O controle Sionista do mundo

O sionismo é um movimento político e filosófico que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado nacional judaico independente e soberano no território onde historicamente existiu o antigo Reino de Israel (Eretz Israel). O sionismo é também chamado de nacionalismo judaico e historicamente propõe a erradicação da Diáspora Judaica, com o retorno da totalidade dos judeus ao atual Estado de Israel.

O movimento defende a manutenção da identidade judaica, opondo-se à assimilação dos judeus pelas sociedades dos países em que viviam. O sionismo surgiu no final do século XIX na Europa Central e Oriental como um movimento de revitalização nacional e logo foi associado, pela maioria dos seus líderes, à colonização da Palestina. Segundo o pensamento sionista, a Palestina fora ocupada por estranhos. Desde a criação do Estado de Israel, o movimento sionista continua a defender o estado judeu, denunciando as ameaças à sua permanência e à sua segurança. Numa acepção menos comum, o termo pode também se referir ao sionismo cultural, proposto por Ahad Ha’am, e ao apoio político dado ao Estado de Israel por não-judeus, tal como no sionismo cristão. Os críticos do sionismo o consideram como um movimento colonialista ou racista. Os sionistas rebatem essas críticas, identificando o antissionismo com o antissemitismo.

O Sionismo é um movimento político criado pela liderança Ashkenazi, principalmente pela Casa dos Rothschild. A maioria das pessoas não sabe que o povo judeu (judaísmo) e o movimento político chamado Sionismo não são a mesma coisa. O problema é saber diferenciar qual judeu é ou não é Sionista.

Os “Sionistas” tem o controle total da política exterior dos EUA e das suas outras instituições. Israel nunca pode ser criticado nos Estados Unidos, porque os sionistas têm o controle da política exterior do país, como também de suas principais instituições. A Casa Branca, o Congresso, Wall Street e Hollywood são propriedade dos Sionistas.

“Eu posso chamar de qualquer forma a um presidente dos EUA no livro, mas não posso mexer em Israel, que tem só ruas judias na Cisjordânia”, disse Helen Thomas que é uma ex-jornalista da Casa Branca.

Thomas também afirmou que mantém os comentários que fez a respeito de Israel, aos quais foram condenados pela comunidade judia. “Eu mantenho o que disse, disse a verdade, paguei o preço mas valeu a pena dizer a verdade”. Thomas disse que os israelenses deveriam abandonar a Palestina e regressar aos seus lares na Europa e EUA. Em sua entrevista, Thomas afirmou que criticar Israel foi a razão pela qual ela foi forçada a renunciar ao seu cargo no jornal Hearst e foi demitida de seu trabalho em Washington.

Quando o sionismo não está satisfeito com o regime de um país, aplica o golpe de estado. Desde Washington, Londres e Tel Aviv as ordens são recebidas e executadas pelos Cavalos de Tróia locais previamente posicionados.

Os interesses judaicos ganharam prioridade e controle da imprensa, mídia e indústria do cinema por causa da imensa riqueza e poder dessa cabala judaica bancária internacional, liderada pela dinastia Rothschild. Assim, eles alcançaram a dominação e controle sobre diversos setores e esferas do poder no congresso americano.

Israel e seus agentes têm–se infiltrado no sistema político norte-americano em todos os níveis, e ao longo de décadas consolidaram um estrangulamento virtual sobre os poderes legislativo, judiciário e executivo, por meio de uma bem estabelecida de indivíduos, organizações e grupos de pressão. Os chamados neoconservadores que ocupam Washington – a maioria deles judeus e muitos deles dupla cidadania israelense-americanos – têm estruturado a política externa dos Estados Unidos da América em torno dos melhores interesses do Estado de Israel e a ideologia geopolítica do sionismo, assim, fomentaram as guerras no Oriente Médio para cumprir os objetivos regionais estratégicos de Israel, que não só tem custado a vida de inúmeros americanos, como bem de diversas outras destas nações invadidas.

