Projeto HAARP

O projeto High Frequency Active Auroral Research Program (HAARP) (Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) foi criado no intuito de investigar e simular processos ionosféricos que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância do planeta. Existem especulações de que o projeto HAARP seria uma arma dos Estados Unidos, capaz de controlar o clima provocando inundações e outras catástrofes.

Nos relatos oficiais, o projeto tem o objetivo principal de aumentar o conhecimento obtido até os dias de hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP). Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.

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Em 1999, o Parlamento Europeu emitiu uma resolução onde afirmava que o Projeto HAARP manipulava o meio ambiente com fins militares, pleiteando uma avaliação do projeto por parte da Science and Technology Options Assessment (STOA), o órgão da União Europeia responsável por estudo e avaliação de novas tecnologias. Em 2002, o Parlamento Russo apresentou ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comitês de Relações Internacionais e de Defesa, onde alega que o Projeto HAARP é uma nova “arma geofísica”, capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre.

Projeto HAARP

O Projeto HAARP teve inicio em 1993 e foi financiado pela Força Aérea dos Estados Unidos, a Marinha e a Universidade do Alaska, tendo suas instalações perto do monte Sanford no Alasca.

Além disso, existem diversas teorias conspiratórias acerca do Projeto HAARP, dizendo que o mesmo é uma arma dos Estados Unidos, capaz de controlar o clima provocando inundações e outras catástrofes.

O Projeto HAARP conta com 180 antenas, organizadas em 15 colunas de 12 unidades cada uma. Para que tudo funcione se faz necessário uma alimentação total de 3,6 MW.

Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados atualmente.

Como funciona o HAARP

O Programa de Pesquisa de Alta Frequência da Aurora Ativa (HAARP) tem operado uma instalação de aquecimento da ionosfera em Gakona, Alaska desde 1999. O principal transmissor HF, ou pesquisa da ionosfera Instrumento (IRI), na configuração do protótipo inicial consistiu de uma matriz de 6 x 8 dipolos cruzados fornecendo o total de 960 kW de energia, com potência irradiada efetiva nominal (ERP) variando de 10,8 MW em 2,8 MHz a 260 MW a 10 MHz. A matriz do transmissor foi recentemente expandido para 15 × 12 cujo seus elementos produzem uma potência total de 3,6 MW , correspondendo a ERP nominal de 260 MW em 2,8 MHz e 4.400 MW em 10 MHz . O feixe IRI pode ser dirigido por eliminação eletrônica usando os elementos da antena a um raio de 30◦ de zênite, embora movimentos de mais do que 15◦ a partir de uma posição pré-ajustada requerem vários segundos para retornarem.

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Um dos recursos exclusivos do transmissor HAARP é a sua capacidade de ser reposicionado ao longo de um intervalo relativamente grande de ângulos. Esta capacidade foi utilizada nas primeiras observações do ponto zénite magnético no HAARP, sob a forma de um varrimento cónico em 15◦ ângulo zenital.

Estas medições iniciais na HAARP mostrou indicações de emissões de excepção magnética em posições do feixe de zênite, e vários casos de emissões ópticas da vertical eram conhecidas no HAARP antes da estimulação ativa do zénite e de seu efeito magnético. Até geradores de imagens melhorados foram implantados nos últimos anos, no entanto, o limite para a detecção de emissões em outras posições do feixe geralmente manteve-se demasiadamente altas.

O local do projeto fica ao norte de Gakona, Alaska, a oeste do Wrangell-Saint Elias National Park. Um estudo do impacto ambiental deu permissão para a instalação de mais de 180 antenas . O HAARP foi construído onde ficava o OVER-THE-HORIZON radar (OTH). Uma grande estrutura, construída para abrigar o OTH agora é a casa do HAARP, sala de controle, cozinha e escritórios. Diversas outras pequenas estruturas ficaram como salas de outros instrumentos.

