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O lobby sionista no Brasil

Dominar postos de comando, políticos (sobretudo o legislativo) ou formadores de opinião são a prioridade dos Sionistas. Lição aprendida e que rapidamente vem sendo aplicada também por outros grupos tidos como “minoria”, tais como os homossexuais. Os Judeus influenciam a vida cultural e acadêmica, o que tem um profundo impacto em como os Americanos olham para o passado. Em parte alguma encontramos uma mais óbvia e tão bem entrincheirada “Judeocêntrica” visão da história do que na campanha dos média sobre o “Holocausto”, que se concentra no destino dos Judeus na Europa durante a Segunda Guerra Mundial.

Durante décadas, Israel violou as regras estabelecidas e baseadas no direito internacional e desobedeceu a numerosas resoluções das Nações Unidas na sua ocupação e conquista de terras, em matanças extrajudiciais, e nos repetidos atos de agressão militar. A maioria dos países do mundo olha para as políticas de Israel, e especialmente a sua opressão contra os Palestinos, como ultrajantes e criminosas. Este consenso internacional reflete-se, por exemplo, em numerosas resoluções das Nações Unidas que condenam Israel, resoluções essas que foram aprovadas por esmagadora maioria.

A expressão Nova Ordem Mundial é usada freqüentemente para referir a distensão e a reorientação das relações internacionais do pós-Guerra Fria mas, em realidade, esse nome refere o insidioso processo de despersonalização dos povos que eclodiu ao final do século XIX e, mais especificamente, a Grande Onda: esse avassalador movimento em escala gigantesca, de perversão e decadência da nossa Civilização, surgido nos EUA, já na década de 1950, e avançando pelo mundo afora.

Os empresários judeus são os grandes proprietários das maiores empresas de bebidas alcoólicas do mundo. Estima-se que cerca de 90% da população adulta do planeta, ou seja, aproximadamente cinco bilhões e meio de seres humanos, bebam álcool com alguma freqüência, sendo que aproximadamente 50% já apresentam problemas temporários devido a esse vício, e 10 a 15% são alcoólatras crônicos. O alcoolismo social é uma insidiosa forma de dependência, tolerada por quase todos e praticada pela maioria dos jovens e adultos nas sociedades “modernas e liberais”, sendo a mais disseminada e a principal forma de toxicomania da atualidade.

Em relação ao álcool, nenhuma medida efetiva vem sendo tomada. Só que, do ponto de vista da sociedade, o alcoolismo é um problema muito grave. Seu maior dano é a destruição de famílias inteiras. Para citar um só exemplo: nos Estados Unidos, 50% de todas as crianças atendidas nos serviços psiquiátricos vêm de famílias de alcoólatras. E grande parte dos abusos cometidos contra crianças têm raízes nesse vício. Sem sombra de dúvida é uma doença, resultante de um cérebro que perdeu a capacidade de decidir. Os japoneses têm um provérbio que diz: “Primeiro o homem toma uma bebida, e depois a bebida toma o homem.”

Exatamente como o lobby dos judeus, nos EUA na década de 1930, logrou convencer o povo e os políticos americanos que era melhor para a sociedade liberar o comércio e o consumo das bebidas alcoólicas, agora no Brasil temos uns lobistas, como ministros e ex-ministros, e também deputados que publicam livros sobre “a influência do cânhamo para o desenvolvimento da humanidade” e outros agentes de peso, membros do Clube Bilderberg, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, todos muito interessados e ativamente empenhados em convencer a população, e as autoridades, que a liberação das drogas entorpecentes e alucinógenas será a melhor “solução” para o tráfico e o crime organizado.

Pensamento do judeu sionista:

“A nossa raça é superior. Nós somos deuses divinos neste planeta. Nós somos diferentes das raças inferiores porque elas vieram dos insetos. De fato, comparados à nossa raça, outras raças são bestas e animais, gado, no máximo. Outras raças são consideradas excremento humano. Nosso destino é controlar as raças inferiores. Nosso reino terrestre [o planeta terra], será controlado por nosso líder com mão de ferro. As massas irão lamber nossos pés e nos servir como escravos”.

