Conspiração Judaico-Maçônico-Comunista

A Maçonaria ou Francomaçonaria é o conjunto de sociedades secretas ou discretas, organizadas em lojas, que se autodefinem como fraternidades filosóficas e humanistas (seculares e laicas) e que mantêm um atraente propósito da perfeição espiritual e social do ser humano, de acordo a seus postulados de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

No entanto, estas sociedades têm ocultado sempre seus verdadeiros objetivos à humanidade. Sua influência tem sido evidente na história moderna e seus líderes têm obtido grande riqueza e poder. Por exemplo no Brasil, o Império foi derrubado por um golpe militar e substituído por uma república de presidentes maçons.

Grande parte dos integrantes destas organizações são gentios que são atraídos pelos ideais da sociedade ou pelo oportunismo, mas também podem se encontrar judeus, em suas diferentes hierarquias ou graus, especialmente na cúpula, além de que a maioria da parafernália maçônica (rituais, mitos e símbolos) denota uma profunda raiz judia, embora toma emprestado o simbolismo de muitas outras tradições díspares.

O livro Romanian Masonic Order, em sua página 344 disse: “A Francomaçonaria é uma organização judia cuja história, graus, símbolos e senhas convencionais são judeus do começo ao fim”. Esta é a definição da Francomaçonaria feita pela publicação judia Israelite of America.

E Jean Bidegain em um discurso ante o Great Orient (Grande Oriente) da França adicionou: “Os judeus tanto por seu instinto de dominação como por sua consciência para governar criaram a Francomaçonaria para ajuda-los em suas ações e colaborar com eles para estabelecer o reinado de Israel entre a gente”.

Atualmente no mundo existem cerca de 3.900.000 maçons, em sua maioria judeus. A maioria se encontra nos Estados Unidos. Existem na América do Norte, cerca de 2.500.000 maçons distribuídos em quarenta e nove grandes lojas e mais de 15.000 lojas subordinadas a diversas sociedades da maçonaria. 1.400.000 judeus-maçons, aproximadamente, estão disseminados em todos os países do mundo, organizados em cerca de sessenta Grandes Lojas e cerca de onze mil lojas subordinadas, oficinas maçônicas e outras organizações dependentes da maçonaria.

Todos esses centros formam em conjunto a Grande Maçonaria Universal, o mais perigoso instrumento do judaísmo em sua luta contra os cristãos. Depois da Inglaterra, a sede central da Grande Maçonaria Universal passou a Genebra e atualmente se encontra em Chicago, com uma poderosa filial em Nova Iorque, sede da ONU. Este organismo judeu-maçônico dirige o mundo livre para a catástrofe final: domínio judeu universal com ajuda do comunismo.

Os judeus foram os originadores do comunismo, os arquitetos do comunismo, os líderes do comunismo, e as forças do comunismo desde o início. Um estadista proeminente, que percebeu que parte é que os judeus desempenharam na revolução bolchevique, e que, no inicio da sua carreira não teve medo de expô-la, foi Sir Winston Churchill. Ele escreveu:

“Seria quase como se o Evangelho de Cristo e o Evangelho do Anticristo fossem projetados para serem originados de entre o mesmo povo, e que esta raça mística e misteriosa tinha sido escolhida para a manifestação suprema, tanto do divino como do diabólico! Desde os dias de ‘Spartacus’ Weishaupt (Adam Weishaupt, fundador da ordem da conspiração, os Illuminati) aos de Karl Marx, e passando por Trotsky, esta larga conspiração mundial para derrubar a civilização, tem vindo a crescer gradualmente. Ela tem sido a mola real de todos os movimentos subversivos durante o século 19, e agora, finalmente, esse grupo de personalidades extraordinárias do submundo das grandes cidades da Europa e da América agarraram o povo russo pelos cabelos e tornaram-se praticamente os mestres incontestáveis desse enorme império. Não há necessidade de exagerar o papel desempenhado na criação do bolchevismo e em levar a cabo a Revolução Russa por estes judeus internacionais e, na maioria, ateístas. Isto é certamente muito grande; provavelmente supera todos os outros.”