História do HAARP

Oficialmente o High Frequency Active Auroral Research Program, ou Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Freqüência, é um programa científico com objetivo oficial de estudar os fenômenos da aurora boreal. Por estar subordinado ao Pentágono, por seu gigantesco consumo de energia elétrica e também por seu caráter altamente secreto, este programa sempre foi alvo de muitas especulações. Em documentário apresentado pelo ex-governador do Minessota, Jesse Ventura, dois cientistas que trabalham no centro se mostraram muito nervosos quando abordados sobre a questão, e outro ex-funcionário disse ainda que as antenas do HAARP enviam grandes cargas de eletricidade para a camada mais alta da atmosfera com a intenção de influenciar a ionosfera.

Gravação de um congresso climático no Canadá demonstra que estão tentando manipular o clima utilizando os chemtrails e ondas elétricas e sonoras em direção à ionosfera com a intenção de formar, dissipar, dirigir ou carregar eletricamente nuvens específicas. Segundo um dos palestrantes, é necessário segredo nestes planos porque a população não entende do assunto e pode não aprovar atitudes necessárias. Outro palestrante deste mesmo congresso diz ainda que estão obtendo resultados altamente satisfatórios.

Entre as principais suspeitas do que venha a ser o HAARP está a sua capacidade de manipular o clima, criando tempestades, raios e como tal poderia ser utilizado como arma. Isso explicaria sua subordinação ao centro militar americano. Outra suspeita é que o HAARP seja capaz de provocar terremotos à distância utilizando, da mesma forma, altas cargas de eletricidade, que seriam enviadas para o espaço e voltariam após refletidas nos espelhos dos satélites. Cairiam na terra, formando vórtices poderosíssimos.

Estas teses se amparam nos estudos de Nicola Tesla, uma das mentes mais privilegiadas do século XX, personagem central do episódio conhecido como Guerra das Correntes, uma disputa que envolveu Thomas Edison e George Westinghouse pela hegemonia no campo da iluminação pública.

Tesla inventou a corrente alternada e hoje tem sua inicial como uma grandeza (T) que mede a densidade do fluxo magnético. O “Mago do Oeste” inovou os sistemas de iluminação pública e demonstrou ser possível enviar eletricidade sem fio. Por esta conclusão, perdeu imediatamente o patrocínio da família Morgan, que então monopolizava o mercado de postes e fios de alta tensão.

O gênio que despontou antes dos 20 anos ganhou muito dinheiro com a iluminação de Nova Iorque e gastou em busca de conhecimentos não convencionais à ciência moderna. Além de construir uma Arca da Aliança fiel às medidas informadas pela Bíblia, enterrou um grande vergalhão de cobre e jogou sobre ele uma carga elétrica que quase apagou a cidade onde mantinha um sítio. Conseguiu com isso um terremoto numa pequena área ao redor do “obelisco”. Fez esta experiência como etapa de uma série de testes: primeiro fez tremer um pedaço de trilho de trem, depois uma pedra, uma ponte, e o próprio edifício onde tinha um laboratório, em Nova Iorque, o que acabou lhe rendendo uma prisão após denúncia dos vizinhos.

O envio de energia elétrica sem fio e a sua capacidade de destruição, estavam, portanto, demonstrados já em 1942, antes de Nicola Tesla ser preso, morto e ter o laboratório e seus documentos confiscados. Assim como o Grande Colidor de Hádrons (LHC) do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (CERN), o HAARP parece ter funções e objetivos diferentes dos anunciados. A nuvem de mistério que envolve estes projetos permite essa desconfiança. O HAARP,  parece que tem alguma relação com os experimentos de Tesla.

O local do HAARP foi construído em três diferentes etapas:

O Protótipo de Desenvolvimento tinha 18 antenas, organizadas em três colunas por seis linhas. Era alimentado por 360 kilowatts (kW). Este protótipo transmitia energia o suficiente para os testes ionosféricos mais básicos.

