Criação de doenças contra a Humanidade

Existem alegações de que a AIDS é uma doença sintética (isto é, criada por cientistas em um laboratório). Algumas destas teorias afirmam que o HIV foi criado por um grupo conspiratório ou por uma agência secreta, como a CIA ou KGB atual FSB (ФСБ).

Pensa-se ter sido criada como uma ferramenta de genocídio ou controle populacional. Outras teorias sugerem que o vírus foi criado como uma experiência de guerra biológica ou psicológica, e depois escapou para a população em geral por acidente. Alguns dos que acreditam que o HIV é uma criação do governo encontram um precedente no estudo sífilis de Tuskegee, no qual pesquisadores financiados pelo governo enganosamente negaram tratamento para pacientes negros infectados com uma doença sexualmente transmissível.

Tem sido alegado que a CIA deliberadamente administrou HIV aos afro-americanos e homossexuais nos anos 1970, através de vacinas contaminadas por hepatite. Grupos como o New Black Panther Party e a Nation of Islam de Louis Farrakhan afirmam que isso foi parte de um plano para destruir a raça negra. Outros afirmam que foi administrado na África, como uma forma de aleijar o desenvolvimento do continente.

Houve sugestões de que o HIV ou um agente de esterilização foi adicionado às vacinas de pólio sendo distribuídas pela Organização Mundial da Saúde na Nigéria. Uma vez que estas reivindicações têm existido, um aumento significativo no número de casos de pólio no país tem ocorrido, porque os clérigos muçulmanos pediram aos pais para não permitirem que seus filhos fossem vacinados.

Como a AIDS foi criada

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” – Joseph Goebbels

HIV não causa Aids. HIV não causa nada. O exagero e aceitação pelo estabelecimento científico e, através deles pelo público, de que o vírus HIV é a única causa da Aids. O HIV é um vírus fraco e não afeta o sistema imunológico. E a Aids não é transmitida sexualmente. Há dois tipos principais de vírus. Usando a analogia do avião, você poderia chamar um destes vírus de “piloto”. Ele pode mudar a natureza de uma célula e deixá-la doente. Isto normalmente acontece muito depressa depois que ele a infecta. E então há o vírus “passageiro” que vive fora da célula, entra pra dar uma volta, mas nunca afeta a célula ao ponto de causar doenças.

“A ciência médica, preocupada em manter sua autoridade frente ao – mistério da Aids – investiu pesadamente na ideia de um retrovírus como causa da Aids. Questionar essa autoridade – encarar a possibilidade de que os médicos não tenham uma solução – é ideia tão terrível para a maioria, que todos simplesmente seguem o programa delineado: a causa é o HIV; o melhor remédio é o AZT e a única saída é uma vacina – fim de papo.” (Hildegar Bromberg Richter)

O medo da morte leva as pessoas a aceitar um tratamento supostamente eficaz para um bem estar, alguns chegam a exigir, os exagerados “tratamentos” que supostamente vão parar a manifestação da Aids. Mas eles não vão. O mais famoso é o AZT, produzido pela organização Wellcome, cujos proprietários são os Rockefeller, uma das principais famílias manipuladoras do mundo, ligados a Nova Ordem Mundial (NWO).

O AZT foi desenvolvido como uma droga anti-câncer para ser usada em quimioterapia, mas foi considerado muito tóxico até mesmo para isso! O efeito do AZT no “tratamento” do câncer foi o de matar células – simplesmente isso – não só matar células cancerosas, mas também células saudáveis. A questão é a seguinte (e isto é aceito até mesmo pelo estabelecimento médico), era: o AZT mataria as células cancerosas antes que tivesse matado tantas células saudáveis que matasse o corpo? Esta é a droga usada para “tratar” o HIV.

Na realidade o AZT em termos de cura e benefício em longo prazo é um fracasso total. (aliás o AZT foi desenvolvido para a cura do câncer, como não deu certo precisaram inventar uma doença para o seu consumo senão onde jogariam os bilhões gastos na sua pesquisa). Ele destrói o sistema imunológico, causando assim a AIDS.

Muitas pessoas que morrem de Aids não são HIV-positivos, e a razão para que o número das mortes causadas pela Aids não tenham subido às nuvens como o predito, é que a grande maioria das pessoas diagnosticadas HIV-positivas nunca desenvolveram Aids. Qualquer coisa que destrói o sistema imunológico causa Aids, e isso inclui as chamadas drogas recreativas.

A Cura do Câncer

Muito se fala sobre uma possível conspiração mundial para que a sociedade não tenha a cura definitiva do câncer. Alguns acreditam que médicos, companhias farmacêuticas e agências de governos tenham um pacto para impedir qualquer avanço na direção da cura da doença. Mas porque eles iriam barrar tal avanço? A resposta mais óbvia seria: para manter os altos lucros que o tratamento do câncer traz, através de hospitais e fundações que alegam curar o câncer, rios de dinheiro público e privado são ganhos, gerando assim, uma enorme riqueza para seus proprietários.

Não existe uma comprovação sobre a existência dessa suposta conspiração da cura do câncer, mas já é notório que alguns pesquisadores têm divulgado descobertas importantes nessa área de pesquisa e, curiosamente, eles não têm recebido o apoio que merecem, pelo menos é o que tem acontecido no Brasil.

