Plano Andínia

O Plano Andínia refere-se a um plano para estabelecer um Estado judeu em partes da Argentina e do Chile . É baseado em uma proposta histórica para a migração judaica organizada para a Argentina no final do século 19 e início do século 20.

O nome e conteúdo do plano têm ampla comprovação, entretanto, os meios de mídia mainstream negam esse Plano Andínia, porque os judeus sionistas, controlam praticamente todas as empresas de mídia do ocidente, quem revela a verdade, sofre censura de todas as formas.

Este plano real foi divulgado em 1971, um folheto apareceu entre os oficiais do exército argentino sob o nome de “Plano Andínia”, que acusava os judeus e sionistas internacionais de planejar a conquista do sul da Argentina. Tem circulado desde então detalhes sobre esse plano nos meios livres de internet.

Planos sionistas para dominar a Argentina

A partir de 1880, os governos argentinos tinham uma política de imigração maciça, e as tendências liberais da administração Roca foram fundamentais para fazer com que os judeus europeus se sentissem bem-vindos.

Maurice de Hirsch patrocinou a Associação de Colonização Judaica para o apoio de assentamentos agrícolas, ea idéia foi seriamente considerada como uma alternativa para a Palestina por líderes sionistas como Theodore Herzl . A população judaica na Argentina cresceu e prosperou nos anos seguintes, embora a comunidade eventualmente se tornou muito mais urbana.

Durante a ditadura de 1976-1983 , alguns prisioneiros judeus das forças armadas, nomeadamente Jacobo Timerman, foram interrogados sobre o seu conhecimento do plano de Andinia e foram convidados a fornecer detalhes sobre os preparativos das Forças de Defesa de Israel para a invasão da Patagônia.

Como surgiu o Plano Andínia

O Plano Andínia é o plano elaborado pela Judiaria Mundial no Congresso Mundial Judaico na Basiléia no final do Século XIX objetivando o estabelecimento de um Estado Judaico na Argentina. O principal impedimento no século XX para o progresso do Plano Andínia foi o governo do General Perón que, orientado por certos círculos, tinha plena consciência do Plano e se opôs frontalmente a ele.

Após diversos governos mais ou menos sionistas, o Plano Andínia finalmente foi entronizado com a ascensão do judeu Nestor Kirchner ao poder. Desde seu mandato e continuando no mandato de sua viúva (que foi controlada por terceiros do que uma partícipe plenamente consciente) a compra de terras na Patagônia por judeus tem crescido exponencialmente.

As aberturas, contatos e relações do governo argentino sob os Kirchner com o Irã não são nada além de táticas diversionistas. Seria um equívoco atribuir qualquer tipo de direção dissidente ao governo argentino, quando sua política interna está plenamente enquadrada dentro de um plano sionista e pós-liberal geral.

Considerando que a perseguição aos judeus no Terceiro Reich foi em parte financiada, apoiada e incentivada pela cúpula do Sionismo e pelo Sanhendrin com o objetivo de promover a emigração judaica à Palestina, É plausível acreditar que a ampliação da instabilidade no Oriente Médio e a provocação dos vizinhos árabes no sentido de estabelecer um cerco ao Estado de Israel podem ser intencionais e visar a ampliação da emigração judaica à Argentina (o que de fato tem acontecido com cada vez maior força). O povo judeu é especificamente perito em estar sempre repetindo os mesmos planos e padrões comportamentais ao longo da história.

O estabelecimento de uma Nova Jerusalém na Patagônia transformará a todos nós na América Latina em árabes. O que vemos atualmente no Oriente Médio será a realidade da América Latina nos anos e décadas imediatamente seguintes à consecução do Plano Andínia.

Todo latinoamericano deve estar ciente deste plano nefasto, cujo cumprimento representará o fim da liberdade (e, considerando a história recente do mundo árabe, o próprio risco do extermínio físico, do genocídio) de toda a América Latina.