O Livro Branco do Governo britânico de 1919 (“A Rússia, No.1, Uma coleção de relatos sobre o bolchevismo”) citou o relatório enviado ao Sr. Balfour em Londres, em 1918, pelo ministro Holandês em São Petersburgo, M. Oudendyke:

“O bolchevismo é organizado e trabalhado por judeus, que não têm nacionalidade e cujo único objetivo é destruir para seus próprios fins a atual ordem das coisas.”

Conspiração Judaico-Maçônico-Comunista

A Conspiração judaico-maçônico-comunista internacional, às vezes chamada de Conspiração judaico-maçônico-marxista internacional, ou simplesmente de conspiração judaico-maçônica, é uma teoria da conspiração envolvendo uma aliança secreta entre judeus, maçons e comunistas. O objetivo obscuro da aliança, seria a dominação do mundo.

A ausência de evidência de uma conspiração mundial desse porte é tida como demonstração da influência dos conspiradores, pois trabalham para suprimir a evidência da sua atividade, porque influenciam e controlam praticamente toda a mídia mainstream do mundo.

Sobre a atuação da maçonaria judaica, “oficial por um lado e secreta por outro”, vou incluir uma síntese sobre a forma em que trabalha. É uma seita político-religiosa, cujos membros judeus adoram em seus ritos a Jeová, enquanto que os não-judeus atraídos são roubados de sua religião. Para que alguém ingresse na maçonaria deve ser “iniciado” por um maçon de graus 30 a 33. É de rígida organização hierárquica, classificados em 33 grupos. A maçonaria dispõe de lojas e oficinas, unidas em uma Grande Loja “Nacional”, que depende diretamente do Conselho imperial da Grande Maçonaria Universal, que se encontra agora nos Estados Unidos; todos os maçons de cada país formam uma “família”.

O símbolo oficial da maçonaria é um compasso aberto, cruzado com um esquadro de pedreiro. A insígnia ou signo de distinção pelos maçons se reconhecem imediatamente entre eles, está formado por três estrelas de cinco pontas e as vezes simplesmente por três pontos dispostos nas pontas de um triângulo equilátero fictício: O edifício onde se encontra a sede de uma loja ou de uma oficina é chamado templo”, o que denota que a seita tem um fundo religioso místico.

Em cada país a maçonaria tem um governo secreto sujo, organizado como o governo oficial local e cujos membros são as vezes os mesmos, ou seja ministros e outros altos funcionários do regime oficial. Tudo é um assunto totalmente secreto, não conhecido pelo povo, nem sequer pelos maçons de “infantaria”.

Os Judaico-Maçônicos formam um Estado secreto dentro dos Estados nacionais. Como tal, a seita tem seus “poderes”, legislativo, executivo e judicial. Não reconhece a Era Cristã, começa a contar o tempo 1430 anos de Jesus Cristo. Os maçons são inimigos mortais do cristianismo, embora por motivos “táticos” não dizem oficialmente. Em sua atuação a maçonaria judaica ataca os cristãos sempre que pode e busca a todo custo ateizar aos cristãos por meio da educação, da publicidade, de livros, revistas, folhetos, etc. Os lemas da maçonaria judaica são sonoros, porém falsos. Entre eles, os de “liberdade”, “igualdade” e “fraternidade”, ou seja os da Revolução Francesa de 1789, e os de “ciência”, “justiça” e “trabalho”, são os do comunismo atual, todos utilizados como isca para a atração de ingênuos em suas filas. Os judeus-maçons se consideram a si mesmos como seres “superiores” e miram os demais homens com desprezo, nunca hesitando de sacrificar suas vidas e seus bens (dos não-maçons), aos interesses da seita.

Na “câmara Kadosch”, se setencia os maçons desertores ou as pessoas inimigas da maçonaria; os condenados a morte, em segredo, são assassinados por maçons ou por agentes da maçonaria; geralmente se assassina por meios “médicos”, para que as mortes pareçam de modo natural.

