Conspiração na campanha presidencial norte-americana

“Desculpem-me os perdedores e ‘haters’, mas o meu QI é um dos mais altos — e vocês sabem disso. Por favor, não se sintam estúpidos ou inseguros, a culpa não é de vocês.” disse Donald Trump

Hillary Clinton é o único obstáculo entre Donald Trump e a Casa Branca. O multimilionário nova-iorquino será o candidato do Partido Republicano às eleições presidenciais de novembro de 2016. Sua vitória, nas primárias de Indiana, e a retirada do senador Ted Cruz, do Texas, e do governador de Ohio, John Kasich, o deixa sem rivais.

Trump, de 69 anos, se conectou com o mal-estar das bases republicanas graças à sua retórica contra os imigrantes e as elites. Impopular entre outros setores do eleitorado, enfrenta uma campanha complicada contra Clinton, de 68 anos, provável candidata do Partido Democrata.

“Os direitos devem existir na prática, não só no papel. As leis têm de ser sustentadas com recursos reais”, disse Hillary, justificando o uso da força (recursos coercitivos) para que essas ideias sejam postas em práticas.

Hillary Clinton seria uma grande presidente dos EUA garante Obama. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que os norte-americanos desejam “um novo começo” e que Hillary Clinton daria uma “grande presidente”, nas eleições de 2016. Numa entrevista ao canal de televisão ABC, Barack Obama afirmou que em relação às próximas eleições presidenciais, deseja que ganhe um democrata, apontando Hilary Clinton, ex-secretária de Estado, como uma “candidata formidável e uma grande presidente”.

“Os norte-americanos querem conduzir um automóvel que não tenha tantos quilômetros como eu (…) Querem um novo começo”, disse o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Hillary Clinton foi rival de Barack Obama nas eleições primárias dos democratas em 2008, e que deram a vitória ao atual presidente. Clinton, ex-primeira-dama e ex-chefe da diplomacia, aparece à frente das sondagens como possível candidata pelos democratas à Casa Branca.

A maioria dos americanos não confia na ex-secretária de Estado Hillary Clinton, revelaram os resultados de uma pesquisa realizada pela agência GFK, encomendada pela Associated Press. Cerca de 61% dos cidadãos acreditam que a definição de “honesta” pouco adequada ou inadequada para Clinton, 37% acha que se adéqua; 44% acham sua candidatura “inspirada”, enquanto 53% possuem a opinião oposta.

“A retórica de Trump tem gerado preocupações em alguns lideres do mundo”, disse um diplomata anônimo, citado pela Reuters. De fato, segundo o diplomata, há uma lista de países que se têm queixado, entre os quais a Índia, Coreia do Sul, Japão e México.

Tudo isso não é normal, quando os países estrangeiros, através dos seus diplomatas, intervenham nas campanhas eleitorais de países soberanos. E de fato, a intervenção estrangeira vem também de países como o Canadá, Inglaterra, França, México e Alemanha que, através da seu Ministro da Economia, Sigmar Gabriel, disse que Trump é uma ameaça à paz e à prosperidade dos EUA, revelou o Jornal de Negócios. Tudo por causa de Trump, um legítimo e popular candidato a exercer o seu livre direito constitucional do seu país, livre e democrático.

A campanha de Trump não respondeu ao medo e às provocações dos globalistas. Mas a Reuters também não conseguiu confirmar as alegadas preocupações dos mencionados países porque as suas respectivas embaixadas não quiseram comentar. Também uma alta diplomata mexicana, Cláudia Ruiz Massieu, classificou na semana passada as políticas de Trump como “racistas e ignorantes” e chamou “absurdo” ao plano de Trump de construir um muro na fronteira.

Trump e Clinton pertencem à mesma geração. Ambos estão vinculados a Nova York: o primeiro, por nascimento; a segunda, porque transformou a cidade e o Estado em feudo político em sua etapa como senadora. Ambos coincidiram em algum momento no mesmo círculo social, o do beautiful people político-empresarial nova-iorquino. Trump doou dinheiro a campanhas dos Clintons.

