Os Poderes Secretos do Mundo

Os senhores do mundo não seriam capazes de manter seu poder por um momento sequer, sem suas tropas auxiliares, que eles comandam das suas posições chave. É engraçado que uma característica medonha dos dias atuais, é o fato de que certo setor das igrejas Cristãs seja controlado tanto por essas tropas auxiliares quanto pelas lojas maçônicas. Os parlamentos, os governantes, bem como os meios de diversões públicas, tais como rádio, televisão, teatro, que se dedicam a entorpecer sistematicamente a opinião pública, são organizados para representarem o papel de tropas auxiliares tanto quanto os partidos políticos que se dizem democráticos, mas que são na verdade ferramentas para dividir o povo. Mas por trás dos governos, dos comissários e das marionetes da oposição, ergue-se o Diretor Diabólico, conhecido como o Bezerro de Ouro o “poder do dinheiro”, arrancando o ouro do suor e do sangue dos bilhões de habitantes da Terra.

Os administradores, escolhidos pelos senhores do mundo, em razão de suas aptidões servis, não serão indivíduos preparados para a administração do país. Assim, facilmente se tornarão peões deste jogo nas mãos dos senhores do mundo, serão educados desde a infância para administrar os negócios do mundo inteiro.

Mas como foi que isso aconteceu? Será que o mundo realmente é governado por um poder sombrio maligno?

Durante a Segunda Guerra Mundial, na frente de batalha russa, um oficial da Divisão Azul Espanhola encontrou um arquivo contendo registros de interesse ímpar, perto do corpo de um oficial da polícia bolchevista, chamado Guzmin. Esses registros, feitos em 1939 por Guzmin, continham uma declaração, feita por Rakovsky, na ocasião embaixador soviético em Paris, que foi incriminado na grande conspiração contra o general Tuhachevsky. Nos registros, cuja autenticidade parece não se ter dúvida, sem o véu que obscurece o bolchevismo, continha um dos maiores segredos do mundo já revelado.

Eles foram ditados por uma testemunha verídica, um dos mais íntimos colaboradores de Lenin.(desnecessário dizer: Rakovsky era judeu.) Nos registros, Rakovsky confessa francamente que no fim da Primeira Guerra Mundial a situação do bolchevismo tornou-se bastante crítica, em virtude da amplitude do progresso da contra-revolução russa. No fim de 1917, os bolchevistas tinham sido rechaçados até o território do principado de Moscou. Mas nesse momento, apareceu um poder mais alto, que, segundo Rakovsky, governava o mundo. Esse poder mais alto agiu do Ocidente e conteve o fluxo de suprimentos militares econômicos para a contra-revolução, suprimento esse que até então era considerado firme e confiável.

Numa série de confissões confidenciais, Rakovsky também declara, nos registros, que a grande falência financeira de Wall Street, em 1929, foi obra de um misterioso grupo constituído de algumas pessoas que eram controladas por um poder mais elevado. Esse mesmo poder mundial colocou em ação o famoso New Deal de Roosevelt, mas por outro lado, também apoiou o movimento de Hitler nas suas dificuldades financeiras iniciais, através da ajuda de Schacht, que era maçom.

“Esse poder mundial, maior e mais poderoso do que próprio Komintern” – disse Rakovsky.

As reiteradas perguntas de Guzmin, de quem eram os detentores desse poder mundial, Rakovsky dava apenas várias resposta evasivas, tais como: “Eles”, “aquela gente”, etc. Ao que indica, ele não queria dizer a palavra “judeu’!

Ele disse que não sabia exatamente quem eram essas pessoas. Mas sabia que elas eram muito poderosas e que era só chamar que elas apareciam, no mundo inteiro. Elas não tinham forma visível, mas apareciam principalmente disfarçadas de interesses financeiros internacionais. Algumas vezes, há referências de que elas tinham o “poder do dinheiro”. Mas uma coisa era certa: esse poder mundial sem dúvida interviria, se uma força poderosa surgisse para destruir o comunismo. Trotsky, que era mais intimamente familiarizado com esses círculos, em certa ocasião disse a Rakovsky: “0 homem que conseguiu romper o bloqueio que se fechava ao redor dos soviéticos era Walter Rathenau, um milionário e membro do governo de Weimar”.

