Agenda 21 – Nova Ordem Mundial

“… as taxas de crescimento da população baixaram no mundo inteiro, em grande parte devido ao desenvolvimento da educação de base e aos cuidados de saúde. Esta tendência está projetada para levar a uma população mundial estável em meados do século XXI. A redução atual das taxas de crescimento da população deve ser encorajada adicionalmente através de políticas nacionais e internacionais que favoreçam o desenvolvimento econômico, o desenvolvimento social, a proteção do ambiente e a erradicação da pobreza, em particular a expansão suplementar da educação de base, com o acesso pleno e equalitário para as mulheres, e os cuidados de saúde, incluindo os cuidados de saúde em matéria de reprodução, o planeamento familiar e a saúde sexual, de acordo com o relatório da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento.” — Documento S/19-2 das Nações Unidas. Programa para o prosseguimento da implementação da Agenda 21 (*)

A Agenda 21, cunhada na ECO-92 no Rio de Janeiro em 1992, baseada na sua verborreia midiática, como a “Sustentabilidade e Desenvolvimento do Meio Ambiente” lançou um programa para a redução da população mundial. As elites com suas estratégias diabólicas querem responsabilizar o ser humano pela destruição do planeta, dos ecossistemas e do meio ambiente.

A maioria das pessoas não faz ideia daquilo que significa o Estado (global) ser a verdade última, sem recurso nem apelo à lei de Deus. A vida não vale nada para os arquitetos criminosos da Nova Ordem Mundial.

O principal objetivo da Agenda 21 é controlar o mundo e “reduzir” a população humana. A guerra é um veículo muito eficiente para “controle populacional”, não acham? Uma guerra, já está em curso. Os países parecem ter sido controlados por internacionalistas cujo objetivo é a redução da população mundial. Ou um dos objetivos principais, em qualquer caso. Enquanto as Nações Unidas falam vagamente no assunto em termos de controle populacional, quem está por dentro diz que os objetivos reais são muito mais perniciosos. Está tudo documentado, tudo às claras, em vários locais, e parece que tudo está se aproximando de um ponto crítico.

Como já nos tem acostumado, implantam uma agenda e é claro, buscam um culpado ou “bode expiatório” para carregar a responsabilidade por seus atos.

Entre os principais objetivos deste plano implantado pela Organização das Nações Unidas (ONU), estão a abolição da propriedade privada, a destruição e reestruturação da família, limitações de mobilidade e é claro, o controle absoluto dos alimentos e da água.

Nos querem submeter, sendo rejeitados a status de escravos e é claro, aqueles que não seguirem as suas diretrizes, será eliminado.

Mudarão a população para lugares e pontos específicos determinados por eles, onde o controle será massivo, não podendo cultivar nem gerar seus próprios alimentos (vamos lembrar que já estão proibindo guardar sementes orgânicas).

Sob o disfarce e o pretexto de contaminação, querem eliminar o uso de veículos particulares e que todos se movam para estas áreas ativadas por eles por meio de transporte público para estas zonas que estão interconectadas (curiosamente querem proibir a utilização do veículo em grupo).

Em suma, a Organização das Nações Unidas (ONU), sob o abrigo da proteção do “Meio Ambiente” e do “Espaço Sustentável” decidiram implantar uma agenda genocida e escravista para toda a humanidade, tornando-nos culpados pela contaminação e destruição do meio ambiente, quando na verdade são eles com sua ganância sem limites que estão destruindo o planeta.

Querem nos reduzir de 7 bilhões para 500 mil de pessoas no planeta Terra, assim, eles têm uma árdua tarefa pela frente para eliminar a população restante e a restante será submetida a um regime totalitário de escravidão no mais puro estilo Orweliano do livro 1984.

A Agenda 21 não é ficção, nem fantasia, é o que nos espera se não abrirmos os olhos. Informe-se!

