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Mortes misteriosas de pessoas famosas

As teorias da conspiração, por vezes surgem na seqüência de assassinatos de pessoas proeminentes. Muitas vezes, tais teorias incluem provas para as reações dos indivíduos e dos organismos governamentais na seqüência dos acontecimentos, tais como a criação de comissões de conduta tendenciosa para as investigações oficiais.

A questão do “Quem se beneficia?” é também freqüentemente feita, com os teóricos de conspiração afirmando que muitas vezes as motivações são muito mais intensas do que aquelas a quem é atribuído o assassinato. Algumas mortes que estão oficialmente registradas como acidente, suicídio ou de causas naturais são também objeto de algumas teorias conspiratórias devido ao seu caráter “misterioso”:

Abraham Lincoln

O presidente americano Abraham Lincoln (1809-1865) foi morto durante a apresentação de uma peça no Teatro Ford, em Washington, pelo ator John Wilkes Booth (1838-1865).

Na noite de 15 de abril de 1865, Booth protagonizou a cena que o eternizou. Ele era um sulista inconformado com a derrota na guerra civil e fazia parte de uma conspiração que envolvia outras pessoas e outros alvos. Booth fugiu por 12 dias, até ser morto na Virgínia.


Adolf Hitler – Führer

Apesar da história oferecer evidências de que Hitler e sua esposa Eva Braun cometeram suicídio em seu bunker no dia 30 de abril de 1945, em Berlim, uma lacuna nos momentos finais desta trama alimenta teorias até os dias atuais: o que teria acontecido com o corpo do casal, ou, mais exatamente, com os restos do Führer? Muitos acreditam que Hitler teria escapado à invasão soviética em Berlim e vivido o resto de sua vida em países da América do Sul, como Argentina, Paraguai e até o Brasil – que também foi estadia do nazista Josef Mengele, também conhecido como Anjo da Morte. Recentemente, a teoria de que Hitler teria fugido foi reforçada com o livro de um ex-agente secreto da KGB, a agência de inteligência soviética.

De acordo com o portal World News Report, o russo Dimitri Boryslev descreve como Hitler escapou em um submarino, junto com um grupo de oficiais nazistas do alto escalão, que foram deixados em vários pontos do continente sul-americano.


Bruce Lee

Bruce Lee estava produzindo um filme chamado “O Jogo da Morte” em Hong Kong. Ele preferia dar uma primeira atenção às cenas de maior ação (principais). No dia, ele estava gravando em um ambiente em que a temperatura superava os 45ºC. Quando terminou de gravar, Bruce saiu do ambiente de gravação para ir ao hotel onde estava hospedado e se preparar para o jantar com o diretor do filme. Mas ao sair do prédio, esse sofreu um choque térmico, pois a temperatura na rua era de aproximadamente 25ºC. Imediatamente ele reclamou de dor de cabeça. Uma das atrizes do filme lhe deu um medicamento, e chegando no hotel, ele tomou e foi dormir. Ele nunca mais acordou. Bruce estava morto por causa de um inchaço no cérebro.

A partir daí começaram a surgir teorias de que ele tinha sido envenenado pelas Tríades, enquanto alguns acreditavam que ele teria sido assassinato por uma cabal de mestres de artes marciais porque Bruce teria revelado muitos segredos (golpes, etc…). Ainda há a maldição da família Lee, que afetou mais uma pessoa em 1993, o filho dele. Brandon Lee foi morto por um acidente estranho enquanto gravava a cena de um filme. A explicação oficial é de que as drogas (remédios) que Bruce teria tomado pra aliviar a dor de cabeça acabou dando uma reação contrária, resultando no edema cerebral e na morte do ator.


Elvis Presley

No dia 16 de agosto de 1977 morria em Graceland, na cidade de Memphis, Tennessee, Estados Unidos, o cantor e intérprete Elvis Aron Presley, considerado o “Rei do Rock’n’Roll”. A morte se deu, segundo o atestado de óbito, por arritmia cardíaca e ingestão de vários tipos medicamentos (overdose).

Um gigantesco aparato se deu nas cerimônias antes, durante e após o seu enterro, comovendo todo o país. Com fãs em todo mundo, houve um grande lamento geral. Apesar disso, há uma corrente de pessoas que acreditam que ele não morreu. O slogan “Elvis não Morreu!” é muito conhecido e bastante utilizado, tanto pelos que com sinceridade acreditam nisto, como com fins comerciais pelos detetores dos direitos sobre a imagem e a obra do artista.