Esses registros também insinuam que esse poder mundial misterioso está materializado em algum tipo de organização maçônica. Mas ainda mais interessante saber de Rakovsky que Karl Marx não foi verdadeiro fundador da revolução comunista mundial. O verdadeiro pai dessa revolução foi Adam Weishaupt, fundador da ordem maçônica dos Iluminados (Illuminati). Esse Waishaupt, que veio da Alemanha, foi aluno de Moses Mendelsohn, filósofo judeu.

Kuhn, Loeb Cia., segundo estatística de 1935, controlava uma fortuna de quatro bilhões de dólares, hoje, sem dúvida, controla muito mais.A política mundial desse poder secreto é muito interessante. O ódio judaico contra a Rússia Czarista era tão grande, que esse mesmo banco, Kuhn, Loeb Cia., fez um empréstimo de 130 milhões de dólares aos japoneses, para financiar uma guerra russo japonesa.

Anos mais tarde, quando parecia que os bolchevistas iam ser derrotados, no fim da Primeira Guerra Mundial, ele salvou também o bolchevismo. Sabia muito bem que a vitória da contra-revolução levaria a vingança do povo russo, torturado, enganado, e terminaria com a destruição dos judeus russos.

No entanto, o capítulo mais horrível dessa política diabólica foi quando, não apenas segundo Rakovsky, mas também segundo outras fontes alemãs fidedignas, esse mesmo poder mundial deu enormes quantias de dinheiro para Hitler e para o seu Socialismo Nacional Alemão, a fim de ajudar a Hitler e ao seu movimento, para vencer as dificuldades iniciais. Eles sabiam que se Hitler conseguisse se apossar do poder na Alemanha, está poderia ser forçada a entrar numa nova guerra. O verdadeiro objetivo foi não de apenas destruir o Socialismo Nacional Alemão, mas algo muito maior: a execução da final gloriosa aspiração, isto é, a destruição biológica e a escravização de todos os países não judeus.

Certas passagens das declarações de Rakovsky foram impressionantes. Ele deve ter tido muito conhecimento da natureza desse poder secreto mundial, para ter profetizado, de uma cela de prisão, já no distante ano de 1938:

“Hitler se aliará a Stalin, afim de poder derrotar a Polônia, e Stalin se aliará a Hitler. Embora ambos devem atacar um país católico importante para o Ocidente, no entanto o Ocidente só acusará um deles de agressor, essa será a Alemanha de Hitler”.

Os registros do Grão Oriente referentes a reunião do Grande Conselho em 29 de maio de 1939, caíram nas mãos do serviço de contra-espionagem antes do estouro da última guerra. Disso, torna-se evidente que Groussier, Grão-mestre, naquela época teve importantes confabulações com o embaixador de Roosevelt em Paris, Sr. Bullit, que foi informado do ponto de vista do Grão Oriente, segundo qual todas as providências possíveis tinham de ser tomadas afim de impedir que qualquer acordo sobre a questão polonesa pudesse ser feito entre Hitler e os poloneses, ou entre Hitler e as potências europeias. Já em março de 1939, Chamberlain foi avisado de que, se ele continuasse com sua política de conciliação, os Estados Unidos retirariam todo apoio moral e financeiro da Grã-Bretanha.

Os registros do Congresso Judaico, que foi efetuado em Paris muito antes da Segunda Guerra Mundial, foram publicados na Gazeta Católica de fevereiro de 1936. Nesse congresso, segundo consta, o poder mundial secreto mostrou toda a extensão da sua arrogância. Os que discursaram referiram-se orgulhosamente ao fato de que os líderes mais importantes de todos os países eram maçons e que assim estavam mobilizados para a promoção e pelas aspirações de Israel.