O Protótipo de Desenvolvimento Completo tinha 48 antenas, organizadas em seis colunas de oito linhas cada, com 960 kW de transmissão. Era comparável a outras estações de calor ionosféricas. Ela foi usada para diversos experimentos científicos e ionosféricos que lograram êxito ao longo dos anos.

O Instrumento de Pesquisa Ionosférica Final tinha 180 antenas, organizadas em quinze colunas por doze linhas cada, tendo como ganho teórico máximo de 31 dB. Alimentado por uma transmissão de 3.6 MW, mas a energia era voltada para cima de maneira geométrica de forma a permitir que as antenas trabalhassem todas juntas controlando sua direção. Em março de 2007 todas as antenas estavam instaladas, assim a fase final foi concluída e o conjunto de antenas estava em uma fase de testes de performance para cumprir as normas de segurança exigidas pelas agências reguladoras. O projeto começou a funcionar oficialmente com transmissão de 3.6 MW no verão de 2007, emitindo uma Energia de Radiação Efetiva de 5.1 Gigawatts ou 97.1 dBW de saída. Entretanto, normalmente o complexo opera em uma fração daquele valor devido ao baixo ganho da antena em frequências de operação padrão.

Cada antena consta de um dipolo cruzado que pode ser polarizado para efetuar transmissões e recepções em modo linear ordinário (modo Ou) ou em modo extraordinário (modo X). A cada parte de cada um dos dipolos cruzados está alimentada individualmente por um transmissor integrado, desenhado especialmente para reduzir ao máximo a distorção. A potência efetiva irradiada pelo aquecedor está limitada por um fator maior de 10 à mínima frequência operativa. Isto se deve às grandes perdas que produzem as antenas e um comportamento pouco efetivo.

O HAARP pode transmitir numa onda de freqüências entre 2,8 e 10 MHz. Esta intensidade está acima das emissões de rádio AM abaixo das freqüências livres. O HAARP tem permissões para transmitir unicamente em certas frequências. Quando o emissor está transmitindo, a largura de banda do sinal transmitido é de 100 kHz ou menos. Pode transmitir de forma contínua ou em pulsos de 100 microssegundos. A transmissão contínua é útil para a modificação ionosférica, enquanto a de pulsos serve para usar as instalações como um radar. Os cientistas podem fazer experimentos utilizando ambos métodos, modificando a ionosfera durante um tempo predeterminado e depois medindo a atenuação dos efeitos com as transmissões de pulsos.

Terremoto no Haiti

O jornal “Vive” da venezuelana afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.

Os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria um problema no âmbito comercial.

Os terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos do Oriente Médio, caso fosse utilizado essa arma secreta. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial econômico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.

Fim do Projeto HAARP

Em maio de 2014 foi anunciado pela Força Aérea americana que o projeto seria encerrado. O projeto foi criado pelo senador americano Ted Stevens quando ele exercia grande controle sobre o orçamento de defesa dos Estados Unidos.

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Durante uma audiência no Senado americano em 2014, o vice-secretário assistente da Força Aérea para a ciência, tecnologia e engenharia, disse que está “não é uma área que temos necessidade no futuro,” e continuar com o projeto HAARP não seria uma boa forma para a utilização dos fundos da Força Aérea. “Estamos nos movendo para outras formas de influenciar a ionosfera, que foi o que HAARP foi concebido para fazer”, disse ele. “Para injetar energia na ionosfera e ser capaz de realmente controlá-la. Mas tal trabalho foi concluído.”. Comentários deste tipo são responsáveis pelo aparecimento de teorias conspiratórias sobre o projeto, que será encerrado em meados de 2015.

O que você pensa sobre tudo isso? Será mesmo que as intenções do governo americano são baseadas nos estudos dos benefícios da ionosfera para as comunicações ou isso é apenas um falso álibi para pesquisas sobre armas geofísicas? Compartilhe e divulgue.

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