Acho que todos ainda se perguntam como que Hillary Clinton numa história de mulher primeira dama, traída, onde uma secretária “engoliu” coisas de seu marido na presidência, e ela, como mulher fiel, amorosa, mãe, resolveu “entender e perdoar” aquela derrapada de seu amado marido. Alguém sinceramente entendeu isso? Todos podem desconfiar de que se ela foi capaz disso, de perdoar, coisas muito piores ela sabia, e/ou praticou, e tinha intenções futuras sobre alguma coisa que ela não poderia simplesmente abandonar. Eu realmente desconfiava de algo. Ou que ela também tinha um “rabo preso” e etc. Agora com as campanhas presidências isso nos parece bem nítido, ela é a preferida dos sionistas para comandar os Estados Unidos.

Com o passar dos anos, foi desenhando um cenário que hoje vemos a que ponto ela chega. Hillary percorre o mundo proclamando a guerra, e depois da “missão de ajuda” de Bill no Haiti milhares foram mortos de fome e enfermidades e milhões vivem ainda nas ruas; mas há muito mais.

O governo dos Estados Unidos retirou sua contribuição anual à UNESCO, que representa a quarta parte do orçamento dessa organização que cuida, mundialmente, da educação, das ciências e da cultura dos países membros da ONU. Isso não é nada raro em um país em que a cultura é prerrogativa única da centésima parte de 1% da população e que na educação primária e secundária – e em alguns casos, universitária, é extremamente deficiente e não por culpa do povo, mas sim do sistema de educação imposto pelas classes dominantes, que sabem que é muito mais fácil controlar uma população que não tenha cultura.

O cemitério dos Clinton

Os crimes de Bill Clinton tecnicamente também são os crimes de Hillary já que este casal tem atuado sempre em perfeita união, apesar das traições mútuas. Esta é uma lista das mortes altamente suspeitas vinculadas a eles. Acredita-se que esta longa série de assassinatos foi cometida pela máfia que esteve envolvida, no final do Escândalo Irã-Contras, na introdução de 27 toneladas de cocaína no aeroporto de Mena, ao sul de Little Rock, em 1987, com a cumplicidade direta do governador do Arkansa, Bill Clinton. Caso queira baixar a lista completa, clique aqui.

Parte dessa operação era dirigida por Roger Clinton, irmão de Bill, com a cooperação de Hugh Rodham, irmão de Hillary. Hugh, além disso, recebeu 400.000 dólares de vários traficantes de drogas pelos perdões presidenciais que Bill lhes outorgou enquanto era Presidente e foram geridos por ele. Roger cumpriu vários anos de prisão por tráfico de drogas para encobrir seu irmão. vejamos a lista do cemitério:

1-. Vincent Foster, Assessor Legal da Casa Branca; há fortes indícios de que foi assassinado em seu despacho para que não testemunhasse contra eles no processo do escândalo Whitewater.

2-. James McDougal, sócio de Hillary no escândalo Whitewater morreu na prisão de um aparente ataque do coração, enquanto se encontrava em confinamento solitário. Foi uma das testemunhas mais importantes da investigação de Ken Starr e foi sacrificado com uma condenação menor para salvar a Hillary. Acredita-se que ia mudar seu testemunho original e revelar detalhes que causaria muitos anos de prisão a então Primeira Dama.

3-. Mary Mahoney, ex-interna da Casa Branca; foi assassinada em 1997, num Starbuck’s Café, em Georgetown, nos arredores de Washington. Estava prestes a revelar alguns segredos sexuais não de Bill, mas de Hillary. No fim de semana de 4 de julho daquele ano, vários desconhecidos entraram no Café em que Mary era supervisora e a mataram a tiros e mais dois empregados. Eric Butera, um informante das autoridades que ameaçou revelar detalhes a respeito dos homicídios do Starbuck’s Café, foi enviado pela polícia a casa de um traficante e lá o mataram a golpes.

