Como o Brasil está perante a Nova Ordem Mundial

O Brasil atualmente participa dos BRICS, isso quer dizer que está em um bloco contrário a Nova Ordem Mundial do ocidente, entretanto os políticos que estão atualmente no poder, a nossa mídia e o poder judiciário do Brasil estão alinhados com as ideias iluministas e do ocidente, parece contraditório, mas como isso ocorreu?

Atualmente o Brasil se encontra numa situação neutra, apesar de participar dos BRICS, alinhado com países do bloco comunista, os setores da sociedade brasileira como mídia, religião, poder judiciário e grande parte do político está alinhado fortemente com as ideias neoliberais dos Estados Unidos e de Israel.

O antigo governo do Brasil, comandado pelo PT – Partido dos Trabalhadores, sabia claramente que os setores da mídia e o poder judiciário do Brasil estavam alinhados com o poder dos Estados Unidos e de Israel e aceitavam o capital de Wall Street, para fazer daqui o “quintal da casa” deles. Com isso, resolveu estreitar as relações com os países comunistas, foi assim que foi criado o BRICS.

Em economia, BRICS é um acrônimo que se refere aos países membros fundadores (o grupo BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que juntos formam um grupo político de cooperação. Em 14 de abril de 2011, o “S” foi oficialmente adicionado à sigla BRIC para formar o BRICS, após a admissão da África do Sul (em inglês: South Africa) ao grupo. Os membros fundadores e a África do Sul estão todos em um estágio similar de mercado emergente, devido ao seu desenvolvimento econômico. É geralmente traduzido como “os BRICS” ou “países BRICS” ou, alternativamente, como os “Cinco Grandes”.

Os esquemas de poder mundiais atualmente são 3, todos eles brigam entre si para criar uma Nova Ordem Mundial a sua maneira. No Brasil os setores de direita e que defendem puramente o capitalismo e o neoliberalismo possuem um grande medo dos comunistas, interessante notar que a recíproca não é verdadeira os comunistas e socialistas não têm nem nunca tiveram o menor medo dos capitalistas.

O temor ao comunismo é tão grande em alguns setores reacionários que agora querem proibir no Brasil que se mencione em sala de aula o nome de Karl Marx, um dos filósofos mais importantes da história da humanidade. Afinal, o que pode acontecer quando uma professora ensina sobre marxismo na sala de aula? Para muitos setores reacionários, o efeito óbvio é que todos os alunos se tornarão comunistas. A direita trata os jovens como se eles não fossem seres pensantes, capazes de discernir o que concordam do que discordam. Ainda mais na escola, quando a coisa mais comum do mundo é pensar o oposto do que o professor fala. As pessoas que estão no poder, acreditam que as massas, aceitam e acreditam em qualquer coisa que lhe é mostrada, eles julgam as massas por si mesmos. Engraçado que a lavagem cerebral empreendida pela mídia (de direita), que aceita a imposição neoliberal e os desmandos dos imperialistas norte-americanos no Brasil, isso não incomoda a eles, será que esses caras agem como “putas baratas” sendo comprados por migalhas e privilégios, agindo como mercenários de ideologias?

Blocos que controlam o mundo

Democracia (Neoliberalismo e Capitalismo)

Estados Unidos, Israel (Maçonaria, Illuminati, Cristãos e Judeus) – Eles criam falsos movimentos revolucionários como Estado Islâmico, ISIS entre outros, para desestabilizar as regiões controladas pelo Islamismo e pelo comunismo, como a Primavera Árabe e golpes institucionais, como feitos no Brasil e tentado na Turquia e outros países, além de cercarem a Rússia e a China com diversas bases militares imperialistas em países ao redor dos comunistas. O Neoliberalismo é a doutrina proposta por economistas franceses, alemães e norte-americanos, na primeira metade do século XX, voltada para a adaptação dos princípios do liberalismo clássico às exigências de um Estado regulador e assistencialista, que deveria controlar parcialmente o funcionamento do mercado. Essa doutrina, desenvolvida a partir da década de 1970, que defende a absoluta liberdade de mercado e uma restrição à intervenção estatal sobre a economia, só devendo esta ocorrer em setores imprescindíveis e ainda assim num grau mínimo. A Primavera Árabe é o nome dado à onda de protestos, revoltas e revoluções populares contra governos do mundo árabe que eclodiu em 2011. A raiz dos protestos é o agravamento da situação dos países, provocado pela crise econômica e pela falta de democracia.

Islamismo (Capitalismo corporativista)

Siria, Irã – Fazem parte da grande maioria dos países do Oriente Médio, que são contrários as políticas do ocidente e de Israel. A natureza autoritária de alguns governos muçulmanos atuais geram normas sociais que prejudicam o empreendedorismo e o capitalismo.

Comunismo (Que se abriram ao Capitalismo)

Rússia, China (Países da Antiga União Soviética)- São alinhados com as ideais comunistas, ateístas e etc. O Comunismo (do latim communis – comum, universal “coisa pública”, segundo Platão) é uma ideologia política e socioeconômica, que pretende promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes sociais e apátrida, baseada na propriedade comum dos meios de produção.

