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Projeto MKNAOMI

MKNAOMI foi o nome de código para um programa conjunto de investigação do Departamento de Defesa da CIA na duração da década de 1950 até os anos de 1970. As informações não classificadas sobre o programa MKNAOMI e da Divisão de Operações Especiais relacionado é escasso. Geralmente é relatado como um sucessor para o projeto MKDELTA e concentraram-se em projetos, incluindo agentes biológicos-especificamente guerra biológica, para armazenar materiais que poderiam ou incapacitar ou matar uma cobaia e desenvolver dispositivos para a difusão de tais materiais.

As operações secretas da CIA mantêm uma direção permanente e invariável, orientadas contra personalidades políticas específicas que desafiam a hegemonia imperial norte-­americana, aos que tenta eliminar fisicamente, bem como contra nações inteiras que sofrem as criminosas consequências de guerras pré-fabricadas, agressões biológicas, campanhas contínuas de ataques midiáticos, ameaças, invasões e o isolamento total mediante bloqueios e embargos não justificados. Essa ação criminosa da CIA foi desvendada pela Asociación para El Diseño Responsable, que estimou que, já em 1987, seis milhões de pessoas haviam sido assassinadas como resultado das operações encobertas da CIA.

Durante os primeiros vinte anos de sua criação, a CIA estava envolvida em vários projetos destinados a aumentar a capacidade de sua guerra biológica e química. O Projeto MKNAOMI foi iniciado para fornecer a CIA uma base de apoio para atender as suas necessidades operacionais top-secret. O objetivo foi estabelecer um arsenal robusto na divisão de Serviços Técnicos da CIA (TSD) da qual foi constituída por vários materiais letais e incapacitantes. Isto permitiria à TSD se servir como um centro muito bem conservado para a circulação de materiais biológicos e químicos.

Em 1967 foi descoberto pelo Church Committee um memorando da CIA que foi confirmado dando provas de pelo menos três técnicas secretas para atacar e envenenar as culturas que foram examinadas em condições de campo. Em 25 de novembro de 1969, o presidente Richard Nixon aboliu qualquer prática militar envolvendo armas biológicas e o Projeto MKNAOMI foi supostamente dissolvido. Em 14 de fevereiro, 1970, uma ordem presidencial foi dada para proibir todos os arsenais de armas bacteriológicas e toxinas não-vivas. No entanto, apesar desta ordem presidencial, um cientista da CIA foi capaz de adquirir um número estimado de 11 gramas de toxina shellfish mortal em Fort Detrick. A toxina foi, em seguida, armazenada num laboratório da CIA onde permaneceu sem ser detectada por mais de cinco anos.

O ex presidente Hugo Chávez abriu a caixa de Pandora ao expor sua suspeita sobre o inusual padecimento de câncer por parte de vários mandatários e personalidades progressistas latino­-americanos, entre os que se destacam sua própria pessoa, a presidenta argentina Cristina Fernández; o mandatário paraguaio Fernando Lugo, a presidenta brasileira Dilma Rousseff; o ex­presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, entre outros.

“A essas alturas, é muito difícil explicar com a lei das probabilidades, por exemplo, o que atinge a alguns de nós (líderes) na América Latina”, disse Chávez, apontando suas suspeitas para Washington e, particularmente, para a CIA.

Chávez reconheceu as suspeitas de Fidel sobre o não usual fenômeno, que não deixam de carecer de lógica, sobretudo se partem de quem tem sido alvo de mais de 600 planos de atentado, inclusive tentando usar armas biológicas e venenos. Durante um de seus encontros com ele, quando o Comandante manifestou com suspicácia:

“Chávez, te cuida… Fique atento. Cuidado que essa gente desenvolveu tecnologias… Cuidado com o que te dão para comer. Cuidado com uma pequena agulha através da qual injetam sabe-­se lá o quê…”

