Pirâmides de Gizé no Egito – Cinturão de Orion

Necrópole de Gizé, também chamada de Pirâmides de Gizé, Guizé ou Guiza, é um sítio arqueológico localizado no planalto de Gizé, nos arredores do Cairo, Egito. Este complexo de monumentos antigos inclui os três complexos de pirâmides conhecidas como as Grandes Pirâmides, a escultura maciça conhecida como a Grande Esfinge, vários cemitérios, uma vila operária e um complexo industrial.

A necrópole está localizada a cerca de 9 km do interior do deserto para a cidade velha de Gizé, no Nilo, e cerca de 25 km a sudoeste do centro da cidade do Cairo, no local da antiga cidade egípcia de Mênfis. As pirâmides, que sempre tiveram grande importância como emblemas do antigo Egito no imaginário ocidental, foram popularizadas nos tempos helenísticos, quando a Grande Pirâmide foi listada por Antípatro de Sídon como uma das Sete Maravilhas do Mundo.

orion's belt

A Grande Pirâmide pode ser a mais velha estrutura na face do planeta, é a mais corretamente orientada, com seus lados alinhados quase exatamente para o norte, sul, leste e oeste. É um mistério como os antigos egípcios conseguiram tamanha precisão sem utilizar uma bússola – assim com é incrível que até agora ninguém tenha aparecido com uma explicação para o enigma.

o que parece, todas as construções na planície de Gizé estão espetacularmente alinhadas. No solstício de verão, quando visto da Esfinge, o Sol se põe exatamente no centro da Grande Pirâmide e de sua vizinha, a pirâmide de Quéfren. No dia do solstício de inverno, visto da entrada da Grande Pirâmide, o Sol nasce exatamente do lado esquerdo da base da cabeça da Esfinge e passa toda a cabeça até se pôr ao lado direito de sua base. A geometria das três pirâmides tem sido uma fonte de confusão por muitos anos, por causa da maneira aparentemente imperfeita com que foram alinhadas. É curioso, porque foram os egípcios os inventores da geometria.

Por outro lado, a pirâmide está colocada num lugar muito especial na face da Terra – ela está no centro exato da superfície terrestre do planeta, dividindo a massa de terra em quadrantes aproximadamente iguais. O meridiano terrestre a 31º a leste de Greenwich e o paralelo a 30º ao norte do equador são as linhas que passam pela maior parte da superfície terrestre do globo. No lugar onde essas linhas se cruzam está a Grande Pirâmide, seus eixos norte-sul e leste-oeste alinhados com essas coordenadas. Em outras palavras, a Grande Pirâmide está no centro da superfície terrestre. Ela é, por assim dizer, o umbigo do mundo ou de fato o grau zero.

Gizé está a oeste do Nilo, da mesma forma que Órion está a “oeste” da Via-láctea, e na mesma proporção em que Gizé está para o Nilo. Devido à sua proximidade no espaço e à sua grande distância da Terra, há 5 mil anos as estrelas apareciam exatamente do mesmo modo como são vistas hoje. Claro, elas mudaram em declinação antes estavam abaixo do equador celeste, a cerca de 10 graus de declinação.

Astrologia

A astronomia é fundamental na Teoria da Correlação é o ciclo de 26 mil anos, o eixo do nosso planeta oscila levemente e isso leva a uma mudança aparente na posição das estrelas. Esse fenômeno é conhecido pelo nome de precessão. Enquanto a Terra oscila, a Estrela Polar que marca o Pólo norte celeste vai mudando. Atualmente, a estrela Polaris marca esse ponto, mas, na época das pirâmides, no lugar dela estava Thuban, da constelação Draconis. Dentro de dez anos, a estrela Vega, da constelação de Lira, irá ser o pólo norte celeste.

Outra mudança na posição das estrelas é provocada pela expansão do universo. As estrelas não estão paradas no espaço, elas têm o que se chama de movimento próprio. Algumas estão se movendo em direção à Terra, enquanto outras estão se afastando. Grupos de estrelas relacionadas, como as Três Marias, em Órion, tendem a se mover juntas pelo espaço.

A mudança da posição de uma estrela está em função, entre outras coisas, de sua distância do local de observação. Estrelas que estão muito longe parecem se mover bem devagar. Este é o caso das Três Marias, distantes aproximadamente 1,4 mil anos-luz Terra. Assim, através dos séculos, elas mudaram sua declinação, e hoje nascem e se põem em tempos diferentes. Mas elas retêm sua forma característica por causa da distância.

