O controle do Brasil pelos sionistas

O primeiro empréstimo externo do Brasil foi obtido em 1824, no valor de £ 325482 milhões de libras esterlinas e ficou conhecido como “empréstimo da Independência”, destinado a cobrir dívidas do período colonial e que na prática significava um pagamento a Portugal pelo reconhecimento da independência. Enfim, estendemos a sacola aos banqueiros de Londres, pedindo o favor de um empréstimo e combinamos que seria lançado naquela praça em duas vezes. O contrato da primeira dívida foi assinado em 20 de agosto de 1824, entre o marechal de campo Felisberto Caldeira Brant, mais tarde marquês de Barbacena, e o conselheiro Manuel Rodrigues Gameiro Pessoa, mais tarde visconde de Itabaiana, e as casas bancárias Baseth Farquhar Chrawford & C.ª, Fletcher, Alexander & C.ª Thomas Wilson & C.ª. O da segunda foi realizado pelos mesmos com o banqueiro Nathan Mayer Rothschild.

A autorização para o contrato de empréstimo foi dada pelo decreto de 5 de janeiro de 1824, sendo ministro da Fazenda Mariano José Pereira da Fonseca, mais tarde visconde e marquês de Maricá. É a primeira vez que esse nome, famoso por muitos títulos nos anais da finança internacional, aparece na nossa história. Nunca mais sairá dela: Os brasileiros devem manter bem guardada a lembrança da data: – 12 de janeiro de 1825. Para que Portugal aceitasse a independência do Brasil, D. Pedro I ofereceu que o Brasil assumisse a dívida externa que Portugal tinha com a Inglaterra. D. João VI foi embora do país deixando os cofres vazios, levando até o ultimo grama de ouro e prata. O país nasceu para a vida independente batendo nas portas dos banqueiros britânicos para poder bancar a rapina que foi o processo de independência.

Nesse dia, os Rothschilds puseram o pé sobre a nossa cabeça. Passamos a pertencer-lhes e durante cem anos para eles trabalhamos. Entretanto, embriagada pela vã palavra de liberdade, a nação se divertiu com a Abdicação, as rebeldias da Regência, a Maioridade, as guerras do 2.° Império, a Abolição e as revoltas da República, entremeadas de quedas de gabinetes, de mudança de regimes, de sucessões governamentais e de ditaduras, enquanto que, por trás dos bastidores, só os banqueiros, de mãos dadas aos políticos, a governavam e a exploravam.

Já é tempo de dizer a verdade ao povo brasileiro. Ela não consta, senão veladamente, nos documentos oficiais. Calou-a sempre a boca mentirosa ou covarde dos políticos do liberalismo. Embora acusados pelos comunistas de servirem ao capitalismo, os Integralistas são os que até hoje têm tido a coragem de pregá-la. Não é suficiente dizer que a família Rothschild detém tanto os títulos brasileiros que com eles constitui o dote de suas filhas noivas. Cada milhão de libras da primeira operação nos foi dado pelo prazo de 30 anos, com 1% de amortização, 5% de juros anuais e tipo de 75, o que quer dizer que recebemos £ 750.000, mas ficamos devendo £ 1.000.000. A margem de £ 250.000, grande soma naquelas eras, ficou só para as despesas do empréstimo e, sobretudo, para ser repartida entre os intermediários: os de lá e os de cá. Nessa margem, está o segredo do êxito dessas operações e da pressa de certos homens de Estado em fazê-las.

O Brasil foi vendido aos banqueiros de Londres. Os negociadores desse pacto, Barbacena e Itabaiana, eram íntimos e se tratavam em carta por amigo do coração. O primeiro fora acreditado plenipotenciário do Brasil na Grã-Bretanha por uma carta credencial de 12 de agosto de 1822. O segundo fora incumbido especialmente dos ajustes para o reconhecimento da independência. As instruções para tratarem do empréstimo lhes foram enviadas em 1824 pelo ministro e secretário de Estado visconde de Maricá. Apesar da opção contratual, os banqueiros Wilson e todo o seu numeroso bando não tomaram a seu cargo o lançamento da segunda operação do empréstimo. Não há no Tesouro nenhum documento, nem nos livros, publicações e correspondências do tempo qualquer referência que elucide o caso. Claro está que não pode ter sido por prejuízos havidos, embora Barbacena se refira a uma baixa imediata dos títulos. Nós sabemos bem como funcionam as altas e baixas ao sabor das mais indecorosas especulações. O negócio foi dado a outro, que o aceitou com todos os riscos, mau grado as perdas aludidas.

Temos de admitir uma intervenção forte e discreta, se não secreta, que arredou os inefáveis mistérios da alta finança internacional reservavam o direito de exploração do Brasil. O feliz mortal escolhido foi — como se viu e ainda se verá — Nathan Mayer Rothschild! Este nome está preso a toda a engrenagem financeira mundial do começo do século XX a cujo “poder colossal” em uma de suas próprias cartas Barbacena se refere com respeito.