Destruição da Família

Nos tempos atuais, a definição jurídica de família passou a ser deturpada por ideias e proposições que, perigosamente, vêm sendo cultivadas por seus defensores, em projetos de lei e por alguns tabeliães de notas que aderiram ao comunismo. Há tentativas de implantação da poligamia em nosso país. Com essa finalidade, são utilizadas expressões enganosas, que seduzem e ofuscam a razão, como uniões poliafetivas ou simultâneas, que suavizam o seu verdadeiro conteúdo, o objetivo de transformar relações ilícitas em entidades familiares.

Os debates travados recentemente nas casas legislativas de todo o país – por conta da inclusão da “ideologia de gênero” nos Planos Municipais de Educação –, dão ensejo para que se pergunte por que, afinal, alguns indivíduos querem destruir a família. Já soaria absurdo se uma única pessoa se propusesse a fazê-lo – não tanto pela magnitude do trabalho que deveria empreender, mas pela própria insanidade que tal ideia carrega consigo. Que dizer, então, de um grupo estrategicamente organizado de pessoas determinadas justamente para esse fim?

Cabe dizer, em primeiro lugar, que não se trata de “história da carochinha” ou “teoria da conspiração”. Existem, de verdade, movimentos ideologicamente comprometidos com a destruição da família. De Engels, no final do século XIX – para quem o casamento monogâmico não passa de uma “forma de escravização de um sexo pelo outro” –, até as autoras feministas contemporâneas – como Kate Millett, que pede o fim de tabus como “a homossexualidade” e “as relações sexuais pré-matrimoniais e na adolescência”, tendo em vista o desaparecimento da família: são inúmeros os documentos que comprovam haver uma elite intelectual articulada para fazer sumir da face da terra a instituição familiar. Não é porque a Rede Globo ou os principais canais de notícias não reportam essas coisas, que elas deixam de ser verdadeiras. Levando em conta que é a própria mídia a promover certos hábitos e estilos de vida, facilmente se entende o porquê de seu silêncio, porque os meios de comunicação do Brasil são todos ideologicamente comunistas, seguem as ideias e determinações Globalistas da Maçonaria, que pretende destruir a família dos outros, mas não a deles.

Essas ideias e proposições também querem oferecer direitos de família à poligamia não consentida, chamada de união simultânea ou paralela, o que obviamente é mancebia. Assim, pretendem dar aos amantes, ou seja, àqueles que são cúmplices de adultério, os mesmos direitos das pessoas casadas, como a assistência material. Pelo fim da relação de concubinato, a amante teria direito de receber pensão alimentícia e também à indenização por danos morais e materiais.

Serve como prova dessa verdade a curiosa e notável diferença que há entre o comportamento sexual dos animais e o da espécie humana. Diferentemente dos cachorros, dos coelhos ou dos macacos, que acasalam para procriar e estão plenamente satisfeitos depois do coito, o homem é capaz de fazer obstinada e repetidamente o mesmo ato sexual, em busca de um “algo mais” que não é possível encontrar na mera união dos corpos. Daí vem aquela terrível sensação de vazio depois do chamado “sexo casual”. Trata-se de um clamor silencioso da alma, alertando que a sexualidade humana é muito mais que uma realidade animal.

Além do que já foi dito, temos ainda o Feminismo que é uma estratégia comunista criada com o propósito de minar a família e todas as outras instituições tradicionais de modo a que a relação primária que os indivíduos passem a ter seja com o Estado. Enquanto essa tática vai sendo colocada em prática, a propriedade privada, a única prova tangível de liberdade individual, torna-se uma coisa do passado. Isto é a Nova Ordem Mundial em poucas palavras. E se por acaso você está com os olhos abertos, é certo que tem observado tudo isso acontecer durante a maior parte da sua vida.

Na luta pela família, está em jogo o próprio homem. Não se destrói a célula mater da sociedade sem que se atinja de modo irreversível o ser humano. E esse processo, tragicamente, não é um desencadeamento natural ou simples obra do Zeitgeist (o “espírito dos tempos”). Ao contrário, trata-se de um trabalho meticulosamente articulado e muito bem medido para implantar um projeto cruel e perverso de poder que visa implementar o Comunismo e a Nova Ordem Mundial.

