Vacinas para Reduzir a População

Recentemente o co-fundador da Microsoft Bill Gates fez uma declaração polêmica, ao mencionar que vacinas funcionariam para reduzir a população mundial, Bill Gates disse:

“Ora, se realmente fizermos um grande trabalho na criação de novas vacinas, assistência de saúde, serviços de saúde reprodutiva, abaixaremos a população mundial em 10 ou 15 por cento”.

Tais palavras soaram mal e geraram grandes especulações a cerca da vacinação e do funcionamento das mesmas para a população. Durante a apresentação da TED, que aconteceu em fevereiro de 2010, Bill Gates faz a surpreendente declaração que as vacinas devem ser usadas para reduzir a população da Terra, controlar o aquecimento global e reduzir as emissões de CO2.

bill gates e a vacina mortal

Muitas pessoas admiram Bill Gates por sua inteligência, espírito empreendedor e mais recentemente, a sua filantropia. Isso é tudo muito bom, mas não devemos esquecer que ele é um capitalista implacável, que, ao longo de sua vida, dedicou seus esforços para um único propósito: fazer uma soma ridícula de dinheiro.

As teorias da conspiração sobre Gates podem fazer parte de um esquema global de redução da população, não é exagero dizer que houve uma tendência histórica sistemática para usar os continentes menos desenvolvidos (especialmente a África) para pesquisas não-consensuais com técnicas pioneiras de fazer dinheiro disfarçadas de desenvolvimento, e que Bill Gates faz parte disso.

Durante sua palestra, Bill Gates afirma que uma maneira de alcançar o objetivo da redução de CO2 é reduzir a população humana global. A equação da lógica é a seguinte:

CO2 = P x S x E x C

Onde:

P = população humana
S = média dos serviços por pessoa
E = quantidade média de unidades de energia usadas por serviço
C = média de CO2 emitido por unidades de serviço por ano
Assim, CO2 = quantidade projetada de CO2 emitido pela população inteira por ano

Confiram o vídeo e tire suas próprias conclusões do que Bill Gates disse, abaixo:

Há também um enorme conjunto de evidências documentadas de que a indústria farmacêutica tem, por um longo tempo e repetidamente, usado populações vulneráveis no mundo desenvolvido e em desenvolvimento como cobaias para estudar doenças e testar novos medicamentos (exemplo, o experimento Tuskegee). Literalmente, centenas de estudos, documentos e análises determinaram que a melhor maneira de reduzir a mortalidade e a transmissão de doenças infecciosas como a malária e poliomielite é educar a população e elevar o seu padrão de vida.

É estranho que, apesar de professar-se  ser um pioneiro da saúde global, o B & MGF detém participações significativas de algumas das empresas mais “não saudáveis” do planeta, responsável por milhões de casos de obesidade e diabetes, tais como o McDonald e Coca-Cola.

Vacinas e outras químicas

Como demonstrou Aldous Huxley, em seu livro o Admirável mundo novo, o futuro será uma ditadura cujos controladores se arrogam o direito de definir as condutas e julgar os hábitos de todo restante da humanidade. Para além da vigilância sobre crimes e contravenções, a ditadura da Nova Ordem deve avançar com seus tentáculos para áreas antes reservadas ao domínio estritamente privado. Das várias áreas que estão sob as garras da Nova Ordem, a saúde parece ser a que já se encontra mais cercada. Assim como no livro do escritor inglês, o atual rumo da medicina moderna parece nos levar, inapelavelmente, a uma dependência química universal e irreversível no médio prazo.

A imagem assustadora de Huxley, no entanto, não está muito distante das informações que circulam fora da imprensa dominada pelos grandes anunciantes. Na Internet, por exemplo, é possível encontrar coisas assustadoras sobre a indústria farmacêutica, sobre a periculosidade das vacinas e de alguns medicamentos altamente recomendados pela classe médica. Quando analisamos como funciona a divulgação dos produtos entre os médicos, quem patrocina os congressos e periódicos, e cruzamos estes dados com a concentração absurda deste mercado, fica fácil prever como o totalitarismo “científico” vai controlar nossa alimentação e tornar a nossa medicação compulsória.

Os iluminados acreditam deter o poder divino do conhecimento, e portanto sua ciência infalível pode e deve agir sobre toda cabeça humana, de livre e espontânea obrigação.