Os Rothschild ficaram sozinhos com essa margem. Dos 4% da corretagem atiraram a Barbacena e Itabaiana 2%. Nas negociações levadas a efeito para obter os 325482 milhões de libras esterlinas nos prenderam para sempre ao jugo inglês. A única coisa em verdade convincente é o poder colossal de Rothschild que Barbacena reconhecia por escrito. E, quando lemos escritores antigos, encarniçados contra o grande poder do antigo Papado, sorrimos de piedade dos homens que renegam um poder espiritual, mas se abaixam diante dos Papas do dinheiro. Por esse preço o Brasil foi vendido aos banqueiros ingleses ainda no berço! Os juros elevaram-se quase a quatro vezes o capital. Somando as comissões, que suprimida da conta para torná-la mais clara, temos o custo total de 60 mil contos. Foi quanto demos em espécie 12 mil, além das condições onerosas e perpétuas, isto é, cinco vezes mais. E não se diga nada: é negócio honesto. Pode ser legal, não duvido. Licito é que não foi e nunca será.

Mais tarde, aproveitando as baixas, os banqueiros foram adquirindo os títulos e apertando as rédeas da nação escravizada. Deixam unicamente, neste ou naquele país, certo numero de proprietários de cautelas, que servem para as reclamações e as constantes ameaças de intervenções estrangeiras com bandeiras nas alfândegas. Esses truques têm um século já e são mais do que conhecidos. Começam a impressionar muito menos do que impressionavam.

Guerra do Prata (1851-1852)

D. Pedro I solicitou empréstimos à Inglaterra para financiar a Guerra do Prata, disputando com a Argentina a Província Cisplatina, atual Uruguai, e o seu trigo. O Brasil foi joguete da política inglesa de tentar impedir a formação de um grande país. As Províncias Unidas do Prata). Cerca de 100 mil brasileiros foram mortos, de um exército composto por 200 mil brasileiros em guerra (maior efetivo que o exército atual). E afinal a Inglaterra logrou vetar a anexação desses territórios. O Brasil venceu a guerra e não levou nada, só o aumento de sua dívida.

Vale notar ainda que, em grandes quantias assim, a taxa de juros de 5 % é a mais alta que a decência permite cobrar. Tudo o que exceder daí entra no domínio da mais indigna usura. Até 1857, quando o Banco de França obteve liberdade de taxas de juros, a legislação francesa não permitia empréstimos, particulares ou não, a mais de 5 %. A garantia que demos aos banqueiros foi a hipoteca das rendas das alfândegas. Devíamos acabar os pagamentos em 1854. Não o pudemos e os credores magnânimos prorrogaram o prazo por mais dez anos, isto é, até 1864. Desta sorte, o primeiro dinheiro que tomamos emprestado na aurora do Império, nos escravizou até o raiar da guerra do Paraguai!

O Bolivian Syndicate (1877-1903)

Entre 1877 e 1879, o Nordeste brasileiro foi assolado por terrível seca. Milhares de sertanejos migraram para a região do Solimões e seus afluentes. Com isso, a exploração do látex ganhou impulso. A região passou a ser chamada pelos brasileiros de Acre. Preocupado em afirmar sua soberania e em impor uma estrutura fiscal na região, o governo boliviano instalou postos alfandegários e fundou a localidade de Puerto Alonso. Liderados por José Carvalho e utilizando armas de caça próprias e outras fornecidas pelos seringalistas, os brasileiros expulsaram os bolivianos. Em 24 de janeiro de 1899, os brasileiros criam uma Junta Revolucionária para administrar a região. Em 14 de julho do mesmo ano, Luís Galvez, o aventureiro espanhol que vivia no Amazonas, proclama o Estado Independente do Acre. Luís Galvez forma um governo provisório, apoiado pelas autoridades amazonenses.

A Bolívia teve dificuldade para expulsar os brasileiros da região. O Governo Boliviano entrou em acordo com o governo dos Estados Unidos, então presidido por William McKinley (1897-1901), cujo chefe de Estado norte-americano, que já havia mostrado sua postura imperialista ao guerrear com a Espanha e lhe arrebatar Cuba, Porto Rico e as Filipinas. Os EUA apoiaram a criação de um syndicate (companhia de interesses), um consórcio formado com capitais alemães, britânicos e, sobretudo, americanos. Dois dos principais participantes do Bolivian Syndicate eram os Rothchild (Família mais rica da Terra) cujo representante nos EUA era August Belmont, tido como filho bastardo do Barão de Rothschild e os Roosevelts, da qual sairiam dois presidentes dos Estados Unidos: Theodore (1901-09) e Franklin (1933-45).