Nova Ordem Mundial

Para entender melhor do que falamos, vamos explicar o que é a Nova Ordem Mundial, muitos acreditam que apenas o primeiro grupo de poder quer uma Nova Ordem Mundial, eles acham que a Nova Ordem Mundial é uma poderosa elite secreta com uma agenda globalista que está conspirando para eventualmente governar o mundo por meio de um governo mundial autoritário — que irá substituir os Estados-nação soberanos — e uma propaganda abrangente cuja ideologia saúda o estabelecimento da Nova Ordem Mundial como a culminação do progresso da história. Ocorrências significativas na política e finanças são especuladas por serem orquestradas por uma camarilha excessivamente influente que opera através de muitas organizações de fachada.

Inúmeros eventos históricos e atuais são vistos como passos em um plano contínuo de conseguir dominar o mundo através de reuniões políticas secretas e processos de tomada de decisão.

Antes do início de 1990, a teoria de conspiração da Nova Ordem Mundial esteve limitada a duas contraculturas estadunidenses, principalmente da direita militante antigoverno, e, secundariamente, parte de fundamentalistas cristãos preocupados com o aparecimento do Anticristo do fim dos tempos. Os céticos, como Michael Barkun e Chip Berlet observaram que teorias da conspiração da direita populista sobre uma Nova Ordem Mundial, apenas não tinha sido abraçadas por muitos requerentes de conhecimento estigmatizado, mas havia se infiltrado na cultura popular, inaugurando, assim, um período durante o final do século XX e início do século XXI nos Estados Unidos onde as pessoas estavam se preparando ativamente para cenários milenaristas apocalípticos. Os cientistas políticos estavam preocupados que a histeria em massa poderia ter o que julgaram serem efeitos devastadores na vida política americana, que iriam da alienação política generalizada à escalada do terrorismo de lobo solitário.

Teorias conspiratórias da Nova Ordem Mundial

Existem inúmeras teorias da conspiração sistêmicas através da qual o conceito de uma Nova Ordem Mundial é visto. A seguir está uma lista das mais importantes em ordem cronológica aproximadamente:

Fim dos tempos

Desde o século XIX, muitos escatologistas cristãos milenaristas apocalípticos, iniciando com John Nelson Darby, previram uma conspiração globalista para impor uma Nova Ordem Mundial tirânica como o cumprimento das profecias sobre o “fim dos tempos” da Bíblia, especificamente no Livro de Ezequiel, Livro de Daniel, o Discurso do Monte das Oliveiras encontrados nos Evangelhos sinópticos e no Livro do Apocalipse. Eles alegam que as pessoas que fizeram um pacto com o diabo para ganhar riqueza e poder tornaram-se peões num tabuleiro de xadrez sobrenatural para mover a humanidade a aceitar um governo mundial utópico, que repousa sobre as bases espirituais de uma religião mundial sincrética-messiânica, que mais tarde revelar-se-á um império mundial distópico que impõe o culto imperial de uma “Trindade Irreligiosa” de Satanás, do Anticristo e do Falso Profeta. Em muitas teorias de conspiração cristãs contemporâneas, o Falso Profeta será o último papa da Igreja Católica, preparado e instalado por uma Alta Vendita ou conspiração jesuíta, um guru do movimento da Nova Era, ou até mesmo o líder de uma organização cristã fundamentalista da elite como a “The Fellowship“, enquanto o Anticristo seria o presidente da União Europeia, o Secretário-Geral das Nações Unidas, ou até mesmo o califa de um Estado pan-islâmico.

Alguns dos críticos mais vocais de teorias de conspiração do fim dos tempos vêm de dentro do cristianismo. Em 1993, o historiador Bruce Barron escreveu uma severa repreensão da teoria de conspiração apocalíptica cristã no Christian Research Journal, aquando da revisão do livro de Robertson de 1991, The New World Order. Outra crítica pode ser encontrada no livro de 1997 do historiador Gregory S. Camp, Selling Fear: Conspiracy Theories and End-Times Paranoia. O acadêmico em estudos religiosos Richard T. Hughes argumenta que a retórica da “Nova Ordem Mundial” calunia a fé cristã, uma vez que a “Nova Ordem Mundial” conforme definida pelos teóricos da conspiração cristãos, não tem qualquer base na Bíblia. Além disso, ele argumenta que tal ideia não só é não bíblica, é positivamente antibíblica, como fundamentalmente anticristã, porque, através de más interpretações das importantes passagens do Livro do Apocalipse, transforma uma mensagem reconfortante sobre a vinda do Reino de Deus, numa de um reino de pânico, medo e desespero personificado num suposto governo mundial se aproximando. Os cristãos progressivas, tais como pregador e teólogo Peter J. Gomes, advertem os fundamentalistas cristãos que “um espírito de medo” pode distorcer as escrituras e a história, ao perigosamente combinar-se com um literalismo bíblico, cronogramas apocalípticos, demonização e preconceitos opressivos, enquanto Camp adverte para um “perigo muito real de que os cristãos possam adotar alguma bagagem espiritual extra” por credulamente abraçar as teorias da conspiração. Exortam, portanto, os cristãos que se “entregaram” a teorias da conspiração a arrependerem-se.