Em sua obra “O metabolismo dos tumores”, Warburg demonstrou que todas as formas de câncer se caracterizam por duas condições básicas: a acidose (acidez do sangue) e a hipoxia (falta de oxigênio). Também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e não podem sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio; em troca, sobrevivem graças a GLICOSE, sempre que o ambiente está livre de oxigênio… Portanto, o câncer não seria nada mais que um mecanismo de defesa que tem certas células do organismo para continuar com vida em um ambiente ácido e carente de oxigênio. O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam diversas doenças.

Quanto mais gente doente, mais a indústria farmacêutica no mundo vai lucrar! E pra fabricar tanta gente doente, é necessário muito alimento lixo, como a indústria alimentícia tem produzido hoje no mundo, ou seja, um produz pra dar lucro ao outro e vice-versa, é uma corrente.

Um caso que tem chamado a atenção é o do professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP), Gilberto Orivaldo Chierice, que coordenou durante 20 anos estudos sobre a fosfoetanolamina sintética, uma droga que poderia ser a cura para a doença. O pesquisador acredita que desenvolveu uma substância que pode curar o câncer com alto índice de resultados positivos.

A droga chegou a ser fornecida gratuitamente em São Carlos, mas a USP proibiu a distribuição do medicamento até que a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) forneça o registro da substância. Acontece que a Anvisa alega que não tem nenhum processo formal para a avaliação do produto em seus registros.

Mamografia causa Câncer

Exposição à radiação eleva riscos do tumor em mulheres de até 30 anos que são portadoras de uma mutação nos genes BRCA1 e BRCA2. Saiba que fazer exame de mamografia como prevenção ao câncer de mama pode acabar aumentando os riscos para o tumor em algumas mulheres. Segundo pesquisa publicada no periódico British Medical Journal, a exposição à radiação pode elevar em até cinco vezes as chances de mulheres jovens com uma mutação nos genes BRCA1 e BRCA2 – responsáveis por controlar a supressão dos cânceres de mama e de ovário – desenvolverem a doença.

A exposição à radiação é um fator de risco já estabelecido para o câncer de mama na população em geral. Estudos prévios já haviam estabelecido que mulheres com mutação nos genes BRCA1/2 podem ter uma maior sensibilidade à radiação. Isso porque esses genes estão diretamente envolvidos no processo de reparo de quebras no DNA. Essa quebra pode ocorrer como uma consequência da exposição à radiação. De acordo com o estudo, os benefícios preventivos de uma exposição à radiação em jovens portadoras da mutação pode, portanto, não ser maiores que os riscos. Os pesquisadores recomendam para aquelas mulheres com mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 técnicas de imagens com radiação não ionizante, como a ressonância magnética, mas também vale tomar cuidado contra todas essas outras técnicas, porque no futuro podem descobrir outros males piores.

Tratamento de pessoas saudáveis

A indústria de remédios está estourando de saúde, todas já entenderam como funciona o “negócio das pessoas sãs”. Um negócio recorde, que nem mesmo a crise mundial afetou. O volume de negócios das empresas farmacêuticas no mundo em 2010 ultrapassou € 610.000.000.000 (R$ 1.464.000.000000, ou seja, quase 1,5 trilhões). A despesa média per capita (para cada italiano) em remédios é mais de 300 euros (720 R$) por ano, mas não termina aqui, porque a indústria de remédios participa a menos de 15 por cento de todo o setor econômico que gira em torno da saúde. E este mercado do bem-estar, das fronteiras sempre mais embaçadas, representa hoje 10 % do consumo na Europa e 15 % nos Estados Unidos.

A indústria pode realmente afetar a demanda por remédios, a ponto de prejudicar os reais interesses do consumidor, paciente?

Esta ideia de tratar as pessoas saudáveis é apenas o mais recente ato de uma estratégia que começou inicialmente aumentando artificialmente o público de doentes. Não é por acaso que os valores limite, uma vez considerados normais para glicemia, colesterol ou pressão arterial têm sido progressivamente reduzidos: para cada um desses ajustes, aumentou sem medida o número de pessoas as quais prescreve-se medicamentos. E se da próxima vez que você ler no jornal um mega anuncio sobre a saúde no qual se fala de dores nas costas, tenha em mente que essa propaganda é muito eficaz: “A fibromialgia, é uma doença nova” que parece feita de proposito para vender analgésicos.

Além disso, é de pensar sobre a relatividade do conceito de saúde e sobre a força dos modelos culturais capazes de ampliarem-se ao som de os investimentos bilionários. Os Estados Unidos, estão ensinando o negócio a Europa. Nos EUA, um em cada quatro pessoas tomam todos os dias a pílula para a pressão e os medicamentos contra a ansiedade estão ao alcance de crianças de quatro anos.

Mulheres histéricas? Homens desempregados? Adolescentes super-ativos? Tudo numa fila para o tratamento, talvez vendido pela internet com descontos enormes, só para seduzir o cliente. Na Itália, historicamente, a classe médica colocou um freio na intromissão da indústria, mas os tempos de vacas magras e a tendência inexorável ao apoio rápido – melhor tomar um analgésico rapidamente ao invés de dedicar tempo e dinheiro em tratamentos tradicionais aos quais a saúde pública não consegue mais enfrentar.

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