Caso Roswell

Um ovni caiu num rancho perto da localidade de Roswell, Novo México, levando a afirmações de que a queda terá sido de uma nave alienígena.

Depois de um pico inicial de interesse, militares informaram que a queda apenas tinha sido de um ovni. O interesse sobre o caso era pouco até os anos 70, quando ufólogos começaram a formar variados teorias da conspiração, afirmando que uma ou mais naves extraterrestres haviam colidido com a superfície terrestre, e que os tripulantes alienígenas haviam sido recuperados por militares que depois cobriram a situação.

Nos anos 90, as forças armadas norte-americanas publicaram relatórios divulgando a verdadeira natureza do ovni que caiu. Mesmo assim, o incidente de Roswell continua a ser do interesse da mídia popular, e persistem a criação de teorias da conspiração em torno deste caso. Roswell já foi chamado de “o caso mais conhecido, mais investigado e o mais desmascarado envolvendo OVNI’s”.

Incidente Roswell

No dia 8 de julho de 1947, na localidade de Roswell, Novo México, o jornal Roswell Daily Record publicou em primeira página a notícia de que o 509.º Grupo de Bombardeiros da então Força Aérea do Exército dos EUA havia tomado posse dos destroços de um disco voador. A notícia causou rebuliço na cidade, mas já no dia seguinte o jornal desmentiu a história, afirmando que os restos eram apenas de um balão meteorológico.

Os destroços haviam sido encontrados originalmente por um fazendeiro chamado William “Mac” Brazel, que deu uma entrevista ao jornal local contando como foi o achado, publicada no dia 9 de julho. Ele disse que no dia 2 de julho, enquanto andava a cavalo com o seu filho Vernon, de 8 anos, deparou-se, a cerca de doze quilómetros do rancho em que vivia, com uma série de destroços. Acostumado a encontrar restos de balões meteorológicos, não lhes deu importância de início, só vindo a recolher o material no feriado do 4 de julho, juntamente com a sua mulher e o seu outro filho Victor, de 14 anos. Nesse mesmo dia, ele contou a sua história aos vizinhos, que o informaram que alguns jornais ofereciam até três mil dólares por uma prova dos chamados “discos voadores”, assunto que estava causando furor na imprensa devido às declarações do piloto Kenneth Arnold feitas um mês antes. Arnold relatou que, ao sobrevoar o Oregon, avistou o que seriam aeronaves voando em formação, e descreveu o seu movimento como o de pedras ou discos deslizando na superfície de um lago. A imprensa logo cunhou o tal termo “disco voador”, excitando as imaginações, o que estimulou quase mil relatos de avistamentos de naves extraterrestres nas semanas seguintes—hoje acredita-se que o que Arnold viu foram, na verdade, pássaros migrando.

No dia 7 de julho de 1947, Brazel dirigiu-se até a delegacia do xerife George Wilcox, no condado de Chavez, informando-o de que teria talvez encontrado os restos de um disco voador. O xerife telefonou para a base aérea de Roswell, que enviou o major Billyard Ray Cyrus, do 509.º Grupo de Bombardeiros, juntamente com o capitão Sheridan Cavitt, para analisarem os destroços. O major recolheu o material e transportou-o para a base de Fort Worth. Enquanto isso a história espalhou-se, dando origem à manchete do “Roswell Daily Record” do dia 8. No dia seguinte, o exército norte-americano tratou de desmentir a versão do disco voador, afirmando que os destroços encontrados eram de um balão meteorológico.

Relatórios oficiais do caso Roswell

Em 1994, Steven Schifft, congressista do Novo México, pediu à GAO (General Accounting Office – Escritório Geral de Auditoria) que buscasse a documentação referente ao Caso Roswell. Quando a USAF recebeu a petição da GAO, publicou dois relatórios conclusivos sobre o caso: o primeiro, de 25 páginas, intitulado O relatório Roswell: a verdade diante da ficção no deserto do Novo México, foi publicado ainda em 1994 e se concentra na origem dos destroços encontrados. Já o segundo, publicado três anos depois e denominado O incidente de Roswell: caso encerrado, aborda os relatos de corpos de alienígenas. No primeiro relatório a USAF afirmava que os restos encontrados eram de balões do Projeto Mogul, altamente secreto, projetado para detectar possíveis testes nucleares soviéticos (o primeiro teste nuclear soviético só aconteceria em 1949). Para isso, detectores acústicos de baixa frequência eram colocados em balões lançados a altas altitudes. Outros pesquisadores também chegaram, de forma independente, à relação entre Roswell e o Projeto Mogul: Robert Todd e Karl Pflock, autores de Roswell: Inconvenient Facts and the Will to Believe.