O especialista David Icke, fazendo um belo resumo e explicando o sionismo; como ele diz, “Rothschild Zionism”.

O sionismo no Brasil

As previsões de nosso site sobre o que ia acontecer com a Argentina de Mauricio Macri foi um alerta para o que iria ocorrer no Brasil por tabela. O Brasil está sendo alinhado aos interesses financeiros, econômicos e geopolíticos dos EUA e Israel.

Os Rothschild e Rockefeller querem usurpar o pré-sal brasileiro que vale R$ 20 trilhões. mas estão usando a mídia para desdenhar disso, depredando a Petrobrás e tirando seu real poder, para assim, deixar o caminho livre para suas empresas, como a Chevron, Shell e outras.

Agora veremos a agenda anglo-sionista sendo implantada no Brasil, caso se confirme que Michel Temer ocupe o cargo de presidente do Brasil. As reuniões de Michel Temer com a Conib (Associação de Judeus com ligações Sionistas) revelam o comprometimento dele com o lobby sionista israelense e o que vêm por aí. O possível governo Temer ou outro fantoche neoliberal que assumir, terão todo o apoio da mídia e do poder judiciário brasileiro, que é composto por maioria de maçons e outros membros do judaísmo sionista, as manifestações contra o regime serão reprimidas e seus integrantes acusados de “terrorismo” ou coisa até pior.

Armínio Fraga, o sócio do judeu sionista George Soros e representante dos interesses da banca sionista Rockefeller, era o Cavalo de Tróia que seria nomeado por Aécio Neves. Como Aécio não foi eleito, será nomeado no regime Temer como Ministro da Fazenda. Com a nomeação de Armínio Fraga, usarão a clássica mentira de que “para tirar o Brasil da crise é necessário contrair dívida através de empréstimos com a banca privada“, aumentando assim a dívida pública do país. Em seguida colocarão o FMI ditando as regras de austeridade (cortes sociais) contra o povo brasileiro. É exatamente o que Mauricio Macri está fazendo na Argentina com seu Ministro Prat-Gay, agente da banca JP Morgan dos Rockefeller.

Os judeus vieram para o Brasil basicamente entre os anos de 1926 a 1942, oriundos de duas ramificações diferentes: os Sefarditas, da península ibérica e os Askenazis que fugiam das ditaduras do leste europeu e do nacional-socialismo de Hitler. Os judeus chegaram ao Brasil, por coincidência, em um ambiente favorável à diversidade religiosa (desde que não fosse africana) e, sobretudo, numa época onde se buscava embranquecer o país. Como se enquadravam no padrão estético requerido, sobretudo os Azkenazis (caucasianos convertidos a fé judaica) se adaptaram e formaram uma das mais prósperas “comunidades étnicas” no seio da sociedade brasileira.

No Brasil, a comunidade judaica é responsável por parte significativa do Produto Interno Bruto (PIB) e possui representante nos mais elevados cargos de poder, como o ex-Ministério da Fazenda (Guido Mantega), prefeito de São Paulo (Fernando Hadad), Carlos Minc e Jaques Wagner. Além disso, podemos citar empresários de sucesso no comércio como Samuel Klein (Casas Bahia), José Safra (Banco Safra). Hans Stern (H. Stern). Na mídia, como Senor Abravanel (Sílvio Santos), Mário Kertész (Metrópole), Roberto Civita (Abril) e os falecidos Adolfo Bloch (Grupo Manchete), Roberto Marinho (Globo), além de personalidades como Roberto Justus, Luciano Huck, Luciano Szafir, Pedro Bial (Pedro Bialski), Boris Casoy, Carlos Arthur Nuzman, Clarice Lispector, Dan Stulbach dentre outros que possuem algum nível de ascendência judaica. A suprema corte brasileira conta com 5 judeus atualmente, são os ministros do STF judeus: Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Teori Zavascki, Rosa Weber e Luiz Edson Fachin. Dos 11 ministros do STF, 5 são judeus,  eles tem o poder das instituições brasileiras.