Maçonaria

A Maçonaria é uma das mais antigas organizações fraternais seculares do mundo e surgiu durante o final do século XVI e início do século XVII na Grã-Bretanha. Ao longo dos anos têm sido direcionadas à Maçonaria, uma série de alegações e teorias da conspiração, incluindo a alegação de que os maçons têm uma agenda política oculta e estão conspirando para alcançar uma Nova Ordem Mundial, um governo mundial organizado de acordo com princípios maçônicos e / ou regido apenas por maçons.

A natureza esotérica do simbolismo e dos ritos maçônicos levaram os maçons a primeiramente serem acusados de secretamente praticar o satanismo no final do século XVIII. A alegação original de uma conspiração dentro da Maçonaria para subverter as religiões e governos, a fim de dominar o mundo remonta ao autor escocês John Robison, cujas teorias da conspiração reacionárias cruzaram o Atlântico e influenciaram manifestações da  antimaçonaria protestante nos Estados Unidos durante o século XIX. Na década de 1890, o escritor francês Léo Taxil escreveu uma série de panfletos e livros denunciando a Maçonaria e acusando as suas lojas de adoração a Lúcifer como o Ser Supremo e Grande Arquiteto do Universo. Apesar do fato de Taxil ter admitido que suas afirmações uma farsa, estas foram e ainda são acreditadas e repetidas por vários teóricos da conspiração, o que veio a exercer uma enorme influência sobre reivindicações antimaçônicas subsequentes sobre a Maçonaria.

Alguns teóricos da conspiração viriam a especular que alguns Pais Fundadores dos Estados Unidos, como George Washington e Benjamin Franklin, teriam feito projetos geométricos sagrados maçônicos entrelaçados na sociedade americana, particularmente no Grande Selo dos Estados Unidos, nas notas de um dólar americanas, na arquitetura dos monumentos da National Mall e nas ruas e vias de Washington, DC, como parte de um plano mestre para criar o primeiro “governo maçônico” como um modelo para a vindoura Nova Ordem Mundial.

Os maçons refutam essas alegações de uma conspiração maçônica. A Maçonaria, que promove o racionalismo, não coloca nenhum poder em si mesma nem em símbolos ocultos, e não faz parte dos seus princípios exibir desenhos de símbolos, não importa quão grandes sejam, como um ato de consolidação ou do poder de controle. Além disso, não há informações publicadas que estabelecem a associação maçônica dos homens responsáveis pela concepção do Grande Selo. Embora os teóricos da conspiração afirmam que existem elementos de influência maçônica no Grande Selo dos Estados Unidos, e que esses elementos foram usados de forma intencional ou não intencional, porque os criadores estavam familiarizados com os símbolos, na verdade, o Olho da Providência (‘olho que tudo vê’) e a pirâmide inacabada eram símbolos utilizados tanto fora como dentro de lojas maçônicas no final do século XVIII, portanto, os criadores estavam desenhando símbolos esotéricos comuns. A frase em latim “Novus Ordo Seclorum”, que aparece no verso do Grande Selo desde 1782 e na parte detrás da nota de um dólar desde 1935, significa “Nova Ordem das Eras” e apenas faz alusão ao início de uma era onde os Estados Unidos se tornam num Estado-nação independente; muitas vezes é mal traduzida por teóricos da conspiração como “Nova Ordem Mundial”.

Embora o ramo continental europeu da Maçonaria tem organizações que permitem a discussão política dentro de sua Lojas Maçônicas e atuem como lobbies políticos ativos de causas seculares, como exemplificado pelo Grande Oriente de França, o pesquisador maçônico Trevor W. McKeown argumenta:

A acusação de que a Maçonaria tem uma agenda oculta para estabelecer um governo maçônico ignora vários fatos. Apesar de concordar em certos Landmarks Maçônicos, as várias Grandes Lojas independentes e soberanas agem como tal, e não concordam em muitos outros pontos de crença e prática. Além disso, como pode ser visto a partir de uma pesquisa de maçons famosos, os maçons têm crenças individuais que abrangem todo o espectro da política. O termo “governo maçônico” não tem sentido uma vez que os maçons individuais tem muitas opiniões diferentes sobre o que constitui um bom governo.

Illuminati

A Ordem dos Illuminati foi uma sociedade secreta da época do Iluminismo fundada pelo professor universitário Adam Weishaupt em 1 de maio de 1776, na Alta Baviera, Alemanha. O movimento consistiu de defensores do livre-pensamento, secularismo, liberalismo, republicanismo e igualdade de gênero, recrutados a partir das Lojas Maçônicas alemãs, que procuravam ensinar o racionalismo através de escolas de mistério. Em 1785, a ordem foi infiltrada, desmantelada e reprimida pelos agentes do governo de Carlos Teodoro, Eleitor da Baviera, em sua campanha preventiva para neutralizar a ameaça das sociedades secretas que nunca se tornaram focos de conspirações para derrubar a monarquia bávara e sua religião de Estado, o catolicismo romano.