Os pesquisadores do Projeto Mogul ainda vivos por ocasião da investigação foram entrevistados, em especial o professor Charles B. Moore, que era o engenheiro-chefe do projeto. Inicialmente baseados na Universidade de Nova Iorque, os pesquisadores se mudaram para a base de Alamogordo, Novo México, de onde os balões eram lançados. O equipamento utilizado para pesquisas era carregado por uma série de balões (inicialmente de neopreno e mais tarde de polietileno) conectados entre si. Pendurado à série de balões, ia um alvo de radar – uma estrutura multifacetada de compensado recoberto com papel-alumínio – utilizada para rastrear os balões após o lançamento.

A partir dos registros ainda disponíveis sobre o projeto, concluiu-se que os destroços encontrados em Roswell seriam provavelmente do quarto voo, ocorrido em 4 de junho de 1947. Este voo consistia em cerca de vinte e um balões meteorológicos de neoprene ligados entre si, um microfone sonda, explosivos para regular a altitude do aparelho, interruptores de pressão, baterias, anéis de lançamento e de alumínio, três pára-quedas de pergaminho reforçado de cor vermelha ou laranja e três alvos refletores de radar de um modelo não normalmente usado no continente dos Estados Unidos.

De acordo com o diário do Dr. Crary, um dos responsáveis do projeto, o voo NYU 4 foi acompanhado pelo radar até que desapareceu a cerca 27 km de distância do Rancho Foster. As cartas meteorológicas da época demonstram, contudo, que de acordo com os ventos prevalecentes de então, os balões podem ter sido levados exatamente para o local onde Mac Brazel os encontrou dez dias depois.

Já no relatório de 1997, a Força Aérea dos Estados Unidos afirmou que os estranhos corpos descritos por algumas das testemunhas eram na verdade bonecos de teste do Projeto High Dive. Concluiu-se que: diversas atividades da Força Aérea ocorridas ao longo de vários anos foram misturadas pelas testemunhas, que as lembraram erroneamente como tendo ocorrido em julho de 1947; os supostos corpos de alienígenas observados no Novo México se tratavam na verdade de bonecos de testes carregados por balões de alta altitude; as atividades militares suspeitas observadas na área eram as operações de lançamento e recuperação dos balões e dos bonecos de testes; e que os relatos envolvendo alienígenas mortos no hospital da base de Roswell provavelmente se originaram da combinação de dois acidentes, cujos feridos foram para aí transportados (a queda de um avião KC-97 em 1956, no qual onze militares morreram, e um incidente com um balão tripulado em 1959 em que dois pilotos ficaram feridos).

Atualmente, bonecos de teste são amplamente conhecidos pelo público em geral (principalmente por causa de seu uso em testes de segurança de automóveis), mas na década de 1950 eles eram desconhecidos fora dos círculos da pesquisa científica. No entanto, na década de 1920, a Força Aérea Americana já lançava esses bonecos de aviões como forma de testar modelos de paraquedas. Na década de 1940 eles foram usados para testar assentos de ejeção para caças (que haviam sido inventados pelos alemães). E na década de 1950, eles estavam sendo lançados de balões a alta altitude como parte do desenvolvimento de cápsulas de escape para os futuros veículos espaciais.

Entre junho de 1954 e fevereiro de 1959, sessenta e sete bonecos foram lançados de balões na região do Novo México, sendo que a maioria caiu fora dos limites das bases militares. Os bonecos eram transportados em grandes caixas de madeira, semelhantes a caixões, para evitar danos aos sensores montados em seu interior. Pelo mesmo motivo, quando retirados das caixas ou após recuperados no campo, os bonecos eram normalmente transportados dentro de sacos plásticos em macas. Em alguns lançamentos, os bonecos vestiam uma roupa de alumínio que protegia os sensores das baixas temperaturas das altas altitudes. Todos estes fatos, além de sua aparência, provavelmente contribuíram para sua identificação como corpos de alienígenas.