Implementação do Comunismo

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada (são apenas ladrões de sindicatos); quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais do que pelo próprio trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converter em auto-sacrifício; então você poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”. – Ayn Rand

Em 1990, os comunistas tinham conseguido capturar sob seu jugo um terço das pessoas vivas da terra e controlar 25% da massa terrestre do planeta. A NWO-Nova Ordem Mundial e a conquista e implantação do Comunismo sem a necessidade de uma Guerra.

Os comunistas conseguiram alienar mais pessoas da superfície da Terra do que qualquer outro candidato a conquistador do mundo já obteve na história. A conquista somente através de uma “Revolução violenta” se pensava ser o único caminho para o socialismo/comunismo conquistar terreno. No entanto, em 1948, um punhado de comunistas tchecos pressionaram com sucesso o organismo legislativo nacional do seu país e os tchecos aceitarem uma transição pacífica “para o socialismo.” Este fato histórico se tornou o padrão para tal conquista “pacífica” ser implantada em outras nações. Demorou menos de três anos para os comunistas transformarem pacificamente um país recém libertado, a República Tcheca em um estado comunista policial.

Para realizar essa tomada do poder pela revolução comunista, os líderes políticos democráticos devem deixar de compreender o caráter da força que estão desafiando (o comunismo). Usando nomes enganosos para as suas ações, legislação, organizações e fontes de renda é uma das técnicas. Indicando falsos motivos em vez dos verdadeiros motivos para as suas ações é uma segunda técnica. Usando uma retórica que agrada a oposição ao fazer o oposto é uma terceira técnica de manipulação.

Comunistas são ensinados a mentir repetidamente (pelos seus mestres Illuminati e Maçons). Isso tornou possível ter comunistas eleitos para cargos-chave no legislativo, executivo e no poder judiciário de qualquer governo, bem como serem nomeados para posições-chave na burocracia governamental. Agentes nas escolas subvertem a juventude de estudantes e agentes na mídia subvertem o meio jornalístico e a opinião pública.

Usando aliados nos corpos legislativos e a máquina das burocracias governamentais, os comunistas exercem uma pressão de cima, defendendo “medidas de reforma”, que foram nomeadas e feitas para atrair as massas. Esta massa excitada apóia massivamente as iniciativas feitas para mover o país para ele se transformar em um Estado policial comunista todo-poderoso.

Crises convenientes podem ser usadas ou as crises podem ser criadas, fabricadas artificialmente (crises de qualquer tipo, sendo que ultimamente as econômico-financeiras estão muito em voga, seguidas pelas crises entre fanáticos religiosos, facilmente manipuláveis e de serem criadas).

Durante uma crise, a oposição (o governo legal constituído) pode ser culpado pelos comunistas por sua criação ou culpado pela sua gestão da crise. Mentir para fazer a crise piorar ou para desacreditar (o governo legal constituído) é recomendado para abater oposição. Nenhuma crise deve ser desperdiçada (e todas devem ser super estimuladas) É assim que age os comunistas para implementarem sua Nova Ordem Mundial.

Única Moeda Mundial

“Os governos precisam rejeitar a noção fatal que a nacionalidade requer que eles criem e controlem o dinheiro usado em seu território. Moedas nacionais e mercados globais simplesmente não combinam; juntos, eles formam uma mistura mortal de crise monetária e tensão geopolítica e criam pretextos para o nocivo protecionismo.” – Benn Steil

Durante meados dos anos 1970, a discussão sobre a criação de uma moeda mundial foi obscurecida pela nova agenda global de estabelecer uma “ordem econômica internacional”. O objetivo era colocar em jogo um efetivo regime socialista internacional, o comunismo, completo com a transferência de riqueza do primeiro mundo para os cofres das nações em desenvolvimento e o fortalecimento de um sistema de governança global de orientação socialista.

Embora uma moeda global única não estivesse tipicamente associada com essa agenda, a emissão e distribuição do crédito internacional era frontal e central. E esse sistema de crédito requer um mecanismo de controle – algo como um Banco Central Global.