Com certeza, nem Fidel e nem Chávez se equivocam se se leva em consideração alguns elementos e antecedentes essenciais para fundamentar tal acusação, envolvendo na tão tangível ameaça a CIA e as autoridades norteamericanas. Há décadas, vários laboratórios da CIA e do Departamento de Defesa dos Estados Unidos dedicam volumosos recursos ao bioterrorismo e, particularmente, na busca de inoculação de enfermidades, como o câncer, bem como outros tipos de vírus ou bactérias capazes de infligir dano massivo sobre pessoas específicas, forças militares e cidadãos comuns, violando as proibições estabelecidas pelas Nações Unidas. A guerra biológica ou bacteriológica, concebida como uma arma de alta efetividade, se implementa mediante o desenho de bombas e outros tipos de agentes de dispersão das enfermidades. Desses laboratórios saíram o Napalm, o Agente Laranja, a cepa do Antraz, a Gripe A H1N1, a gripe Porcina; bem como outros vírus letais, como o HIV e o Ébola.

Arma “hightech”

Uma investigação documental iniciada, a fim de esclarecer as circunstâncias da morte do ex-presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em março de 2013 teria encontrado uma arma “high – tech” que os Estados Unidos, alegadamente implementaram a partir de janeiro de 2003, a induzir um câncer no ex líder do país bolivariano. A “nanoarma” foi desenvolvida através de “nanocarriers ou nanocápsulas” contendo aceleradores de roteamento controlados por nanopartículas indutivas com doses controladas para a metástase.”

Essa é uma arma multifuncional, capaz de induzir “várias doenças mortais, incluindo ataque cardíaco e danos cerebrais, tal como um acidente vascular cerebral.” A arma é feita com compostos biodegradáveis, a arma é invisível, e a maioria dos seus compostos são eliminados do corpo através do trato urinário.

A arma que matou o líder da Revolução Bolivariana, Hugo Chávez, teria sido usada contra sete presidentes latino-americanos; um deles, Nestor Carlos Kirchner , morreu de um ataque cardíaco, e cinco sobreviveram. Kirchner e Hugo Chávez defrontaram “com firmeza e coragem” contra George Bush quando ele foi derrotado na Área de Livre Comércio para as Américas “Alca” em 2005. Não foi por acaso que cinco presidentes latino-americanos eram pacientes com câncer em menos de três anos.

Esta não é a primeira declaração das autoridades venezuelanas sobre a natureza artificial da doença de Hugo Chavez. Em particular, o vice-presidente da Venezuela, Aristóbulo Istúriz, informou em meados de maio, que Hugo Chávez foi morto por querer acabar com a “ditadura do dólar”. De acordo com Istúriz, o câncer foi induzido e acabou com a vida do ex-chefe de Estado, que tinha se tornado o “alvo principal” e “inimigo número um dos grandes centros financeiros do mundo”.

Atualidade do Projeto MKNAOMI

Quando o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, especulou que os Estados Unidos poderiam ter desenvolvido uma maneira para fazer uma arma com o câncer, parecia um caso para os especialistas do Arquivo X e os teóricos de conspirações. Isso se sucedeu após vários líderes latino-americanos serem diagnosticados com a enfermidade. A lista inclui ao ex-presidente argentino Néstor Kirchner (de cólon); Dilma Rousseff, do Brasil (linfoma); seu predecessor Luiz Inácio Lula da Silva (de garganta); Evo Morales, da Bolívia (nasal), e Fernando Lugo, do Paraguai (linfoma).

O que têm em comum todos eles além do câncer? São líderes da esquerda. Coincidência? Em seu discurso do dia 28 de dezembro de 2011 às Forças Armadas venezuelanas, Chávez sugeriu que os Estados Unidos poderiam ter encontrado uma maneira de produzir câncer contra os líderes latino-americanos.

“Seria tão estranho que tenham inventado a tecnologia para difundir o câncer e que não nos inteiramos até dentro de 50 anos?” perguntou Chávez. “É muito difícil de explicar, até com a lei das probabilidades, o que passaram alguns líderes na América Latina. É muito estranho, para dizer o mínimo”, acrescentou.

Chávez disse que recebeu uma advertência do ex-líder de Cuba, Fidel Castro, que sobreviveu à centenas de tentativas de assassinatos falidas.

“Fidel sempre me disse ‘Chávez, tenha cuidado. Essa gente desenvolveu tecnologia. Você foi muito descuidado. Cuide do que come, o que te dão para comer uma pequena agulha e te injetam não sei o quê”, disse.