“Nós somos os senhores da guerra e da paz!” diz confiante no desafio dos senhores do mundo. “A França caiu nas nossas mãos; Grã-Bretanha depende do nosso dinheiro e é nossa escrava. Muitos outros Estados nações, inclusive os E.U.A., curvam-se ante o nosso poder e ante a nossa organização”.

Fato de que esse poder mundial não somente existe, mas é fortemente enfatizado, primeiro, pelas declarações de Rakovsky; segundo, pelo ex-rei Afonso XIII; terceiro, nos relatórios secretos encontrados pelos alemães depois da ocupação de Paris; em quarto pelo diário de Forrestal, por último, pelos documentos particulares de um diplomata polonês.

Conde Jean Szembek, uma das mais destacadas autoridades do Ministério do Exterior polonês, publicou em seu diário na França, sob o título Journal 1933-1939. Nesse diário, ele registra suas conversações com o rei da Espanha, Afonso XIII, em 19 de fevereiro de 1939. “O rei espanhol formou uma opinião muito pessimista da situação mundial” diz o diário. “O judaísmo mundial e a maçonaria representam um papel muito importante na tentativa de desencadear a guerra”.

Em julho de 1939, Jerzy Potoczky, o embaixador polonês nos E.U.A., voltou de Washington para Varsóvia para fazer um relatório ao seu governo. Nesse relatório ele diz: “Há todo tipo de gente no Ocidente nos impelindo a guerra: os judeus, os grandes capitalistas e as fábricas de armamentos. Eles acham que estão entrando numa era de prosperidade. Eles nos manipulam como fazem com os negros, cujo único dever é trabalhar e suar, afim de que eles obtenham os lucros”.

Os judeus e maçons encontraram aliados em círculos inesperados. Em 19 de março de 1939, o conde Szembek visitou o conde Ledochowsky, diretor geral da Ordem dos Jesuítas, e registrou o seguinte: “Por acaso eu estava presente durante a reunião do conde Ledochowsky com o cardeal Marmaggi, sobre a chegada de uma delegação da Falange Espanhola. Na conversação que mantiveram, ambos condenaram severamente o Fascismo e o Hitlerismo e chegaram a conclusão de que a Falange era um movimento semelhante aos dois anteriores citados. Ledochowsky referiu-se a todos esses sistemas como uma “obra do diabo”. Em 21 de abril de 1939, o monsenhor Montini, legado papal na Polônia naquela época, disse ao conde Szembek que, segundo o ponto de vista oficial do Vaticano, se a Polônia decidisse ir para a guerra, seria uma guerra justa e justificada.

Nas suas memórias, Szembek registra, também, que em 11 de agosto de 1939, o embaixador polonês no Vaticano lhe disse que “uma atitude inflexível deveria ser mantida para com a Alemanha, e que essa política era abertamente encorajada pelo Vaticano!” assim, encontramos até com o próprio Vaticano engajado entre os satélites dos senhores do mundo, sem, ao que parece, parar para pensar no perigo inerente que era o bolchevismo.

Como o mundo financeiro é controlado

Já falamos das posições-chave que estão nas mãos dos senhores do mundo. Mas o progresso político foi apenas uma conseqüência um tanto modesta daquele poder econômico mundial que o judaísmo mundial adquiriu no começo do século, afim de dominar os países.

O aparecimento desse misterioso poder mundial foi referido pelos marxistas, pelos leninistas, por outros socialistas sonhadores, como “imperialistas do dólar”. Muito embora, sabe-se que as bandeiras dos “imperialistas do dólar” tenham sido carregadas pelos americanos que morreram para defendê-las, assim mesmo por trás dessas bandeiras de uma nação nova e poderosa, mas politicamente ignorante, estavam os senhores do mundo, que, na verdade, estão marchando para conseguirem dominar todos os povos livres e independentes do mundo.

Daremos alguns exemplos para ilustrar isto. Speyer Co., grande casa bancária judaica, em 1903 deu ao México seu primeiro empréstimo. Com essa transação eles conseguiram uma concessão para explorar petróleo no México. Rockefeller, Morgan, Jacob Schiff os outros grandes financistas judeus seguiram o mesmo exemplo, assim quase todas as jazidas de petróleo do México estão agora nas mãos dos judeus. Bernard Mannes Baruch, National City Bank, sob gerência judaica, Guggenheim, magnata judeu do cobre, tornaram-se os verdadeiros senhores do México.