James Dean

Às 17h45min em 1955, o ator James Dean, de 24 anos, morria em um acidente de carro, em Cholame, na Califórnia, quando o seu Porsche atingiu um Ford Tudor sedan em um cruzamento. O motorista do outro carro, o estudante de 23 anos, Donald Turnupseed, estava atordoado após o acidente, mas, praticamente, sem ferimentos. O passageiro de Dean, o alemão e mecânico do Porsche, Rolf Wütherich, ficou gravemente ferido, mas sobreviveu. Testemunhas alegam que Dean não estava correndo no momento do acidente, e que o outro carro poderia estar rápido. Contudo, o brilho do sol poente podem ter impedido Turnupseed de ver o Porsche chegando.

O mecânico Wütherich nunca superou o acidente e tentou o suicídio duas vezes ao longo da década de 60. Em 1967, esfaqueou a mulher 14 vezes numa tentativa frustrada de assassinado/suicídio. Ele morreu um acidente de carro por dirigir embriagado em 1981. Turnupseed morreu de câncer de pulmão em 1981. Existem também histórias envolvendo peças do carro de Dean, que foram parar em outros automóveis, que também acabaram envolvidos em outros acidentes fatais.


Jim Morrison

Parada cardíaca? Overdose? Complô de CIA? Encenação? A morte de Jim Morrison é sempre motivo de polêmica, encontrado sem vida em 3 de julho de 1971 na banheira de sua residência em Paris, as circunstâncias do falecimento do “Rei Lagarto” continuam sendo um mistério.

Condenado nos Estados Unidos por “exibição indecente”, o vocalista do grupo The Doors se exilou em Paris durante a primavera de 1971. Brigado com o grupo, se reuniu com a namorada Pamela Courson com a intenção de dedicar-se à poesia. Mas a saúde daquele que já havia sido considerado um sex-symbol e se tornara um alcoólatra obeso estava em rápida deterioração. Na manhã de 3 de julho foi encontrado morto na banheira de sua casa parisiense. Ele tinha 27 anos e, segundo a polícia, foi vítima de um ataque cardíaco.


João Goulart

A morte de João Goulart é sempre motivo de polêmica. Após investigar por dois anos a morte do ex-presidente João Goulart (1918-1976), o historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira afirma ser “charlatanice” a tese de que ele teria sido assassinado por agentes uruguaios a mando da ditadura brasileira. Ele acusa a família de Jango de endossar a suspeita na tentativa de obter indenização dos Estados Unidos pelo apoio ao golpe de 1964.

O historiador afirma não ter dúvidas de que Jango morreu de infarto, devido a seu histórico de doenças cardíacas e à falta de cuidado com a saúde. A declaração foi dada em 1982, quando o ex-governador Leonel Brizola defendeu a exumação do corpo de Jango após a divulgação de outra suspeita de assassinato. Apesar de contestar a tese de homicídio, Moniz Bandeira faz uma defesa enfática de seu governo e da decisão de não resistir ao golpe de 1964: “Ele não resistiu porque não havia condições de vencer”.


João Paulo I

O Papa João Paulo I morreu em setembro de 1978 apenas um mês depois de sua eleição para o papado. A brevidade de seu pontificado e as contradições, erros e imprecisões na versão do Vaticano sobre esta suscitam até hoje especulações a respeito de que teria sido vítima de uma conspiração. Apesar da falta de provas e conclusões, há muito fantasia na hipótese de que o Papa tenha sido envenenado durante a noite. João Paulo I esboçara, no início de seu breve pontificado, uma investigação sobre supostos esquemas de corrupção no IOR (Istituto per le Opere di Religione, a mais poderosa instituição financeira do Vaticano, vulgo Banco do Vaticano), que possuía muitas ações do Banco Ambrosiano.

