Projeto MK ULTRA

MK ULTRA foi o nome de código dado a um programa ilegal e clandestino de experiências em seres humanos, feito pela CIA – o Serviço de Inteligência dos Estados Unidos da América. As experiências em seres humanos visavam identificar e desenvolver drogas e procedimentos a serem usados em interrogatórios e tortura, visando debilitar o indivíduo para forçar confissões por meio de controle de mente.

A programação mental do Projeto Monarch é um método de controle da mente utilizado por numerosas organizações para fins secretos e obscuros.

Ele é uma continuação do projeto MK-ULTRA, um programa de controle da mente desenvolvido pela C.I.A., e testado em militares e civis. Os métodos são incrivelmente sádicos (todo o seu propósito é traumatizar a vítima) e os resultados esperados são horríveis: A criação de um escravo com a mente controlada que pode ser acionado a qualquer momento para executar qualquer ação exigida pelo seu manipulador.

Enquanto a mídia de massa ignora (assim como a maioria da própria população) esta questão, mais de 2 milhões de norte americanos passaram pelos horrores do presente programa. Este artigo analisa as origens da programação Mental Monarch e alguns dos seus métodos e simbolismos.

MK ULTRA

As várias drogas utilizadas, todas do tipo drogas psicoativas, incluiram Mescalina, LSD e outras.As experiências do MKULTRA têm relação com o desenvolvimento de técnicas de tortura contidas nos Manuais KUBARK divulgadas também pelos treinamentos da Escola das Américas.

As experiências foram feitas pelo Departamento de Ciências da CIA – Central Intelligence Agency Directorate of Science & Technology|Office of Scientific Intelligence, em Inglês. O programa secreto começou no início dos anos 1950 e continuou até pelo meados dos anos 1960.

Muitas das vítimas do MKULTRA foram testadas sob o efeito de drogas, e jamais foram identificadas ou indenizadas pelos danos que foram causados a eles. Um dos casos que foi levado ao conhecimento público é o de um cientista americano que faleceu após haver sido involuntária e secretamente drogado com LSD pela CIA. Os agentes presentes disseram que o que se tinha passado era que Orson (o cientista) tinha cometido suicídio, saltando da janela de um hotel. A família do Dr. Orson continua até a presente data a lutar para apurar a veracidade sobre a versão da CIA com relação aos fatos que culminaram na sua morte.

As drogas usadas no MKULTRA são drogas que visam alterar as funções do cérebro humano e manipular o estado mental dos seres humanos. Tais drogas foram usadas sem o conhecimento ou consentimento daqueles em quem foram aplicadas, tendo sido um dos objetivos do projeto exatamente desenvolver meios de aplicar tais drogas sem que a vítima tivesse conhecimento de que estaria sendo drogada. Evidência publicada através da liberação de apenas parte dos documentos do Projeto MKULTRA, indica que a pesquisa envolveu o uso de animais e de vários tipos de drogas.

Em Abril de 1953 Sidney Gottlieb chefiava o super secreto Projeto MKULTRA que foi ativado pelo Diretor da CIA Allen Dulles. Gottlieb ficou conhecido também por ter desenvolvido meios de administrar LSD e outras drogas em pessoas sem o conhecimento destas e por autorizar e desenvolver o financiamento de pesquisas psiquiátricas com o objetivo de , segundo suas palavras “criar técnicas de romper a psique humana ao ponto de fazer com que o indivíduo admita que fez qualquer coisa, seja o que for”. Ele foi o patrocinador de médicos como Ewen Cameron e Harris Isbell em controversos estudos psiquiátricos em que seres humanos foram utilizados como cobaias humanas, sem o consentimento destes e sem o conhecimento de que estavam sendo usados nestas experiências e , em alguns casos, acreditando estarem recebendo tratamento. Inúmeras vítimas tiveram suas vidas destruídas até a morte. Os recursos para tais pesquisas eram injetados de maneira que não pudesse ser feita a relação imediata com a CIA. Um dos meios era, por exemplo, através da Fundação Rockefeller, uma Fundação aparentemente dedicada ao desenvolvimento de pesquisas médicas em beneficio da sociedade.