A Bolívia criou uma empresa que se chamava Bolivian Sindicate com a meta de explorar a produção de borracha no Acre. Essa empresa lançou ações nas bolsas de Londres e Nova Iork, querendo atrair o interesse de investidores ingleses e americanos de garantir um Acre boliviano. O consórcio pretendia assumir a extração do látex acreano com uma redução de 50% nas tarifas de exportação. Em troca, forneceria ajuda bélica e financeira para a Bolívia contra o Brasil. Assim, o exército boliviano poderia expulsar os brasileiros lá estabelecidos.

O governo de La Paz alimentava a esperança de que os Estados Unidos exercessem pressão sobre o Brasil na questão em andamento. Galvez é afastado do governo provisório e a liderança dos seringueiros. José Plácido de Castro, um jovem engenheiro gaúcho recém-chegado ao Acre, assume tal liderança. Em 1901, as tropas bolivianas tentam retomar a área, sendo mais uma vez derrotadas pelos brasileiros. A situação continua tensa, com choques esporádicos entre as duas partes, sempre favoráveis aos brasileiros. O Bolivian Syndicate fica incapacitado diante das iniciativas brasileiras. O governo dos Estados Unidos teme a eclosão de uma guerra na região. O governo boliviano se vê sem o respaldado do governo dos Estados Unidos. Rio Branco oferece a Bolívia, 114 mil libras (moeda britânica) a título de indenização. O Bolivian Syndicate desiste de suas pretensões sobre o Acre quando Rio Branco lhe ofereceu 114 mil libras (moeda britânica) a título de indenização.

Com a desistência do Bolivian Syndicate, Theodore Roosevelt, o novo presidente dos Estados Unidos, afasta-se da questão acreana. Sozinho contra o Brasil, e sem condições de quebrar a resistência de Plácido de Castro e seus comandados, o presidente boliviano Pando aceita as condições oferecidas pelo Brasil. Em 1902, Francisco Rodrigues Alves assume a Presidência do Brasil. O Barão do Rio do Branco é designado para chefiar o Ministério das Relações Exteriores. Sob o pretexto de proteger os brasileiros do Acre, mas também visando pressionar os bolivianos, o Brasil envia tropas provenientes de Mato Grosso para a fronteira. Unidades da marinha de guerra simultaneamente concentram-se em Manaus, prontas para intervir no conflito se ele viesse a ocorrer.

No Tratado de Petrópolis, assinado em 17 de novembro de 1903, a Bolívia cede o Acre ao Brasil. Em troca, recebe uma pequena área no Pantanal Mato-Grossense, uma indenização de 2 milhões de libras e o compromisso de que o Brasil construiria, no noroeste de Mato Grosso (atualmente Rondônia), uma ferrovia por onde o estanho boliviano pudesse ser escoado para o exterior. Em suma, O Barão do Rio Branco subornou o Barão de Rothschild para obter a desistência do Bolivian Syndicate sobre o Acre.

O Barão de Mauá

Apesar de um início que parecia promissor, a “era Mauá” não conseguiu durar muito tempo. Suas iniciativas modernizadoras encontravam um forte revés na manutenção da estrutura colonial agro-exportadora e escravista e na concorrência com empreendimentos estrangeiros, principalmente ingleses. Defensor da soberania brasileira, Mauá foi levado à falência por defender interesses nacionais em ferrovias, em detrimento dos negócios dos Rothschild (seu parceiro nos empreendimentos). Quando os Rothschilds estabeleceram-se no Brasil, vieram para ficar aqui permanentemente. Eles vieram no século 19. Os Rothschilds e outros interesses britânicos desempenharam um papel importante no sistema ferroviário do Brasil, que se tornou lei em si. Mas foi a City londrina (centro financeiro de Londres) quem levou à falência o Barão de Mauá, o lendário Irineu Evangelista de Sousa, fundador do Banco do Brasil, no tempo de D. Pedro II.

Esses, inescrupulosos pelo lucro, não mediam esforços, praticando as mais violentas sabotagens contra o empresário brasileiro, como o incêndio provocado que destruiu a Ponta de Areia em 1857. Outro fator que contribuiu para impedir a consolidação das iniciativas de Mauá foi a reformulação da tarifa Alves Branco pela tarifa Silva Ferraz em 1860, que reduziu as tarifas alfandegárias para máquinas, ferramentas e ferragens, favorecendo os interesses do capital estrangeiro. Os banqueiros Rothschild, que comandam nossa dívida externa desde 1825, na gestão de Dom Pedro I – aquele declarou o Brasil “independente” de Portugal, mas dependente dos ingleses – são os verdadeiros controladores do mundo. A justiça inglesa, sem se fazer de rogada, considerou prescrita a dívida, favorecendo a S. Paulo Railway e levando Mauá à falência. O Barão vendeu a maioria de suas empresas a capitalistas estrangeiros.