A maioria das personalidades políticas anticomunistas dos países livres que morrem de repente são chamados “ataques do coração”, podem muito bem serem vítimas de tratamentos médicos, por parte de agentes da maçonaria. Para defender seus agentes assassinos de serem condenados a morte, em caso de serem descobertos pelas autoridades, os judeus-maçons fazem grande propaganda em favor da abolição da pena de morte. Para isso invocam sentimentos “humanitários” e fazem chamadas a “consciência” pública, naturalmente que não em favor das possíveis vítimas dos assassinos, mas sim em prol dos mais repugnantes criminosos. No entanto, quando eles tomam o governo introduzem imediatamente a pena de morte e os meios mais bestiais de execução, para liquidar legalmente de seus opositores. A infantaria maçônica está submetida a uma disciplina de tipo militar e exposta a graves castigos se não se submeterem cegamente as ordens recebidas. A principal ocupação da judaico-maçonaria é a atuação política, com a qual busca tomar os governos para dirigir através deles os assuntos internos e externos dos países de acordo com os interesses da Internacional Judia.

Apesar disso, a maçonaria afirma sempre, com a falta de vergonha característica dos judeus, “que nada tem haver com a política” mas sim que é uma entidade que propaga a “fraternidade” entre os homens e os povos, a “ciência” e todos os mais bonitos ideais da humanidade.

As lojam apresentam nas eleições seus candidatos, a favor das quais se fazem grande propaganda; uma vez eleitos, não cumprem ao povo suas promessas, mas que servem aos interesses e cumprem as ordens dos mandos maçônicos. Todos os partidos políticos revolucionário-esquerdistas cuja atuação tem sangrado a Europa inteira e a muitos outros países do mundo nos últimos 200 anos, tem sido fundados por membros da maçonaria judaica, que obedeciam ordens do Judaísmo Internacional. Entre eles todos os partidos “liberais” da Europa e do resto do mundo, os socialistas, os comunistas e última os esquerda-nacionalistas.

A maioria dos atuais comunistas não-judeus tem sido membros da maçonaria. Com o propósito de conseguir mais facilmente suas finalidades e de “camuflar” melhor ante os olhos das massas cristãs sua criminal atividade dirigida a desintegração e destruição do mundo cristão, a maçonaria judaica atraí a suas filas as famílias reais e a da aristocracia cristã.

A maioria dos reis da Europa, entre eles os da Inglaterra, são maçons que tem sido atraídos a seita judaica que lhes foi apresentada como uma instituição “humanitária”; lhes foram acordados rapidamente os graus até 15 e 18 e depois foram elevados bruscamente ao grau 33 “honorífico”. O rei é somente um “Grande Mestre Decorativo”, ou seja um boneco exposto na vitrine da maçonaria, para que o público veja. Também maçons “honoríficos” com o grau 33 são ou foram muitos dos presidentes americanos e de outros países e muitos de grandes personalidades cristãs como escritores, generais, cientistas, etc., que servem de figuras decorativas aos judeus-maçons, além de que sua possível atividade contrária aos interesses da seita é paralisada de tal maneira. Atualmente existem muitos generais e almirantes americanos, ingleses e franceses membros da maçonaria. A atividade desses homens é astutamente dirigida pela judaico-maçonaria em favor do comunismo. Em todas partes a judaico-maçonaria atua com o máximo de astúcia e hipocrisia. Seu jogo é sempre duplo. Seus grandes chefes, como por exemplo Bernard M. Baruch, não se misturam diretamente com nenhum partido político, embora busquem manter-se como “conselheiros” ao lado dos chefes políticos dos Estados livres.

A direção da maçonaria judaica se mantêm sempre em segredo, tanto a direção suprema da Grande Maçonaria Universal como a direção local em cada país. Além dos partidos oficialmente esquerdistas fundados por judeus-maçons, tem muitos de partidos políticos com bonitos nomes, que são também instrumentos da maçonaria judaica. Entre eles o Partido Democrata dos Estados Unidos, o Partido Conservador da Inglaterra e o Partido Democrata Cristão da Itália. Embora oficialmente esses partidos se apresentem como anticomunistas, sua política geral apoia o comunismo, tanto no interior como no exterior.

A maçonaria judaica tem conseguido também poderosas infiltrações nos partidos realmente anticomunistas. Assim como a maçonaria judaica cria novos partidos políticos sujos ou se infiltra nos existentes, cria também seus jornais, quase todos de tendência liberal-esquerdista, como os famosos diários judeus “The New York Times” da América do Norte e “Le Monde” da França, os que fazem um sutil trabalho de propagação das ideias maçônicas-esquerdistas. Além disso, a maçonaria judaica busca infiltrar-se nos jornais de direita para impedir que tomem uma atividade verdadeiramente anticomunista ou antimaçônica.