Em 1906, os mesmos senhores do mundo obtiveram monopólios sobre a renda nacional da Nicarágua da alfândega sobre o imposto de consumo, também sobre suas linhas ferroviárias e marítimas.

A casa bancária de Kuhn, Loeb Cia. foi uma das fundadoras, bem como a principal fundadora da Panamá Canal Co. O famoso “canal do Panamá”.

A maior parte da indústria de Cuba controlada pelos Guggenheims. Bolívia foi transformada numa colônia de “imperialismo do dólar” por Speyer Guggenheim, que exploravam as minas de zinco.

Desde 1935, trinta e cinco por cento do nitrato de potássio e noventa por cento da indústria do cobre do Chile estão nas mãos dos monopólios de Guggenheim e de Morgan.

No Peru, as minas de cobre estão nas mãos dos Seligmans dos Goldschmidts. Lord Melchett, sob seu nome original de Mond, controla também a indústria de níquel do Canadá. De um total de trinta bilhões de dólares, que representam o ativo nacional do Canadá, cerca de três bilhões estão nas mãos dos judeus.

O comércio exterior com a China foi organizado pelos Morgans também pelo National City Bank, e, naturalmente, por Kuhn, Loeb. Mais tarde, o International Banking Corporation, chefiado por Edward Harriman, rei das ferrovias, Isaac Guggenheimer, iniciaram a “exploração” econômica da China. Schiff, Morgan, Kuhn, Loeb Harriman fizeram fortunas com a construção de ferrovias naquele país.

Segundo Rakovsky, forças semelhantes salvaram o bolchevismo, e, com uma finalidade última de destruir a Alemanha, apoiando o movimento de Hitler, nos seus primórdios. Eles estavam também por trás do pacto com Stalin da guerra aérea total, da expulsão de dezoito milhões de alemães de sua terra natal, e por trás da escravização da Europa, da supressão dos países asiáticos que lutavam pela sua independência.

O poder mundial identifica-se com os julgamentos de Nuremberg, com a sórdida barganha de Yalta, enquanto que a morte do democrata Forrestal, bem como do comunista Zhdanov foi devida ao fato de que esses homens queriam provocar um acerto de contas entre o mundo  bolchevista e o capitalista. Ele exterminou muitos dos líderes dos povos europeus cristãos, sob pretexto de serem “criminosos de guerra”, disso surgiu a recente teoria da coexistência para salvar a União Soviética. Rakovsky nos informa que esse poder “mais alto” revelou sua verdadeira identidade durante o julgamento dos espiões atômicos, que ficaram conhecidos como Julius e Ethel Rosenberg.

Por que Julius Rosenberg se recusou a revelar ao tribunal os nomes daqueles que lhe davam ordens, embora se ele tivesse dito teria salvado a sua própria vida e a de sua esposa?

A resposta é simples! Esse judeu sem importância nenhuma era na verdade, juntamente com os seus cúmplices, um agente desse poder “mais alto”. Não foi por sua iniciativa que ele entregou os segredos atômicos a Lazar Kaganovitch e aos amigos deste. Certas pessoas lhe ordenaram que assim fizesse. Determinadas pessoas conseguiram convencê-lo de que se tratava de um dever sagrado, patriótico e religioso para ele, e que seria leal entregar ao Kremlin o segredo da bomba atômica, em assim fazendo, ele poderia evitar uma terceira guerra mundial, que levaria ao extermínio do povo judeu. É certo que, no entanto, esses judeus, Rosenberg e sua esposa Ethel, morreram como mártires, levando com eles para o túmulo um dos maiores segredos do século vinte. Os judeus que acompanharam o caixão dos dois até o cemitério, numa cerimônia fúnebre agitada por incidentes dramáticos de fanatismo, sabiam muito bem que esse casal sacrificara sua vida pela sobrevivência do mundo judaico, assim, os nomes dos verdadeiros culpados jamais foram revelados.