Dívida da República

Entre 1898 e 1911, o Brasil não pagou a dívida externa. Depois, abriu negociação com os banqueiros da casa Rothschild & Sons para voltar aos pagamentos. Em troca, o Brasil teve que hipotecar as rendas da Alfândega do Porto do Rio de Janeiro; adotou um programa de cortes dos gastos públicos; aumentou os impostos e os bancos privados passaram a fiscalizar as contas públicas. Na época não existia o FMI, mas o receituário foi o mesmo.

Dívida da Era Getúlio

Em 1930 o governo federal destinava 25% de tudo que ganhava com as exportações para o pagamento da dívida externa. Em 1931 o governo Getúlio Vargas suspendeu o pagamento da dívida externa e fez uma Auditoria. Comprovou que apenas 40% do total da dívida estava baseada em contratos escritos. Dos demais 60%, não foi encontrado qualquer documento que comprovasse sua existência. Assim, negociou com os credores o cancelamento de grande parte da dívida externa, o que viabilizou a política de promoção do desenvolvimento industrial do Brasil.

A dívida ilegítima da Ditadura

Foi a partir da ditadura militar na década de 1970, que a dívida externa assumiu um ritmo de crescimento exponencial. A escalada do preço internacional do petróleo provocou uma grande oferta de petrodólares que, depositados nos bancos dos países ricos pelos produtores de petróleo, foram oferecidos aos países periféricos através do mercado financeiro internacional a juros muito baixos e taxas flexíveis. Assim, graças à irresponsabilidade dos sucessivos governos militares, durante os 21 anos de ditadura a dívida aumentou 42 vezes, pulando de US$ 2,5 bilhões de dólares em 1964 para US$ 105 bilhões de dólares em 1985.

A crise da dívida brasileira dos anos 80’s

Um desequilíbrio financeiro, a tendência à escalada da inflação e a necessidade de dólares para manter a guerra do Vietnã leváramos EUA a elevarem sua taxa de juros doméstica no início dos anos 80 da média histórica de 4% até 19,08%, provocando uma repatriação dos dólares que estavam no exterior e uma valorização dessa moeda no mercado internacional, o que elevou o valor da dívida externa em dólares dos países empobrecidos. Para viabilizar o pagamento da dívida, em 1983 o governo militar brasileiro negociou um empréstimo no FMI, aceitando submeter-se à política econômica do Fundo, nociva aos interesses nacionais, causando recessão, desemprego e empobrecimento.

A dívida na década neoliberal (Dívida Pública)

A dívida pública interna é a soma das dívidas em moeda nacional de todos os órgãos do Estado brasileiro, incluindo o Governo Federal, estados, municípios e empresas estatais. A dívida pública externa, por sua vez, é paga em moeda estrangeira. As duas têm causas e conseqüências distintas, embora tenham implicações uma sobre a outra.

A dívida na década neoliberal

Nos anos de 1990, o governo brasileiro ampliou o espaço da economia para capitais estrangeiros. Reduziu impostos sobre importações, provocando uma invasão de bens importados e uma crise no setor produtivo nacional. Carente de dólares para financiar as importações, atraiu capital estrangeiro ao país por meio da emissão de títulos da dívida pública. Os estrangeiros passaram a adquirir títulos remunerados pelos juros mais altos do mundo. E o capital nacional aproveitou para se valorizar sem ter que fazer esforço. As altas taxas de juros tornaram o financiamento da dívida pública um negócio muito mais atrativo do que o investimento produtivo.

Além da maior lucratividade, o risco de se emprestar dinheiro ao governo é quase nulo. Bancos e empresas nacionais passaram a tomar empréstimos no exterior – a juros mais baixos – e repassá-los ao governo em troca de juros muito maiores.

Dívida dos oito anos de FHC

Entre 1995 e 2002, governou Fernando Henrique Cardoso. Prometeu não mais recorrerão FMI nem submeter-se às suas condicionalidades. Ao contrário, aumentou a vulnerabilidade externa do Brasil, permitiu que o efeito da crise financeira de 98 e 99 fosse devastadora para a economia nacional. A Dívida Externa era de 148 bilhões de dólares em 95 e foi passada para Lula em dez/2002 valendo US$ 210 bilhões.

Neste meio tempo, o país pagou US$345 bilhões aos credores externos e perdeu muito mais de US$100 bilhões de patrimônio público por conta das privatizações, feitas em nome do pagamento das dívidas. A Dívida Interna, nesse período, passou de R$ 60 bilhões para R$648 bilhões. A Dívida externa alcança a casa dos 197,4 bilhões de dólares e a dívida interna chegou a R$ 1,149 bilhões, ambas em outubro de 2006.

