor d’água, este fica aprisionado. Na atmosfera real, o ar quente sobe, provoca convecção, fenômenos, a dinâmica de fluidos está liberada. É o mesmo exemplo de se estar dentro do carro com tudo fechado e exposto ao Sol. O calor é infernal, mas ao abrir as janelas, imediatamente libera-se a dinâmica de fluidos e as temperaturas caem. Gás em sistemas abertos não fica aprisionando calor. Ainda por cima, a física da re-emissão de infravermelho pregada como religião é absurda, porque se essas moléculas emitissem a energia absorvida, isto ocorreria de maneira isotrópica, sendo a superfície da Terra um dos menores alvos.

O que é óbvio é que não existe um “consenso”, um termo muito usado nas discussões sobre as mudanças climáticas.

Aquecimento global antropogênico (Causado pelo homem)

O aquecimento atual não é pouco usual e as temperaturas eram ainda mais elevadas durante o Período Quente Medieval, uma época de grande prosperidade na Europa.

Todos os modelos de aumento das temperaturas como resultado do efeito de estufa prevê que o aquecimento será maior numa determinada localização na troposfera e menor à superfície da Terra. Os dados atuais de satélites e de balões meteorológicos não estão de acordo com os modelos e, pelo contrário, mostram que a superfície da Terra está a aquecer ao mesmo ritmo, ou mesmo mais rapidamente que a baixa troposfera.

A concentração total de dióxido de carbono na atmosfera terrestre é de apenas 0,054%, uma porção minúscula. Além disso, as atividades humanas contribuem para menos de 1% desse total. Os vulcões produzem significativamente mais CO2 que o homem, enquanto que as plantas e os animais produzem 150 gigatoneladas de CO2 todos os anos. As folhas a apodrecerem produzem ainda mais CO2 e os oceanos emitem de longe a maior parte do CO2. As atividades humanas produzem umas meras 6,5 gigatoneladas de CO2 todos os anos.

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