Em todo Brasil 107.331 pessoas se declaram judeus numa população de quase 191 milhões de habitantes segundo o censo demográfico IBGE/2010. Isso representa apenas 0,056% da população brasileira, ou seja: 5 judeus para cada 10 mil habitantes. O que é muito estranho a participação dos judeus em altos cargos do judiciário, executivo e legislativo brasileiro, sendo sua população tão pequena.

O caminho vai se abrindo para os sionistas, com uma Base Norte-Americana na Tríplice Fronteira sendo construída, a famosa arma AK-103 “Kalashnikov” sendo produzida na Venezuela até 2019, a próxima Síria poderá sim ser aqui na América do Sul. A expectativa é que as instalações da Kalashnikov na Venezuela produzam em torno de 25 mil fuzis de assalto ao ano.

Os Estados Unidos querem estabelecer negociações com a Argentina para a implantação de uma base militar em Ushuaia, e na Patagônia, mais próximas da Antártida, além de outra na Tríplice Fronteira, onde está parte do Aquífero Guarani, o maior manancial subterrâneo de água doce do mundo, com um total de 200.000 km². O manancial transfronteiriço abarca territórios no Brasil (840.000 Km²), Paraguai (72.500 Km²), Uruguai (58.500 Km²) e Argentina (225.000 Km²).

Judeus contra o sionismo

O sionismo quer falar por todos os judeus, porque deseja silenciar aqueles que não concordam com suas atitudes. O sionismo reivindica a Palestina como pátria. O sionismo reivindica ser a única defesa possível contra um novo holocausto, porque deseja dominar todo o mundo, inclusive os judeus que são contra o sionismo. Sim, existem judeus que são contra o sionismo.

As ações do estado israelita fizeram os judeus ficarem realmente mais vulneráveis, como foi mostrado pelo aumento dos ataques anti-judaicos. Numa impressionante reviravolta, os membros duma congregação de uma sinagoga fortemente anti-sionista de Stoke Newington afirmaram que os militantes sionistas serão provavelmente responsáveis por um aumento brusco de ameaças e ataques contra eles.

Enquanto os judeus são obrigados a suportar um estado permanente de guerra e a ter um “direito” risível a “retornar” a uma terra que muitos nunca viram. Mas alguns que fazem parte do povo que descende dos que foram assassinados no genocídio nazista e nos incontáveis pogroms – e que têm sido assassinados há algumas décadas para cá por serem judeus e por terem cometido outros “crimes” também – alguns judeus rejeitam o sionismo e tudo que isso acarreta.

O sionismo é o resultado previsível do nacionalismo, do colonialismo e do estatismo, à escala mundial.

Sionismo e Palestina

O Sionismo é um movimento internacional judaico, que resultou na criação do Estado de Israel.

A ONU, em 1947, dividiu a antiga Palestina em um território judeu e um território palestino. Os países árabes vizinhos (Egito, Síria, Jordânia e Iraque) não aceitaram a decisão da ONU e empreenderam uma guerra contra os israelenses, logo após a criação do Estado de Israel, em 1948. Após derrotar os árabes nessa 1ª guerra, Israel aumentou em 50% seu território, ocasionando a diáspora palestina.

Na Guerra de 1967, aumentou a diáspora palestina, quando Israel tomou toda a Península do Sinai, a Faixa de Gaza, a Cisjordânia (incluindo a parte Oriental de Jerusalém) e as Colinas de Golã.

Com um acordo entre Israel e os palestinos, iniciado em 1993, Gaza e algumas cidades da Cisjordânia, como Jericó, Hebron, Ramallah e Belém, começaram a ser transferidas para a Autoridade Palestina, porém o conflito entre Israel e os palestinos continua até hoje, com a retomada da 2ª intifada em 2000, tendo em vista o não cumprimento de uma agenda que previa a devolução de toda a Cisjordânia à Autoridade Palestina, e devido à intransigência dos palestinos, que querem fazer de Jerusalém-Oriental sua futura capital.