O Ten. Cel Fletcher Prouty também estaria envolvido no projeto, durante a década de 1950/60. Ele participou do complexo militar-industrial e ficou famoso pois escreveu livros e artigos que oferecem um raro vislumbre da “elite do poder”, como descrito por Buckminster Fuller. Suas obras falavam sobre a formação e desenvolvimento da CIA, as origens da Guerra Fria, o Incidente com avião U2 em 1960, a Guerra do Vietnã, e o assassinato de John F. Kennedy – que ele dizia ser um golpe de estado, organizado pelo complexo militar-industrial americanos. Prouty era especialista em segurança presidencial e black operations.

Exposição do Projeto MK-ULTRA

A Pesquisa ilegal da CIA veio a público pela primeira vez em 1975, quando da realização pelo Congresso americano de investigação das atividades da CIA por uma comissão de inquérito do Congresso dos Estados Unidos da América e por um Comitê do Senado americano. Foram os inquéritos chamados de Church Committee e Rockefeller Commission.

A CIA afirma que tais experiências foram abandonadas mas Victor Marchetti, um veterano agente da CIA por 14 anos, tem atestado em várias entrevistas que a CIA jamais interrompeu suas pesquisas em controle da mente humana, tampouco o uso de drogas, mas realiza continuamente sofisticadas campanhas de desinformação seja lançando ela mesma, através dos meios de comunicação, falsas teorias e teorias de conspiração que podem ser ridicularizadas e desacreditadas, o que faz com que o foco de atenção não se volte para a CIA e suas pesquisas clandestinas ou que, caso haja qualquer aparente possibilidade de que suas pesquisas sejam expostas, qualquer revelação possa ser imediatamente desacreditada e/ou ridicularizada.

Há pesquisadores que afirmam que o programa provavelmente foi apenas interrompido ou escondido, tendo prosseguido clandestinamente. Como cobaias humanas, MK ULTRA realizou testes sem consentimento em estrangeiros. As experiencias ilegais foram realizadas não apenas sem consentimento, mas também, na maioria dos casos, com vítimas masoquistas que sabiam que estavam sendo utilizadas como cobaias humanas. Existem informações que esse projeto do MK-ULTRA na atualidade está sendo chamado de Programação Monarca.

Programação Monarca

A Programação Monarca é um método de controle da mente utilizado por numerosas organizações para fins ocultos. É uma continuação do projeto MK-ULTRA, um programa de controle da mente desenvolvido pela CIA, e testado em civis e militares. A Programação Monarca é uma técnica de controle da mente que compreende elementos de abuso em rituais satânicos (SRA) e Transtorno de Personalidade múltipla (MPD).

Programação Monarca

Ele utiliza uma combinação de rituais, neurociência, psicologia e ocultismo para criar dentro dos escravos humanos um alter-ego que pode ser acionado e programado por manipuladores. Escravos Monarcas são utilizados por várias organizações ligadas à elite mundial, em áreas tais como a escravidão sexual, militar e na indústria do entretenimento.

A Programação Monarca é um método de controle da mente utilizado por numerosas organizações para fins ocultos. É uma continuação do projeto MK-ULTRA, um programa de controle da mente desenvolvido pela CIA, e testado em civis e militares. Os métodos são incrivelmente sádicos (todo o seu propósito é traumatizar a vítima) e os resultados esperados são horríveis: A criação de um escravo de mente controlada que pode ser acionado a qualquer momento para executar qualquer ação exigida pelo manipulador. Enquanto a mídia de massa ignora esta questão, mais de 2 milhões de americanos têm passado pelos horrores do presente programa. Este artigo analisa as origens da programação monarca e alguns dos seus métodos e simbolismos.

