Intrometendo

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Brincadeira com a Democracia Brasileira

O golpe contra a democracia brasileira está a todo vapor, Gilmar Mendes opera no Judiciário e José Serra seria uma espécie de ministro do golpe; Fernando Henrique Cardoso já estaria cotado para a Esplanada dos Ministérios; Armínio Fraga aceleraria privatizações e cortes de direitos econômicos e sociais, iniciando o ideólogo da política macroeconômica, com a estratégia de implantar o Estado Mínimo; direitos dos trabalhadores virariam letra morta; Michel Temer acabaria com a reeleição e ‘sairia do páreo’ nas eleições de 2018.

O golpe contra a presidente da República, Dilma Rousseff, ex-guerrilheira, está em operação com ramificações no Poder Judiciário, Procuradoria-Geral da República, Câmara dos Deputados e no Instituto Fernando Henrique Cardoso – Instituto FHC. Além do impeachment, os Sionistas querem a prisão de Lula ex-presidente da República e fundador do PT, legenda nascida em 10 de fevereiro de 1980 e que ganhou oito eleições presidenciais consecutivas – 1º e 2º turnos de 2002, 2006, 2010 e 2014 – e que poderá completar 16 anos de poder em 2018.

O brasileiro comum, alienado pela televisão, jornais e revistas, não enxerga isso, porque é massa de manobra dos Sionistas, que possuem o controle da mídia e de grande parte do judiciário brasileiro através da Maçonaria. A democracia brasileira, foi criada apenas para ser controlada de forma simples e fácil pelos Sionistas, com um Congresso Bicameral, 81 senadores, 513 deputados, 11 ministros do STF, um presidente da República e o vice-presidente da República, essa é a elite política do Brasil, os Sionistas controlam facilmente essa elite, colocando fantoches, a maioria membros da franco-maçonaria que são usados como representantes marionetes dos desejos sionistas, isso não acontece somente no Brasil, é uma coisa mundial, acontece um teatro, uma democracia de “brincadeirinha” um jogo pelo poder e controle dos mercados pelas transnacionais sionistas do sistema.

A tática é a velha, AÇÃO, REAÇÃO E SOLUÇÃO. Eles criam um problema, AÇÃO, depois esperam a reação do povo, REAÇÃO, para depois chegarem com uma solução perfeita, teoricamente pedida pelo povo, SOLUÇÃO. Essa é a tática que sempre veio sendo implementada a nível local e internacional, para o controle das massas alienadas.

No caso do Brasil, o problema é a crise econômica, que não ocorre somente no Brasil, ocorre a nível mundial, então eles passam para o desemprego, que é também algo gigantesco mundialmente, os grandes bancos centrais que são interligados ao FED – Federal Reserve, são manipulados a nível de países, eles controlam o dólar, por isso podem acabar ou não com a economia de uma nação.

O poder sionista internacional está por trás do golpe a ser dado no Brasil. Isso está a cada dia mais nítido e verificável até por uma criança de colo.

Petição criada no site da Casa Branca pede um golpe de estado no Brasil

Na mais recente demonstração de ignorância e estupidez que um “brasileiro” poderia demonstrar, algum traidor do Brasil criou uma petição no site da Casa Branca no dia 28-10-2014 pedindo que os EUA se posicione contra o “estabelecimento de um regime comunista no Brasil proposto nos moldes do Foro de São Paulo”.

Posicione-se contra a expansão comunista bolivariana no Brasil promovido pela administração de Dilma Rousseff

Em 26-10, Dilma Rousseff foi reeleita, e continuará o plano de seu partido para estabelecer um regime comunista no Brasil – nos moldes bolivarianos propostos pelo Foro de São Paulo. Sabemos que, aos olhos da comunidade internacional, a eleição foi plenamente democrática, mas as urnas utilizadas não são de confiança, além do fato de os chefes do Poder Judiciário, são na sua maioria membros do partido vencedor. As políticas sociais também influenciaram a escolha do presidente, e as pessoas foram ameaçadas de perder o seu subsídio de alimentação se não reelegesse Dilma. Chamamos uma posição da Casa Branca em relação à expansão comunista na América Latina. O Brasil não quer e não vai ser uma nova Venezuela, e os EUA, que precisam de ajuda dos promotores da democracia e da liberdade no Brasil.

Contra o “comunismo’ ou contra o BRICS e a resistência à Nova Ordem Mundial sionista?