Parece exagerado? WikiLeaks reportou que em 2008 a CIA pediu à sua embaixada no Paraguai que obtivesse todos os dados biométricos, incluindo o DNA, dos quatro candidatos presidenciais.

Os teóricos em conspirações caribenhos que a CIA também teve envolvimento nas mortes do ativista pelos direitos civis de Trinidad y Tobago e pan-africanista Kwame Ture, o legendário ícone do reggae Bob Marley e o primeiro-ministro dominiquense Rosie Douglas.

Durante a investigação do Comitê Seleto de Inteligência do Senado dos EUA, sobre os complôs de assassinato da CIA contra líderes estrangeiros em 1975, revelou-se que a agência havia desenvolvido uma pistola com dardos venenosos que causavam ataques cardíacos e câncer. A pistola disparava um dado com uma ponta com veneno líquido congelado, da grossura de um fio de cabelo humano e de um centímetro, que podia penetrar a roupa, era quase impossível de detectar e não deixava rastros no corpo da vítima.

Kwane Ture, ou Stokely Carmichael, o radical ex-líder dos Panteras Negras que inaugurou o Movimento do Poder Negro de 1960, morreu afirmando que a CIA o havia envenenado com câncer. Ture morreu de câncer de próstata aos 57 anos, em 1998. Seu amigo, artista multimídia e ativista Wayne Rafiki Morris afirmou que Ture disse que “sem dúvida” a CIA lhe induziu o câncer. Bob Marley morreu de melanoma em 1981. Tinha 36 anos. O relatório oficial diz que contraiu câncer em 1977, após se queixar do pé, que nunca sarou, após jogar futebol. Os teóricos de conspirações alegam que Marley recebeu de Carl Colby, filho do ex-diretor da CIA William Colby, um par de botas com uma peça de arame de cobre em seu interior, que estava coberto com uma substância cancerígena que atingiu seu dedão.

No que se refere a sapatos envenenados, há uma atemorizante semelhança entre Marley e Castro. No caso de Marley, supostamente a CIA utilizou câncer em suas botas; para Castro, colocou os altamente venenosos sais de tálio em seus sapatos. Depois de só oito meses após ter sido eleito primeiro-ministro da Dominica, o político radical Rosie Douglas foi encontrado morto no piso de sua residência em 2000.

A causa da morte foi atribuída como o resultado de um ataque massivo de coração. Seu coração era o dobro de seu tamanho normal. Como no caso de Ture e Marley, faziam exercício com regularidade. O filho mais velho de Douglas, Cabral, insistiu que seu pai havia sido assassinado e também sugeriu a participação da CIA. Em 1998, reportou-se que Moshood Abiola, o homem que se pensa ter ganhado as eleições de 1993 na Nigéria, foi morto de um ataque de coração após lhe darem um coquetel que expandiu seu coração ao dobro de seu tamanho.

Jack Ruby, assassino de Lee Harvey Oswald, o suposto assassino do presidente dos EUA John F. Kennedy, morreu de câncer pulmonar em 1967. O estranho é que as células cancerígenas não eram do tipo que se originam no sistema respiratório. Disse à sua família que haviam lhe injetado células de câncer na prisão, quando havia sido tratado com injeções por um resfriado. Morreu justamente antes de testemunhar ante o Congresso.

O bombardeiro de Lockerbie, Abdelbaset al-Megrahi, desenvolveu câncer terminal. O líder do partido de oposição canadense, de tendências esquerdistas, o Novo Partido Democrático (NPD), Jack Layton morreu – de uma forma de câncer desconhecida – em 2011. Parece que ter tendências de esquerda pode ser perigoso para a saúde. Desde 1953, os russos usaram micro-ondas para atacar o pessoal da Embaixada dos Estados Unidos em Moscou. Um terço do pessoal eventualmente morreu de câncer por causa da radiação de micro-ondas. Imagina o quão avançada e sofisticada que se tornou no presente a tecnologia do assassinato.