O Banco do Vaticano perdeu cerca de um quarto de bilhão de dólares. Logo após eleger-se papa, ele ficara a par de inúmeras irregularidades no Banco Ambrosiano, então comandado por Roberto Calvi, conhecido pela alcunha de “Banqueiro de Deus” por suas íntimas relações com o IOR. Esta corrupção foi real e é conhecida por ter envolvido o chefe do Banco do Vaticano, Paul Marcinkus, juntamente com Calvi. Roberto Calvi era um membro da P2, uma loja maçônica italiana ilegal. Ele foi encontrado enforcado numa ponte em Londres, depois de ter desaparecido antes da corrupção se tornar pública. Sua morte foi inicialmente dada como suicídio, e um segundo inquérito – ordenado por sua família -, em seguida, retornou a um “veredicto aberto”.


John Lennon

Tudo começou em 1971, quando Lennon realizou o concerto Free John Now Rally, pela libertação do poeta e ativista político americano John Sinclair, preso por porte de maconha. Até 1976, a vida do roqueiro foi investigada por espiões e grampos telefônicos, virando um dossiê de 300 páginas. O FBI e a CIA julgavam Lennon um radical muito perigoso, porque o astro sabia se comunicar com milhões de jovens, através de suas músicas e apresentações. Qualquer ideia subversiva seria facilmente aceita pela juventude norte-americana.

O governo precisava detê-lo de qualquer forma, pois estava em jogo a segurança da nação. Segundo Bresler, a solução encontrada foi a mesma já destinada a Martin Luther King e outros líderes populares do país: o extermínio. Entretanto, no ano de 1976, os republicanos perderam as eleições presidenciais para os democratas. O novo presidente, Jimmy Carter, “protegeu” Lennon do FBI e do serviço secreto e deram a John o green card. Lennon decidiu fazer um retiro profissional, sob a alegação de acompanhar o crescimento de Sean, seu segundo filho, o primeiro com Yoko Ono. Foram anos de paz, nos quais ele e a família puderam viver em segurança nos Estados Unidos. Esses anos de paz foram seus últimos de vida. Nas novas eleições no começo da nova década, os republicanos venceram a guerra e retornaram ao poder. Nessa mesma época, Lennon lançava o álbum Double Fantasy, que estourou nas paradas de sucesso. Então, o recém-eleito presidente resolveu iniciar seu mandato sem o temido ativista. William Casey, administrador da campanha vitoriosa de Ronald Reagan, nos anos seguintes se tornaria um dos mais poderosos chefes da CIA. Ele tinha carta branca para assassinar John Lennon antes do final de 1980. O assassino, Mark Chapman, já estava sendo preparado pelo programa de controle mental do serviço secreto americano. Ele viajaria do Havaí para Nova York, procuraria a vítima e mataria Lennon a sangue frio, à frente de testemunhas (Yoko Ono e o porteiro do Dakota) que, posteriormente, o identificariam como o criminoso. Não há dúvidas que Chapman disparou os 5 tiros mirando a morte de John. Mas a contradição afirma que não foi ele quem projetou o assassinato. Chapman foi condenado pela Justiça estadunidense alegando que ele buscava seus 15 minutos de fama, e obviamente, conseguiu, não só 15 minutos, mas muitos anos. Entretanto, o detetive Arthur O’Connor, a primeira pessoa a conversar reservadamente com o assassino, afirmou que a acusação não fazia sentido, pois Chapman sempre evitou a imprensa. Por que alguém em busca da fama se negaria a dar entrevistas? Vários meses após o acontecido, Chapman afirmou que matara Lennon para promover a leitura do livro O Apanhador no Campo de Centeio, já mencionado acima. Antes de ser preso, nunca tinha comentado com amigos sobre a obra do escritor americano. David Shayler, ex-agente do MI5, afirmou que os governos britânico e americano trocaram informações sobre a suposta doação de 75 mil libras do músico ao IRA, grupo de terrorismo irlandês. Sob suspeita de apoiar e patrocinar os terroristas irlandeses, Lennon precisava ser eliminado.


Josef Stálin

Na manhã de 1 de março de 1953, depois de um jantar que durou a noite toda e ter visto um filme, Stalin chegou à sua casa em Kuntsevo, a 15 km a oeste do centro de Moscovo com o Ministro do Interior, Lavrentiy Beria, e os futuros ministros Georgy Malenkov, Nikolai Bulganin e Nikita Khrushchev, retirando-se para o quarto para dormir. À tarde, Stalin não saiu do quarto. Embora os seus guardas estranhassem que ele não se levantasse à hora usual, tinham ordens estritas para não o perturbar e deixaram-no sozinho o dia inteiro. À cerca das 22 horas Peter Lozgachev, o Commandante de Kuntsevo, entrou no quarto e viu Stalin caído de costas no chão perto da cama, com o pijama e ensopado em urina. Assustado, Lozgachev perguntou a Stalin o que aconteceu, mas só obteve respostas ininteligíveis. Lozgachev usou o telefone do quarto para chamar oficiais, dizendo-lhes que Stalin tinha tido um ataque e pedia que mandassem doutores para a residência de Kuntsevo immediatamente. Lavrentiy Beria foi informado e chegou algumas horas depois, mas os doutores só chegaram no início da manhã de 2 de março, mudando as roupas da cama e deitando-o.