Para quem não sabe, Simon Bolívar morreu em 1830 e não têm nenhuma relação com o comunismo. O comunismo surge em 1917, patrocinado pela família de banqueiros Rothschild, para assassinar o Czar na Rússia, destruir o império russo e implantar o regime comunista no país. O que existe agora são dois blocos que estão em guerra, um é o eixo sionista, promotor da unipolaridade, liberal e nazi-capitalista, que quer implantar uma Nova Ordem Mundial, onde existirá um Governo Mundial e que será governado por uma dúzia de famílias poderosas de banqueiros. Quem apoia este bloco no Brasil são os membros do Manhattan Connection.

O outro lado é a resistência à esta Nova Ordem Mundial, são todos os que não querem um governo planetário, os que não querem perder a sua soberania territorial e monetária, os que querem manter seus princípios morais, sua cultura e seus costumes regionais. Este bloco está simbolicamente representado pelo BRICS, um bloco que promove a multipolaridade onde o Brasil é membro. Dentro deste grupo está a Rússia, que não é mais comunista, é só reparar que a Rússia substituiu o trapo vermelho dos Rothschild(bandeira soviética) pela bandeira imperial russa. Os russos estão voltando para suas origens, para o velho e milenar Império Russo que é continentalista e não expansionista, uma Rússia voltada para a terra, aos princípios morais e aos costumes regionais.

Os liberais globalistas odeiam nações que tenham sentimento patriótico/nacionalista, que possuam Banco Central soberano e princípios morais. Lembrando que a Rússia não possui bases militares no estrangeiro, já os EUA e OTAN possuem várias cercando este país. E não devemos esquecer da base nuclear britânica nas Malvinas argentinas que está ameaçando não só a Patagônia argentina/chilena, mas também o Brasil. Infelizmente os brasileiros não percebem que agora são justamente os países do BRICS que estão sendo atacados. Falta somente o Brasil entrar na roda, um país com incalculáveis riquezas naturais, que lidera o Mercosul e é membro do BRICS. Ao contrário dos que temem que o Brasil vire uma Venezuela, o Brasil está muito mais próximo de virar uma Ucrânia.

ONG’s que promovem Golpes de Estado

Descobrir como as ONG’s e demais organismos “sem fins lucrativos” atuam nas revoltas e golpes de Estado pelo mundo não é muito difícil, basta seguir o caminho do dinheiro, com quem seus membros se encontram ou simplesmente perceber os símbolos usados por estes grupos. Venho alertando há anos que o Brasil e Argentina estão na mira para uma “primavera latinoamericana”, a Venezuela é o mais recente alvo desta tática de guerra chamada “guerra assimétrica” ou “golpe suave”.

Este tipo de guerra se baseia em financiar organismos que se encarregam de contratar mercenários, terroristas e grupos de oposição para derrubar governos que não estão alinhados aos interesses da máfia financeira internacional, a banca sionista. Tudo isto é feito alegando “a promoção da democracia” e a “não-violência”. Que organização é esta, quem a financia e como ela surgiu?

O Centro de Ação Não-Violenta Aplicada e Estratégias (Canvas) é uma organização sem fins lucrativos não-governamental, instituição educacional voltada para o uso de conflito não-violento. Foi fundada em 2004 por Srđa Popović e CEO da Orion Telecom, Slobodan Đinović. Ambos eram ex-membros do movimento de resistência da juventude sérvia, Otpor!, Que apoiou a derrubada de Slobodan Milošević, em outubro de 2000. Com base em experiência sérvia, CANVAS busca educar ativistas pró-democracia em todo o mundo no que ele considera como os princípios universais para o sucesso na luta não-violenta.

Fundada em Belgrado, CANVAS tem trabalhado com ativistas pró-democracia a partir de mais de 50 países, incluindo o Irã, Zimbábue, Birmânia, Venezuela, Ucrânia, Geórgia, Palestina, Saara Ocidental, Papua Ocidental, a Eritreia, Bielorrússia, Azerbaijão e Tonga e , recentemente, na Tunísia e no Egito.

Formação CANVAS “e metodologia foi aplicada com sucesso por grupos na Geórgia (2003), Ucrânia (2004), Líbano (2005), As Maldivas (2008) e no Egito (2011). Ele funciona apenas em resposta a pedidos de assistência.