O uso de drogas como arma de Guerra pela CIA

Os EUA tem uma longa história de experimentação sobre seres humanos não voluntários, que remonta ao início deste século. Tanto as firmas privadas quanto os militares tem usado populações humanas não voluntárias para testar várias teorias. Contudo, a extensão na qual a experimentação humana tem sido parte dos programas de guerras biológicas dos EUA provavelmente nunca serão conhecidas. Os seguintes exemplos são tomados de informação desclassificada em 1977, e de outras contabilidades de fontes privadas. Várias envolvem incidentes que ainda tem origens desconhecidas e que não podem ser completamente explicadas:

  • 1763 – Os “Britânicos” durante a guerra índios-França. Os nativos americanos grandemente superavam em números os britânicos e eram suspeitos de estarem do lado dos franceses. Como um “ato de boa vontade” os “britânicos” deram cobertores aos nativo americanos, mas os corbertores sujos tinham vindo de um hospital que estava tratando as vítimas de varíola e consequentemente a varíola se espalhou pela comunidade nativo americana e devastou seus números.
  • 1814 – Andrew Jackson, cujo retrato aparece na nota de 20 dólares hoje, supervisionou a mutilação de 800 ou mais corpos de índios Creek – homens, mulheres e crianças -, que suas tropas haviam massacrado, cortando seus narizes para contar e preservar um registro das mortes, fatiando longas tiras de carne dos corpos deles para curtir e transformar em freios de rédeas.
  • 1900 – Um médico americano fazendo pesquisas nas Filipinas infectou um número de prisioneiros com a Praga. Ele continuou a sua pesquisa introduzindo Beriberi em outros 29 prisioneiros. Os experimentos resultaram em duas mortes conhecidas.
  • 1915 – Um médico no Mississippi produziu a Pelagra em doze prisioneiros brancos do Mississippi em uma tentativa de descobrir a cura da doença.
  • 1918 – A história moderna da guerra biológica começa em 1918 com a formação japonesa de uma seção especial do Exército (Unidade 731) dedicada a armas biológicas. O pensamento naquele tempo era que “Ciência e Tecnologia eram as chaves para ganhar a guerra e que a guerra biológica é a mais eficaz em termos de custo”.
  • 1931 – O Experimento sobre Câncer em Porto Rico foi realizado pelo Dr. Cornelius Rhoads, sob os auspícios do Instituto para Investigações Médicas Rockefeller, infecção de sujeitos humanos com células cancerosas. Ele mais tarde continua para estabelecer as instalações de Guerra Biológica do Exército dos EUA em Maryland, Utah e Panamá, e é indicado para a Comissão de Energia Atômica dos EUA. Quando estava lá, ele começa uma série de experimentos de exposição de soldados americanos e pacientes civis de hospitais.
  • 1932 – Começa o Estudo de Tuskegee da sífilis. 200 homens negros diagnosticados com a sífilis nunca souberam que estavam com a doença, é negado o tratamento e eles são usados como cobaias humanas para acompanhar a progressão e sintomas da doença. Como uma volta irônica, as mulheres e senhoras destes homens infectados também não foram notificadas e nem tratadas, e podem ter infectado outros. Quase tosos os homens subsequentemente morreram de sífilis, e nunca foi dito às familias deles que eles podiam ter sido tratados.
  • 1935 – O Incidente da Pelagra. Depois de milhares de indivíduos morrerem de pelagra durante um período de duas décadas, o Serviço de Saúde Publica dos EUA finalmente age para deter a doença. O diretor da agência admite que ao menos por 20 anos eles sabiam que a Pelagra é causada por uma deficiência de niacina mas deixaram de agir porque a maioria das mortes ocorreu dentro das populações negras atacadas pela pobreza.
  • 1940 – 400 prisioneiros em Chicago são infectados com Malária para estudar os efeitos de drogas novas e experimentais para combater a doença. Os doutores nazistas mais tarde no Julgamento de Nuremberg citam este estudo americano para defender suas próprias ações durante o Holocausto.