A Era Lula

Todo mundo deve se lembrar que quando Lula elegeu-se presidente em 2002, o risco país (capacidade do país honrar ou não seus compromissos.) foi ao céu. O termo risco-país foi criado em 1992 pelo banco americano JP Morgan Chase para permitir, a seus clientes (investidores), tomar a decisão de investir ou não em determinado país. É um número que mede o nível de desconfiança ou risco dos mercados financeiros em relação aos países emergentes.

Quanto mais alto for este número, maior será a possibilidade deste país vir a dar um calote na dívida. Isto afasta os investidores, logo o país terá de oferecer juros mais altos para convencer os investidores a comprar seus títulos – é um prêmio pelo risco. Este indicador associado a outros fatores sinaliza para gestores de fundos a tomarem a decisão de investir ou não, em um determinado país. Naquela ocasião foi um “salve-se quem puder”: os investidores correram para fora do Brasil. Então veio bater na porta do Sr. Lula da Silva um cara chamado Mário Garnero. Ele é um apadrinhado dos Rothschild aqui no Brasil. Garnero ofereceu-se para aproximar o PT e o mercado e pôs sua rede de contatos para operar. Articulou uma viagem de José Dirceu aos Estados Unidos que incluiu desde palestras para investidores no banco Morgan Stanley até visitas a gabinetes de altos funcionários em plena Casa Branca. Pela primeira vez, o partido foi tratado como alternativa real de poder no Brasil. A partir daí, o PT passou a ver Garnero como um parceiro, tanto que Dirceu recomendou ao presidente do Banco do Nordeste, Roberto Smith, que o procurasse.

Então ele levou Lula para conhecer os Rothschild (na poderosíssima House of Rothschild). Foram prometidos muitos investimentos no Brasil e etc. Hoje esse Mário Garnero tem passe livre em Brasília. E todo mundo vê que essa promessa dos Rothschild está sendo cumprida. Mas em 2006, talvez numa troca de favores, o governo mudou a lei para permitir que o grupo Rothschild Bank, comprasse 12,5% de participação no Banco do Brasil.

A era Dilma

É incrível ver a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos na sessão da Câmara dos Deputados do Brasil que pedia o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios, talvez o plano de remover Dilma Rousseff da presidência do Brasil é mais um plano sionistas da banca Rothschild.

No Brasil, com o apoio dos governos passados, assumiram o controle da CSN, Vale do Rio Doce, Comgás e de grande parte das telefônicas, através de seus associados, espanhóis e portugueses. Agora, querem apossar-se das outras “jóias da coroa”: Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

A Agência Nacional de Petróleo está “coordenando” a entrega da Petrobras na Inglaterra. O vultoso negócio da venda “pulverizada” de ações da Petrobras, conduzido pelo Banco Rothschild, maestro oculto das finanças mundiais, à partir da “City” de Londres, é mais um lance para a doação da empresa, e seu real objetivo é baratear o negócio para o comprador, que será o próprio Grupo Rothschild e ou seus testas de ferro, como Soros e outros, menos conhecidos.

A incursão contra a Petrobras atende, perfeitamente, o objetivo estratégico da City, que é ampliar o controle de toda cadeia produtiva de commodities estratégicas. Para manter o domínio da economia mundial, basta ao Grupo Rothschild e seus aliados, puxar ou derrubar as cotações da comoditie petróleo, por exemplo. Como as importantes reservas de petróleo na Amazônia e em outros locais do território brasileiro põem em risco os “projetos” da City, de submissão total do Brasil em razão de suas reservas de minerais estratégicos, o grupo de Londres tudo fará para apossar-se da Petrobras, como já fez com a Vale do Rio Doce. A venda pulverizada do bloco de ações minoritárias é apenas o primeiro passo.

A Globalização e os Rothschilds

A União Europeia é uma exploradora das riquezas da Rússia, que deveria ser “libertada” do peso da Sibéria (para a Rússia seria a perda do controle de um vasto território cujas riquezas minerais totais ainda não foram completamente descobertas). Com o objetivo de realizar este trabalho os Rothschilds têm empregado indivíduos como Soros, Berezovski, Hodorkovski, Kasparov, Mitals e todos os que quiserem servir aos seus interesses. Quando Guilherme IX teve que se refugiar na Dinamarca, após a batalha de Jena, na região da Turíngia e a conquista do Hesse por Napoleão, em 1806, o nobre alemão deixou sua fortuna em dinheiro e obras de arte, equivalente a $ 3 milhões de libras esterlinas, sob a administração de Mayer Amschel Bauer (Rothschild). Mayer usou de todos os expedientes para expandi-los (no que teve um enorme sucesso, sem dividir um centavo com o dono da fortuna, Guilherme IX), tornando-se então o primeiro banqueiro realmente internacional.