No seu número de 15 de junho de 1955, Voz da Paz, um jornal francês, publicou um interessante artigo de autoria de um escritor esquerdista, que lançou, embora certamente sem nenhuma intenção, uma luz muito intensa sobre a natureza básica das “democracias” governadas a partir de posições-chave.

“O próprio Parlamento francês” escreve ele “é um tipo de sociedade fechada, na qual os representantes dos grandes grupos bancários se reúnem. Esses grupos são: União dos Bancos Americanos, que é representada na política francesa por René Pleven, que iniciou sua carreira como secretário de Jean Monnet; União Européia, à qual pertencem as casas bancárias dos Rothschilds. Esse grupo representado politicamente por René Mayer, um ex-diretor das empresas Rothschild”.

Nesse curto artigo é apresentado um quadro espantoso, mostrando que a França de São Luís é uma ditadura de vários grupos financeiros judeus ajudados por parlamentares democráticos corruptos, que ao mesmo tempo servem como uma das principais bases da conspiração internacional que está estrangulando o mundo.

Talvez as revelações do artigo de Francis Quisney sobre esse poder mundial secreto sejam as mais notáveis depois da Segunda Guerra Mundial. Elas foram publicadas no jornal Der Weg, editado na Argentina, tratavam da política mundial dos Rockefellers. Para resumir, o atual chefe da casa bancária “cristã” dos Rockefellers, Nelson Adrich Rockefeller, tem estado trabalhando há muito tempo em íntima ligação com a casa bancária judia de Kuhn, Loeb Co., de Nova Iorque.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Roosevelt nomeou Nelson Aldrich Rockefeller para o cargo de Coordenador da Defesa do Hemisfério, tendo como finalidade “controlar” os países e mercados sul-americanos.

Daria para escrever um livro, se contássemos com minúcias o papel representado pelo chefe da casa bancária Rockefeller na bolchevização do mundo, quando sob a influência de Kuhn, Loeb Cia., que financiou a Revolução Bolchevista e a bomba atômica.

No Wall Street Journal de 13 de maio de 1948, Ray Cromley, um jornalista americano, confirmou que não apenas em Yalta mas muito antes daquela conferência, fora feito um acordo secreto entre Nelson A. Rochefeller de um lado, Gromyko, representante judeu do Kremlin do outro, para dividir o planeta em dois hemisférios. A linha de demarcação que divide o globo terrestre passa pelas fronteiras orientais da Finlândia, segue pela costa da Suécia, passa através da Alemanha dividida indo até as fronteiras orientais da Áustria, de onde segue os limites norte da Turquia e termina no Golfo Persa. Esse acordo secreto entre os conspiradores ocidentais e orientais levou em conta o fato de que os ricos campos petrolíferos da Arábia Saudita precisam ficar sob controle dos Rockefellers e dos magnatas judeus do petróleo que há por trás deles.

Outra parte alarmante dessas revelações, devidamente apoiada por provas, de que petróleo entregue pelas refinarias da Arábia Saudita de Rockefeller Kuhn, Loeb Cia., para a máquina de guerra comunista, possibilitou aos comunistas coreanos efetuarem seu ataque contra a Coréia do Sul.

Em várias ocasiões, o bolchevismo foi salvo da destruição por uma conspiração secreta ocidental. Sendo o mesmo poder secreto que desde o início o salvou, exercendo pressão através dos sindicatos britânicos e dos banqueiros americanos, para acabar com a guerra de intervenção anti-bolchevista; mais tarde, esse poder ajudou Stalin na industrialização da União Soviética.

Eles salvaram a União Soviética novamente, quando, na época do pacto Ribbentrop-Stalin, Hitler foi escolhido como o inimigo comum. Salvou os soviéticos novamente, quando La Guardiã entregou um cheque de onze e meio bilhões de dólares para Litvinov, ainda outra vez quando a segunda frente de batalha foi estabelecida prematuramente pela invasão da Europa, sem esperar que os exércitos das ditaduras russas e alemãs se matassem mutuamente num vasto derramamento de sangue’.

