Conspiração do roubo de órgãos em seres humanos

No inicio de 2016, um jornalista sueco afirmou que soldados e médicos do instituto de medicina forense de Tel Aviv, em Israel, estavam matando palestinos para roubar seus órgãos. O governo israelense negou as acusações, mas teve que reconhecer que havia alguma verdade na afirmação depois que um jornalista estadunidense liberou uma entrevista que havia feito em 2000 com o então chefe do mesmo instituto, o médico Jehuda Hiss.

Naquela entrevista, Hiss confirmava que partes como córneas, artérias e ossos foram retirados de cadáveres de israelenses, e palestinos sem consentimento durante a década de 90. De acordo com ele, as partes eram usadas para transplantes em soldados feridos. Após a divulgação da entrevista, o exército israelense admitiu os procedimentos, mas afirmou que eles haviam parado de ocorrer há mais de uma década.

Fenômeno global

A polêmica em Israel foi grande, mas outros casos chegaram aos noticiários nos últimos anos: em 2008,o médico indiano Amit Kumar foi preso no Nepal, acusado de ser o líder de uma organização criminosa que teria retirado mais de 500 rins sem a permissão dos doadores. Boatos afirmam que camponeses indianos eram forçados a permitir a retirada dos rins e eram ameaçados com armas, embora as acusações ainda não tenham sido provadas, e o médico não foi a julgamento.

O governo chinês nega a acusação, mas há afirmações que órgãos são retirados de prisioneiros naquele país. O governo afirma que a retirada de órgãos só é feita com o consentimento dos prisioneiros, mas organizações de direitos humanos acreditam que a vontade não é respeitada.

Em 1994, a organização Human Rights Watch/Ásia conseguiu provas de que alguns prisioneiros chineses eram mortos rapidamente e tinham os órgãos retirados logo após a execução. O relatório da organização também concluiu que estes prisioneiros executados eram a principal fonte dos órgãos transplantados na China.

Já na fronteira dos Estados Unidos com o México, as histórias de terror também não são muito diferentes: dezenas de jovens mexicanas foram executadas próximas à cidade de Juarez. Em abril de 2003, um delegado mexicano anunciou que algumas das vítimas haviam sido assassinadas para que seus órgãos fossem retirados e transplantados em cidadãos estadunidenses. Entretanto, não há fatos para apoiar a apoiar a história.

As acusações sobre o roubo de órgãos em Israel não são fatos, mas não são necessariamente rumores. O problema é que a questão é levada como um problema político, carregado de fatos anteriores. O governo israelense afirma que a história é irrelevante e falsa, enquanto o governo palestino usa a história como fato que prova que seus cidadãos e soldados estão sendo assassinados por seus órgãos.

Por enquanto, não há provas suficientes para apoiar a história publicada pelo jornalista sueco, entretanto, a admissão de Jehuda Hiss quanto ao roubo de órgãos, somado à negação do governo, expõe um escândalo muito perigoso – e muito real.

Trafico de Órgãos no Brasil

Depois de 13 anos de total inercia do poder judiciário do Brasil, a historia de Paulinho foi escrita em 422 paginas em um livro “Trafico de Órgãos no Brasil – O que a mafia não quer que você saiba,” que promete revelar o núcleo de uma verdadeira mafia e todos os seus tentáculos. Paulo Veronesi Pavesi pai do menino, o Paulinho, que foi morto aos 10 anos após cair do prédio onde morava em Poços de Caldas (MG). Ele teve os órgãos retirados e transplantados quando ainda, estaria vivo.

O livro pretende quebrar o silencio imposto por uma grande organização que vem a anos protegendo estes crimes e seus criminosos. O assassinato sistemático de pacientes em leitos de UTIs vem acontecendo cada vez mais com frequência, com a ajuda de autoridades. médicos renomados e políticos. A mafia surgiu na década de 90, apos a ressaca do caso Kalume em Taubaté, São Paulo, onde 4 pacientes foram assassinados para fins de trafico de órgãos. A partir daquele caso, que levou mais de 25 anos para ser julgado e os condenados ainda aguardam uma decisão final, um novo grupo foi criado em Poços de Caldas em Minas Gerais com a mesma finalidade: Fornecer órgãos para grandes centros transplantadores da região sudeste do Brasil.