A antiga Família Rothschild, de origem alemã e judaica Askhenazi (Khazares) de Frankfurt e, atualmente, de múltiplas nacionalidades (francesa, alemã, britânica, israelense, etc.) é conhecida, desde o século XIV, por suas atividades bancárias e financeiras mas também por numerosas obras filantrópicas, e a partir do século XIX, por seu apoio ao sionismo. Os Rothschild participaram dos negócios mais dinâmicos durante a Revolução Industrial, em especial a indústria têxtil, que florescia. As tecelagens mecanizadas da Inglaterra produziam tecidos de qualidade em grande quantidade. Os Rothschilds passaram a negociar também essa mercadoria.

O comércio do algodão oriundo da América do Norte para as tecelagens na Grã-Bretanha permitiu que a Casa Rothschild criasse vínculos através do Atlântico, com a florescente economia estadunidense. Diz-se que fizeram boa parte de sua fortuna no fim das guerras napoleónicas, quando tiveram conhecimento antecipado da vitória da Inglaterra e lançaram um rumor no mercado que Napoleão havia ganho a guerra. Com isto a bolsa de Londres caiu quase a zero, e os Rothschild praticamente compraram a economia inteira da Inglaterra a preço muito baixo. Quando foi dada a verdadeira notícia – a de que a Inglaterra havia vencido a guerra – os Rothschild emergiram como a família mais rica da Europa (hoje eles são a família mais rica do mundo, após terem fabricado inúmeras crises econômicas, várias guerras ao mesmo tempo que forneciam financiamento para ambos os lados em conflito, ao longo dos últimos cem anos).

Uma Provável Origem do nome Rothschild, o nome da família deriva da casa em que Isaak (morto em 1585), filho de Elchanan, vivia em Frankfurt, Alemanha. Na época, as casas de Judengasse, o ghetto/bairro judeu, não eram numeradas mas identificadas por nomes. A casa de Isaak era chamada Haus zum Rot(h)en Schild (‘Casa do Escudo Vermelho’), de onde proveio o nome Rothschild. Em 1664, o neto de Isaak, Naftali Hirz, deixou o local e mudou-se para a Haus zur Hinterpfann, um cortiço na parte de trás de uma casa no extremo norte do Judengasse, ele manteve o nome Rothschild. Todavia, ao longo do século XVIII, o nome nem sempre será usado pelos membros da família. No ano de 1743 um ourives judeu chamado Amschel Moses Bauer abriu uma casa de câmbio em Frankfurt, Alemanha. Mas a história da dinastia moderna dos Rothschild se inicia a partir de um de seus filhos Mayer Amschel Bauer (Rothschild) nascido em 1744.

Jacob Rothschild

O Marxismo, a globalização, a nova ordem mundial, o liberalismo. Todos esses são eufemismos para um fenômeno encarnado no império invisível da família Rothschild. Os Rothschilds não morrem, simplesmente partem para a história e seu lugar é discretamente tomado por seus filhos e netos. A Palavra diz que o velho Jacob deixou a cena, e que o seu lugar foi ocupado por seu filho Nathan (Nathaniel Rothschild Philip, que ostenta o nome do fundador do ramo Inglês dos Rothschilds). A pesada carga caiu sobre os ombros frágeis do jovem herdeiro. Mas Nathan não está sozinho. No decorrer do Império, ele será auxiliado por seus tios e Evelyn Edmund e os outros membros do ramo Inglês da família (Catherine, Emma, Leopold), mas também seus primos francêses (David, Eduard).

A família Rothschild produziu governantes, primeiros ministros, ministros, os seus supervisores que estão fazendo com certeza de que tudo vai de acordo com o (dos Rothschild/Sionistas) grande plano. A União Europeia foi criada pelos Rothschilds (Schumann, um dos khazares) assim como o moderno estado de Israel. A União Europeia é uma exploradora das riquezas da Rússia, que deveria ser “libertada” do peso da Sibéria (para a Rússia seria a perda do controle de um vasto território cujas riquezas minerais totais ainda não foram completamente descobertas). Com o objetivo de realizar este trabalho os Rothschilds têm empregado indivíduos como Soros, Berezovski, Hodorkovski, Kasparov, Mitals e todos os que quiserem servir aos seus interesses. Se quisermos desvendar a fundo as causas desses acontecimentos, devemos mergulhar na história negra da dinastia judeu Khazar Rothschild, identificar os agentes, as eminências pardas, políticos corruptos e gananciosos, bem como os mecanismos de suas ações.

Quem são os RothschildS hoje?

Embora desde a Segunda Guerra Mundial que os departamentos para a criação de opinião pública dos Rothschild têm vindo a assegurar às pessoas que o poder dos Rothschilds hoje é insignificante e que serão lembrados por seus vinhedos em França ou em jardins e filantropia na Grã-Bretanha, os seus projetos mostram uma imagem e uma realidade completamente diferente. Baseando-se nas bases estabelecidas por seus pais e avós, os descendentes de hoje estão completando uma missão que já dura alguns séculos.