Isso foi feito, embora Truman, que podemos considerar como único presidente “anti-semita” dos E.U.A. desde Jefferson, dissera, na ocasião do estouro da guerra germano-soviética, em 1941:

“Deixemos que eles se matem mutuamente. Mais tarde, teremos de apoiar a parte mais fraca”.

Truman ainda era apenas o vice-presidente e Roosevelt já estava no fim da vida, quando a sugestão de resolver a questão soviética de uma vez por todas, já estava sendo seriamente considerada pelo mundo ocidental. Truman chegou a pensar em destruir o bolchevismo e Hitler ao mesmo tempo, numa investida oportuna. Essa era a última oportunidade para as democracias para o mundo livre garantirem sua verdadeira vitória.

Tiveram início as consultas em conjunto com os líderes militares do exército alemão vencido. Foi proposto que depois de uma capitulação formal, os alemães juntariam suas forças aos aliados ocidentais todos cairiam sobre os exércitos soviéticos cansados. Todos que viviam na Europa durante aquela época febril sentiram que mundo estava no limiar de um novo conflito que decidiria o destino da humanidade.

Tudo indicava que embora o Nazismo pudesse estar destruído, no entanto, Wehrmacht estava vitoriosa e marcharia novamente numa aliança com as forças americanas e britânicas, mais vitoriosas ainda.

Em março de 1945, os operadores das estações de rádio alemãs e húngaras disseram que os Estados Maiores sabiam que União Soviética estava prestes a entrar em colapso. Nos territórios da Hungria da Alemanha Ocidental as mensagens cifradas que eram mandadas para Moscou pelos vários comandos soviéticos eram interceptadas e decodificadas. Todas elas consistiam de apelos desesperados oriundos dos generais soviéticos “vitoriosos” pedindo ajuda: armas, munição e muitos reforços.

Mas nessa época, quando as democracias tinham tudo para exterminar o bolchevismo com a ajuda do Socialismo Nacional Alemão, o misterioso poder mencionado nos registros de Rakovsky fez uma nova intervenção por intermédio da pessoa de um títere muito típico general Dwight Eisenhower, que, mais tarde, se tornou presidente dos Estados Unidos.

As notícias de negociações entre a Wehrmacht alemã e os britânicos não eram simples boatos. Rossovsky, marechal de campo “vermelho” recente comandante chefe dos exércitos comunistas poloneses, revelou alguns pormenores notáveis sobre esse assunto. Ele disse que o marechal Zhukov tinha provas do fato de que em abril de 1945 os britânicos pretendiam concluir um acordo com a Wehrmacht alemã para uma arremetida contra os exércitos soviéticos, que tinham penetrado muito na Europa Ocidental. Enquanto isso, o Alto Comando soviético interceptou e decifrou as telecomunicações entre os quartéis-generais britânicos e alemães. A única condição era de que o exército alemão capitularia em 22 de abril de 1945. Em seguida, aconteceria logo um ataque imediato, para forçar os exércitos soviéticos recuarem, pelo menos até o rio Oder.

Acredita-se que um coronel do exército britânico tenha revelado esse plano a Eisenhower, que por sua vez disse prontamente aos britânicos que se estes ajudassem os alemães contra os bolchevistas, ele interromperia todo fornecimento de material vital a Grã-Bretanha, que teria de arranjar-se com os seus próprios recursos. Atualmente, o marechal Zhukov refere-se ao momento que foi talvez a última oportunidade de liberdade para a humanidade, dizendo: “A intervenção do meu bom amigo Eisenhower frustrou esse plano traiçoeiro” (Das Neue Zeitalter, de 28 de setembro de 1957).