O acamado líder morreu quatro dias depois, em 5 de março de 1953, Stalin morreu de hemorragia cerebral (derrame), em circunstâncias ainda hoje pouco esclarecidas, com 74 anos de idade, sendo embalsamado a 9 de março. Avtorkhanov desenvolveu uma detalhada teoria, publicada inicialmente em 1976, apontando Beria como o principal suspeito de tê-lo envenenado. Todavia, outros historiadores ainda consideram que Stalin morreu de causas naturais. Nikita Khrushchov escreveu em suas memórias que, imediatamente após a morte de Stalin, Lavrenty Beria teria começado a “vomitar seu ódio (contra Stalin) e a zombá-lo”, e que quando Stalin demonstrou sinais de consciência, Beria teria se colocado de joelhos e beijado as mãos de Stalin. No entanto, assim que Stalin ficou novamente inconsciente, Beria imediatamente teria se levantado e cuspido com nojo. Em 2003, um grupo de historiadores russos e americanos anunciaram sua conclusão de que Stalin ingeriu varfarina, um poderoso veneno de rato que inibe a coagulação sanguínea e predispõe a vítima à hemorragia cerebral (derrame). Como a varfarina é insípida ela provavelmente teria sido o veneno utilizado. No entanto, os fatos exatos envolvendo a morte de Stalin provavelmente nunca serão conhecidos.


Juscelino Kubitschek

Juscelino Kubitschek faleceu em 22 de agosto de 1976, durante viagem de carro na rodovia Presidente Dutra, segundo as autoridades de então, a história oficial que relatava sua morte em um mero acidente automobilístico, no antigo quilômetro 165 (atual quilômetro 328) da Rodovia Presidente Dutra, na altura da cidade fluminense de Resende. O automóvel em que viajava, um Chevrolet Opala, colidiu violentamente com uma carreta carregada de gesso após o carro ter sido fechado por um ônibus, mas o corpo do seu motorista e amigo Geraldo Ribeiro, que também perdeu a vida nesse acidente, apareceu com uma perfuração semelhante as deixadas por um disparo de arma de fogo na cabeça, segundo fontes da segurança em 1976, o que levou muitas pessoas a afirmarem que o ex presidente havia sido vítima de assassinato. Até hoje, o local do acidente é conhecido como “Curva do JK”, antes conhecido como ” Curva do Açougue”. Mais de 300 mil pessoas assistiram ao seu funeral em Brasília, onde a multidão cantou a música que o identificava: Peixe Vivo. Seus restos mortais repousam no Memorial JK, construído em 1981, na capital federal do Brasil, Brasília, por ele fundada.

Duas semanas antes do acidente que teria vitimado o ex presidente JK, uma notícia a respeito de sua morte, em um acidente de carro, já tinha corrido o país, mas, depois, confirmou-se que se tratava de um boato. Algumas pessoas acreditam que o boato teria sido espalhado para funcionar como um teste, para saber a reação da população, afinal o ex presidente era uma figura muito popular, o que era visto como um problema pelos militares. Quando aconteceu o acidente que vitimou JK, o carro em que Juscelino estava não foi periciado, e, na exumação do corpo do motorista, que também morreu no acidente, foi encontrado um objeto de metal em seu crânio. A suspeita é de ele tenha sofrido um atentado antes da ultrapassagem do ônibus.


Kurt Cobain

No dia 8 de abril de 1994, o vocalista do Nirvana, Kurt Cobain foi encontrado morto em sua casa em Seattle (EUA). A polícia concluiu que ele se suicidara três dias antes. Mas o caso ainda tem muitas questões não resolvidas. Não há evidências que apontem para assassinato. Nenhuma das principais evidências suspeitas, como a arma sem digitais, a dupla caligrafia e a heroína, aponta diretamente para um assassinato. Nada indica uma segunda pessoa na estufa. Kurt sofria de depressão e já havia pensado em suicídio, conforme pode ser observado em seus diários. A seu pedido, o cenário do show Nirvana Unplugged foi decorado “como um funeral”.