No final do século XVIII, os teóricos da conspiração reacionários, como o físico escocês John Robison e o padre jesuíta francês Augustin Barruel, começaram a especular que os Illuminati haviam sobrevivido a sua supressão e se tornaram os cérebros por trás da Revolução Francesa e do Reino do Terror. Os Illuminati foram acusados de serem subversivos que estavam tentando orquestrar secretamente uma onda revolucionária na Europa e no resto do mundo a fim de difundir as ideias mais radicais e os movimentos do Iluminismo — anticlericalismo, antimonarquismo, e antipatriarcalismo — e para criar uma noocracia mundial e um culto da razão. Durante o século XIX, o medo de uma conspiração Illuminati era uma preocupação real das classes dominantes europeias, e suas reações opressivas para este medo infundado provocaram em 1848, as mesmas revoluções que tanto procuraram evitar.

Durante o período entre guerras do século XX, os propagandistas fascistas, como a historiadora revisionista britânica Nesta Helen Webster e a socialite americana Edith Starr Miller, não só popularizaram o mito de uma conspiração dos Illuminati, mas alegaram que era uma sociedade secreta subversiva que servia as elites judaicas que supostamente apoiavam tanto o capitalismo financeiro como o comunismo soviético, a fim de dividir e governar o mundo. O evangelista americano Gerald Burton Winrod e outros teóricos conspiracionistas pertencentes ao movimento fundamentalista cristão nos Estados Unidos – que surgiu na década de 1910 como uma reação contra os princípios do humanismo secular, modernismo e liberalismo do Iluminismo – tornou-se o principal canal de divulgação de teorias da conspiração dos Illuminati nos Estados Unidos. Populistas de direita, tais como membros da John Birch Society, posteriormente começaram a especular que algumas fraternidades colegiadas (Skull and Bones), clubes de cavalheiros (Bohemian Club) e think tanks (Council on Foreign Relations, Comissão Trilateral) da classe alta americana seriam organizações de fachada dos Illuminati, que são acusados de conspirar para criar uma Nova Ordem Mundial por meio de um governo mundial.

Não há evidências de que os Illuminati da Baviera sobreviveram sua supressão em 1785.

Os Protocolos dos Sábios de Sião

Os Protocolos dos Sábios de Sião são um boato antissemita, publicado originalmente em russo em 1903, alegando uma Conspiração Judaico-Maçônica para conseguir dominar o mundo. O texto se propõe a ser as atas de reuniões secretas de um conluio de intelectuais judeus, que foram cooptados da Maçonaria e estão conspirando para governar o mundo em nome de todos os judeus, porque acreditam ser o povo escolhido de Deus. Os Protocolos incorporam diversos temas centrais conspiracionistas delineados nos ataques de Robison e Barruel sobre os maçons, sobrepostos de acusações antissemitas sobre os movimentos anticzaristas na Rússia. Os Protocolos refletem temas similares às críticas mais generalizadas do liberalismo iluminista por aristocratas conservadores que apoiam monarquias e religiões de Estado. A interpretação pretendida pela publicação de Os Protocolos é a de que se levantar uma das camadas das conspirações maçônicas, passando pelos Illuminati, encontra-se o núcleo podre judaico.

Numerosos polemistas, como jornalista irlandês Philip Graves em um artigo de 1921 no The Times e o acadêmico britânico Norman Cohn em seu livro Warrant for Genocide de 1967, provaram que Os Protocolos são ao mesmo tempo uma farsa e um caso claro de plágio. Há um consenso geral de que o escritor russo-francês e ativista político Matvei Golovinski forjou o texto para a Okhrana, a polícia secreta do Império Russo, como uma obra de propaganda contrarrevolucionária anterior à Revolução Russa de 1905, por plagiar, quase palavra por palavra em relação a algumas passagens do Diálogo no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu, uma sátira do século XIX contra Napoleão III da França escrita pelo satirista político francês e militante legitimista Maurice Joly.

Responsável por alimentar muitas histerias em massa antissemitas e antimaçônicas do século XX, Os Protocolos tem sido influente no desenvolvimento de algumas teorias conspiratórias, incluindo algumas teorias da Nova Ordem Mundial, e aparece repetidamente em certa literatura de conspiração contemporânea. Por exemplo, os autores do controverso livro de 1982 The Holy Blood and the Holy Grail concluíram que Os Protocolos são a peça mais convincente de evidência para a existência e atividades do Priorado de Sião. Eles especularam que essa sociedade secreta estaria a trabalhar nos bastidores para estabelecer um teocrático “Estados Unidos da Europa”, politicamente e religiosamente unificado através do culto imperial de um Grande Monarca merovíngio — supostamente descendente de uma linhagem de Jesus — que ocuparia tanto o trono da Europa e da Santa Sé, este “Sacro Império Europeu” se tornaria a hiperpotência do século XXI. Embora o Priorado de Sião, em si, tem sido exaustivamente desacreditado por jornalistas e estudiosos como uma farsa, alguns escatologistas cristãos milenaristas apocalípticos que acreditam que Os Protocolos são autênticos, convenceram-se de que o Priorado de Sião foi um cumprimento das profecias encontradas no Livro de Apocalipse e mais uma prova de uma conspiração anticristã de proporções épicas sinalizando a iminência de uma Nova Ordem Mundial.