Sionismo e a 3ª Guerra mundial

O sionismo sempre trabalhou com a dualidade. Eles criam o lado “aliado” e o lado “rebelde”. Quando a 2ª Guerra Mundial terminou, criou-se um mundo polarizado entre “comunismo” e “capitalismo”, e o que vemos agora é que ambos os lados são “produtos” criados pelo mesmo grupo de poder que controla os governos pelas sombras.

É com à ameaça nuclear da Coreia do Norte que os EUA estão conseguindo posicionar seus porta-aviões cada vez mais próximos do real objetivo, Rússia e China (Coreia do Norte é apenas a cortina de fumaça). O mesmo ocorreu nos ataques de 11 de setembro de 2001, derrubaram o WTC (World Trade Center) para ter o pretexto de atacar o Oriente Médio. Vários países foram atacados e pilhados sob as mesmas mentiras, posse de “armas de destruição em massa”, “armas químicas” e outras mentiras ditas diariamente pela mídia sionista internacional e local.

A guerra é um negócio, a industria bélica está comemorando está ameaça nuclear norte-coreana. A humanidade precisa entender isto o mais rápido possível. Não existe lado amigo e lado inimigo, as guerras são um jogo de “cartas marcadas”, onde milhões de vidas humanas são ceifadas e trilhões de dólares são embolsados pelos banqueiros, indústria e corporações que são regidos pelos Sionistas, donos dos maiores cartéis de bancos do mundo.

A criação da 3ª Guerra Mundial, tem o objetivo de dar um “reset” no sistema capitalista. Uma renovação do sistema de exploração humana onde “uma dúzia” de famílias permanece sob controle do mundo e os sobreviventes do conflito continuam sendo escravos. Os banqueiros já estão com o seu plano traçado, financiando a guerra para reduzir a população mundial, criar um governo único e uma moeda única. Morreram na 2ª Guerra Mundial, direta e indiretamente, cerca de 60 milhões de humanos. Numa época em que não existiam os mísseis nucleares e nem a tecnologia atual. Agora reflita o que poderá acontecer com a humanidade caso todo o arsenal nuclear existente fosse usado numa eventual guerra, seria possível reduzir a cinzas o planeta Terra, milhares de vezes.

Guerra no Iraque feita pelos Sionistas

Bagdá era considerada a ‘Paris’ do mundo Árabe no que diz respeito a cultura, arte, ciência e educação. A destruição da estrutura científica, acadêmica, cultural e legal de um estado independente significa agora um aumento na dependência de empresas multinacionais ocidentais e de suas infra-estruturas técnicas. Isso irá facilitar a penetração e a exploração da economia imperialista.

A força política mais importante foi também a última a ser discutida abertamente. A Zionist Power Configuration (ZPC), que inclui o proeminente papel dos apoiadores do Estado de Israel, nomeados para altos cargos no Pentágono de Bush (Douglas Feith e Paul Wolfowitz), operacionais chave no Gabinete do Vice-Presidente (Irving (Scooter) Libby), no Departamento do Tesouro (Stuart Levey), no Conselho Nacional de Segurança (Elliot Abrams) e diversos consultores, redatores de discursos presidenciais (David Frum), funcionários secundários e conselheiros políticos no Departamento de Estado.

Estes empenhados sionistas, inseridos na administração norte-americana, eram apoiados por milhares de funcionários o tempo inteiro da Israel-First nas 51 principais organizações judaicas americanas, que formam a President of the Major American Jewish Organizations (PMAJO).

Declaravam abertamente que a sua principal prioridade era implementar a agenda de Israel que, neste caso, era uma guerra dos EUA contra o Iraque para derrubar Saddam Hussein, ocupar o país, dividir fisicamente o Iraque, destruir as suas capacidades militares e industriais e impor um regime fantoche favorável a Israel e aos EUA.