“… o status privilegiado atual do dólar como moeda global não é uma concessão dada pelos céus. Essencialmente, o dólar é apenas outra moeda suportada pela fé que os outros a aceitarão de boa vontade no futuro em troca das mesmas coisas valiosas que ela comprou no passado. Isto coloca uma grande responsabilidade sobre as instituições do governo dos EUA para validar essa fé. Infelizmente, essas instituições estão falhando em assumir essa responsabilidade. A política fiscal imprudente dos EUA está solapando a posição do dólar ao mesmo tempo que seu papel de dinheiro global está se expandindo.” – Benn Steil

Em um discurso intitulado “Ganhos para Todos em um Novo Mundo”, feito diante do Comitê Conjunto de Economia do Congresso dos EUA, o secretário-geral da Comunidade Britânica de Nações, Shridath Ramphal declarou:

“O crédito é o lubrificante central em um sistema econômico. É por isto que um dos principais objetivos na nova ordem econômica internacional que os países em desenvolvimento estão agora buscando é um sistema internacional de crédito.”

Embora o conceito de uma moeda única tenha reaparecido durante meados dos anos 1970, foi Richard Cooper, professor da Universidade de Harvard e membro do Conselho das Relações Internacionais (o CFR, de Council on Foreign Relations) que reacendeu o debate nos anos 1980. Durante outra conferência do Banco da Reserva Federal de Boston, desta vez em 1984. Cooper virou as mesas ao delinear um esquema revolucionário para uma nova organização do sistema monetário internacional.

“Apresentei um esquema alternativo radical para o próximo século: a criação de uma moeda comum para todas as democracias industriais com uma política monetária comum e um Banco de Emissão conjunto para determinar essa política monetária. Esta proposta é radical demais para o futuro imediato, mas pode fornecer uma ‘visão’, ou um objetivo, que possa guiar os passos intermediários.” – Richard Cooper

Para os internacionalistas, a soberania nacional é o obstáculo predominante. Para um Banco Central Global e uma moeda mundial existirem, algumas outras estruturas políticas precisarão ser formadas. Robert Mundell compreendeu esse problema político ao fazer uma apresentação em 2003 intitulada “O Sistema Monetário Internacional e a Questão de uma Moeda Mundial”. A resposta dele foi franca: “Uma moeda global única não poderá ser instituída sem um governo global. Impor uma moeda única envolveria grandes problemas de organização.

Como seria um Banco Central Global? A comparação mais provável que podemos fazer hoje seria com o Banco de Compensações Internacionais (chamado de BIS, de Bank for International Settlements). Aqui estão alguns pontos a considerar com relação à natureza intocável do BIS:

O BIS é “imune a toda tributação”, incluindo “todos tributos sobre o capital do Banco, reservas ou lucros…” .

A sede do BIS, os escritórios de suas filiais e qualquer edifício que esteja sendo usado pelo BIS são invioláveis pelos agentes dos governos nacionais, incluindo a polícia nacional. (Tente argumentar que seu lar e sua empresa são “invioláveis” para qualquer autoridade pública e veja o que acontece!).

Os funcionários do BIS têm imunidade diplomática internacional, incluindo imunidade contra prisão, “exceto em casos flagrantes de infrações criminais”. A diretoria de funcionários do BIS têm diversos outros privilégios, incluindo benefícios tributários e de imigração com os quais a pessoa mediana somente pode sonhar.

A capa da revista The Economist de 09/01/1988 (Vol. 306, pp 9-10) cujo tema de capa era: “Esteja pronto para uma moeda mundial”.

O artigo de 1988 enfatiza que, por volta de 2018 (perceba o ano na moeda da capa da revista), o mundo estaria usando uma única moeda. (…)

Ou seja, há quase 30 anos a revista previa o surgimento de uma moeda única mundial, a qual chamou de “Phoenix” na época. Bem, o que vemos ocorrendo atualmente parece favorecer para que isso venha mesmo a ocorrer em alguns anos como “estimado” pela revista em 1988. Se os mercados continuarem no rumo em que vem seguindo, tudo indica que o ambiente necessário para que tal coisa aconteça irá florescer como necessário. Os primeiros sinais já podem ser percebidos.