E assim, o general de Roosevelt, influente mestre da Maçonaria americana, de quem o general MacArthur disse: “Eisenhower não era oficial do meu Estado-Maior; era meu escriturário” e destruiu a última esperança da humanidade. A União Soviética não foi apenas salva, mas tornou-se uma das mais fortes potências do mundo. Depois disso, era muito natural que o favorito de Baruch de Morgenthau executor do plano Morgenthau, se tornasse presidente dos Estados Unidos, enquanto os poderes por trás dos bastidores impediam a nomeação de
Taft de MacArthur para as eleições presidenciais. Assim que Eisenhower foi eleito para ocargo de presidente, as investigações da Comissão McCarthy foram suspensas.

Os senhores do mundo voltaram para a Casa Branca, em vista dos acontecimentos que se seguiram até uma criança pode compreender a atitude de indiferença para com a histórica rebelião húngara de 23 de outubro de 1956, bem como da omissão, não lhe dando nenhuma ajuda efetiva.

Graças a Eisenhower, a metade oriental do poder mundial judaico foi salva novamente. Através da irresponsabilidade desse soldado títere de carreira, os segredos dos foguetes também caíram nas mãos dos soviéticos. Ao saberem da aproximação  dos bolchevistas, os cientistas alemães evacuaram Penemünde, em 1945. Os tipos de foguetes V-l V-2 tinham sido feitos ali, V-9, equivalente ao sputnik soviético de 1958, também já estava pronta. Os cientistas alemães levaram com eles cinqüenta e quatro vagões de desenhos técnicos de material científico que eles pretendiam entregar aos americanos. C.I.C. americana, que nessa época consistia quase que exclusivamente de senhores do mundo, ordenou aos cientistas alemães que deixassem os cinqüenta quatro vagões de material científico nas mãos dos soviéticos.

Os próprios cientistas teriam acesso ao território ocupado pelas forças americanas, mas levando apenas 50 quilos de bagagem pessoal por pessoa. Poder-se-á perguntar se essas coisas eram do conhecimento de Eisenhower títere de Morgenthau. Isso pode ficar aberto para discussão. Mas permanece o fato de que os segredos dos foguetes, como os segredos da bomba atômica, caíram nas mãos dos soviéticos.

Portanto, podemos fazer a pergunta: “Existe uma conspiração supranacional encobrindo todas as nações do mundo?” Nós só podemos dar uma resposta taxativa: “Existe, sim!” Essa conspiração assumiu forma e já interferiu em várias crises que afetavam a humanidade. Ela atuou na Revolução Francesa, nos movimentos socialistas-comunistas do século dezenove nos tratados de paz depois da Primeira Guerra Mundial. Suas características tornaram-se visíveis por um momento em 1917, quando a Rússia Czarista foi destruída, segundo os registros de Rakovsky citados acima, foi em virtude dessa conspiração que o bolchevismo foi salvo na época em que a contra-revolução russa estava prestes a ter êxito. Esse poder misterioso provocou o início da Segunda Guerra Mundial, destruiu a Europa cristã e exterminou a elite intelectual européia.

Esse misterioso poder de conspirações entregou o segredo da bomba atômica aos soviéticos, e traiu os Estados Unidos.

Como o mundo civilizado é controlado

Então, quem são os membros desse grupo conspirador? Não há dúvida nenhuma de que em primeiro lugar são os líderes do mundo judaico, fanáticos obcecados pelo “nazismo” conquistador do mundo do Velho Testamento, dirigido pelos banqueiros dos grandes grupos financeiros, transnacionais, multinacionais e também pelos comissários chefes do bolchevismo, isto é, os senhores do Kremlin, KGB, FSB a agência russa de serviços de informação que sucedeu a KGB. Talvez nem todos eles possam ser incluídos, mas existem muitos entre eles lutando como Kaganovich lutou pelo estabelecimento do reino mundial judaico.

Talvez mais perigosos do que esses líderes conspiradores sejam as tropas “auxiliares” que eles conseguiram arregimentar para sua causa, a quase meio século passado. Segundo as mais recentes estatísticas, existem mais de seis milhões de maçons no mundo, quatro milhões deles só nos Estados Unidos. maioria desses maçons talvez não seja comunista, mas assim mesmo eles estão promovendo os objetivos dos comunistas, mesmo sem terem essa intenção. Além disso, motivados por interesses materiais ou pela convicção, eles estão conscientemente servindo às aspirações judaicas, sendo que o objetivo final seja o comunismo, através do comunismo, servem ao estabelecimento da ditadura totalitária judaica e a completa abolição da liberdade humana.

