Projeto Stargate

Você sempre escuta a palavra farsa acompanhando qualquer fenômeno sobrenatural. Em especial, o governo vive negando qualquer evento que “comprometa” a integridade mental coletiva. O maior mentiroso da História, o governo dos EUA, é um desses. Nega o quanto pode, até que um dia a realidade aparece. Entre os anos 70 e 80, o governo estadunidense negou a existência de pessoas com poderes psíquicos e de investimentos voltados para essa área. E foi assim, até que em meados do ano de 2001, documentos sigilosos vieram a publico e o Projeto StarGate foi descoberto.

O projeto de mais de $20 milhões de dólares, Stargate era um termo geral usado para descrever um grande número de experiências e investigações psíquicos empreendidas pelo governo dos E.U.A entre os anos 70 e 90. O maior objetivo do Projeto Stargate foi investigar a possibilidade de existir pessoas com poderes psíquicos, entre os quais, o principal alvo era a “visão remota”, que é a habilidade psíquica para acompanhar os acontecimentos através de grandes distâncias. Segundo os arquivos, o objetivo do programa era desenvolver a clarividência controlada.

Pretendiam conseguir esse feito através de pesquisas com suas cobaias, pessoas que supostamente dominavam algo que atualmente é bem conhecido, a chamada Projeção Astral.

Com isso eles poderiam prever eventos futuros e ler documentos escondidos. Outra finalidade era a militar, pois esses poderes dariam uma vantagem imensa sobre o inimigo. Embora alguns participantes afirmassem ter previsto corretamente eventos principais do mundo como ataques e situações militares importantes, o programa concluiu que telepatas visualizadores ainda estavam errados quase 80% do tempo. Com um índice tão inferior, visto que apenas alguns candidatos dos milhares utilizados no projeto correspondiam as expectativas e com o governo cortando gastos, decidiram por um fim no bizarro projeto em 1995. Os documentos que eram para ser arquivados acabaram nas mãos erradas e cá estamos nós comentando sobre eles.

O trabalho precoce no SRI-Stanford Research Institute (Instituto de Pesquisas Stanford), iniciado pelos físicos Hal Puthoff e Russell Targ, com foco em alguns poucos indivíduos talentosos em parapsicologia, como o artista de New York Ingo Swann, e o ex-comissário de polícia Pat Price. Testes piloto com estes indivíduos produziram alguns resultados verdadeiramente surpreendentes. Por exemplo, Swann sugeriu tentar a visualização remota do planeta Júpiter antes que a sonda Pionner X da NASA fosse enviada para fotografar o planeta gigante.

Para sua surpresa, ele relatou ter visto um anel em torno do planeta – que parecia bastante contraditório com tudo o que se sabia sobre Júpiter até então, no entanto, Targ e Puthoff mencionaram a declaração de Swann em seu relatório, e, logo depois, as fotos tiradas por Pioneer X em verdade revelava um inesperado anel ao redor do planeta Júpiter como previsto por Swann. Pat Price, em sua primeira tarefa de “espionagem psíquica” sobre os soviéticos, simplesmente lhe foi dado as coordenadas de uma “instalação de Pesquisa & Desenvolvimento” na União Soviética. Price passou a descrever e desenhar, com detalhes surpreendentes, uma grande estrutura existente no local das coordenadas.

Os primeiros relatórios públicos (ou seja, não classificados) dos experimentos de RV-Visão Remota (Psíquica) no SRI, incluindo mais de 50 ensaios com Price, Swann e alguns outros participantes, rendeu evidências sólidas e de qualidade sobre a realidade da RV. Na sequência da publicação do relatório interdisciplinar dos resultados na revista Nature, considerável controvérsia surgiu, com os críticos do projeto questionando tanto os protocolos assim como os dados estatísticos. Contudo, mesmo usando estimativas conservadoras de sucesso, e avaliações independentes, os dados do SRI sobre PSI pareciam claramente dar suporte a validade da pesquisa sobre PSI.

Um número de outros ensaios se seguiu pretendendo determinar o que, se fosse o caso, seriam as limitações do RV-Visão Remota. Numa experiência, por exemplo, os alvos eram pequenos objetos colocados em recipientes de metal selados por película (que excluía a luz), enquanto que em outro ensaio, eles consistiram de imagens miniaturizadas (encolhidas para o tamanho de um ponto, que exigiria um microscópio para serem vistas). A RV pareceu funcionar tão bem como sempre, apesar dos obstáculos.

Ainda mais interessante foi uma curta experiência que envolveu não apenas distâncias consideráveis entre o emissor e o receptor, mas também a barreira física tremenda das profundezas do oceano, conhecidos por bloquear quase toda a radiação eletromagnética. Duas sessões foram realizadas, cada uma envolvendo um sujeito dotado (Hella Hammid e Ingo Swann), que estava em um submarino, nas profundezas do Oceano Pacífico, o remetente foi localizado em um local selecionado aleatoriamente na área da Baía de San Francisco.

Apesar da distância e da ação de filtragem das águas do oceano, ambas as sessões foram bem sucedidos, com Hammid e Swann descrevendo as suas metas com alta precisão, e os resultados quantitativos sendo estatisticamente muito significativos.

Visão remota

A visão remota permitiria a um observador usar alguma capacidade paranormal para reunir informações de um determinado local, um objeto, lugar, pessoa, etc., que estaria longe da visão física do observador, preferencialmente separado do observador por uma grande distância. A “visão” seria a impressão pessoal adquirida pelo observador a respeito do assunto, e às vezes poderia ser registrada por outra pessoa. Seria semelhante a sensação que temos quando abrimos os olhos após uma noite de sono e tentássemos recordar sobre um sonho ocorrido durante este período. A visão remota clássica é feita em tempo real, embora alguns praticantes informem a possibilidade de cruzar a linha do tempo e ser remetido ao passado ou futuro também. Os defensores dizem que já existe prova experimental válida para esta técnica.