Courtney Love, a principal “suspeita”, não tentou interferir na investigação da polícia nem na de Tom Grant. Segundo o próprio Grant, ela o manteve contratado por meses após a morte de Kurt para prosseguir com o caso. Diversos livros e documentários já remexeram o caso. Nenhuma informação concreta que refute a tese de suicídio foi encontrada.


Marilyn Monroe

A morte de uma das mais icônicas mulheres do século XX e símbolo da cultura popular ocidental segue levantando controvérsias até os dias de hoje. As circunstâncias em torno da morte de Marilyn Monroe ainda alimentam teorias da conspiração. São incontáveis os livros e filmes lançados sobre a vida da atriz que, ao longo de sua carreira, também manteve vínculos com alguns dos homens mais importantes do poder americano. Entre as obras que tentam esclarecer o que teria acontecido no dia de sua morte, em 5 de agosto de 1962, um dos destaques é o livro “Marilyn Monroe: A Case for Murder”, dos jornalistas Richard Buskin e Jay Margolis.

Ao contrário da versão oficial – e em sintonia com inúmeras teorias conspirativas -,os jornalistas descartam uma overdose de barbitúricos como causa de seu falecimento. Em vez disso, apontam que ela foi assassinada por ordem de Robert Kennedy, irmão do então presidente dos EUA, John F. Kennedy. De acordo com a investigação dos jornalistas, “Bobby” ordenou o assassinato logo após a atriz ter ameaçado fazer uma coletiva de imprensa para revelar ao mundo o romance que mantinha, ao mesmo tempo, com ele e com seu irmão. Temendo pela sua carreira política, a de seu irmão e a reputação da família Kennedy, Robert decidiu evitar essa coletiva de imprensa a qualquer custo. Bobby, com a ajuda de seu cunhado, o ator Peter Lawford, mandou o psiquiatra de Marilyn, Ralph Greenson, lhe aplicar uma injeção letal antes de orquestrar um plano para que acreditassem que foi suicídio”, explica o jornalista Buskin. Segundo o livro, os próprios membros do Serviço de Emergências de Los Angeles, em atividade naquele momento, denunciaram que a atriz tinha uma costela quebrada, o que os investigadores atribuem à falta de experiência do psiquiatra, que não soube aplicar corretamente a injeção. O romance entre Marilyn Monroe e Robert Kennedy começou quando ele intercedeu pessoalmente no assédio telefônico que a loira dos diamantes fazia sistematicamente com seu irmão, o presidente John F. Kennedy. Desde então, a mesma obsessão que ela havia demonstrado pelo maior dos Kennedy foi transferida para seu irmão e procurador-geral da nação. O assassinato ocorreu na residência que Marilyn Monroe possuía em Los Angeles, depois que a atriz teria tentado esfaquear Robert durante um ataque de histeria. O livro destaca a curiosidade de que nenhuma das manobras executadas, assim como o delito na cena do crime, foram registrados pela investigação policial. Com relação a isso, os jornalistas recolheram, em 1985, o depoimento da ex-empregada de Marilyn, quando – sem saber que era gravada – admitiu que a diva ainda estava com vida no momento da chegada do serviço de emergências.


Michael Jackson

Oficialmente,Michael faleceu em 25 de junho de 2009, vítima de uma parada cardiorrespiratória após intoxicação aguda com várias substâncias. Mas fãs dizem ter evidências de que a morte foi forjada. Eles acreditam que o Rei do Pop ainda fará um retorno triunfal. As autópsias oficiais e a investigação do Departamento de Polícia da Califórnia não deixam margem para dúvidas:Michael, de fato, está morto. A autópsia detectou 3,2 microgramas do poderoso anestésico propofol por mililitro de sangue de Michael. Segundo especialistas, a quantidade seria suficiente para realizar uma grande cirurgia.

Além disso, também foram detectadas substâncias como efedrina, lidocaína e os sedativos lorazepam, idazolam e diazepam. Murray foi considerado culpado em 2011 e passou dois anos na prisão. Se Michael tivesse forjado a própria morte, Murray certamente saberia. Não faria sentido que ele permitisse que sua carreira fosse arruinada por um crime que não cometeu.