4-. Ron Brown, Secretário de Comércio e ex-presidente do Partido Democrata. Muito chegado ao casal Clinton. Morreu quando o pequeno avião que o transportava precipitou-se no solo depois de sofrer uma falha mecânica. Um técnico forense revelou que Brown tinha uma ferida de bala na parte superior da cabeça. Brown havia dito que estava disposto a chegar a um acordo com os promotores que investigavam os escândalos da Casa Branca, em alguns dos quais ele estava envolvido.

5-. C. Victor Raiser, um dos chefes da organização que arrecadava fundos para a campanha eleitoral de Bill Clinton em 1992, morreu na queda de seu pequeno avião, em julho daquele próprio ano, alguns dias depois de ter comentado com vários associados que os fundos da campanha estavam sendo utilizados pelos Clinton para cobrir contas pessoais.

6-. Paul Tulley, associado a Raiser, foi encontrado morto de forma misteriosa, em setembro de 1992, num hotel de Little Rock.

7-. Ed Willey, arrecadador de fundos políticos dos Clinton; foi encontrado morto, em 1999, num bosque da Virgínia com uma ferida na cabeça. Morreu no mesmo dia em que sua esposa Kathleen ia revelar, publicamente, alguns segredos sexuais de Hillary.

8-. Jerry Parks, chefe do grupo de agentes de segurança do governador Clinton. Morreu metralhado em seu automóvel em uma interseção isolada de Little Rock. Seu filho declarou, depois, que seu pai estava fazendo um dossiê sobre as violações legais de Bill e Hillary e ameaçou-os torna-los públicos. Depois da morte de Parks, os arquivos desapareceram de sua casa. Seu filho teve que fugir e acredita-se que esteja em outro país.

9-. James Bunch, morto por um tiro em aparente suicídio. Tinha um Black Book– Lista Negra- das pessoas que frequentavam as casas de prostituição do Texas e Arkansas, entre elas Bill Clinton.

10-. James Wilson, “enforcou-se” em maio de 1993. Havia ameaçado revelar segredos do Escândalo Whitewater.

11-. Kathy Ferguson, ex-esposa do agente de polícia e guarda-costas de Bill Clinton, Danny Ferguson. No caso de Paula Jones contra por assédio sexual seu guarda-costas estava também incluído. Kathy ia declarar a favor de Paula Jones contra seu ex-esposo e Clinton. Alguns dias antes, em maio de 1994, foi encontrada morta na sala de sua casa com um tiro na cabeça (os casos de Paula Jones e Mônica Lewinsky causaram o impeachment de Clinton).

12-. Bill Shelton, policial do Estado de Arkansas; comprometido com Kathy Ferguson, havia comentado com vários amigos que ia acusar Clinton de seu assassinato, mas alguns dias depois o mataram a tiros ante a tumba de Kathy, em junho de 1994.

13-. Gandy Baugh, advogado de Dan Lassater, amigo íntimo dos Clinton. Conhecia alguns segredos sobre as drogas através do aeroporto de Mena. Em janeiro de 1994, pulou ao vazio do alto de um edifício.

14-. Florence Martin, contador e sub-contratista da CIA; tinha conhecimentos a respeito do aeroporto de Mena. Foi morto com três tiros e nunca o caso foi resolvido.

15-. Suzanne Coleman, teve uma relação íntima com Clinton quando era Procuradora geral de Arkansas. Comentou com várias pessoas que ia revelar essa relação e alguns dias depois morreu com um tiro na cabeça. Morreu em estado de gravidez.

16-. Paula Grober, interpretava para os surdos os discursos de Bill Clinton, de 1978 até 1992. Estava a par dos escândalos sexuais dos Clinton. Morreu num misterioso acidente de automóveis, em dezembro de 1992.