Em retrospecto, o cronograma de Cooper parece bastante preciso: trinta e três anos após 1984 nos traz a 2017 e hoje a ideia de uma moeda global única está ganhando força por meio de organizações como a Associação da Moeda Global Única (SGCA) e por meio de importantes proponentes. Além disso, o Banco de Compensações Internacionais tem publicamente considerado o potencial para uma moeda única para o mundo construída em torno dos agrupamentos regionais.

A Conferência da Organização das Nações Unidas para o comércio e desenvolvimento (UNCTAD), avalia a possibilidade de substituir o euro e o dólar por moeda global única.

A ONU propôs a criação de uma nova moeda global única que protegeria os mercados emergentes da especulação financeira. Por sua vez, a UNCTAD lançou uma hipótese real da criação de um tipo de banco central global, que emitiria uma moeda de reserva ‘artificial’. Uma ideia parecida, já teria sido proposta em 1944 e se chamaria ‘bancor’, mas não teve apoio na época. O bancor foi uma moeda supranacional que John Maynard Keynes e E.F.Shumacher conceitualizaram nos anos 1940-1942 e que o Reino Unido propôs apresentar após a Segunda Guerra Mundial . O nome foi inspirado pelo banco francês ou (‘ouro do banco’). Esta moeda supranacional seria utilizada no comércio internacional como uma unidade de conta dentro de um sistema de compensação Internacional.

Único Governo Mundial

Governo mundial é um conceito político/filosófico onde um único corpo político reuniria poder e influência suficientes para fazer, interpretar e aplicar um conjunto leis internacionais. Inerente ao conceito de governo mundial é a suposição de que nações individuais teriam que reduzir ou abrir mão (dependendo do ponto de vista) de sua soberania sobre certas áreas. De fato, um governo mundial acrescentaria outro nível de administração sobre os governos nacionais existentes ou proveria coordenação sobre áreas nas quais governos nacionais são incapazes ou ineficientes na atuação.

Até os tempos atuais, não existem planos oficiais por parte de nenhuma nação para estabelecer um governo mundial, embora certas pessoas vejam instituições de caráter global (como a Organização das Nações Unidas e o Fundo Monetário Internacional) como os elementos formadores de um futuro sistema de governo mundial. Uma organização formada por legisladores de várias nações conhecida como Parlamentares para Ação Global tem promovido ideias sobre como um governo global democrático poderia ser implantado, embora tal promoção tenha variado em intensidade ao longo da história da organização.

Existem diversas visões (muitas vezes contraditórias) de um governo global no campo da ficção científica, variando desde utopias até distopias. O Fundamentalismo Cristão e alguns outros sistemas religiosos referem-se a um possível governo mundial primariamente em termos apocalípticos ou distópicos. Alguns muçulmanos consideram que o único governo mundial plausível seria aquele feito por líderes islâmicos. Outros religiosos, particularmente os adeptos da religião Bahá’í, veem um corpo governamental internacional como algo fundamental para uma sociedade ordeira e pacífica.

O termo “Nova Ordem Mundial” também tem sido usado em várias ocasiões e em diversos contextos políticos para descrever um futuro governo global, particularmente pelo ex-presidente dos Estados Unidos, George H. W. Bush, que pregava uma nova era de cooperação global entre as nações democráticas. Muitos críticos da preponderância dos Estados Unidos no cenário global, ou com uma postura geral anti-governista, interpretam o termo de forma mais negativa.

O surgimento do governo global é uma grande conspiração para dominação mundial arquitetada por um ou vários poderes reais. Se analisarmos o contexto geral da Nova Ordem Mundial, podemos concluir que esse plano é real e está sendo implementado pela agenda global ou Agenda 21 proposta pela ONU.