Caso de Tuskegee

O Estudo da Sífilis Não-Tratada de Tuskegee foi um experimento médico realizado pelo Serviço Público de Saúde dos Estados Unidos (SPS) em Tuskegee, Alabama, entre 1932 e 1972. O experimento é usado como exemplo de má conduta científica. Foram usadas 600 homens sifilíticos como cobaias em um experimento científico: 399 para observar a progressão natural da sífilis sem o uso de medicamentos e outros 201 indivíduos saudáveis, que serviram como base de comparação em relação aos infectados.

Os doentes envolvidos não foram informados sobre seu diagnóstico e jamais deram seu consentimento de modo a participar da experiência. Eles receberam a informação que eram portadores de “sangue ruim”, e que se participassem do programa receberiam tratamento médico gratuito, transporte para a clínica, refeições gratuitas e a cobertura das despesas de funeral. Ao final do experimento Tuskegee, apenas 74 pacientes ainda estavam vivos; outros 25 tinham morrido diretamente de sífilis; 100 morreram de complicações relacionadas com a doença. Adicionalmente, 40 das esposas das cobaias humanas haviam sido infectadas pela doença, e 19 de suas crianças haviam nascido com sífilis congênita.

Caso de Tuskegee

A denúncia do caso à imprensa por um membro da equipe ditou o fim do estudo. Com a repercussão deste caso, vários institutos de ética médica e humana foram criados. Na época do estudo, o início da década de 1950, o Código de Nuremberg já determinava algumas das primeiras diretrizes éticas internacionais para a pesquisa com seres humanos. O Código de Nuremberg foi escrito por norte-americanos e é parte da sentença do Tribunal de Nuremberg (caso II), uma corte militar composta apenas por juízes estadunidenses. Também a Associação Médica Americana (AMA) já tinha publicado algumas normas visando proteger as pessoas envolvidas em pesquisas.

Os resultados parciais do estudo foram aceitos para apresentação em congressos científicos e não mereceram qualquer restrição por parte da comunidade científica. Porém a divulgação dos monstruosos experimentos gerou indenizações para os descendentes e alguns sobreviventes da experiência, e o governo americano se comprometeu a criar programas para atender as vítimas da tragédia. Em 1997 ainda existiam 8 pessoas vivas que participaram do estudo – e o governo norte-americano decidiu fazer um pedido de desculpas formais a todos os que foram enganados durante o experimento de Tuskegee.

O controle da população

Esse extermínio é conduzido através de vários instrumentos, a partir das esterilizações forçadas, à inserção – graças também às operações de uma série de fundações: Rockefeller, Bill Gates, Aga Khan, e basta pensar nas ações do magnata das finanças George Soros, ativo também nesse setor. Bem, há uma série de fundações que agem à medida que existam esterilizações forçadas, inoculações de substâncias que induzam à infertilidade, seja masculina que feminina, através de vacinas, fármacos, terapias, implementações – e eram assim definidas já no memorando número 200 escrito por Henry Kissinger em 1974 – Implementação de Sementes – que hoje chamamos de OGMs, organismos geneticamente modificados, mas fomos bem além, com esse desafio humano no confronto da natureza, essa sensação do homem que tem o poder de sentir-se Deus. Chegamos até a falar de nano materiais no âmbito dos alimentos, comendo, assim, “corn flakes” ao invés de amendoins recobertos por um extrato de vidro… óxido de silício… fomos muito além… conduzindo guerras bacteriológicas silenciosas secretas, verdadeiros experimentos legitimados pelo poder.

Doctor Does Injection Child Vaccination Baby

Existe uma documentação oficial da Rockefeller Foundation, que já em 1968, fazia o estudo de vacinas a serem ministradas à população feminina, para que o óvulo fecundado não pudesse se implantar no útero. Existem muitos documentos sobre o que ocorreu em vários países do mundo, o que era chamado de plano de vacinação antitetânica, contra o tétano. A coisa absurda é que esse plano de vacinação ocorria e destinava a uma população exclusivamente feminina, na faixa etária entre os 15 e os 45 anos. Uma comissão católica no México teve algumas suspeitas: por que o tétano poderia atingir só aquela específica faixa da população? E quanto aos homens? Eles não poderiam ser vítimas do tétano? E a comissão decidiu mandar analisar as vacinas que estavam sendo ministradas em vários países, entre os quais o México. Bem, descobriu-se que na vacina tinham sido inseridas, em grandes quantidades, hormônios que tornavam praticamente estéril a população feminina.