Napoleão Bonaparte

Em Santa Helena, Napoleão Bonaparte acabou falecendo de uma complicação gástrica não muito bem conhecida na época. Com o passar do tempo, muitos chegaram a sugerir que o estadista sofresse de algum tipo de câncer. No entanto, outros ainda debatiam sobre a possibilidade de Napoleão ter morrido por envenenamento, já que a sua morte poderia sepultar qualquer possibilidade de instabilidade ao tradicional poder monárquico europeu. Chegando à segunda metade do século XX, cientistas se mostraram interessados em descobrir de que modo o legendário francês havia morrido. Na década de 1960, uma junta de cientistas britânicos conseguiu detectar a presença de arsênico no organismo de Napoleão ao analisar os seus fios de cabelo. Sendo um tipo de veneno muito comum na época, diversas pessoas logo concluíram que os inimigos de Napoleão tramaram a sua morte pela ingestão da substância tóxica. Passado algum tempo, algumas pesquisas colocaram em dúvida que o envenenamento tivesse ocorrido tendo em vista que diversos remédios dessa época levavam o mesmo elemento em sua composição. Em tempos mais recentes, a teoria de que Napoleão tivesse sido acometido por um câncer acabou sendo comprovada pelas roupas do “pequeno cabo”.

Com o passar do tempo, o tumor estomacal diminuiu o seu apetite e, consequentemente, provocou seu emagrecimento. Ainda não satisfeitos com essa explicação, um grupo de estudiosos da Universidade do Texas se debruçou na busca de uma explicação para o câncer que ceifou a vida de Bonaparte. Tendo provavelmente se desenvolvido a partir de uma úlcera, os pesquisadores norte-americanos concluíram que o câncer foi uma consequência da ingestão regular da ração oferecida aos exércitos franceses no período em que o governo napoleônico estava em guerra. A comida oferecida nos campos de batalha era farta em carne e outros alimentos conservados com bastante sal. Além disso, era rara a presença de algum vegetal ou fruta que viesse a contrabalancear uma dieta tão calórica. Supondo que Napoleão se submeteu a esse tipo de dieta por um longo período, os cientistas concluíram que o modo de vida alimentar foi o grande “veneno” que determinou a morte dessa figura histórica.


Osama bin Laden

Acusações feitas pelo jornalista americano Seymour Hersh de que os Estados Unidos teriam mentido sobre a operação que matou Osama Bin Laden, líder do grupo extremista Al-Qaeda, há quatro anos, geraram forte reação da Casa Branca e da imprensa do país, que apontaram inconsistências em seu relato. Ganhador do Pulitzer de 1970, o mais importante prêmio jornalístico dos Estados Unidos, Hersh afirma que a morte de Bin Laden não foi alvo de uma operação arriscada e secreta, mas da cooperação entre militares americanos e paquistaneses. Na versão de Hersh, o líder terrorista não teria sido encontrado depois de uma série de interrogatórios e investigações envolvendo seu mensageiro, mas com a ajuda do Paquistão, que o o estaria mantendo sob sua custódia há cinco anos com a ajuda financeira da Arábia Saudita em um complexo na cidade de Abbottabad, no norte do Paquistão.

O ataque teria sido autorizado por oficiais paquistaneses de alto escalão depois que os Estados Unidos descobriram onde Bin Laden estava por meio de uma fonte na Inteligência do Paquistão. Talvez de fato exista um vasto mundo sombrio e diabólico de conspirações, executadas de forma brilhante por uma rede internacional de mentes governamentais. 25 homens vão para o meio do Paquistão e matam um cara sem apoio aéreo, sem proteção, sem segurança, sem obstáculos – claro que isso é mentira.


Princesa Diana

Em 31 de agosto de 1997, Diana, Princesa de Gales, foi morta em um acidente de carro dentro do túnel da Ponte de l’Alma, em Paris, na França, acompanhada de seu então namorado, Dodi Al-Fayed, e com o motorista deles, Henri Paul. O guarda-costas de Fayed, Trevor Rees-Jones, foi o único ocupante do carro que sobreviveu ao acidente. Uma investigação judicial francesa de dezoito meses concluiu, em 1999, que o acidente de carro que matou Diana foi causado pelo próprio motorista, o qual perdeu o controle do veículo em alta velocidade enquanto embriagado e sob forte efeito de antidepressivos. Entre os motivos que dão razões para o “assassinato” de Diana, está incluída a especulação de que ela estaria grávida de Dodi.