  • 1942 – Serviços de Guerra Química começam os experimentos com o gás mostarda em aproximadamente 4.000 soldados. Os experimentos continuam até 1945 e fazem uso de Adventistas do Sétimo Dia que escolheram se tornar cobaias para não servir no serviço ativo.
  • 1943 – Em resposta ao programa de guerra biológica em grande escala do Japão, os EUA começam a pesquisa de guerra biológica em Fort Detrick, MD.
  • 1944 – A marinha dos EUA usa sujeitos humanos para testar máscaras de gás e roupas. Os indivíduos foram colocados em uma câmara de gás e expostos ao gás mostarda e levitaram.
  • 1945 – O Projet Paperclip é iniciado. O Departamento de Estado dos EUA, Inteligência do Exército e a CIA recrutam cientistas nazistas e oferecem a eles imunidade e identidades secretas em troca de seu trabalho em projetos do governo top secretos nos EUA.
  • 1945 – “Programa F” é implementado pela Comissão de Energia Atômica dos EUA (AEC). Este é o estudo americano mais extenso conhecido dos efeitos na saúde dos fluoretos, que era o componente químico chave na produção da bomba atômica. Um dos químicos mais tóxicos conhecidos pelo homem, o fluoreto, é descoberto causar marcantes efeitos adversos no sistema nervoso central mas grande parte da informação é negada em nome da segurança nacional porque eles tem medo dos processos legais que condenariam em grande escala o uso de bombas atômicas.
  • 1946 – Pacientes em hospitais de VA são usados como cobaias para experimentos médicos. Em ordem de afastar as suspeitas, é dada uma ordem de mudar a palavra “experimentos” para “investigações” ou “observações”; seja como for, foram realizados como relatórios de estudos em um dos hospitais de veteranos do país.
  • 1947 – Colonel E.E. Kirkpatrick da Comissão de Energia Atômica dos EUA divulga um documento secreto (Documento 07075001, 8 de janeiro de 1947) programando que a agência começará a administrar doses intravenosas de substâncias radiativas a indivíduos humanos.
  • 1947 – A CIA começa seus estudos do LSD como uma arma potencial para uso pela Inteligência americana. Sujeitos humanos [tanto civis quanto militares] são usados com e sem seus consentimentos.
  • 1950 – Departamento de Defesa começa a planejar detonar armas nucleares em áreas desérticas e monitorar os residentes que recebem os ventos vindos destes lugares para problemas médicos e taxas de mortalidade.
  • 1950 – Em um experimento para determinar a suscetibilidade de uma cidade americana a um ataque biológico, a marinha americana usa o spray em uma nuvem de bactérias de navios para cima da cidade de San Francisco. Aparelhos de monitoramento estão espalhados pela cidade para testar a extensão da infecção. Muitos residentes adoeceram com sintomas de tipo de pneumonia.
  • 1950 – 1953 – Um conjunto de armas de guerra biológica foi alegadamente utilizado contra a Coréia do Norte. Narrativas dizem que elas foram liberadas de penas infectadas com antrax, moscas e mosquitos contaminados com praga e febre amarela, e roedores infectados com uma variedade de doenças. Eram precisamente as mesmas técnicas usadas na imunidade de processo legal em troca dos resultados daquela pesquisa. A administração Eisenhower mais tarde pressionou sob Acusações de Sedição contra três americanos que publicaram as acusações desta atividade. Contudo ninguém foi condenado.
  • 1951 – O Departamento de Defesa começa os testes a pleno ar usando bactérias e vírus produtores de doenças. Os testes duraram até 1969 e há uma preocupação que as pessoas nas áreas circunvizinhas tenham sido expostas.
  • 1952 – 1953 – Em uma outra série de experimentos, os militares americanos liberaram nuvens de gases “inócuos’ sobre 6 cidades americanas e canadenses para observar o potencial de liberações similares sob cenários de guerra química ou biológica. Um relatório de acompanhamento realizado pelos militares notou a ocorrência de problemas respiratórios nas populações civis não voluntárias.
  • 1953 – Os militares americanos liberam nuvens de gás de sulfeto de cádmio e zinco sobre Winnipeg, St. Louis, Minneapolis, Fort Wayne, o Vale do Rio Monocacy em Maryland, e em Leesburg, Virginia. O intento deles é determinar o quão eficientemente eles podem dispersar agentes químicos.