Essa penetração é conseguida na América do Norte, Inglaterra e França e além disso a maçonaria judaica tem penetrado também na imprensa católica da França e Itália. Em todos os países onde atua, a maçonaria judaica faz propaganda a favor do divórcio, buscando sua legalização e liberdade ilimitada, com o único proposito de enfraquecer e destruir a família cristã ocidental. Como ministros, deputados ou senadores nos países cristãos, a maçonaria judaica propõe e fazem votar leis totalmente adversas aos interesses dos povos cristãos, porém apresentadas como “necessárias para o bem estar do povo”, embora não fique claro em se tratar do povo cristão ou do judeu, a maçonaria judaica busca por todos os meios apoderar-se da educação da juventude, para dirigir sua ideologia. Se tenta e se tem conseguido em muitos países, nomear maçons como ministros da educação pública, para dirigir a juventude o mais distante possível dos princípios cristãos. Esse tipo de educação judaico-maçônica introduz o nacionalismo extremista e o ateísmo entre os jovens; quer dizer, prepara o terreno moral para a ideologia comunista.

Perseguindo as mesmas finalidades, a maçonaria judaica tenta suprimir a educação religiosa cristã em todas as escolas públicas e particulares, proibindo ou cortando as ajudas do Estado as escolas católicas como ocorreu recentemente na Argentina. Todas as agitações políticas e todas do tipo “nacionalista” dos povos coloniais, levantados nos últimos dez anos contra os povos brancos do ocidente, são o resultado da atuação secreta da maçonaria judaica internacional, ou seja pelos membros do ramo oriental da atuação conspiração judaica mundial. Sempre os judeus-maçons tentam atrair a simpatia das massas ignorantes, apresentando em todos os fóruns públicos propostas capazes de tocar os sentimentos das pessoas. Assim, ao mesmo tempo que a maçonaria judaica internacional trabalha em estreita colaboração com o judaísmo e o comunismo para subjugar ao mundo inteiro e escravizar aos povos, seus membros não deixam de se apresentar como “defensores dos direitos do homem”, inimigos do homicídio, “defensores da paz”, “lutadores pela liberdade do mundo”, etc. O leitor deverá ter sempre em conta esses detalhes.

Os Protocolos dos Sábios de Sião

Os Protocolos dos Sábios de Sião é um documento controverso que evidencia o plano de dominação mundial pelos judeus sionistas. Publicado pela primeira vez em 1903, é uma transcrição das atas das reuniões em que estes sábios detalham os seus planos entre os quais estariam o controle da maçonaria e dos movimentos comunistas, espalhados por todas as nações da Terra. O documento apareceu na Rússia, onde é dito ter chegado pela França e foi publicado por Sergei Nilus no início do século XX, desde então já foi traduzido para muitos outros idiomas e é amplamente lido pelo mundo.

Os Protocolos dos Sábios de Sião, estas teorias de conspiração foram se tornando cada vez mais complexas. O fato de Karl Marx ter nascido numa família judaica, junto à origem judaica de proeminentes líderes comunistas, permitiu acrescentar à conspiração movimentos sindicais e socialistas, membros de sua ideologia. A Maçonaria recebeu condenação papal desde o século XVIII, e seu papel na formação das chamadas Revoluções Liberais, especialmente dos primeiros ciclos (Independência dos Estados Unidos, a Revolução Francesa, revoluções de 1820), foram controversas.

Na Biblioteca do Museu Britânico são preservadas 43 edições diferentes. O exemplar russo de 1905 é de número 3296 d. 17, e tem o carimbo de entrada “Museu Britânico, 10 de agosto de 1906”. O documento foi rotulado de secreto desde o Primeiro Congresso Sionista, realizado em Basiléia na Suíça, em agosto de 1897.

De acordo com algumas pessoas há certos sinais que provam esta teoria. Por exemplo, os estranhos murais no Aeroporto Internacional de Denver, sinais da francomaçonaria em edifícios (particularmente em Washington D.C.) e pentagramas nos planos da cidade, o símbolo Illuminati no Selo dos Estados Unidos da América com as palavras “Novus Ordo Seclorum” em latín que significa “nova ordem dos séculos” que foi impresso nos bilhetes de um dólar desde 1935 pelo secretário do Tesouro dos EUA, Henry Morgenthau (filho) a pedido do então secretário de Agricultura e futuro vice-presidente dos Estados Unidos, Henry A. Wallace, pela a influência de Nicholas Roerich. O logotipo do Information Awareness Office que foi criado pelo Defense Advanced Research Projects Agency, tem o mesmo símbolo.