Os céticos argumentam que a artimanha atual de teóricos da conspiração contemporâneos que utilizam Os Protocolos é afirmar que eles “realmente” vêm de algum outro grupo que não são os judeus, tais como anjos caídos ou invasores alienígenas. Embora seja difícil determinar se as mentes conspiracionistas realmente acreditam nisso ou estão simplesmente a tentar tornar aceitável um texto desacreditado, os céticos argumentam que não faz muita diferença, uma vez que deixam o texto antissemita real inalterado. O resultado é dar credibilidade e circulação aos Protocolos.

Round Table

Durante a segunda metade do “século imperial” da Grã-Bretanha entre 1815 e 1914, o empresário inglês, magnata da mineração e político sul africano, Cecil Rhodes, defendeu a anexação do Império Britânico com os Estados Unidos da América e a sua reforma numa “Federação Imperial” para criar, sobretudo uma hiperpotência e a paz mundial duradoura. Em seu primeiro testamento, escrito em 1877 com a idade de 23 anos, expressou o seu desejo de financiar uma sociedade secreta (conhecida como a Sociedade dos Eleitos), que iria avançar com este objetivo:

Para o estabelecimento, promoção e desenvolvimento de uma sociedade secreta, o verdadeiro intuito e objetivo do qual deve ser a extensão do domínio britânico através do mundo, seja, o aperfeiçoamento de um sistema de emigração do Reino Unido, e de colonização por súditos britânicos de todas as terras onde os meios de subsistência são atingíveis por energia, trabalho e empreendimento, e, especialmente, a ocupação pelos colonos britânicos de todo o continente da África, da Terra Santa, do Vale do Eufrates, das ilhas de Chipre e de Candia, toda a América do Sul, das ilhas do Pacífico até então não possuídas pela Grã-Bretanha, a totalidade do arquipélago malaio, a costa da China e do Japão, a recuperação definitiva dos Estados Unidos da América como parte integrante do Império Britânico, a inauguração de um sistema de representação colonial no Parlamento Imperial, que tende a juntar os membros desarticulados do Império e, finalmente, a fundação de uma potência tão grande que tornaria impossível as guerras e promoveria os melhores interesses da humanidade.

Em 1902, The New York Times assinala que após o seu testamento de 1877, Rhodes em 1890, desenvolveu as mesmas ideias, e definiu o objetivo que a sua sociedade secreta deveria trabalhar no sentido de “gradualmente absorver a riqueza do mundo”.

Rhodes também se concentrou na Rhodes Scholarship, que tinha o estadista britânico Alfred Milner como um de seus administradores. Fundado em 1902, a meta original do fundo fiduciário era o de promover a paz entre as grandes potências, criando um sentimento de fraternidade e uma visão de mundo compartilhada entre futuros líderes britânicos, americanos e alemães por lhes ter permitido estudar gratuitamente na Universidade de Oxford.

Milner e o oficial britânico Lionel George Curtis foram os arquitetos do movimento Round Table, uma rede de organizações que promoveram a união mais estreita entre a Grã-Bretanha e suas colônias autogovernadas. Para este fim, Curtis fundou o Royal Institute of International Affairs em junho de 1919 e, com seu livro de 1938 The Commonwealth of God, passou a defender a criação de uma federação imperial que, eventualmente, anexaria os Estados Unidos, que seria apresentado às igrejas protestantes como sendo a obra do Deus cristão para obter seu apoio. A Commonwealth of Nations foi criada em 1949, mas seria apenas uma livre associação de Estados independentes em vez da poderosa federação imperial imaginada por Rhodes, Milner e Curtis.

O Council on Foreign Relations começou em 1917 com um grupo de acadêmicos de Nova Iorque a quem foi solicitado pelo presidente Woodrow Wilson aconselhamento em relação à política externa dos Estados Unidos no período entre guerras. Originalmente concebido como um grupo de eruditos e diplomatas americanos e britânicos, alguns dos quais pertencentes ao movimento Round Table, foi um grupo subsequente de 108 financistas de Nova Iorque, fabricantes e advogados internacionais organizado em junho de 1918 pelo Prêmio Nobel da Paz e secretário de Estado dos Estados Unidos, Elihu Root, que tornou-se o Council on Foreign Relations em 29 de julho de 1921. O primeiro dos projetos do Council foi uma revista trimestral lançada em setembro de 1922, chamada Foreign Affairs.

A Comissão Trilateral foi fundada em julho de 1973, por iniciativa do banqueiro americano David Rockefeller, que era presidente do Council on Foreign Relations na época. Trata-se de uma organização privada criada para promover uma cooperação mais estreita entre os Estados Unidos, Europa e Japão. A Comissão Trilateral é amplamente vista como uma contrapartida para o Council on Foreign Relations.

Na década de 1960, pessoas e grupos da direita populista com uma visão de mundo producerista, como membros da John Birch Society, foram os primeiros a combinar e a difundir uma crítica ultraconservadora nacionalista de negócios às redes corporativas internacionalistas, através de think tanks como o Council on Foreign Relations com uma grande teoria da conspiração moldando-as como organizações de fachada para a Round Table do “establishment anglo-americano”, que estariam a ser financiadas por uma “camarilha bancária internacional” que supostamente tem estado a conspirar desde o final do século XIX para impor uma Nova Ordem Mundial oligárquica através de um sistema financeiro global. Teóricos da conspiração antiglobalistas, portanto, temem que os banqueiros internacionais estejam planejando eventualmente subverter a independência dos Estados Unidos por subordinar a soberania nacional a um reforçado Banco de Compensações Internacionais.