  • 1953 – Experimentos conjuntos do Exército, Marinha e CIA são realizados nos quais dezenas de milhares de pessoas em New York e San Francisco são expostas a germes expostos no ar. São usados Serratia marcescens e Bacillus glogigii.
  • 1953 – CIA inicia o Projeto MKULTRA. Este é o 11.o ano do programa de pesquisa destinado a produzir e testar drogas que seriam usadas para controle mental e modificação de compostamento. Seis dos sub projetos envolveram a testagem de agentes em seres humanos involuntários.
  • 1955 – A CIA, em um experimento para testar a infecção de populações humanas com agentes biológicos, libera uma bactéria retirada do arsenal de armas biológicas do Exército sobre Tampa Bay, Fl.
  • 1955 – Os Corpos Químicos do Exército continuam a pesquisa do LSD, estudando seu uso potencial como um agente químico incapacitante. Mais de 1.000 americanos participam do teste que continua até 1958.
  • 1956 – Militares americanos libertam mosquistos infectados com a febre amarela sobre Savannah, Georgia e Avon Park, Flórida. Seguindo cada teste, agentes do exército fazendo-se passar como agentes de saúde pública testam as vítimas a procura de efeitos.
  • 1956 – A União Soviética acusou os EUA de usarem armas biológicas na Coréia, que os levou a ameaçar o uso futuro de armas químicas e biológicas. Isto mudou o foco do programa americano para um mais defensivo. Antes disto, o grosso da pesquisa era baseada em Ft. Detrick e usava agentes biológicos substitutos” como modelo de organismos mais letais. A maioria dos testes ofensivos era baseada no “spay” secreto de organismos sobre áreas populadas. Este programa [supostamente] foi encerrado em 1969.
  • 1958 – LSD é testado em 95 voluntários dos Laboratórios de Guerra Química do Exército para seus efeitos sobre a inteligência.
  • 1960 – O Chefe Assistente da Inteligência do Exército (ACSI) autoriza a testagem em campo do LSD na Europa e Oriente. A testagem da população européia recebe o nome de Projeto THIRD CHANCE, e a testagem da população asiática é nomeada Projeto DERBY HAT.
  • 1965 – Projetos da CIA e o Departamento de Defesa começam o Projeto MKSEARCH, um programa para desenvolver a capacidade de manipular o comportamento humano por meio de drogas que alterem a mente.
  • 1965 – Prisoneiros da Prisão Estadual de Holmesburg na Filadelfia são submetidos a dioxina, um componente químico altamente tóxico do Agente Laranja usado no Vietnã. Os homens foram estudados mais tarde para desenvolvimento de câncer, o que indica que o Agente Laranja sempre tem sido suspeito de ser um carcinogênico.
  • 1966 – CIA inicia o Projeto MKOFTEN, um programa para testar os efeitos toxicológicos de certas drogas sobre humanos e animais.
  • 1966 – O Exército americano distribui Bacillus subtilis variante niger pelo sistema de metrô da cidade de New York. Mais de um milhão de civis são expostos quando os cientistas deixaram cair lâmpadas de luz cheias de bactérias dentro das grades de ventilação.
  • 1967 – CIA e o Departamento de Defesa implementam o Projeto MKNAOMI, sucessor do MKULTRA e destinado a manter, armazenar e testar armas químicas e biológicas.
  • 1968 – CIA testa a possibilidade de envenenar a água potável ao injetar químicos no suprimento de água do FDA em Washington, D.C.
  • 1969 – Dr. Robert MacMahan do Departamento de Defesa requisita do Congresso 10 milhões de dólares para desenvolver, dentro de um período de cinco a dez anos, “um agente biológico sintético para o qual não existe imunidade biológica.”
  • 1970 – O custeio para o agente biológico sintético é obtido sobe o ato legal H.R. 15090. O projeto, sob a supervisão da CIA, é realizado pela Divisão de Operações Especiais em Fort Detrick, a instalação principal de armas biológicas top secretas do Exército. Especulação tem se levantado que técnicas de biologia molecular são usadas para produzir a AIDS e outras retroviroses similares.
  • 1970 – EUA intensifica seu desenvolvimento de “armas étnicas” (Military Review, Nov., 1970), destinadas a alvejar seletivamente e eliminar específicos grupos étnicos que são suscetíveis devido a diferenças genéticas e variações no DNA.