Hoje, os Rothschilds são o motor a vapor de um trem Khazar que quer tomar da Rússia as vastas e riquíssimas extensões da Sibéria. Este comboio, que atravessa os países dos Balcãs, está para ser preenchido com os exércitos dos soldados membros da OTAN recém contratados, que irá então lutar pelos interesses do império Rothschild.

O escudo vermelho de Frankfurt

A fim de conhecer melhor o novo soberano e seus duques, vamos olhar para a linhagem e a cronologia da dinastia. Tudo começou no final do século 18 com Mayer (ou Mayer Amschel Bauer) Rothschild.

Mayer Amschel Rothschild (1744-1812): Os Rothschilds (Rothschild se traduz como “escudo = SCHILD, vermelho = ROTH”) são descendentes da cidade de Frankfurt, de uma família de judeus KHAZARES. Não é por acaso que este é o maior centro financeiro da União Européia (UE). É muito indicativo de que Frankfurt é a sede do Banco Central Europeu e todos os grandes bancos europeus e americanos, que são majoritariamente controlado pela dinastia.

O Frankfurt Stock Market (uma das bolsas de capitais mais importantes do mundo) é alinhada à “Deutsche Borse” possuída pelos Rothschilds através de suas companhias “Children’s Investment Trust” e “Atticus Capital”, por um lado, e seus ramos “Merrill Lynch ” e ” Fidelity Investments ” de outro. Para além disso, o brasão de armas da cidade de Frankfurt é um escudo vermelho! Este símbolo remonta ao período do Império Judeu Khazar.

Os Judeus khazares

Mais de 90% dos judeus de hoje são Khazares por origem, são da raça branca ariana, caucasianos e não são semitas. Eles são descendentes de uma tribo turco-mongóis (os Khazares) , que se converteu ao judaísmo no meio do século 8 d.C. Quando seu império desmoronou no século 10 foi então que se estabeleceram na Rússia e nos países da Europa do Leste, e mais tarde no continente americano também. Eles são convertidos à religião judaica, mas não têm origens étnicas semitas, são todos da raça ariana, caucasianos e brancos.

Os judeus semitas etnicamente (os Sefaraditas) verdadeiros têm sua origem na Palestina e o seu número atual está entre 7% e 10% do total dos povos que se dizem judeus (descendentes da Tribo de Judá, os Hebreus do Israel antigo).

Os filhos de Mayer Amschel Bauer (Rothschild)

Mayer teve cinco filhos, com quem se posicionou em toda a Europa. Salomon foi para Viena, Carl foi para Nápoles, Nathan para Londres depois Paris e James o quinto filho de Amshel ficou em Frankfurt. Em menos de duzentos anos, os filhos e seus descendentes subjugaram completamente os países ocidentais (Europa, Canadá e USA) ao oeste.

Assim, as bases de uma “Pax (Khazar) Judaica” foram estabelecidas. Nos dias atuais o chefe da família é da equipe anglo-francesa liderada por Nathan Rothschild, filho de Jacob Rothschild. A equipe Inglêsa é liderada pelo já idoso Edmund e Evelyn e o jovem Nathan, e o time francês é comandado por David e Edouard.

Os Rothschilds ingleses

O ramo Inglês dos Rothschilds foi fundado por Nathan Meyer, terceiro filho do patriarca Amshel. Durante os séculos 19 e 20 uma aliança foi estabelecida entre a coroa britânica e esta família, de modo que a história moderna da Grã-Bretanha está inseparavelmente ligada à dinastia dos Khazares de Frankfurt, os Rothschilds. Hoje, o triunvirato Khazar é composto por Evelyn, Edmund e Nathan.

Ele construiu sua carreira, empurrando seus interesses familiares britânicos Khazares no Japão pós-guerra. Em cooperação com Winston Churchill, primeiro ministro inglês durante a segunda guerra, fundou no Canadá a Corporação BRINCO (British Newfoundland Development Corporation). A sua filha, Catherine é casada com Marcus Egius, o presidente do grupo financeiro mundial BARCLAYS (após a aquisição do ABN-AMRO, um grupo bancário holandês, estes dois grupos Rothschild tornaram-se um). Marcus também está à frente da corporação de mídia e comunicação B.B.C. a maior rede de comunicação britânica.

Após a união dos grupos bancários e financeiros Inglês e francês dos Rothschild e sua descida de posições de liderança, ele se manteve no controle do enorme N.M. Rothschild & Sons, um banco de investimento da City de Londres. Evelyn também tem controle da imprensa (a revista The Economist, o jornal britânico Daily Telegraph). Ele também criou a Associação de Estudos da História dos Bancos e das Finanças, que tem sede em Frankfurt. Ele é o dono da Corporação Internacional De Beers, uma empresa que é líder do mundo na área da exploração, refinamento/lapidação e distribuição de diamantes. Junto com sua esposa Lynn Forester, ele controla o “FirstMark Communications International LLC” e “Field Fresh Foods” (ramo de alimentos), com a família indiana Mital, que, na verdade, atua como representante dos interesses e capital dos Rothschild (o grande “Grupo Bharti”).