Para compreendermos as colossais dimensões e conseqüências dessa conspiração, temos de nos conscientizar de que humanidade vive hoje no que poderíamos chamar de a “era do limiar”, talvez já tenha passado da idade do ferro para a era atômica. Não preciso ter muita imaginação para ver que o mundo está superpovoado e que o futuro de todo globo terrestre, manutenção da população global depende de se aumentar em enormes proporções a produção através do uso eficientíssimo da energia atômica.

Essa energia, que poderia ser uma fonte de mal, ou, por outro lado, uma grande bênção, controlada por um grupo fechado dos profetas do “nazismo” supranacional. A maior parte da humanidade já está impotente contra esse grupo, que significa que as experiências das explosões atômicas têm servido apenas para promover os seus próprios interesses, isto é, interesse do lucro, independente do fato de que isso até já afetou os genes dos nossos filhos que estão para nascer, pela radiação atômica. que acontecerá, se esse grupo assumir o controle exclusivo dessa energia fatal, sob o título de “a energia atômica para fins pacíficos”? Não é nem um conceito utópico e nem um pesadelo, mas, pelo contrário, é altamente provável que essa energia possa vir a ser um meio para o estabelecimento da ditadura mundial. Só os continentes que se submeterem de forma incondicional receberão combustíveis para produzir a energia elétrica. Os que não estão dispostos a servirem esse grupo judaico a manterem sua posição perto do ápice da pirâmide social que goza do lado ensolarado da vida, mas que ousarem resistir a exploração geral, perecerão de forma miserável. Pois esse “nazismo” do Velho Testamento não conhece misericórdia nem humanitarismo.

Se o poder desse grupo não for erradicado sem demora, se ele continuar gozando de monopólios econômicos, políticos, intelectuais, então em dez ou em vinte anos virá o terror totalitário mundial, com ele a destruição da liberdade da humanidade, juntamente com o livre espírito da humanidade e de todos os ideais humanos, inclusive o conceito da nossa própria terra natal e de nosso orgulho nacional. No fim, restarão, de um lado, as massas de escravos, em número de quatro bilhões de pessoas escravizadas, sem laços raciais, nacionais e nem religiosos, do outro, quinze milhões de privilegiados, de eleitos, que cumpriram a profecia do Torah e se tornaram, realmente, os senhores de todas as nações.

No caso brasileiro, contamos com três poderes. Os cargos do legislativo e do executivo são, via de regra, eletivos, sendo apenas os do judiciário conquistados mediante concursos públicos, onde se analisa os conhecimentos e a competência dos pretendentes. Desta forma, estando os cargos eletivos sujeitos ao sufrágio universal, logo se vê que os cargos estão sujeitos às paixões do povo, em sua maioria sem qualquer noção das necessidades reais de uma sociedade ou Estado. Entregam na mão de leigos e oportunistas o direito de criar as leis que vão regular um país, sem que eles sequer tenham conhecimentos na área; atribuem a um único elemento, geralmente eleito previamente pela mídia, o poder de aceitar ou não referidas leis, de atribuir-lhes executoriedade conforme seus próprios desígnios, senão pelos desígnios de seus mandantes.

Quanto ao judiciário, único órgão composto de pessoas com conhecimento da estrutura de um Estado, estão relegados apenas a fazer valer a lei, estando está correta ou não, limitados às suas atribuições. Não existe harmonia de poderes no sistema brasileiro, senão uma hierarquia, estando o judiciário em escala inferior, seguido pelo legislativo e pelo executivo, no topo. E, ainda que não se assuma, temos nosso poder moderador: a mídia e os lobbies econômicos, na mão dos senhores do mundo. A Constituição Federal do Brasil assegura direitos como a liberdade, a dignidade, a saúde, o estudo, o trabalho, etc. Mas isto não significa nada no reino dos fatos, são apenas palavras bonitas.

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