A propósito de vacinas, posso dar o exemplo da vacina contra a HPV (N. do T.: vírus do papiloma humano). Na Itália também houve uma campanha exagerada: é preciso vacinar todas as garotas pois é o único modo de se evitar o tumor no útero. Mas há uma grande dificuldade de correlação direta entre os diversos tipos de patologias de tumores no útero que existem e aquelas específicas, provocadas por aquele tipo de vírus em particular, é preciso também ter em mente que a experimentação de uma vacina leva, geralmente, uma década, para que se possa avaliar sua emissão no mercado. E nos EUA, o processo de experimentação foi de pouquíssimos meses. Depois de que, foi concedida a autorização.

postos de vacinação

Agora os pediatras são pagos para que o número de vacinações aumente e cresça. Em alguns casos são vacinas não obrigatórias, ou superficiais, em outros casos, e recentemente vi a FEDERANZIANI (N do T.: fundação italiana dirigida aos idosos) promovendo campanha para a vacinação de toda a população idosa, além dos 65 anos, contra o pneumococo. Fazendo uma breve pesquisa sobre quem financia a FEDERANZIANI, vemos que ela é financiada pelas mesmas indústrias farmacêuticas que obtém lucros com a venda dessas vacinas. Assim, além do controle da população, também em termos de redução dessa população, há uma constante delação do ponto de vista farmacêutico, do ponto de vista do “chamado” setor da Saúde, e também do ponto de vista da filantropia – as vacinações sendo feitas em países onde há crianças que morrem de fome. Ou na própria Grécia, onde os Medecins Sans Frontières, como outras organizações internacionais, agem vacinando obrigatoriamente todas as crianças que, coitadas não têm com o que matar a fome por causa da crise.

vacinas

Percebemos como tudo ocorre por meio de instrumentalização e sem que nós fiquemos sabendo. Mas daí intervém a mídia, dizendo que há uma pandemia suína e que, portanto, precisamos nos defender. E assim nos tornamos instrumentos e vítimas de uma verdadeira guerra conduzida pela elite global contra a humanidade. A China tem a população numericamente mais elevada e se, portanto além de um bilhão, um bilhão e meio, um bilhão e setecentos milhões de pessoas têm filhos, é evidente que para cada casal, mesmo com apenas um filho, haverá um constante aumento da população. É verdade também que na China, assim como em outros países: Ucrânia, Peru, foram colocados em prática verdadeiros planos de redução da população. Em primeiro lugar, no que diz respeito às crianças de sexo feminino, e depois, numericamente, com a política de no máximo um filho por casal. O problema da política do número de filhos numa população já muito abundante também remete à ótica dos planos de controle da população mundial.

Mercúrio nas Vacinas

O mercúrio é um metal pesado, que pode ser encontrado naturalmente no meio ambiente. No entanto, não é adequado para consumo humano mesmo em pequenas doses, pois é extremamente prejudicial ao corpo humano, especialmente ao cérebro e ao sistema nervoso que são muito sensíveis a todas as formas de mercúrio. Apesar disso e de muitos estudos sobre os efeitos negativos de mercúrio, o metal pesado é continuamente adicionado às vacinas obrigatórias e alimentos processados.

vacinação

Curto prazo da exposição a altos níveis de vapores de mercúrio metálico pode causar efeitos incluindo danos nos pulmões, náuseas, vômitos, diarreia, aumento da pressão arterial ou frequência cardíaca, erupções na pele e irritação dos olhos.

Efeitos nocivos do mercúrio que pode ser transmitida da mãe para o feto incluem danos cerebrais, retardo mental, incoordenação motora, cegueira, convulsões e incapacidade de falar. Crianças envenenadas por mercúrio podem desenvolver problemas de seus sistemas nervoso e digestivo e dano renal.

Rejeição das vacinas na Alta sociedade

Na alta sociedade, as pessoas de mais alta patente nos governos entre o mundo se negam a tomar vacinas como as da H1N1 e outras, por que será? Com toda certeza é porque eles sabem mais do que qualquer um que essas vacinas não passam de ultrajes apenas para fazer que nós morremos lenta e dolorosamente, para cumprir um dos principais objetivos da agenda da elite global, que é a redução da população, porem não se engane se você pensa que muitos morreram e você conseguirá sobreviver a eles, pois os únicos que eles pretendem ‘deixar’ viver aqui em seu reinado são as pessoas mais importantes, figuras de alto poder politico, social, econômico, ou seja pessoas em que eles se interessam, onde trocam seus dinheiros sujos.

Um exemplo dessa rejeição de vacinas aconteceu no Reino Unido onde Metade dos médicos e de seus familiares não querem ser vacinados contra a gripe suína. Os médicos serão os primeiros na fila para as vacinas quando elas estiverem disponíveis, mas muitos irão recusar mesmo que eles tenham que oferecer a vacina para seus pacientes.

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