As conclusões da pesquisa do historiador Carroll Quigley, autor do livro Tragedy and Hope de 1966, são interpretadas tanto por teóricos da conspiração da Old Right estadunidense (Cleon Skousen) como pelos da New Left (Carl Oglesby) para fundamentar este ponto de vista, embora ele tivesse argumentado que o establishment não estaria envolvido num complô para implementar um governo mundial, mas sim o imperialismo benevolente britânico e americano impulsionado pelos interesses mútuos das elites econômicas no Reino Unido e nos Estados Unidos. Quigley também argumentou que, embora a Round Table existe ainda hoje, a sua posição para influenciar as políticas dos líderes mundiais tem sido bastante reduzida desde os tempos do seu auge, durante a Primeira Guerra Mundial, tendo aos poucos diminuído após o fim da Segunda Guerra Mundial e a seguir á Crise de Suez. Hoje, a Round Table é em grande parte um ginger group, projetado para analisar e gradualmente influenciar as políticas da Commonwealth of Nations, mas enfrentando forte oposição. Além disso, na sociedade americana a partir de 1965, o problema, de acordo com Quigley, era que nenhuma elite estava encarregada e agindo com responsabilidade.

Larry McDonald, o segundo presidente da John Birch Society e membro democrata conservador da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, representando o 7.º distrito congressional da Geórgia, escreveu um prefácio para o livro de Gary Allen The Rockefeller File de 1976, onde declarou:

O percurso dos Rockefellers e seus aliados é criar um governo mundial, combinando o supercapitalismo e o comunismo sob a mesma tenda, tudo sob seu controle… Se afirmo tratar-se de uma conspiração? Sim. Estou convencido de que há tal conspiração, de âmbito internacional, planejada há gerações, e incrivelmente maligna nas suas intenções.

Em sua autobiografia Memoirs de 2002, Rockefeller escreveu:

Por mais de um século, extremistas ideológicos em ambas as extremidades do espectro político têm aproveitado incidentes bem divulgados, para atacar a família Rockefeller em relação à influência excessiva que alegam exercer sobre as instituições políticas e econômicas americanas. Alguns até acreditam que somos parte de uma cabala secreta que trabalha contra os melhores interesses dos Estados Unidos, caracterizando a minha família e eu como ‘internacionalistas’ e de conspirar com outros ao redor do mundo para construir uma estrutura política e econômica global mais integrada — um mundo, se assim se pode dizer. Se essa é a acusação, então sou culpado, e tenho orgulho disso.

Barkun argumenta que tal afirmação é, em parte, burlesca (a afirmação de “conspiração” e “traição”) e parcialmente séria – o desejo de incentivar a cooperação trilateral entre os Estados Unidos, Europa e Japão, por exemplo – um ideal que costumava ser uma marca da ala internacionalista do Partido Republicano – conhecida como “republicanos Rockefeller”, em honra a Nelson Rockefeller – quando havia uma ala internacionalista. A declaração, no entanto, é tomada pelo seu valor nominal e amplamente citada por teóricos da conspiração como prova de que o Council on Foreign Relations utiliza o seu papel de brain trust de presidentes, senadores e deputados estadunidenses para manipulá-los no sentido de apoiar uma Nova Ordem Mundial sob a forma de um governo mundial.

Alguns críticos sociais americanos, como Laurence H. Shoup argumentam que o Council on Foreign Relations é um “brain trust imperial”, que tem, ao longo de décadas, desempenhado um papel central por trás das cenas na formação das decisões de política externa dos Estados Unidos para a ordem internacional do pós-Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria, determinando quais opções apareceriam na agenda e quais opções não chegariam sequer à mesa; enquanto outros, como G. William Domhoff, argumentam tratar-se, na verdade, de um mero fórum de discussão política, que proporciona a entrada de negócios para o planejamento da política externa dos Estados Unidos. Estes últimos argumentam que a organização possui quase 3.000 membros, números demasiados para que os planos secretos pudessem ser mantidos dentro do grupo; tudo o que conselho faz é patrocinar grupos de discussão, debates e palestras; e quanto a ser secreto, são emitidos relatórios anuais, permitido o acesso aos seus arquivos históricos. No entanto, todos esses críticos concordam que os estudos históricos sobre o conselho revelam que este desempenha um papel muito diferente na estrutura do poder global do que aquilo que é reivindicado pelos teóricos da conspiração.

The Open Conspiracy

Em seu livro de 1928 The Open Conspiracy, o escritor e futurista britânico H. G. Wells promoveu o cosmopolitismo e ofereceu modelos para uma revolução mundial e World Brain para estabelecer um Estado mundial tecnocrático e economia planificada. Wells advertiu, no entanto, em seu livro de 1940 The New World Order que:

… quando a luta parecer estar definitivamente a descair para uma democracia social mundial, poderá haver ainda grandes atrasos e desilusões, antes de se tornar um sistema mundial eficiente e benéfico. Inúmeras pessoas … hão-de odiar a Nova Ordem Mundial, e acabarão rendidas à infelicidade pela frustração das suas paixões e ambições através de seu advento e morrerão protestando contra ela. Quando tentamos avaliar a sua promessa, temos que ter em mente a angústia de uma geração ou então de descontentes, muitas das quais pessoas bastante galantes e de aparência graciosa.

