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A falsa liberdade de expressão

O século 21 chegou mas trouxe consigo inúmeras facetas para facilitar a população na participação efetiva não só no âmbito político, mas como também social. Dentre essas variadas formas surgiram as redes sociais. Porém a questão não é tão simples quanto se imaginou e discussões são rotineiras sobre o assunto, dentre elas a censura, que ainda está presente em nossa civilização.

A 4ª revolução industrial, que é caracterizada pela modernidade da comunicação como smartphones, tablets, redes sociais e entre outros, se tornou uma grande aliada para quem deseja uma democracia mais justa, mais palpável e realmente democrática, não uma pseudo democracia como sempre ocorreu e ocorre atualmente. A inserção das redes sociais (Facebook e Twitter), criou um falso grito de ordem à quem faz uso. Os usuários tomam para si o poder em dizer o que pensam e expor de modo as vezes até infundado algumas informações que desejam, em apenas alguns cliques e em qualquer lugar do globo. São diversas notícias, reclames e convocações esses são uns dos artifícios que os participantes desses microblogs usam para mostrar sua indignação com o governo vigente, principalmente após inúmeros escândalos na mídia, que ao se sentirem ofendidos fazem o uso da censura que está presente em nossa nação desde os tempos do regime militar.

A censura atualmente funciona com o monitoramento de dados dos usuários da internet, o que seria um atentado à liberdade individual, o qual resultou uma onda de protestos logo após as descobertas do americano Snowden, que é confundida na forma de se obter informação com espionagem. É necessário uma igualdade de direitos e liberdades claras, para que haja realmente uma democracia. Leis mais bem estruturadas, mais claras e colocadas em prática. Deve haver um equilíbrio entre o bom senso de quem publica e o ponderamento de palavras e críticas.

Nas redes sociais existe o monitoramento e nas ruas existe a polícia, que dependendo do estado, trabalha de acordo com a política, em nenhum estado brasileiro a polícia é imparcial como deveria ser uma organização militar, todas elas protegem o partido do Governador que foi eleito, é incrível como em uma suposta democracia, ainda acontece isso de forma descarada.

O direito de reunião deve ser pacífico e sem armas nos termos da Constituição. Cabe à discricionariedade policial avaliar quando uma reunião deixa de ser pacífica, a ponto de dissolvê-la ou dispersá-la. O problema que o comando da polícia é totalmente parcial e partidário nos estados, infelizmente ainda não somos uma democracia, porque não podemos confiar na polícia, que sempre protege partidos políticos. A  polícia no Brasil serve apenas como uma milícia paralela e particular dos partidos políticos, não defendem as leis nem o povo e a população brasileira, mas sim interesses particulares.

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