Durante todo o curso da história, várias casos foram gravados e descrevem rituais e práticas semelhantes de controle da mente. Um dos primeiros escritos dando referência à utilização do ocultismo para manipulação da mente pode ser encontrada no Livro Egípcio dos Mortos. É uma compilação de rituais, muito estudada por sociedades secretas de hoje, que descreve os métodos de tortura e de intimidação (para criar o trauma), o uso de poções (drogas) e da feitiçaria (hipnotismo), resultando na escravidão total desde o início. Outros eventos atribuídos à magia negra, bruxaria e possessão demoníaca (quando a vítima é animada por uma força externa) são também antepassados da programação Monarca.

É, no entanto, durante o século 20 que o controle da mente se tornou uma ciência no sentido moderno do termo, onde milhares de pessoas têm sido sistematicamente observadas, documentadas e já o tem experimentado.

Um dos primeiros estudos metódicos no controle da mente baseados no trauma, foram realizados por Joseph Mengele, um médico que trabalhou nos campos de concentração nazista. Ele inicialmente ganhou notoriedade por ser um dos médicos da SS que supervisionava a seleção dos reclusos que chegavam, determinando quem estava para ser morto e quem viria a se tornar um trabalhador forçado. No entanto, ele é conhecido principalmente pela realização de terríveis experimentos em humanos, presos nos campos de concentração, incluindo crianças, por quem Mengele era chamado de “Anjo da Morte”.

Mengele é famoso por seus sórdidos experimentos em prisioneiros humanos, nos campos de concentração, especialmente em gêmeos. Uma parte do seu trabalho que raramente é mencionado, no entanto, foi sua pesquisa sobre controle da mente. Muitas de suas pesquisas neste campo foram confiscadas pelos aliados.

“Dr. Joseph Mengele de Auschwitz , teve muita notoriedade, foi o desenvolvedor do princípio baseado no trauma , do Projeto Monarca e da CIA MK Ultra, programas de controle da mente. Mengele e cerca de 5.000 funcionários do alto escalão nazista secretamente mudaram para os Estados Unidos e para a América do Sul, no rescaldo da II Guerra Mundial, em uma operação designada Paperclip. Os nazistas continuaram o seu trabalho no desenvolvimento de tecnologias de controle da mente e foguetes em segredo, nas bases militares subterrâneas . A única coisa que nos disseram que eram apenas trabalhos de fabricação de foguetes com famosos e conhecidos nazista, como Wernher von Braun. Os assassinos, torturadores e mutiladores de seres humanos inocentes foram mantidos discretamente fora da vista, mas havia nos EUA, também, instalações militares subterrâneas que gradualmente se tornaram o lar de milhares e milhares de crianças americanas seqüestradas e tiradas das ruas (cerca de um milhão por ano) e colocadas em gaiolas, empilhadas do chão ao teto, como parte da “formação”. Essas crianças seriam utilizadas para refinar e aperfeiçoar as técnicas de Mengele e do seu controle da mente. Algumas crianças selecionadas (pelo menos as que sobreviveram à “formação”) se tornariam escravos da mente controladas, que futuramente poderiam ser usadas em milhares de postos de trabalho diferentes, que variam de escravidão sexual à assassinatos. Uma parcela significativa destas crianças, que eram consideradas dispensáveis, foram deliberadamente mortas em frente a outras crianças, a fim de traumatizar o aluno selecionado para o cumprimento total”. – Ken Adachi, Mind Control the Ultimate Terror

A pesquisa de Mengele serviu de base para os planos secretos ilegais da CIA, o programa de investigação humano chamado MK-ULTRA.

O Projeto MK-ULTRA ocorreu do início dos anos 1950, pelo menos, da década de 1960, utilizando-se de cidadãos americanos e canadenses, sujeitos de testes. As evidências publicadas indica que o Projeto MK-ULTRA envolveu a utilização de diversas metodologias para manipular os estados mentais individuais e alterar as funções cerebrais, incluindo a administração sub-reptícia de drogas e outras substâncias químicas, privação sensorial, isolamento, abuso verbal e sexual.