Única Religião Mundial

Seria possível uma religião única mundial? Esta ideia vem sendo propagada por autoridades políticas como um suposto meio de combater o terrorismo, autoridades estas com um passado suspeito e sombrio. Há algum tempo, podemos ver como o poder de decisão político e econômico tem sido usurpado tanto dos cidadãos como das nações e tem sido transferido às organizações globais multilaterais.

Desde o século XIX, muitos escatologistas cristãos milenaristas apocalípticos, iniciando com John Nelson Darby, previram uma conspiração globalista para impor uma Nova Ordem Mundial tirânica como o cumprimento das profecias sobre o “fim dos tempos” da Bíblia, especificamente no Livro de Ezequiel, Livro de Daniel, o Discurso do Monte das Oliveiras encontrados nos Evangelhos sinópticos e no Livro do Apocalipse.

Os membros das sociedades secretas fizeram um pacto com o diabo para ganhar riqueza e poder tornaram-se peões num tabuleiro de xadrez sobrenatural para mover a humanidade a aceitar um governo mundial utópico, que repousa sobre as bases espirituais de uma religião mundial sincrética-messiânica, que mais tarde revelar-se-á um império mundial distópico que impõe o culto imperial de uma “Trindade Irreligiosa” de Satanás, do Anticristo e do Falso Profeta. Em muitas teorias de conspiração cristãs contemporâneas, o Falso Profeta será o último papa da Igreja Católica, preparado e instalado por uma Alta Vendita ou conspiração jesuíta, um guru do movimento da Nova Era, ou até mesmo o líder de uma organização cristã fundamentalista da elite como a “The Fellowship“, enquanto o Anticristo seria o presidente da União Europeia, o Secretário-Geral das Nações Unidas, ou até mesmo o califa de um Estado pan-islâmico.

O sinal mais evidente disto aconteceu quando o ex-presidente de Israel, Shimon Peres, se reuniu com o Papa para propor a formação de uma nova “ONU das religiões”, comandada pelo Papa. Peres sugeriu que esta organização deveria exercer uma autoridade “inquestionável” que lhe permitiria proclamar ” o que Deus quer e o que não quer”, com o objetivo de combater o extremismo religioso.

84% da população mundial possui uma fé espiritual de algum tipo. Se juntarmos as religiões cristã, muçulmana, hindu e budista, encontramos que são seguidas por mais de 5,3 bilhões de pessoas, e uma mistura de diversas crenças populares e credos minoritários menores, desde Baha’i à Wicca, que representam quase meio bilhão de pessoas.

A crise da Igreja é grave. Tenho a impressão de que não se esconde de ninguém que o cataclismo social – que afeta o respeito à vida humana e à família – tem essa triste situação como causa. A Nova Ordem Mundial, do ponto de vista cristão, é o maior perigo que ameaça a Igreja desde a crise ariana do século IV, quando, nas palavras atribuídas a São Jerônimo, “o mundo dormiu cristão e, com um gemido, acordou ariano”.

Soma-se à atitude vacilante de muitos católicos a ditadura do politicamente correto, muito mais sutil que as anteriores e que reivindica a cumplicidade da religião, uma religião que por sua vez não pode intervir nem na forma de conduta nem no modo de pensar. A nova ditadura corrompe e envenena as consciências individuais e falsifica quase todas as esferas da existência humana.

A sociedade e o estado excluíram Deus, e onde Deus é excluído, a lei da organização criminal toma seu lugar, não importa se de forma descarada ou sutil. Isto começa a tornarse evidente ali onde a eliminação organizada de pessoas inocentes – ainda não nascidas – se reveste de uma aparência de direito, por ter a seu favor a proteção do interesse da maioria.

Se, como tudo indica, a espiritualidade desempenha um papel central na vida da maior parte da população mundial, é lógico deduzir que um “governo mundial”, deverá ter em conta a religião, de forma inevitável. Muitos teóricos da conspiração vêm advertindo há décadas o nascimento de uma “Religião Mundial” que surgiria como parte de uma “Nova Ordem Mundial“.

Próximo

Anterior

Deixe seu comentário

© 2009-2017 Intrometendo | Anuncie | Sobre | Política de Privacidade

Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Alló Digital