É muito importante entender que o céu era diferente no tempo das pirâmides. A forma geral das Três Marias tem permanecido igual, embora muitas outras partes do céu tenham mudado drasticamente. Graças aos sofisticados programas de computador, é possível projetar o céu de volta no tempo, o que permiti verificar e construir essa teoria. As relações que tal descoberta implica são fascinantes. Os egípcios eram dualistas, tudo em que pensavam e em que acreditavam tinha sua contraparte: causa e efeito, direita e esquerda, leste e oeste, morte e renascimento e nada era visto isoladamente. Eles construíram em Gizé uma réplica exata do cinturão de Órion.

Os lados de todas as três pirâmides de Gizé foram astronomicamente orientados para ficarem norte-sul e leste-oeste dentro de uma pequena fração de um grau. Entre as recentes tentativas para explicar tal padrão claramente deliberado estão as de S. Haack, O. Neugebauer, Spence K., D. Rawlins, Pickering K. e J. Belmonte. Uma das teorias diz que o arranjo das pirâmides é uma representação da constelação de Orion. A Teoria da correlação de Orion ainda é discutida entre os egiptólogos.

Sempre falando da grande pirâmide, ela esta perfeitamente alinhada com os quatro pontos cardeais. As três pirâmides de Gizeh são uma representação da constelação de Orion, esta é uma característica compartilhada por vários complexos de pirâmides ao redor do mundo! Todos tem a mesma quantidade de pirâmides dispostas imitando as três estrelas principais de Orion. A estrela mais alta da constelação esta ligeiramente desviada do eixo que formam as duas estrelas anteriores na sequencia. Em Gizeh a última pirâmide olhada de sul à norte está desviada exatamente nos mesmos graus que a estrela mencionada.

O alinhamento com Orion, tem uma margem de erro de 0,001% se compararmos com a posição destas estrelas em 10.500 AC! Ai está um elemento que pode confirmar o que alguns afirmam de que a pirâmide foi construída la pelo 9500 AC.

grauzero

As três “estrelas do cinturão de Orion” são refletidas na terra, exatamente onde estão colocadas as Pirâmides de Gizé. O planalto de Gizé é o grau zero “ground zero” para o programa de realidade da Terra, sendo:

“O Centro da Terra”, isto é – o centro geográfico da massa de terra do planeta, quando comparado com a massa de água, e terra.

“O Meridian Primary”, isto é – a “primeira” linha na grade eletromagnética planetária, que tem cinco grandes “meridianos” que são separados por 72 graus, como reconhecido por culturas antigas e sua colocação de monumentos megalíticos.

O tempo de navegação e grade atual em todo o mundo coloca o “meridiano” sobre um observatório de Greenwich, Inglaterra. Não é por causa de qualquer ligação com a realidade.

Grau zero do planeta Terra

Em 1884 na International Meridian Conference foi adotado o Meridiano de Greenwich como primeiro meridiano mundial. Uma longitude pode ser combinada com uma latitude para dar uma posição precisa de um lugar na Terra. O Meridiano de Greenwich ou Meridiano Principal é o meridiano que passa sobre a localidade de Greenwich (no Observatório Real, nos arredores de Londres, Reino Unido) e que, por convenção, divide o globo terrestre em ocidente e oriente, permitindo medir a longitude.

Prime-meridian

Longitude, algumas vezes representada pela letra grega Λ descreve a localização de um lugar na Terra medido em graus, de zero a 180 para leste ou para oeste, a partir do Meridiano de Greenwich.

Latitude é a coordenada geográfica ou geodésica definida na esfera, no elipsoide de referência ou na superfície terrestre, que é o ângulo entre o plano do equador e a normal à superfície de referência. A latitude mede-se para norte e para sul do equador, entre 90º sul, no Polo Sul (ou polo antártico) (negativa), e 90º norte, no Polo Norte (ou polo ártico) (positiva). A latitude no equador é 0º. O modo como a latitude é definida depende da superfície de referência utilizada.

Nem sempre o meridiano de Greenwich foi utilizado para a contagem dos graus de longitude. Balbie em seu Tratado de Geographia Universal, Physica, Historica e Política (1858) escreveu:

“Quanto ao meridiano de convenção ou primeiro meridiano, convém saber, que Ptolomeu adaptou o das ilhas Afortunadas ou Ilhas Canárias, por se acharem no limite ocidental dos países naquele tempo conhecidos; que Luís XIII, rei de França, determinou por decreto aos geógrafos franceses de referirem as longitudes ao meridiano da Ilha de Ferro, que é a mais ocidental daquele arquipélago; que os holandeses adaptaram o do Pico de Tenerife; que Gerardo Mercator, célebre geógrafo, escolheu o da Ilha do Corvo no arquipélago dos Açores, porque nele no seu tempo a agulha de marear não sofria nenhuma declinação; que porém, ultimamente, quase todas as nações adaptaram os meridianos de seus respectivos observatórios. Os franceses reportam-se ao meridiano do observatório de Paris, os ingleses ao de Greenwich, os espanhóis ao de Cádis, os portugueses ao de Coimbra ou ao de Lisboa.” Balbie (1858)