Os experimentos mais divulgados e conduzidos pelo MK-ULTRA, envolveu a administração de LSD em seres humanos inconscientes, inclusive funcionários da CIA, militares, médicos, outros agentes do governo, prostitutas, doentes mentais, e as pessoas do público em geral, a fim de estudar seus reações.

No entanto, o escopo do MK-ULTRA, contudo, não para por aí. Experimentos envolvendo eletrochoques violentos, tortura física e mental e abuso sexual foram utilizados de maneira sistemática, onde se incluía crianças.

Embora os objetivos dos projetos admitidos foram desenvolver a tortura e os métodos de interrogatório a serem usados em inimigos do país, alguns historiadores afirmaram que o projeto teve como objetivo criar “candidatos” para operações secretas da CIA, programados para realizar vários atos, como assassinatos e outras missões secretas.

O MK-ULTRA foi trazido à luz por várias comissões na década de 1970, incluindo a Comissão Rockefeller de 1975. Ainda que se alegue que a CIA deixou experiências depois destas comissões, alguns delatores têm vindo sucessivamente afirmar que o projeto simplesmente era “clandestino” e a programação monarca tornou-se o sucessora do MK-ULTRA.

A declaração mais incriminadoras até à data, foi efetuada por um funcionário do governo quanto à possível existência de Projeto Monarca foi extraído por Anton Chaitkin, um escritor da publicação The Federalist News. Quando o ex-diretor da CIA, William Colby foi perguntado diretamente: “E sobre o monarca?”, Respondeu ele com raiva e ambígua: “Nós paramos entre os anos 1960 e início dos anos de 1970.” – Anton Chaitkin, “Franklin Witnesses Implicate FBI and U.S. Elites in Torture and Murder of Children”, The New Federalist.

Programadores Monarcas causam traumas intensos nos indivíduos através da utilização de eletrochoque, tortura, abuso sexual e jogos mentais, a fim de forçá-los a dissociar-se da realidade – uma resposta natural em algumas pessoas, quando então se deparam com uma dor insuportável. A capacidade do sujeito de dissociar-se é um requisito importante e é, aparentemente, mais facilmente encontrados em crianças que vêm de famílias com várias gerações de abuso. dissociação mental permite que os manipuladores criarem personas(Alter-egos) que ficam em ”off ”na psique do indivíduo, que podem ser programados e acionados à vontade.

A vítima/sobrevivente é chamada de “escravo” pelo programador/manipulador, que por sua vez, é percebido como “mestre” ou “deus”. Cerca de 75% são do sexo feminino, já que possuem uma maior tolerância à dor e tendem a dissociar-se mais facilmente que os homens. Os manipuladores Monarcas buscam a compartimentação da psiquê em ”personas” múltiplas e separadas, usando o trauma para alterações e assim causar a dissociação.

“A base para o sucesso da programação de controle da mente Monarca é que personalidades diferentes ou partes da personalidade chamados de alter egos, podem ser criadas que não conhecem umas as outros, mas quem podem administrar o corpo em momentos diferentes. As paredes de amnésia que são construídas por traumas, formam um escudo protetor do sigilo que protege os abusadores de serem descobertos, e impede que as personalidades real administre o corpo muito tempo para saber como seu sistema de alter egos está sendo usado. O escudo do sigilo permite que os membros da seita vivam e trabalham em torno de outras pessoas e permanecem totalmente despercebidas. A persona do cotidiano pode ser a de um cristão maravilhoso, e se alterar mais profundamente para ser o pior tipo de monstro satânico inimaginável, um efeito tipo Dr. Jekyll e Mrr.Hyde . Está em jogo a manutenção do sigilo das agência de inteligência ou de grupo ocultistas que estão controlando o escravo. A taxa de sucesso deste tipo de programação é alto, mas quando ele falha, as falhas são eliminadas através da morte do escravo monarca. Cada um trauma e tortura serve a um propósito. Uma grande parte dos experimentos e da pesquisa estavam em descobrir o que pode e o que não pode ser feito. Gráficos foram feitos mostrando o quanto o peso de uma tortura dada a uma determinada idade pode manipular sem matá-lo “. – Springmeier, op. cit.