Richard Tomlinson, um ex-agente do MI6, disse que o Serviço Secreto de Inteligência Britânica estava monitorando a princesa Diana antes de sua morte, que seu motorista era um agente do MI6 e que sua morte se espelhava com os planos que ele viu em 1992 para o assassinato do então presidente da Sérvia, Slobodan Milošević. As família de Dodi Al-Fayed e de Henri Paul não aceitaram as informações obtidas pela investigação francesa. Fayed acredita que uma conspiração bastante elaborada foi feita para matar seu filho e a princesa.


Slobodan Milosevic

A morte de Slobodan Milošević, ex-presidente da Iugoslávia, ocorreu em 11 de março de 2006 em sua cela de um ataque cardíaco, enquanto estava sendo julgado por crimes de guerra no Tribunal Penal Internacional para a antiga Iugoslávia em Haia, o que provocou repercussão internacional e um grande evento político especialmente na Sérvia e na Rússia.

Milošević morreu poucos meses antes do veredicto do julgamento que durou quatro anos. Muitos de seus simpatizantes questionaram a causa da morte, sendo um tema de discussão aquecida e um problema político, se a morte foi causada deliberadamente e se alguém teve responsabilidade, uma vez que ocorreu logo após o Tribunal indeferir o pedido de Milošević de procurar tratamento médico especializado em uma clínica de cardiologia em Moscou; porém o relatório de 30 de maio de 2006 confirmou que ele havia morrido de causas naturais e que não havia nenhum veneno ou outra substância química encontrada em seu corpo que contribuiu para a morte.


Salvador Allende

A Suprema Corte chilena encerrou definitivamente a investigação sobre a morte do ex-presidente socialista Salvador Allende em 1973, estabelecendo que ele se suicidou no interior da casa de governo em meio à revolta militar liderada por Augusto Pinochet. No dia 11 de setembro de 1973, quando Allende completava 1.000 dias no poder, as Forças Armadas chilenas – lideradas por Augusto Pinochet – se levantaram contra seu governo, bombardeando por ar e terra o palácio presidencial onde estava Allende, que resistia junto a um punhado de colaboradores.

No dia 11 de setembro de 1973, ‘às 11h50 ocorreu o ataque aéreo e terrestre (contra o palácio presidencial de La Moneda). O Presidente, depois de ordenar o abandono do local, se retira (…) e se dirige ao ‘Salão Independência’, fechando a porta. Uma vez em seu interior, se senta em um sofá, coloca o fuzil que segurava entre suas pernas e, apoiando-se em seu queixo, o aciona, falecendo de forma instantânea alvo do disparo recebido.


Tancredo Neves

O primeiro presidente civil eleito depois do período de regime militar no Brasil, Tancredo Neves, foi considerado clinicamente morto no dia 12 de abril de 1985. Seu corpo foi mantido por aparelhos e com ajuda de remédios até o dia 21 do mesmo mês (data histórica, que lembra a morte de Tiradentes), quando o óbito foi anunciado oficialmente às 22h23. Após 38 dias de agonia, e sete cirurgias, o primeiro presidente civil eleito desde o Golpe Militar, morre.” Assume o vice da chapa, José Sarney, do PFL, partido fundado por dissidentes do PDS. Com ele, o poder permanecia nas mãos dos que apoiavam o regime militar.

Muitos acreditam que sua morte tenha sido um plano arquitetado pelos líderes do regime autoritário, quando perceberam que sua vitória era inevitável. No mês da morte de Tancredo, A rede globo mostrou uma reportagem especial sobre a sua morte e fez uma verdadeira encenação, levando a comoção de toda uma nação. Supostamente a morte de Tancredo Neves aconteceu na missa celebrativa (Catedral de Brasília), onde acabou a luz e ouviu-se um tiro (ou algo parecido), dias depois foi divulgado que Trancredo teve uma crise e estava no hospital (UTI), no caso ele já estaria morto, mas os militares, que por sinal apoiavam Sarney, encobriram a noticia e deixaram para divulgar sua morte no dia 22/04.

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