Em março de 2011 um documento de 22 de março de 1950, escrito pelo agente Guy Hottel, foi liberado pelo FBI em seu sistema de pesquisa (The Vault). O documento registra apenas o boato de que três discos voadores teriam sido recuperados no Novo Mexico (EUA), e que cada uma das espaçonaves seria ocupada por três corpos de forma humana, mas com apenas 3 pés (cerca de 1 metro) de altura, vestidos com roupa metalica de textura muito fina.

Todos os debates sobre o que aconteceu em Roswell gira em torno de informações obtidas de testemunhas. Estas testemunhas guardaram suas histórias por décadas, só aparecendo após o assunto receber destaque na imprensa e, em alguns casos, apenas repassavam relatos ouvidos de terceiros. O longo espaço de tempo entre o incidente e os relatos inevitavelmente, diminuiu a sua exatidão e algumas testemunhas, como os filhos de Mac Brazel e do Major Jesse Marcel, eram crianças na época. Como todos os depoimentos e contradições foram explicados, o caso pode ser considerado finalmente encerrado.

Ex-agente da CIA fala sobre caso Roswell

Um ex agente da CIA falou sobre o Incidente de Roswell para revelar a existência de um arquivo oculto dentro da CIA sobre o caso do ‘UFO’ acidentado, que foi supostamente encontrado no local na região de ROSWELL, Novo México – e disse:

“É, realmente isso aconteceu“.

Os teóricos da conspiração acreditam que corpos de alienígenas do ‘disco’ acidentado foram autopsiados – e que muitas das atuais tecnologias modernas foram desenvolvidas a partir das tecnologias alienígenas descobertas dentro dessa espaçonave (tecnologia reversa).

Chase Brandon, um agente que trabalhou 25 anos com a agência, disse que essa informação está escondida em um cofre muito bem guardado dentro do quartel-general da agência (CIA) em Langley:

“Estava em uma área abobadada – havia uma caixa que realmente chamou minha atenção. E tinha escrita uma palavra sobre ela: ROSWELL. Eu remexi dentro dela, coloquei a caixa na prateleira e disse: “Meu Deus, isso (o resgate do UFO acidentado) realmente aconteceu.“

“Não foi um balão meteorológico – que foi a desculpa dada às pessoas quando o incidente foi relatado pela primeira vez”, diz o ex agente Chase Brandon, um ex funcionário da CIA que trabalhou 35 anos com a agência de inteligência dos EUA. “Era uma espaçonave que não era deste planeta (da Terra).“

Brandon falou sobre o incidente de Roswell (o acidente aconteceu em julho de 1947) – e ele também afirma ter visto evidências diretas da visitação “alienígena” na Terra em uma área de alta segurança da sede da C.I.A. em Langley.

Chase Brandon trabalhou para a CIA durante 35 anos, em várias áreas, e supervisionou operações secretas em 70 países. Durante vinte e cinco anos Brandon serviu no Serviço Clandestino de elite da CIA, como um infiltrado oficial de operações, em realização de missões dissimuladas no estrangeiro envolvendo terrorismo internacional, contra-insurgência, tráfico de drogas global e o contrabando de armas.

Quando o incidente de Roswell ocorreu, as autoridades militares emitiram um comunicado de imprensa, que começava assim:

“Os muitos boatos sobre o disco voador se tornaram realidade ontem quando o oficial de inteligência do 509th Bomb Group, da Oitava Força Aérea, Base Aérea de Roswell, teve a suficiente sorte para tomar a posse de um disco (UFO)”

No entanto, apenas 24 horas depois, os militares mudaram a história e passaram a afirmar que o objeto que tinha sido resgatado, em cujo primeiro momento era de um ‘disco voador’, agora “na realidade” era um balão meteorológico que caiu em uma fazenda nas proximidades.

Surpreendentemente, a mídia e o público aceitaram a explicação, sem opor nenhuma dúvida. Agora alguns agentes, como Brandon, mais uma vez discutem a causa e põe em cheque a linha “da explicação oficial” sobre o incidente. A sala conhecida como “The Vault” (o Cofre) em Langley é conhecida por conter os ditos segredos da CIA, tais como imagens e informações sobre o incidente de Roswell. Ele diz que não irá revelar exatamente o que havia dentro da caixa que ‘eliminaram’ as suas dúvidas sobre a realidade do incidente de ROSWELL.