Os livros de Wells foram influentes em dar um segundo significado ao termo “nova ordem mundial”, que só seria utilizado por simpatizantes socialistas estatais e opositores anticomunistas nas gerações vindouras. No entanto, apesar da popularidade e notoriedade de suas ideias, Wells não conseguiu exercer uma influência mais profunda e mais duradoura, porque foi incapaz de concentrar suas energias em um apelo direto as intelligentsias que seriam, em última análise, os coordenadores da Nova Ordem Mundial wellsiana.

Nova Era

A ocultista neoteosófica britânica Alice Bailey, uma dos fundadores do movimento chamado Nova Era, profetizou em 1940 a eventual vitória dos aliados da Segunda Guerra Mundial sobre as potências do Eixo (algo que viria a ocorrer em 1945) e o estabelecimento pelos Aliados de uma Nova Ordem Mundial política e religiosa. Bailey vislumbrou um governo mundial federal como sendo o culminar da «The Open Conspiracy» de H. G. Wells, mas argumentou favoravelmente que seria sinarquista por ter sido guiada pelos Mestres da Sabedoria Antiga, com a intenção de preparar a humanidade para a mística segunda vinda de Cristo e o advento da Era de Aquário. De acordo com Bailey, um grupo de mestres ascensionados chamados Grande Fraternidade Branca trabalha nos “planos internos” para supervisionar a transição para a Nova Ordem Mundial, mas, por agora, os membros desta hierarquia espiritual são apenas conhecidos por alguns como “cientistas ocultos”, com os quais eles se comunicam telepaticamente, não obstante, à medida que for aumentando uma maior necessidade do seu envolvimento pessoal no plano, haverá uma “Exteriorização da Hierarquia“, e todos terão conhecimento da sua presença na Terra.

Os escritos de Bailey, juntamente com o livro da escritora norte-americana Marilyn Ferguson The Aquarian Conspiracy de 1980, contribuíram para os teóricos da conspiração da direita cristã verem o movimento Nova Era como a “falsa religião”, que substituiria o cristianismo numa Nova Ordem Mundial. Os céticos argumentam que o termo “movimento Nova Era” é inadequado, geralmente utilizado por teóricos da conspiração como uma rubrica pega-tudo para qualquer novo movimento religioso que não seja fundamentalista cristão. Por esta lógica, tudo o que não seja cristão é, por definição, ativamente e intencionalmente anticristão.

Paradoxalmente, desde a primeira década dos anos 2000, o conspiracionismo da Nova Ordem Mundial está sendo cada vez mais abraçado e propagandeado pelos ocultistas da Nova Era, que são pessoas entediadas pelo racionalismo e atraídas para o conhecimento estigmatizado — tais como medicina alternativa, astrologia, misticismo quântico, espiritualismo e teosofia. Assim, os teóricos da conspiração da Nova Era, tais como os criadores de documentários como Esoteric Agenda, afirmam que globalistas que conspiram em nome da Nova Ordem Mundial estão simplesmente fazendo mau uso do ocultismo para fins maquiavélicos, tais como a adoção de 21 de dezembro de 2012 como a data exata para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial com a finalidade de aproveitar o crescente fenômeno 2012, que tem as suas origens nas teorias marginais maianistas de escritores da Nova Era como José Argüelles, Terence McKenna e Daniel Pinchbeck.

Os céticos argumentam que a conexão entre teóricos da conspiração e ocultistas segue suas premissas comuns falaciosas. Em primeiro lugar, qualquer crença amplamente aceite deve ser necessariamente falsa. Em segundo lugar, o conhecimento estigmatizado — que o establishment despreza — deve ser verdade. O resultado é uma grande rede auto-referencial na qual, por exemplo, alguns religiosos UFO promovem fobias antijudaicas, enquanto que alguns antissemitas praticam xamanismo peruano.

Quarto Reich

Os teóricos da conspiração costumam usar o termo “Quarto Reich” simplesmente como sinônimo pejorativo para a “Nova Ordem Mundial” dando a entender que a sua ideologia de Estado e de governo será similar ao Terceiro Reich da Alemanha. No entanto, alguns teóricos da conspiração utilizam as conclusões da investigação do jornalista americano Edwin Black, autor do livro Nazi Nexus de 2009, para afirmar que algumas corporações americanas e fundações filantrópicas – cuja cumplicidade foi essencial para o esforço de guerra do Terceiro Reich, eugenia nazista e o Holocausto – estarão atualmente conspirando para construir um Quarto Reich.