Teoria da Correlação de Orion

A teoria da Correlação de Orion é uma hipótese em egiptologia cujo clamor central é que existe uma correlação entre a localização das três maiores pirâmides de Gizé e as três estrelas centrais da constelação de Orion, e que esta correlação foi intencional pelos construtores das pirâmides. Dependendo da versão da teoria, pirâmides adicionais poderiam ser incluídas para completar a representação de Orion, e o rio Nilo entraria como a marcação da Via Láctea.

Orion_Belt

Segundo a teoria, a posição geográfica das pirâmides do Complexo de Gizé (acima) equivalem às estrelas do Cinturão de Orion (abaixo) na posição espelhada ou invertida, como se estivessem sendo refletidas na Terra, porém mantendo a mesma proporção de magnitude, ou seja, quanto maior o brilho da estrela, maior o tamanho da pirâmide.

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Os antigos construtores fixaram os principais eixo norte-sul da Grande Pirâmide ao meridiano sul da estrela brilhante de Orion, Alnitak, a menor das três estrelas do cinturão de Orion. Lembramos ainda que o desenho geral das três pirâmides de Gizé está a 45 graus para o eixo do meridiano e que esta particularidade, por sua vez , se reflete nas imagens astrologicas das três estrelas no Cinturão de Órion como elas apareciam no ano 10.500 AC. Isso denota o ponto mais baixo ou “First Time” no ciclo de precessão de Orion. Para os antigos, Orion era “Osiris”, sendo  ela o início e o começo “First Time” ou o gênese e o alfa (α).

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A teoria foi colocada pelo escritor belga Robert Bauval em 1995, e é rejeitada pela maioria dos egiptologistas.

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Cinturao Orion – Três Marias

Mintaka – Delta Órionis

Mintaka é uma estrela super gigante azul. Fica a 690 anos-luz da Terra e é a estrela mais ocidental no cinturão de Órion, a partir de nosso ponto de vista na Terra. A estrela é 10 mil vezes mais brilhante que o nosso Sol e tem uma temperatura de superfície realmente escaldante, cerca de 60 mil graus Celsius. Sua massa é 20 vezes maior que a do sol e seu raio é de 15,8 R_{\odot}.

Medições de velocidade radiais feitas por Henri-Alexandre Deslandres no Observatório de Paris, mostraram que Mintaka tinha uma velocidade radial variável e, portanto, era um sistema binário espectroscópico.

Alnilam – Epsilon Órionis

Alnilam é a estrela central do Cinturão de Órion. A estrela também é uma gigante azul. Ela está a cerca 1.300 anos-luz da Terra. Alnilam é a mais brilhante das estrelas do cinturão de Órion sendo aproximadamente vinte mil vezes mais brilhante do que o nosso sol. a estrela tem uma massa similar à de suas companheiras de 20 M_{\odot}. A temperatura da superfície é a mais amena das três marias por volta de 50.000 graus Celsius.

O espectro relativamente simples de Alnilam a tornou útil para estudar o meio interestelar. Dentro dos próximos milhões de anos, esta estrela pode se transformar em uma super gigante vermelha e explodir como uma supernova. Ela é cercada por uma nuvem molecular, NGC 1990, que ilumina para fazer uma nebulosa de reflexão. Seus ventos estelares podem atingir até 2000 km/s, fazendo-a perder massa cerca de 20 milhões de vezes mais rápido que o sol.

Alnitak – Zeta Órionis

A terceira estrela, Alnitak é a mais fraca das três marias, mesmo que tenha a mesma massa e temperatura de superfície de Mintaka, ela é apenas 7.000 vezes mais brilhante que o sol. Alnitak está a 736 anos-luz de distância da Terra.

Alnitak é um sistema estelar triplo, composto por Alnitak A que forma um sistema binário com Alnitak Aa (a super gigante azul, com uma magnitude absoluta de -5,25 e uma magnitude aparente de 2,0) e Alnitak Ab (um anão azul, com uma magnitude absoluta de cerca de -3,0 e uma magnitude aparente de cerca de 4), Uma quarta estrela, de magnitude 9 Alnitak C, não foi confirmada como sendo parte do grupo Aa-Ab-B, e pode simplesmente se encontrar ao longo da linha de visão.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

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