Em 2014 Israel chamou o Brasil de ‘anão diplomático’ por convocar embaixador. Israel lamentou a decisão do Brasil de chamar para consultas seu embaixador em Tel Aviv, uma decisão que, segundo o governo israelense, “não contribui para encorajar a calma e a estabilidade na região” e chamou o país de “anão diplomático” por causa do gesto. Nos 17 dias de ofensiva militar em Gaza, pelo menos 733 palestinos e 35 israelenses morreram. Além disso, 4.600 palestinos ficaram feridos.

“Israel manifesta o seu desapontamento com a decisão do governo do Brasil de retirar seu embaixador para consultas”, diz comunicado da chancelaria israelense. “Esta decisão não reflete o nível das relações entre os países e ignora o direito de Israel de se defender. Tais medidas não contribuem para promover a calma e estabilidade na região. Em vez disso, elas fornecem suporte ao terrorismo, e, naturalmente, afetam a capacidade do Brasil de exercer influência. Israel espera o apoio de seus amigos na luta contra o Hamas, que é reconhecido como uma organização terrorista por muitos países ao redor do mundo”.

O governo brasileiro convocou para consultas o embaixador em Tel Aviv após considerar “inaceitável a escalada de violência” e condenar “energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza”.

O ministro brasileiro respondeu:

“O Brasil, desde o início, condenou tanto o lançamento de foguetes pelo Hamas, e nós fomos abundantemente claros com relação a isso, como condenamos também a reação de Israel. Nós não contestamos o direito de defesa que Israel tem. É um direito que ele tem. Nós contestamos a desproporcionalidade entre uma coisa e outra. Morreram cerca de 700 pessoas na Faixa de Gaza, a grande maioria delas civis e um número também bastante alto de mulheres e crianças. Isso não é aceitável e é contra isso que nós nos manifestamos”.

Parceria Estados Unidos e Israel

Anualmente, o Estado judaico (Israel) recebe 3 bilhões de dólares em assistência direta (20% do orçamento estadunidense para a ajuda externa). Desse total, o país está autorizado a gastar 25% na própria indústria de defesa, privilégio exclusivo entre os receptores de ajuda estadunidense.

A colaboração econômica e militar vem acompanhada, ainda, do apoio no campo diplomático. Desde 1982, os EUA vetaram 32 resoluções do Conselho de Segurança da ONU que eram críticas a Israel, número maior que o total de vetos de todos os outros membros do organismo que possuem tal poder. Além disso, os estadunidenses obstruem todos os esforços dos países árabes para que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) inspecione o arsenal israelense.

Em 2002, após Israel ter invadido novas áreas na Cisjordânia, a Câmara de Representantes dos EUA aprovou uma concessão de 200 milhões de dólares ao Estado judeu, para ser usado no combate ao terrorismo.

A mídia sionista no Brasil

O principal instrumento para o avanço do sionismo no Brasil é a mídia Judaica. Vale lembrar que a verdadeira nação que o Judeu-sionista defende e tem lealdade é Israel “Israel First”, e não o país em que vive. No Brasil, a midia em sua maioria controlada pelos sionistas se utiliza de dois mecanismos de controle da população:

  1. Entretenimento – (novela, futebol) para alienar e idiotizar o máximo possível.
  2. Pseudo-jornalismo – Desinformar a população usando jornalistas que deturpem ou direcione os telespectadores em direção ao que querem que acreditem.