Os teóricos da conspiração, como o escritor americano Jim Marrs, afirmam que alguns ex-nazistas, que sobreviveram a queda do Grande Reich Alemão, junto com simpatizantes nos Estados Unidos e em outros lugares, recebendo refúgio por organizações como a ODESSA e Die Spinne, têm vindo a trabalhar nos bastidores desde o fim da Segunda Guerra Mundial no sentido de aprovar pelo menos alguns princípios do nazismo (por exemplo, o militarismo, o imperialismo, a espionagem generalizada sobre os cidadãos, o corporativismo, o uso de propaganda para fabricar um consenso nacional) na cultura, governo e negócios em todo o mundo, mas principalmente nos Estados Unidos. Eles citam a influência de cientistas ex-nazistas trazidos sob a Operação Paperclip para ajudar no avanço da produção aeroespacial nos Estados Unidos com princípios tecnológicos de OVNIs nazistas, bem como a aquisição e criação de conglomerados por ex-nazistas e seus simpatizantes depois da guerra, tanto na Europa e nos Estados Unidos.

Essa conspiração neonazista é dita a ser animada por um “Sonho de Ferro”, em que o Império Americano, depois de ter frustrado a Conspiração Judaico-Maçônica e derrubado seu Governo de Ocupação Sionista, gradualmente estabelece um Quarto Reich anteriormente conhecido como “Império Ocidental” — um império mundial pan-ariano modelado após Nova Ordem de Adolf Hitler — que inverte o “declínio do Ocidente” e inaugura uma era de ouro da supremacia branca.

Os céticos argumentam que os teóricos da conspiração grosseiramente superestimam a influência de ex-nazistas e neonazistas na sociedade americana, e apontam que a repressão política no país e o imperialismo no exterior têm um longo histórico nos Estados Unidos que antecede o século XX. Alguns cientistas políticos, como Sheldon Wolin, expressaram preocupação de que as forças gêmeas do défice democrático e status de superpotência possam ter aberto o caminho nos Estados Unidos para o surgimento de um totalitarismo invertido o que contradiz muitos princípios do nazismo.

Invasão alienígena

Desde o final dos anos 1970, extraterrestres de outros planetas habitáveis ou dimensões paralelas (como “Greys”) e intraterrestres de Terra oca (como “reptilianos”) foram incluídos na conspiração da Nova Ordem Mundial, em papéis mais ou menos dominantes, como nas teorias apresentadas pelos escritores americanos Stan Deyo e Milton William Cooper e o escritor britânico David Icke.

O tema comum nestas teorias de conspiração é que alienígenas estão entre os humanos por décadas, séculos ou milênios, porém um governo encoberto imposto pelos “Homens de Preto” tem protegido o público de tomar conhecimento de uma invasão alienígena secreta. Motivado pelo especismo e pelo imperialismo, esses alienígenas foram e estão manipulando secretamente acontecimentos e mudanças na sociedade humana, a fim de controlar de forma mais eficiente e explorar os seres humanos. Em algumas teorias, alienígenas infiltrados transmutam para a forma humana e transitam livremente em toda a sociedade humana, até mesmo ao ponto de tomar o controle de posições de comando nas instituições governamentais, empresariais e religiosas, estando agora nos estágios finais do seu plano para assumir o controle mundial. Uma mítica agência governamental secreta dos Estados Unidos de codinome Majestic 12 é frequentemente imaginada ser o governo sombra que colabora com a ocupação extraterrestre e permite abduções alienígenas em troca de assistência no desenvolvimento e teste de militares com “discos voadores” na Área 51, para que as forças armadas dos Estados Unidos alcancem um full-spectrum dominance.

Os céticos, que aderem à hipótese psicossocial para objetos voadores não identificados, argumentam que a convergência da teoria da conspiração da Nova Ordem Mundial e teorias de conspiração envolvendo UFOs é um produto não somente da desconfiança generalizada da época atual aos governos e da popularidade da hipótese extraterrestre para UFOs, mas, na verdade, da união de forças de ufólogos e a extrema-direita. Barkun observa que o único lado positivo para este desenvolvimento é que, se conspiradores conspirando para dominar o mundo são acreditados serem alienígenas, os bodes expiatórios humanos tradicionais (Maçons, Illuminati, judeus, etc.) são rebaixados ou exonerados.

Brave New World

Teóricos da conspiração anticiência e neoluditas enfatizam a previsão tecnológica em suas teorias da conspiração da Nova Ordem Mundial. Eles especulam que a elite do poder global são modernistas reacionários buscando uma agenda transumanista ao desenvolver e utilizar tecnologias de aprimoramento humano a fim de se tornar uma “casta dominante pós-humana”, enquanto a mudança acelera em direção a uma singularidade tecnológica – um teorizado ponto futuro de descontinuidade quando os acontecimentos irão acelerar em tal ritmo que os seres humanos normais serão incapazes de prever ou mesmo entender as rápidas mudanças que ocorrem no mundo em torno deles. Os teóricos da conspiração temem que o resultado será ou o surgimento de um Brave New World – como distopia – um “Brave New World Order”, ou a extinção da espécie humana.

Transumanistas democráticos, como o sociólogo norte-americano James Hughes, contra-argumentam que muitos membros influentes do establishment dos Estados Unidos são bioconservadores que se opõem fortemente ao aprimoramento humano, como demonstrado pela proposta do Conselho sobre Bioética do Presidente Bush de tratado internacional que proíbe a clonagem humana e engenharia germinal. Além disso, ele argumenta que os teóricos da conspiração subestimam a forma como a franja do movimento transhumanista realmente é.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

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