Vivemos na Matrix da vida real

E se a realidade fosse uma simulação de computador criada por humanoides que estão no futuro? A ideia, similar à do filme “Matrix”, de 1999, deixou de ser encarada como ficção científica e virou uma possibilidade real.

O universo é cheio de mistérios que desafiam o nosso conhecimento atual. Existem milhares teorias que indicam que vivemos em uma matrix da vida real e para provar isso, tentamos coletar histórias sobre alguns estranhos fenômenos para estimular a imaginação e abrir a mente para novas possibilidades. Elas são reais? Você decide..

Vivemos em um universo com muitas propriedades matemáticas. E tudo o que produzimos para melhorar a nossa vida, para evoluir, tem base matemática. Inclusive os programas de computador. Quando você vai ao cinema e assiste aos filmes por meio de simuladores de realidade, por exemplo, sente o ar em seus cabelos e tenta se desvencilhar de objetos virtuais, por achar que eles são reais. Essa simples ação pode nos fazer questionar: ‘Por que um programa de computador super evoluído não faria a mesma coisa também com a realidade?’. O poder dos computadores é uma explicação. Já somos capazes de criar realidades digitais em videogames e nos filmes. E em menos de meio século, poderemos ter uma nova realidade virtual criada por computador por tempo indeterminado.

Atualmente o mundo possui computadores capazes de processar informações mais rápido que o cérebro humano. E se levarmos em conta a Lei de Moore (o poder de processamento dos computadores dobra a cada 18 meses), em uma década as máquinas processarão o equivalente a 80 anos de pensamentos produzidos por uma única pessoa em apenas um mês.

Provavelmente existem outras gerações e outros universos paralelos além do nosso. Acredito que existam múltiplos universos. Muitas pessoas juntas em outras simulações pelo espaço. E acredito que uma das chaves para entender esse sistema é realizar outras simulações.

Todos os fãs da trilogia Matrix sempre se questionaram se seria realmente possível que fôssemos uma espécie de “agentes de software” da vida real.

Ou se o que chamamos de “vida real” não seria de fato uma “vida virtual” fundada em uma outra realidade à qual não temos acesso direto.

Agora esta questão está sendo levada a sério pelos cientistas, que estão propondo um teste para sabermos se estamos ou não vivendo em uma simulação computadorizada.

A ideia é que o nosso Universo pode ser um gigantesco holograma. Os nossos deuses-programadores devem ter à disposição uma capacidade de processamento limitada e, sobretudo, devem cometer erros de programação.

E essas imperfeições devem criar erros na simulação que nós podemos ser capazes de detectar.

Existem alguns momentos estranhos em nossas vidas que nos fazem questionar “Estamos vivendo na ‘Matrix’? Isso foi uma falha técnica?”

Como entender a matrix

O filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford tem uma boa explicação. Segundo a Hipótese da Simulação, a humanidade teria se elevado a um nível tão avançado de tecnologia que poderia ter criado diversos universos simulados — assim como jogos de videogame, no qual os jogadores seriam inteligências artificiais com consciência de sua suposta existência.

“Eles [os criadores da matrix] poderiam ter a habilidade de comandar muitas simulações, ao ponto de que todas as mentes dentro destas simulações sejam artificiais”, escreveu Clara Moskowitz, na Scientific American, referindo-se à hipótese de Bostrom. Dada a quantidade de universos criados, seria, portanto, muito mais provável que nós fizéssemos parte dos “programados” do que dos “programadores” — a menos que você viva no século 16 e acredite que a Terra é o centro do universo.

O filósofo não está copiando o roteiro da série Westworld, apesar de parecer. O artigo no qual ele sugeriu a ideia é de 2003, e é semelhante a que diversos filósofos contemporâneos como David Chalmers, da Universidade de Nova York, quanto de filósofos clássicos como Platão — com sua alegoria da caverna — e modernos como Descartes.