A visão remota (RV-Remote Viewing em inglês) é um trabalho desenvolvido no S.R.I.–Stanford Research Institute (entre 1972-1990) e no SAIC– Science Applications International Corporation (entre 1990-1995) é único na história do campo de estudos da parapsicologia.

Se por um lado, ele é o único programa de pesquisa de Psi(*) a longo prazo conhecido por ter sido financiado pelo governo dos EUA (especificamente, o DoD-Departamento de Defesa e diferentes agências de inteligência, como a NSA e CIA), em segundo lugar, a sua raison d’etre foi, desde o início, movida por um interesse em aplicações objetivas e práticas, ou seja, o uso de Psi para operações de inteligência, em terceiro lugar, por causa de sua natureza sensível, a maior parte deste trabalho foi – e ainda é – classificado como Top Secret.

No entanto, uma recente Congressionally Directed Action – uma ação direta do Congresso dos EUA induziu uma desclassificação de uma pequena parte dos documentos secretos, bem como levando a uma avaliação do programa de 24 anos patrocinado pelo governo, conhecido como Projeto Stargate.

Projeto STARGATE

Uma parte do trabalho mais tarde de Puthoff e Targ, na tentativa de melhorar a precisão e a confiabilidade de RV-Visão Remota por meio de diferentes técnicas de correção de erros (ou seja, o voto majoritário e visualização remota associativa).

O projeto STARGATE continuou até a década de 1990, sob a direção do físico Edwin May, primeiro na SRI e, em seguida, na SAIC ( Science Applications International Corp.). Estendendo o trabalho anterior de Puthoff e Targ, May e seus colegas conduziram uma série de estudos que exploram o potencial da RV para a coleta de informações (serviço de inteligência e espionagem), além de tentar compreender alguns dos seus mecanismos subjacentes.

Trabalhando com um pequeno e seleto grupo de “especialistas” visualizadores remotos, os pesquisadores do SRI / SAIC continuaram a produzir alguns exemplos muito marcantes do potencial aplicado de visualização remota, além de explorar algumas questões fundamentais sobre a natureza desta habilidade. Na sua totalidade , o trabalho STARGATE oferece algumas das evidências mais sólidas para a validade da PSI até o presente data – como pode ser testemunhado pelos documentos recentemente desclassificados.

No entanto, uma agência contratada pela CIA para avaliar o programa de 24 anos (American Institutes for Research ou AIR ) conseguiu dar uma revisão mista, com uma avaliação positiva pela especialista em estatística Jessica Utts, uma negativa pelo psicólogo Ray Hyman, e uma recomendação pela equipe toda do AIR para acabar com o programa Stargate.

O uso do governo dos EUA de pessoas treinadas em habilidades paranormais para aplicação militar tem uma história que remonta a pelo menos algumas décadas.

O Projeto Stargate foi o codinome de um projeto financiado pela Agência Central de Inteligência (CIA). Ele foi criado em resposta a relatórios de inteligência de que a União Soviética estava envolvida em pesquisa psíquica, segundo a Federação de Cientistas Americanos (FAS).

O Stargate, que recebeu outros tantos codinomes entre 1972 e 1995, empregava “visão remota”, uma técnica que usa poderes da mente para ver cenas e indivíduos distantes.

Iniciado no ‘Instituto de Pesquisa de Stanford’ (SRI), na Califórnia, em 1972, o projeto – originalmente chamado SCANATE ou ‘escanear por coordenadas’ – era composto por indivíduos dotados ou talentosos selecionados pelo SRI para serem treinados na guerra psíquica. Um mínimo de precisão de 65% era desejado, mas níveis mais elevados poderiam ser alcançados com o treinamento.

Enquanto o projeto evoluía ao longo dos anos 1970, ele acabou por ser combinado em 1979 com um programa pré-existente da inteligência do Exército chamado projeto “grill flame”. Operando a partir de Fort Meade, Maryland, o novo grupo era composto tanto por dois soldados como civis que foram considerados psiquicamente talentosos.

Em 1983, o programa se expandiu para incluir um conjunto de instruções que, em teoria, permitiria que qualquer pessoa fosse treinada em visão remota e produzisse dados confiáveis. Em 1984, o projeto havia realizado centenas de experiências de visão remota.

Embora o nível relatado de sucesso do programa variasse de fonte para fonte, o programa supostamente teve várias sessões bem-sucedidas, incluindo a localização de uma área de testes nucleares soviéticos em Semipalatinsk em 1974 e a localização um bombardeiro Tu-95 soviético abatido numa área de vários quilômetros de destroços na África. Joe McMoneagle, um oficial de Projetos Especiais da Inteligência, disse que deixou o projeto depois de receber uma condecoração ‘Legião de Mérito’ por obter informações sobre 150 alvos que não puderam ser localizados por outros meios, segundo a FAS.

O projeto continuou até meados dos anos 1990, momento em que este sofreu com várias falhas de infraestrutura que levaram a sua reavaliação por parte do Instituto Americano para Pesquisa em 1995. Depois que avaliações positivas e negativas serem feitas, o instituto por fim recomendou a rescisão do projeto.

Os arquivos do programa Stargate de visualização remota estão atualmente disponíveis, desclassificados, e armazenados na Administração Nacional de Arquivos e Registros.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

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