  • 1972 – O Presidente Nixon anuncionou o banimento da produção e uso de agentes de guerra biológica [não dos agentes químicos]. Contudo, como os próprios experts do Exército revelam, este banimento é despido de significado porque os estudos necessários para proteger contra armas de agentes biológicos são geralmente indistinguíveis daqueles das armas químicas.
  • 1975 – A seção de vírus do Centro de Pesquisa para Guerra Biológica de Fort Detrick é nomeada Instalações de Pesquisa do Câncer Fredrick e colocado sob a supervisão do Instituto Nacional do Câncer (NCI) . É aqui que um programa especial de vírus do câncer é iniciado pela Marinha americana, supostamente para desenvolver vírus causadores do câncer. É também aqui que é isolado um retrovírus para o qual não existe imunidade. Ele mais tarde recebe o nome de HTLV (vírus da leucemia humana de células T).
  • 1977 – Audiências no Senado sobre Pesquisa Científica e Saúde confirmam que 239 áreas populadas tem sido contaminadas com agentes biológicos entre 1949 e 1969. Algumas das áreas incluem San Francisco, Washington, D.C., Key West, cidade do Panamá, Minneapolis e St. Louis.
  • 1978 – Testes experimentais da vacina para Hepatite B, realizados pelo CDC, começam em New York, Los Angeles e San Francisco. Anúncios são feitos para a pesquisa em sujeitos que sejam homens homossexuais promíscuos.
  • 1980-1981 – Dentro de meses depois de seu encarceramento em centros de detenção em Miami e Porto Rico, muitos homens haitianos refugiados desenvolveram uma condição não usual chamada “ginecomastia”. Esta é uma condição na qual homens desenvolvem seios femininos. Um número de internos em Ft. Allen em Porto Rico afirmaram que eles foram forçados a receber uma série de injeções que eles acreditam serem hormônios.
  • 1981 – Os primeiros casos de AIDS são confirmados em homens homossexuais em New York, Los Angeles e San Francisco, despertando a especulação que a AIDS tenha sido introduzida via a vacina da Hepatite B.
  • 1981 – Mais do que 300.000 cubanos foram atacados de dengue hemorrágica. Uma investigação da revista ‘Covert Action Information Bulletin’, que rastreia os trabalhos de várias agências de Inteligência mundiais, sugeriram que este surto foi o resultado da libertação de mosquitos pelos contra revolucionários cubanos. A revista rastreou as atividades de um agente operacional da CIA de uma instalação no Panamá até as alegadas conexões cubanas. Durante os últimos 30 anos, Cuba tem sido submetida a uma quantidade enorme de surtos de doenças humanas e de suas plantações que são difíceis de serem atribuídas puramente a causas naturais.
  • 1982 – os unionistas do comécio de El Salvador afirmaram que as epidemias de muitas doenças anteriormente desconhecidas tem sido ligadas a áreas imediatamente depois dos bombadeios aéreos diretos americanoa. Há uma dura evidência que sustenta estas acusações. Contudo, o padrão e tipos de surtos são consistentes com as afirmações.
  • 1985 – Segundo a Revista Science (227:173-177), HTLV e VISNA, um vírus fatal do carneiro, são muito similares, indicando um relacionamento próximo taxonômico e evolutivo.
  • 1985 – Um surto de febre Dengue ataca Managua, Nicarágua logo depois de um aumento de missões aéreas de reconhecimento americanas. Quase metade da população da cidade foi atacada pela doença, e várias mortes tem sido atribuídas ao surto. Esta é a primeira vez que tal epidemia ocorre no país e o surto foi quase que idêntico ao que atingiu Cuba alguns anos antes (1981). Variações da febre Dengue foram foco de muita experimentação na instalação de teste de guerra biológica do Exército em Ft. Dietrick, Maryland antes do ‘banimento’ de tal pesquisa em 1972.
  • 1985 – Há um caso de um ex sargento do Exercito dos EUA tentando fazer um processo contra o Exército por usar drogas experimentais nele, sem o seu conhecimento; a Suprema Corte determinou que permitir uma tal ação contra os militares poderia romper a cadeia de comando. Portanto, quase todas as ações potenciais contra os militares para más ações passadas, ou futuras, tem sido barradas bem como tem sido as ações destinadas a liberação de documentos classificados sobre o assunto.