“Algum material escrito e algumas fotografias, e isso é tudo que eu nunca vou contar a alguém sobre o conteúdo dessa caixa,“ disse Brandon ao jornal The Huffington Post.

O incidente de Roswell em 1947, quando as autópsias (foto abaixo de um corpo alienígena autopsiado) supostamente teriam sido executados nos corpos (cinco mortos) alienígenas que caíram no acidente de um UFO (seriam três), em ROSWELLL, no deserto do Novo México, e, em seguida, sendo acobertado pelas autoridades e militares norte-americanos.

“Mas com certeza, para mim, foi o único momento da validação de que tudo o que eu tinha acreditado, e sabia que muitas outras pessoas acreditavam que de fato aconteceu, isso realmente foi o que ocorreu”. – Brandon

Documentos anteriormente divulgados publicamente parecem fazer um backup da história de Chase Brandon – ou pelo menos a ideia de que as autoridades americanas encobriram o envolvimento do governo dos EUA com aliens e espaçonaves recuperadas.

O Tenente Walter Haut era o oficial de relações públicas na base de Holloway em 1947, e foi o homem que emitiu as notas de imprensa originais e subsequentes após o acidente sob as ordens do comandante da base, o coronel William Blanchard.

Haut morreu em 2006, mas deixou uma declaração em depoimento feito sob juramento para ser aberto somente depois de sua morte.

No texto de seu depoimento “post mortem” ele afirma que a alegação do balão meteorológico era uma reportagem de encobrimento, e que o objeto (UFO) real tinha sido recuperado pelos militares e armazenado em um hangar. Ele descreve que viu não apenas a espaçonave, mas também os corpos dos alienígenas resgatados mortos.

Na sua declaração, Haut fala sobre uma reunião de alto nível, que ele participou com o comandante da base, o coronel William Blanchard e o comandante da Oitava Força Aérea do Exército, Gen Roger Ramey. Haut afirma que nesta reunião, pedaços de destroços foram entregues para exame dos participantes para tocarem, sem que alguém fosse capaz de identificar o material.

Ele diz que o comunicado foi emitido porque os moradores locais já tinham conhecimento do local do acidente, mas que na verdade houve também um segundo acidente em outro local (Coronado), onde mais destroços de outra (duas) espaçonave que havia caído.

Haut também falou sobre uma operação de limpeza, onde por meses depois do incidente os militares vasculharam os locais da queda em busca de todas as peças de detritos remanescentes, para removê-los e apagar todos os sinais possíveis de que algo incomum havia acontecido naqueles locais.

Um memorando foi publicado pelo FBI que parece provar que o incidente no Novo México aconteceu antes de 1950. O departamento do FBI tem posto milhares de arquivos disponíveis em um novo recurso on-line chamado “The Vault” (agora o cofre do FBI).

Entre eles, está um memorando oficial para o diretor, do agente especial Guy Hottel, o encarregado do escritório de campo de Washington em 1950. No memorando, cuja linha de assunto é “discos voadores”, o agente Hottel revela que um investigador da Força Aérea lhe afirmou que três dos chamados discos voadores tinham sido recuperados, no estado do Novo México .

O investigador deu a informação a um agente especial, disse ele. O FBI censurou o nome do agente e a identidade do investigador. O Agente Guy Hottel passou a escrever:

“Eles foram (os UFOS) descritos como sendo de forma circular com os seus centros sendo mais elevados, com cerca de 16 metros de diâmetro. Alguns dos corpos de extraterrestres mortos (notar os três dedos em cada pé) e recolhidos na região onde ocorreu o acidente com UFOs de Roswell. Cada UFO estava tripulado por três seres alienígenas de forma humanoide, mas com apenas cerca de 95 centímetros de altura”, ele afirmou. Os corpos estavam “vestidos com um tecido metálico de uma textura muito fina. Cada corpo estava enfaixado de um modo semelhante aos processos de vestimentas utilizados por pilotos de teste de altas velocidades”. Postado em outubro 2015.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

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