Theodor Herzl, jornalista judeu fundador do Sionismo e organizador do Congresso da Basiléia, em agosto de 1897 (cujas atas secretas se conhecem como Os Protocolos dos Sábios de Sião), ruminava a criação de um Estado Judeu ou Cidade de Sião, para o qual era necessário apoderar-se de algum território alheio. Um era a Palestina, como lar bíblico-talmúdico, desértico e pobre, o outro era a Argentina, com um território vastíssimo, pouco povoado e imensamente rico e mal explorado, projetando-se sobre a Antártida e controlando a passagem entre dois oceanos, ademais distante dos centros conflituosos. Fixaram um prazo de 50 anos e justo em maio de 1948, com a ajuda do barão de

Hirsch e toda a família Rotschild, em nome da Inglaterra o lorde Balfour dá aval à fundação de Israel, com toda sua horrenda seqüela de despojo e morte que até hoje segue desgarrando ao valente povo árabe.

Em 1882, o judeu russo Leon Pinsker publicou “Auto-Emancipação”, estabelecendo o mesmo, mas dando a preferência à Argentina “pelas suas possibilidades práticas”.

Chegam a sua melhor solução: estabelecer-se na Palestina enquanto iniciam a ocupação encoberta do país argentino, a fim de trasladar-se em data posterior. Todavia, para controlar o Estreito faz falta ademais arrebatar a soberania do Chile, tanto mais ao determinar-se que, em caso de guerra atômica, a nuvem radioativa não afetaria o Sul do Chile.

O Plano Andínia é, em resumo, o traslado de Israel ao Cone Sul da América, com o conseguinte despojo de territórios, expulsão de habitantes e escravização de muitos deles.

Assim é, como em 23 de março de 1969, entre 21 e 23 horas, celebrou-se no Templo Israelita do Passo 423, Buenos Aires, uma reunião de rabinos e dirigentes sionistas presidida pelo grão-rabino Gordon, do Kahal de Nova Iorque (kahal é o governo supranacional que instauram os judeus sionistas em cada país). Este rabino insistiu na fundamental importância do Plano “cujo fracasso não se admitia”, pois tanto Israel como a Diáspora (judiaria dispersa em todo o mundo), dependiam do êxito total “para sua glória ou penúria”.

Logo detalha suas vantagens agrícolas, minerais e econômicas, declarando com grande desfaçatez:

“Se agregamos a isto o espírito e o gênio judeu, terão compreendido as enormes vantagens que significarão para lograr o controle do mundo, regulando-o de acordo com nossa conveniência.

Argentina é o país mais estrategicamente situado no mundo. Estimando que com os avanços modernos para a guerra se pudesse atacá-la, está circundada pela Cordilheira dos Andes, baixo cujo solo pode se construir cidades e mais cidades para todo o nosso povo, todas as nossas indústrias e mantermo-nos nelas por anos, por serem então inexpugnáveis até para a própria bomba atômica”.

Resta mais que claro o interesse do Grande Kahal, dos Sábios de Sião, em apoderar-se do Sul Chileno e de toda a Argentina. E este sórdido e ominoso plano está em marcha por todos os meios e vias, inexoravelmente, sem piedade alguma. Por incrível e descabelado que pareça, é uma amarga realidade.

Os Protocolos dos Sábios de Sião exigem governos democráticos em todas as nações para dominá-las mais facilmente. No Chile, utilizaram o marxismo para seus planos, basta lembrar do judeu Allende e do caos quase total que ele estabeleceu, mas um governo nacional apolítico, ou seja, não-democrático, resgatou a Argentina dessa confusão.

Em ambos os lados da Cordilheira, a subversão armada e o terrorismo têm sido dirigidos e protegidos por judeus, descobrindo-se inegáveis conexões com a alta banca mundial, judaica por suposto. O Sul do Chile é recorrido incessantemente por bandos de comandos israelitas disfarçados de mochileiros, o que afortunadamente restou a descoberto ao caírem vários deles em crateras, enquanto levantavam cartas geográficas de seu futuro país, Andínia.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

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