17-. Danny Casolaro, repórter que investigava o trafico de drogas no aeroporto de Mena; “suicidou-se” cortando as próprias veias no quarto de um hotel de Little Rock, enquanto investigava o caso. Vários membros de sua família disseram que não havia nenhum motivo para que Danny tomasse essa trágica decisão.

18-. Paul Wilcher, um advogado que investigava a corrupção no aeroporto de Mena, junto a Casolaro, foi encontrado morto em seu departamento em Washington em junho de 1993. Alguns dias antes havia enviado a Janet Reno, Secretária de Justiça, um memorando a respeito de suas descobertas. Esta Secretária foi a responsável direta, com a cumplicidade de Bill Clinton, pelo Massacre de Waco, no Texas, onde foram assassinadas 75 pessoas, entre elas 24 crianças, em 19 de abril de 1993. Reno destruiu o memorando de Wilcher.

19-. John Parnell Walker, investigador do escândalo do banco Morgan Guaranty, relacionado ao Escândalo Whitewater. Lançou-se da sacada de seu apartamento de Arlington, Virgina, em agosto de 1993, morrendo instantaneamente.

20-. Barbara Wise, funcionária do Departamento de Comércio e estreita colaboradora de Ron Brown. Seu cadáver desnudo, cheio de golpes, foi encontrado em seu escritório em novembro de 1996.

21-. Charles Meissner, Secretário Adjunto de Comércio, morreu alguns dias depois de Wise em outro misterioso acidente de aviação. Era muito chegado, também, a Ron Brown.

22-. Charles Ruff, um dos advogados de Clinton durante o processo de impeachment na Câmara de Representantes tinha informação de primeira mão sobre diversos delitos cometidos pelos Clinton. A polícia disse que ele morreu num acidente em sua casa, em novembro de 2000. Depois mudou o relatório que diz que ele foi encontrado inconsciente em sua casa e morreu ao chegar no hospital.

Donald Trump está incomodando os globalistas

Durante as décadas, em nome da gestão de crises, os poderes globalistas, centralizados e que controlam todos os votos, influenciavam e até controlavam governos. Em nome da “crise financeira” ou das “relações bilaterais”, um exército de diplomatas e militares seriamente comprometidos com a legalidade, usou e abusou do seu estatuto para inverter na vontade popular.

Foi assim, por exemplo, quando o referendo realizado na Irlanda disse “não” á integração da Irlanda na UE e a burocracia da União Europeia forçou a reversão da vontade popular irlandesa e arrastou a Irlanda para o fosso econômico novamente, a soberania dos países praticamente não existe.

As constantes vitórias e apoio que Trump tem obtido na sociedade americana, em todos os quadrantes da sociedade, têm revelado um empresário com intenção de ganhar a favor da América.

Enquanto os globalistas usam o seu país, eleitores e eleições para obedecerem a planos de organizações estrangeiras como o Banco Mundial, NATO ou ONU, Trump apostou na vontade popular e na soberania, sem se comprometer com grupos econômicos e políticos alheios ao povo. Sabiamente, Trump financia a sua própria campanha.

Trump tem uma consciência de soberania e os americanos também estão a recuperá-la. E é tudo o que a Europa perdeu: a noção de identidade e soberania em cada um dos países, como referiu o papa Francisco recentemente.

Alguns acham que existe uma conspiração maçônica contra os sionistas americanos que esta sendo estrelada por Donald Trump, em silêncio, se trata da compra do jornal diário e de seus sites nos últimos anos na Companhia de Investimento e do Fundo Alden global.

De acordo com esta informação, embora os canais de televisão permanecem nas mãos dos sionistas, o excêntrico milionário teria feito um controle da Tribune Publishing, comprando o grupo Gannett.

O referido fundo é gerido pelo desconhecido Randall Smith, que é o mentor de Trump e seu instrutor quando ele se formou na Wharton school da Pensilvânia. Randall Freemason pertence a uma família rica que fez sua fortuna na indústria do século XIX, que apoiou e assassinou o presidente McKinley, que defendia a cooperação com a Rússia na época.