O caso Paulinho é o mais bem documentado da historia dos transplantes do Brasil. Durante 13 anos, o autor do livro – pai do garoto assassinado – armazenou cuidadosamente informações que aos serem compiladas desvendaram um grande quebra-cabeças, com o envolvimento de pessoas da elite. Para que a impunidade tomasse conta do caso, a família foi obrigada a deixar o pais e se refugiar na Europa, onde recebeu o status de asilado humanitário concedido pelo governo Italiano. Alem de enfrentar a quadrilha, o pai teve de enfrentar também diversos processos criminais, muitos deles movidos pelas autoridades que investigavam o caso, e que hoje são testemunhas de defesa dos assassinos. A absolvição em todos os processos, não foi o bastante para que o deixassem em paz. Novas ameaças chegaram, entre elas, a tentativa de submete-lo a um teste de sanidade mental para desqualificar suas denuncias.

Uma CPI foi realizada em 2004 no Congresso Nacional em Brasilia tendo como base para a sua instalação o caso Paulinho. O relatório final que indiciava 9 médicos, foi enviado ao Procurador Geral da Republica onde simplesmente foi arquivado sem qualquer explicação a sociedade. Enquanto as pressões aumentavam contra o pai de Paulinho, a mafia executou o administrador da Santa Casa que ameaçou denunciar todo o esquema. A quadrilha controlava a policia local e tinha influencia no Ministério Publico, o que facilitou o arquivamento do caso como sendo um suicídio. A arma do crime, que estava em poder do ministério publico, simplesmente desapareceu.

O esquema era tao ousado que o grupo chegou a negociar com a policia para que não fossem realizadas necropsias em doadores de órgãos na cidade, tudo registrado em documento, contrariando leis federais. O povo brasileiro fica sem questionar as mortes em UTI, nem o grande volume de desaparecidos no BRASIL! Vemos coisas pavorosas acontecerem e realmente, alguns servidores públicos igualmente como os políticos achem como uma máfia de corrupção no Brasil.

Como funciona o esquema do roubo de Órgãos

O procedimento é o mesmo, só se muda a lista, o que era da lista pública vai para a lista privada. E se na lista privada a pessoa oferece muito dinheiro e está muito necessitada, surge a necessidade de apressar a morte do paciente para resolver logo o problema. É o que eles da máfia estão fazendo atualmente no Brasil.

Do lado legal funciona desta maneira: a pessoa é constatada morta, os dados são levados para a fila e vão comparar para ver quem é o próximo que pode receber o órgão. O que a máfia faz? Ela tem uma lista paralela, ela pega esses dados e compara com a lista dela, que tem pessoas inscritas em consultórios particulares aguardando por um rim. A máfia tem poder financeiro e político. No Brasil, com poder e dinheiro, você faz o que quiser e a máfia é regida por isso e também por influência e além da participação de membros de sociedades secretas.

Sociedades Secretas e o Trafico de Órgãos

As sociedades secretas estão por de trás disso, eles não se importam em matarem as pessoas em nome de sua vaidade, poder e cobiça, o caso Paulinho é o exemplo de milhões de brasileiros que foram executados e desaparecidos em hospitais ou em outros lugares para serem sacrificados aos deuses ou vendidos para homens que se acham superiores.

A sociedade não pode ficar a mercê de uma sociedade secreta auto protetora que dita as regras de saúde de uma nação. Isto deve ser feito pelo poder público que em sua grande parte também está dominado por sociedades secretas, infelizmente. Chega de máfias. Chega de panelinhas. Chega de bandidagem!

Jamais ouve investigação da polícia e todas essas crianças nunca foram encontradas sendo que o sumiço de crianças por todo o Brasil acontece a anos. Temos notícias de pessoas que foram ameaçadas pelos policiais através do governo que se não ficassem calados seus outros filhos iriam desaparecer e depois iriam ser assassinados, isso parece inacreditável, o governo e as sociedades secretas eles te matam e depois usam a própria mídia que é responsável por mentir que a pessoa se envolveu em briga ou usava drogas, inventam histórias mentirosas para desacreditar a todos, esse mundo é uma verdadeira máfia que esconde muito sujeira.

Poder e dinheiro regem máfia de tráfico de órgãos no Brasil. Tirar um órgão de um doador morto para transplantá-lo para um receptor é complicado. É necessária uma combinação perfeita de eventos. Essas pessoas acham que estão enganando a quem? Só mesmo pessoas compradas e totalmente psicopatas sem emoção ou doentes que protegem essa mafia cruel que está em todo o mundo e principalmente no Brasil.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

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