“A chave para a Síria e o Iraque vai a ser uma combinação do que suceda dentro do país, trabalhando com a oposição moderada síria, trabalhando com um governo iraquiano que seja inclusivo, e que fixemos uma plataforma de contra terrorismo mais efetiva que faça com que todos os países na região naveguem na mesma direção. Em lugar de tratar de dar um abanão no topo de cada vez que essas organizações terroristas possam aparecer, o que temos que fazer é ser capazes de criar associações efetivas.” Barack Obama

O Iraque, rico em petróleo por um lado e dividido interiormente por outro, é um candidato garantido para os objetivos de Israel. A sua dissolução é muito importante, mais até do que a Síria. O Iraque é mais forte que a Síria. A curto prazo, o poder iraquiano constitui a maior ameaça para Israel. Uma guerra Irã-Iraque dilacerará o Iraque e causará a sua queda interna. Todo o tipo de confrontação inter-árabe ajudará Israel a curto prazo e encurtará o caminho no sentido do objetivo mais importante de dividir o Iraque em seitas, tal como na Síria e no Líbano.

No Iraque, é possível uma divisão em províncias segundo linhas étnicas/religiosas como na Síria durante a época otomana. Portanto três (ou mais) Estados existirão à volta das três principais cidades: Bassorá, Bagda e Mossul, e áreas shiitas no sul se separarão do norte sunita e curdo. É possível que o atual enfrentamento irano-iraquiano aprofunde esta polarização.

Os EUA não se beneficiam com este plano. Os EUA não se beneficiam com um Iraque fragmentado, balcanizado, fraturado. Os gigantes petroleiros já estão extraindo todo o petróleo que desejam. O petróleo iraquiano é, de novo, vendido em dólares e não em euros. O Iraque não constitui uma ameaça para a segurança nacional dos EUA. Os planificadores de guerra estado-unidenses já conseguiram o que queriam. Não há motivos para regressar e causar mais danos, reiniciar a guerra, dilacerar o país, e dividi-lo em pedaços. O único motivo para dissolver o Iraque, é Israel.

Guerra na Siria feita pelos Sionistas

A crise financeira não ocorre numa situação de calma ou vazio político. Os bancos centrais e os organismos financeiros internacionais que causaram o atual colapso, que continua crescendo, não permitirão que a destruição da economia dos EUA, do dólar, e dos mercados mundiais, não seja encoberta por um acontecimento que oculte a sua culpabilidade. Esse acontecimento seria a guerra na Síria.

Necessitam algo forte e grande. Algo tão grande que faça os cidadãos comuns sentirem-se desorientados pelo medo e a confusão. As elites necessitam dum apocalipse fabricado. Aí entra a Síria. O pacto mútuo de defesa mutua entre Síria e Irã, seus fortes vínculos com a Rússia, a existência de uma base naval russa nas suas costas, o moderno armamento russo no seu arsenal, e a proximidade desta nação árabe a vulneráveis rotas marítimas de petróleo, fazem desta nação um catalizador perfeito para uma catástrofe global. A guerra civil na Síria já se estende a países vizinhos como Iraque, Jordânia e Líbano, e se examinarmos os fatos de maneira objetiva, toda a guerra é produto da ação encoberta por parte dos EUA e de seus aliados.

Os EUA treinaram, armaram e financiaram os insurgentes através de agentes da Al-Qaeda. Arabia Saudita está enviando o dinheiro e as armas. Israel auxiliou os rebeldes com bombardeios aéreos dentro das fronteiras da Síria (apesar de isto significar que o governo israelense está ajudando seus inimigos mortais). Esta guerra não poderia realizar-se sem o esforço do Ocidente.

O objetivo é transmitir um forte medo, o medo que se pode utilizar como capital para comprar o que os globalistas chamam de a “nova ordem mundial”. Síria é apenas mais uma peça do dominó num grande encadeamento de calamidades, o que a Rand Corporation por vezes qualifica como ‘peça chave’.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

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