Através disto e do seu poder de manipulação, buscam determinar quem deve ser eleito em eleições, usando o seu pseudo-jornalismo para atacar ou defender candidatos de acordo com os seus interesses e o entretenimento para tentar manter a população idiotizada e alienada. Tanto que em conversas com amigos e conhecidos, poucos sabem debater assuntos como o sionismo, sobre a história e cultura, tanto do Brasil, como da América Latina. As principais instituições de mídia do Brasil fazem parte do sionismo internacional, são diversos jornais, televisão, Jornalistas e personalidades judaico-sionistas que você vê quase todo dia e nem sabe quem realmente são, fique atento e saiba filtrar bem o que você ouve, vê ou lê nestas publicações.

Desta forma, as pessoas de bem, os brasileiros nacionalistas e infelizmente desinformados, são falsamente informados por esses jornais, pela televisão e pela mídia em geral, que são controlados principalmente pelo sionismo judeu internacional e pela Maçonaria. Infelizmente as pessoas não abrem seus olhos, com medo de retaliações por parte dessas organizações que claramente querem aniquilar a mente dos brasileiros com falsas notícias e jogando uns contra os outros afim de tornar os planos do bloco Israel, EUA, e seus parceiros para o controle total do Brasil.

Rede Globo controladora de 90% da audiência da televisão brasileira mantém parceria com o grupo Time-Life (judaico).

A Editora Abril pertence aos Civitas, judeus que controlam um verdadeiro império de imprensa cujos tentáculos se espalham por três continentes. É a Abril que publica a “Veja” e outras revistas que moldam o pensando crítico de muitos brasileiros.

Além disso, algumas igrejas evangélicas com a “pomba branca” seriam financiadas por judeus. A Igreja Universal também estaria, entre essas igrejas. O que explicaria o tanto de “viagens para Israel” anunciadas na TV Record.

Como o sionismo controla o Brasil

No Brasil vivem 120.000 judeus, que é mais ou menos 0,08% da população total.

Esta minoria está representada em todas as partes importantes do governo.

Os negros, quase metade da população brasileira, tinham apenas um representante no governo no mandato de 94-98, Pelé, que também é representante do grupo Warner (judaico).

Gustavo Barroso – Historiador, escritor e líder político na década de 30:

“Entre nós, o anti-judaísmo não pode provir de um sentimento racista, porquê o brasileiro é eminentemente contrário a qualquer racismo; porém, dêsse sentido exatamente anti-racista. O que traz o mundo nos sobresaltos contínuos atuais, minado pelo revolucionarismo e pelo terrorismo, é justamente o racismo judaico. O judeu não se mistura com outros povos, mantem através dos séculos a pureza de sua raça, e, dentro de outras nações, alicerçado nêsse racismo, conserva a sua nacionalidade, feito um ESTADO DENTRO DO ESTADO.”

“Não podemos admitir que estrangeiros inteiramente à parte da vida nacional, estratificados em “colônias israelitas”, influam nos destinos da nacionalidade, perturbando a marcha da política, o ritmo da economia e a própria ordem pública. Dominando a imprensa e as organizações de propaganda, sugestionando e sugerindo, quando não podem dar ordens, intervindo na vida financeira, no comércio e na indústria, não se nacionalizam e não se identificam com os interesses nacionais, cuidando somente dos deles. Assim, a desordem que fomentam em todos os âmbitos só lhes pode ser proveitosa, porque a anarquia dos povos entre os quais acampam é o seu elemento de vida.”

Os agentes da MOSSAD (serviço secreto do estado de Israel) estão no Brasil, principalmente no sul e na região de Foz do Iguaçu, onde vivem muitos árabes e palestinos, Israel tem ocupado lentamente posições chaves no Brasil. Tem o controle das principais indústrias de armas, já é sócio da EMBRAER, infiltra-se no Judiciário, no Legislativo e no próprio Executivo, tudo isso como parte do projeto de ISRAEL/EUA S/A de controle de todo o mundo.

Nos EUA não se elege presidente a quem não se curva à poderosa associação de judeus sionistas que tem espaços em todo o país e acima de tudo, controla o sistema financeiro, além de expressiva participação nos serviços de inteligência e indústria de armas.

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