Para Descartes, nós não podemos confiar cegamente em nossas percepções. Por exemplo, o resultado de uma final de copa do mundo pode ser o mesmo para os dois países, mas dificilmente quem perdeu vai ter a mesma percepção daquele que ganhou (pergunte a algum alemão se ele ficou triste com o 7×1). Tem-se aí duas realidades alternativas baseadas em um único fato.

Por isso, segundo o filósofo francês, a maneira como percebemos o mundo seria tão traiçoeira quanto um malandro. Não à toa ele criou o conceito do “gênio maligno”. E em suas Meditações, do século 17, escreveu:

“Suporei, pois, que há não um verdadeiro Deus, que é a soberana fonte da verdade, mas certo gênio maligno, não menos ardiloso e enganador do que poderoso, que empregou toda a sua indústria em enganar-me. Pensarei que o céu, o ar, a terra, as cores, as figuras, os sons e todas as coisas exteriores que vemos são apenas ilusões e enganos de que ele se serve para surpreender minha credulidade.”

Logo, segundo Chalmers, A Hipótese da Simulação seria uma versão reinventada do conceito do gênio maligno, que, além do questionamento de percepção do mundo, usa também a tecnologia como pano de fundo.

Falhas na Matrix da vida real

Se estivermos vivendo em uma matrix simulada por computador – uma Matrix – então os raios cósmicos, partículas carregadas que chispam pelo Universo, provavelmente estão viajando ao longo das linhas que conectam os diversos elementos dessa matrix.

Ou seja, a rota dos raios cósmicos deveria seguir uma estrutura geométrica precisa – eles não viriam de todos os ângulos possíveis.

Isso seria uma “falha” na Matrix, uma inconsistência que poderíamos detectar.

Mas vai levar um tempo até que você possa liberar seu Neo interior, ou alimentar a esperança de ser “o escolhido”.

Os limites de energia dos raios cósmicos observados em nosso Universo significam que, se nosso Universo for mesmo uma simulação, as “células” de sua matriz não poderiam ser menores do que 10-12 femtômetros para que a falha aparecesse.

Seria então, uma questão de construir detectores de raios cósmicos suficientemente precisos para medir não apenas a energia, mas também o ângulo de chegada de cada “partícula” de energia.

É claro que estamos muito longe disto – o raio de um próton, por exemplo, mede pouco menos de 1 femtômetro.

Vivemos em uma simulação de computador

Não há razão, contudo, para assumir que deuses-programadores suficientemente avançados não sejam capazes de projetar e rodar células ainda menores, nem que eles utilizem uma estrutura cúbica, como os cientistas presumem, o que de fato nos leva de volta à estaca zero.

Mas pode haver outras formas pelas quais os simuladores nos deem indicações de sua presença, eventualmente como um teste para avaliar a evolução das capacidades das suas criaturas virtuais.

Os criadores da nossa realidade podem ter deixado mensagens nos alertando sobre sua existência, ou podem simplesmente nos transportar para sua realidade. O fato é que a questão mais geral sobre se existem ou não outros níveis de realidade além deste que afeta nossos sentidos tem incomodado os filósofos há milênios.Ou seja, não espere uma resposta definitiva para a questão tão cedo.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

Próximo

Anterior

Estratégia das Tesouras Estratégia das Tesouras
Brasil - Ditadura Maçônica Comunista Brasil - Ditadura Maçônica Comunista
O homem foi realmente a lua? O homem foi realmente a lua?
Jogo dos Illuminati: A Nova Ordem Mundial - INWO Jogo dos Illuminati: A Nova Ordem Mundial - INWO
Como o Brasil está perante a Nova Ordem Mundial Como o Brasil está perante a Nova Ordem Mundial
A fábrica de zumbis A fábrica de zumbis
Intrometendo - O único local onde se encontra a verdade Intrometendo - O único local onde se encontra a verdade
Nova Ordem Mundial – New World Order (NWO) Nova Ordem Mundial – New World Order (NWO)

© 2009-2017 Intrometendo | Anuncie | Sobre | Política de Privacidade

Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Alló Digital