Partidários desta teoria podem dizer até um verdadeiro grau quem é parte deste grupo. Ninguém pode determinar quem não é parte da Nova Ordem Mundial. Muitas prominentes famílias tais como os Rothschilds, Rockefellers, J. P. Morgan, Kissingers, e os Du Ponts, também como monarcas europeus, o Vaticano, e os Sionistas poderiam ser importantes membros, já que mantêm relações saudáveis com as famílias anteriormente mencionadas e com figuras de alto poder.

Organizações internacionais tais como o Banco Mundial, FMI, União Européia, as Nações Unidas e a OTAN são acreditadas em ser organizações essenciais da Nova Ordem Mundial. Presidentes e Premiês de nações são incluídos na conspiração.

Nova Ordem Mundial

Há muita confusão sobre a Maçonaria, a Nova Ordem Mundial, os Estados Unidos, e onde todos estes se posicionam em relação ao objetivo do governo mundial comunista dominando e escravizando a todos, como funcionaria a defesa do comunismo para a Maçonaria governar o mundo, sempre preconizando ideias globalistas e anti-nacionais. A razão para a confusão é devido à infiltração. Os maçons originais, que foram os principais responsáveis pela criação dos Estados Unidos da América, de Washington DC e muitas outras cidades dos Estados Unidos, onde a arquitetura foi especialmente desenhada e geograficamente organizada para um objetivo futuro, usando o conhecimento oculto, tinham uma ideia completamente diferente de uma Nova Ordem Mundial.

A Nova Ordem Mundial ou Nova Ordem dos Séculos (Novus Ordo Seclorum em latim) é um plano desenhado pelo maçom-judeu Adam Weishaupt, fundador dos Illuminati, cujo propósito seria derrotar aos governos e reinos do mundo, além de erradicar a todas as religiões e crenças de todo o planeta, para assim unificar à humanidade controlada por um governo mundial, que estaria baseado em um sistema internacionalista extremamente uniformizador, e com uma moeda única e uma religião universal, no qual, segundo suas crenças, a cada pessoa alcançaria a perfeição.

O chamado “processo de globalização” iniciado a fins do século XX em todo o planeta, seria uma das múltiplas facetas do estabelecimento progressivo desta nova ordem.

Num contexto mais moderno, percebe-se muitas vezes esta referência ser feita a respeito das novas formas de controle tecnológico das populações, num mundo progressivamente globalizado, descrevendo assim um cenário que aponta para uma evolução no sentido da perda de liberdades e um maior controle por entidades distantes, com o quebramento da autonomia de países, grupos menores em geral, e indivíduos.

Esta descrição ganha por vezes traços de natureza conspirativa, mas pode também não ser necessariamente esse o caso. Este conceito é muitas vezes usado em trabalhos acadêmicos, notavelmente no domínio das Relações Internacionais, onde se procura traçar cenários realistas, com base em fatos, acerca do impacto de novos elementos da sociedade moderna e de como esta evolui. Um exemplo de um tema nesta disciplina é a chamada revolução dos assuntos militares, em que se procura discutir o impacto das novas tecnologias na forma de se fazer a guerra.

As forças da conspiração mundial estão, sem dúvida, a apoiar o comunismo, assim como o capitalismo, e talvez até mesmo a encenar a inimizade aparente entre eles, a fim de aterrorizar o mundo de tal forma, com a ameaça de aniquilação nuclear, de modo a que eles aceitem prontamente o governo único mundial do “rei-sanguinário de Sião”, o Anticristo! Eles estão trabalhando em ambos os lados na direção do centro, não contra ele, mas em direção a ele, para que possam governar ambos! Essa dialética chama estratégia das tesouras, os comunistas, judeus e maçons lançam essa estratégia para se manterem eternamente no poder nas democracias fantasiosas que criaram, para que o povo pense que tem escolha, mas na realidade o poder está nas mãos da Maçonaria.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

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