Níveis da Programação Monarca

Os níveis de Programação Monarca identificam as “funções” do escravo e é nomeado após a eletroencefalografia (EEG) das ondas cerebrais associadas a eles.

Considerado como “geral” a programação regular ou, ALPHA está dentro do controle de personalidade de base. É caracterizada pela retenção de memória, juntamente com um aumento substancial da força física e acuidade visual. A Programação ALPHA é realizada subdividindo a personalidade das vítimas que, em essência, causam uma divisão cerebral do lado esquerdo e do lado direito do cérebro, permitindo uma união programada de esquerda e direita através da estimulação via neurônio.

  • BETA – é referido como programação “sexual” (escravos sexuais). Esta programação elimina tudo que aprendemos sobre nossas convicções morais e estimula o instinto primitivo sexual, sem inibições. O alter “Gato” pode sair e alterar a este nível. Conhecida como a programação “Sex-Gatinho”, ele é o tipo mais visível da programação como algumas celebridades femininas, modelos, atrizes e cantores têm sido submetidos a este tipo de programação. Na cultura popular, roupas com estampas felinas frequentemente são associadas aos gatilhos do “sex gatinho” denotando assim quem são as vitimas desta programação.
  • DELTA – é conhecido como programação do “assassino” e foi originalmente desenvolvida para formação de agentes especiais ou soldados de elite (ou seja, Delta Force, Primeiro Batalhão da Terra, a Mossad, etc) em operações secretas. Nesse estado, os indivíduos são desprovidos de medo e tendo atitudes extremamente sistemáticas na realização de sua missão. Obedecendo ordens até mesmo de sua auto-destruição, sem questionamentos.
  • THETA – Considerado a programação “psíquica”. Bloodliners (aqueles que vêm de várias gerações de famílias satânicas) foram determinados para apresentar uma maior propensão para ter habilidades telepáticas do que os outros. Devido às suas limitações evidentes, no entanto, várias formas de sistemas eletrônicos de controle da mente foram desenvolvidos e introduzidos, como microondas ou seja, se utilizando a bio-medicina e diversos dispositivos de telemetria humano (implantes cerebrais), os lasers de energia dirigida e a utilização de dispositivos eletromagnéticos. É relatado que estes sejam utilizados em conjunto com computadores altamente avançados e sistemas de rastreamento por satélite muito sofisticado.

É difícil manter a objetividade ao descrever os horrores sofridos pelos escravos Monarcas. A extrema violência, o abuso sexual, tortura mental e jogos sádicos infligidos em vítimas por “cientistas notáveis” e funcionários de alto nível provam a existência de um “lado escuro” dos poderes constituídos. Apesar das revelações, de diversos documentos e  denunciantes, a grande maioria da população ignora, nega ou evita o problema completamente. Mais de dois milhões de americanos foram programados por controle da mente desde 1947, a CIA admitiu publicamente seus projetos de controle da mente, em 1970. Filmes como The Manchurian Candidate (Sob o Dominio do Mal) têm mostrado diretamente o assunto, descrevendo técnicas atuais, tais como o eletrochoque, o uso de palavras gatilho e aplicação do microchip em seres humanos. Várias figuras públicas que vemos em nossos televisores e programas de televisão e até mesmo em telas de cinema são escravos de controle da mente. Pessoas famosas, como Candy Jones, Celia Imrie e Sirhan Sirhan tem em seu registro a divulgação de suas experiências de controle mental e ainda assim o público em geral alega que “isso não existe”.

A pesquisa e os fundos investidos no projeto Monarca no entanto, não se aplicam somente à mente de escravos controlados. Muitas das técnicas de programação desses experimentos são aplicados em grande escala através da mídia, vídeos de notícias, filmes, músicas, propagandas e programas de televisão que são concebidos com base nos dados mais avançados sobre o comportamento humano jamais compilado. Muito disso vem da programação Monarca.

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