  • 1986 – Segundo Procedimentos da Academia Nacional de Ciências (83:4007-4011), HIV e VISNA são altamente similares e partilham todos elementos estruturais, exceto por um pequeno fragmento que é quase que idêntico ao HTLV. Isto leva a especulação que o HTLV e o VISNA podem ter sido lincados para produzir um novo retrovírus para o qual não existe imunidade.
  • 1986 – Um relatório do Congresso revela que a atual geração de agentes biológicos do governo americano inclui: vírus modificados, toxinas que ocorrem naturalmente, e agentes que são alterados por meio da engenharia genética para mudar o caráter imunológico e evitar o tratamento por todas as vacinas existentes.
  • 1987 – O Departamento de Defesa admite que, a despeito de um tratado banindo a pesquisa e o desenvolvimento de agentes biológicos, continua a operar instalações de pesquisa em 127 instalações e universidades ao redor do país.
  • 1990 – Mais de 1.550 bebês negros de 6 meses de idade e bebês hispânicos receberam em Los Angeles a vacina “experimental” contra sarampo que nunca havia sido licenciada para uso nos EUA. O CDC mais tarde admite que os pais não foram informados que a vacina aplicada nas crianças era experimental.
  • 1994 – Com uma técnica chamada “rastreamento de gene,” Dr. Garth Nicolson no Centro Médico para o Câncer Anderson em Houston, Texas descobre que muitos veteranos que retornaram da Operação Tempestade no Deserto estão infectados por uma cadeia alterada de Micoplasma incognitus, um micróbio comumente usado na produção de armas biológicas. Incorporado em sua estrutura molecular está 405 da capa de proteína do HIV, indicando que isto tenha sido feito pelo homem.
  • 1994 – Senador John D. Rockefeller divulga um relatório revelando que ao menos por 50 anos o Departamento de Defesa tem usado centenas de milhares de pessoal militar em experimentos humanos e com o propósito intencional de substâncias perigosas. Os materiais incluiram gás mostarda e nervoso, radiação ionizante, psico químicos, alucinógenos e drogas usadas durante a Guerra do Golfo.
  • 1995 – O Governo americano admite que tenha oferecido aos japoneses criminosos de guerra e cientistas que realizaram experimentos médicos em humanos salário e imunidade de serem processados em troca dos dados da pesquisa em guerra biológica.
  • 1995 – Dr. Garth Nicolson, descobre evidências que agentes biológicos usados durante a Guerra do Golfo foram manufaturados em Houston, Texas e Boca Raton, Flórida e testados em prisioneiros no Departamento de Correção do Texas.
  • 1996 – Sob pressões do Congresso e do público depois do segmento de “60 minutos” [um programa de TV], o Departamento de Defesa finalmente admitiu que ao menos 20.000 soldados americanos “podem” ter sido expostos a armas químicas durante a operação ‘Tempestade no Deserto’. Esta exposição foi o resultado da destruição de bunker de armas. Causas de doenças similares de outras tropas, que não estiveram nesta área, ainda não foram explicadas, mais do que considerá-las síndromes de stress pós traumático. Grupos de veteranos tem divulgado informação que muitos dos problemas podem ser o resultado de vacinas experimentais e inoculações que eram fornecidas às tropas durante a construção militar. [Relatadamente, a família Bush tem ou tinha partes da companhia de vacina).
  • 1997 – 88 membros do Congresso assinaram uma carta demandando uma investigação no uso de armas biológicas e a Síndrome da Guerra do Golfo.
  • 2001 – Muitas pessoas infectadas com o vírus antrax, ao longo da costa leste dos EUA supostamente por meio do sistema postal, primeiramente culparam Osama Bin Laden, e mais tarde a subtraída corrente foi provada ter se originado em um laboratório americano e ninguém foi pego.
  • 2003 – Os militares americanos injetam milhares de pessoal militar com vários soros em preparação para a invasão do Iraque.

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