Em 2007, Trump começou a preparar sua candidatura para a presidência criando este fundo com Randall Smith, começando a comprar mídia, isso pode ter dado certo, podendo conseguir o sucesso ao enfrentar as eleições de novembro, o que levou ao pânico dos sionistas, cujos ataques ao magnata terá uma compensação parte dos meios de comunicação estão sob seu controle. Lembre-se que Trump está defendendo a verdade sobre os ataques de 11 de setembro, de modo que uma eventual desclassificação dos documentos iria levar os cidadãos dos EUA a saber de tudo, descobrir a verdade. Como sempre, a imprensa oficial não é tudo que existe.

Donald Trump e a guerra contra os bárbaros

Para o super milionário branco, os hispânicos e os imigrantes (principalmente árabes e muçulmanos) representam uma nova versão histórica da invasão dos bárbaros contra o império romano. Hoje reencarnado no império ianque. Essa é a chave para entender tudo o que vem por trás do discurso, o marketing e a campanha eleitoral do chamado novo fenômeno da política imperial americana.

O segredo: para os brancos falcões e ultra conservadores (que desprezam e olham Obama como um escravo negro traidor) Donald Trump é a representação da própria guerra contra-terrorista dentro do território americano.

Suas diatribes, seus insultos, seu racismo imparável, suas difamações cáusticas apontam (como na guerra contra-terrorista) ao inimigo interno representante do “eixo do mal”.

E esse inimigo não é outro senão a comunidade hispânica (principalmente mexicana). Que além da sua inserção massiva na sociedade norte-americana, seus integrantes mais notórios ocupam funções preponderantes e decisivas na estrutura econômica, política, judiciária, cultural e desportiva dos EUA. Províncias, municípios, cargos parlamentares, e cargos no governo são ocupados maciçamente por hispânicos.

Para os falcões e a sociedade conservadora os hispânicos já são um poder perigoso dentro do poder imperial branco.

E esse poder se multiplicou em escalas siderais durante as duas gestões de Obama e dos democratas. E o que a imprensa internacional (vazia e superficial) chama mediocridade invendável e racista de Donald Trump, não é nada mais do que uma estratégia político-eleitoral para se tornar líder e porta-bandeira de um renascimento do poder branco dentro do estado imperial americano.

A nova cruzada do poder branco

E não é por acaso, o candidato é um super milionário do lobby financeiro de Wall Street (dono do dólar, da Reserva Federal, do Complexo Militar industrial, e das decisões estratégicas da Casa Branca).

Bem diferença de Obama, Trump não é um empregado, mas sim um patrão do império. Um patrão que se faz de louco extravagante para chamar a atenção, primeiro sendo o candidato republicano, e depois ganhar a Casa Branca para o partido Democrata. Desprestigiados e considerados pelo poder branco como protetores e defensores da invasão barbara da imigração ilegal dos hispânicos.

E curiosamente, todos os ataques do sistema político e da imprensa (inclusive os da direita) transformaram a Donald Trump em uma espécie candidato anti-sistema contra o establishment de poder.

O “candidato anti-sistema”

Donald Trump se transformou no candidato anti-sistema, a tal ponto que, de acordo com pesquisas, uma parte maioritária dos jovens (ignorantes e alienados completos) que vão votar pela primeira vez, o seguem, o admiram e prometem votar nele como um “candidato anti-sistema”.

Parece uma piada. Mas Donald Trump não é uma piada. É só uma estratégia de reciclagem do poder imperial branco. E como disse Putin, com o bilionário “mal educado” na Casa Branca a política externa dos EUA vai ficar “interessante”.

E para não errar com seu discurso absurdo. Donald Trump é só o símbolo da reciclagem dando continuidade ao império criminoso por outras vias.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

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