O Grupo Bharti é um dos principais grupos de investimentos da Índia, com operações em mais de 21 países em todo o mundo, com interesses na área de telecomunicações, serviços financeiros, varejo, aliemtnso e processados, além do ramo imobiliário. Os principais agentes de Evelyn no domínio da política são George Soros, Norman Lamont, Peter Mandelson (também um Khazar), Oliver Letwin (Khazar) e Vernon Jordan. Lamont tem influência sobre o Partido Conservador Inglês e o potencial primeiro-ministro Michael Howard (Khazar). Howard era um ministro da Fazenda, quando Margaret Thatcher estava no comando da Inglaterra.

Participou em conferências regionais, em conjunto com Stjepan Mesic (Croácia) e Boris Tadic (Sérvia). Peter Mandelson, atual comissário é o representante da Grã-Bretanha na União Europeia e está próximo do Partido Trabalhista e do seu líder e ex primeiro ministro Tony Blair. Por outro lado, Vernon Jordan (Banco Lazard) é muito influente no Partido Democrata nos E.U.A. (ele foi um assessor de Bill Clinton e liderou a campanha para John Carrey em 2004). A esposa de Evelyn, Lynn financiou parte da campanha presidencial de Bill Clinton nas eleições e é também uma amiga próxima de Hillary Clinton. A esposa de Evelyn também está muito perto de duque de York, o príncipe Edward (filho da rainha Elizabeth), que revela apenas uma parte de uma ligação de longa data entre a dinastia real britânica e à família Rothschild.

Os Rothschilds Franceses

A dinastia francesa dos Rothschild, que foi fundada por James Meyer, é um cão de guarda nos flancos do triunvirato britânico. Os Rothschilds franceses estão representados por David René de Rothschild e Eduard, filhos de Guy de Rothschild (1909-2007). David de Rothschild é o presidente da Rothschild & Cie Banque da França.

Os Rothschilds na Sérvia

Na Sérvia, o novo rei avança em várias linhas de atuação, assim, tenta assumir o controle de bacias de mineração, produção de energia, a indústria de alimentos, os meios de comunicação … O primeiro posto foi, por algum tempo, ocupado por George Soros, que representa uma alavanca fundamental para a expansão dos Rothschilds rumo ao leste europeu e o primeiro emissário de Nathan Rothschild na Sérvia.

George Soros e sua ligação com os Rothschilds

Soros é um judeu húngaro (um Khazar), nascido em Budapeste em 1930, como György Schwartz (seu sobrenome significa NEGRO, em 1936 seus pais mudaram o sobrenome para Sorosz). Foi educado em Londres e em 1950 ele foi para os E.U.A. Um papel importante no seu desenvolvimento foi jogado pelo famoso Khazar Carl Popper, que aprovou os projetos de Soros e foi o seu guru pessoal. Em todo o mundo, esta eminência parda é apresentado como o “Robin Hood da era do computador”, porque aparentemente ele pega o dinheiro dos países ricos e através de suas fundações generosamente lhes oferece aos países da Europa do Leste e para a Rússia.

Desta forma, ele instala a “democracia” e a “sociedade civil“ nos países que sofreram e foram esgotadas durante e pelo comunismo, o mesmo comunismo que foi maquiavelicamente imposto para estes países da Europa do Leste, pelos próprios agentes da família Rothschild no início do século XX. Ele (Soros) construiu sua carreira em cima de especulações financeiras de todo tipo e em todo o mundo, principalmente graças à sua família de fundos de investimento “Quantum Fund”, cujos gerentes, e ao mesmo tempo seus agentes, são financiadores italianos e suíços.

A ligação entre Soros e os Rothschilds é conseguida e percebida através de uma rede de pessoas que se sentam nas comissões confidenciais administrativas dos fundos, trusts, empresas, bancos. Uma dessas pessoas era um certo Richard Katz (também um Khazar), um membro da comissão do “Quantum Fund”. Ao mesmo tempo, Soros foi chefe de “Rothschild Italia SpA” e membro da comissão do banco comercial “N.M. Rothschild & Sons”, em Londres. Outro jogador importante é Nils O. Taube, também membro da Quantum e um parceiro do grupo de investimento “St. James Place Capital”, que agora pertence à Nathaniel Rothschild. A conexão também é realizada através do Banco Société Générale francês e de seu gerente, Michael Cicurel, que é presidente de gestão de Edmund de Rothschild e membro do conselho de Administração de Rothschild & Cie Banque. Outro parceiro freqüente de Soros foi James Goldsmith (um Khazar), relacionado com a dinastia Rothschild.

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