Sionismo controlando os dois lados da política e das Guerras

Ano 1815: Os 5 irmãos Rothschild trabalham para abastecer de ouro os dois exércitos, o de Wellington (através de Nathan na Inglaterra) e o exército de Napoleão (através de Jacob na França), e começou seu procedimento de financiar ambos lados em guerras. Os Rothschilds amam guerras porque eles são massivos geradores de risco livre e débitos. Isto é porque eles são garantidos pelo governo de um país, e portanto garantidos também pelos esforços da população daquele país, e não importa se aquele país perca a guerra porque os empréstimos são dados na garantia que o vitorioso na guerra irá honrar os débitos do perdedor e conquistado. Enquanto os Rothschilds financiam os dois lados desta guerra, eles usam os bancos que eles espalharam por toda Europa para dar a eles oportunidade de organizar uma rede inigualável de rotas secretas e rápidos entregadores. A carga que esses entregadores levavam era para ser aberta por esses entregadores e seus detalhes dados aos Rothschilds então eles sempre estavam um passo a frente dos eventos ocorrentes.

Adicionalmente estes entregadores dos Rothschilds eram os únicos mercadores permitidos a atravessar os bloqueios da Inglaterra e da França. Foram estes entregadores que também mantinham Nathan Rothschild atualizado como a guerra estava indo e então ele poderia usar esse serviço de inteligência para comprar e vender de sua posição as ações do mercado de acordo com a estratégia. Um dos entregadores de Rothschild era um homem chamado Rothworth. Quando no final da batalha de Waterloo, vencido pela Grã Bretanha, Rothworth tomou a frente e foi encarregado de entregar esta notícia para Nathan Mayer Rothschild, em 24 horas antes do entregador inglês de Wellington. Naquele tempo os títulos Britânicos foram chamados cauções e eles eram negociados no primeiro andar da bolsa de ações. Nathan Mayer Rothschild instruiu todos seus trabalhadores do primeiro andar da bolsa de ações a começarem a vender consuls. Fazendo todos os outros negociantes acreditar que a Grã Bretanha tinha perdido a guerra, então eles começam a vender freneticamente as cauções. Portanto as cauções perderam o valor em queda livre, quando Nathan Mayer Rothschild discreamente instruiu seus agentes a comprarem todas as cauções que eles pudessem colocar as mãos em cima.

Quando as notícias chegaram que a Grã Bretanha tinha ganho a guerra na realidade, as cauções subiram a níveis mais altos ainda que anteriormente. A guerra acabou deixando Nathan mayer Rothschild com um lucro de aproximadamente 20 para 1 em seu intento maligno. Isto deu a família Rothschild completo controle da economia Britânica, agora o centro financeiro do mundo depois da derrota de Napoleão, e com isso ele forçou a Inglaterra a organizar seu Banco Central, o qual acabou ficando controlado por Nathan Mayer Rothschild. Interessantemente, 100 anos depois, o New York Times divulgou uma história que o neto de Nathan Mayer Rothschild tinha tentado uma ordem da corte para suprimir a publicação de um livro, o qual continha essa história integralmente contada. A família Rothschild alegou que a história não era verdadeira e libelosa, mas a corte negou a ordem ao requerimento dos Rothschilds e ordenou a família a pagar todas as custas da corte.

De volta a 1815, o ano no qual Nathan Mayer Rothschild fez sua mais famosa declaração:

“Eu não me importo com qual fantoche é colocado no trono da Inglaterra para dirigir o Império no qual o sol nunca brilha. O homem que controla a fonte do dinheiro britânico controla o império Britânico, e eu controlo o fornecimento do dinheiro Britânico.”

No tempo que ele ficou  na Inglaterra ele aumentou as 20 mil libras dadas a ele pelo seu pai, 2500 vezes para 50 milhões de libras. Os Rothschilds também usaram seu controle do Banco da Inglaterra para substituir o método de entregar ouro de país para país e então usarem seus 5 bancos espalhados pela Europa para organizar um sistema em papéis de débitos e créditos, o atual sistema bancário de hoje.

Pelo final do século, um período de tempo que era conhecido como a “Era dos Rothschilds”, é estimado que a família controlavam metade de toda riqueza do planeta. Contudo alguma coisa que não foi bem para os Rothschilds neste ano foi o Congresso de Vienna, o qual começou em Setembro de 1814 e acabou em Junho deste ano (1815). A razão para este Congresso de Vienna foi para os Rothschilds criarem uma forma de governo mundial, para dar a eles completo controle político sobre o mundo civilizado. Muitos dos governos Europeus estavam em débito com os Rothschilds, então eles imaginaram eles poderiam usar isso como ferramente de barganha. Contudo o Czar Alexandre I da Russia, quem não tinha sucumbido ao Banco Central dos Rothschilds, não iria longe aceitando o plano, então o plano do governo mundial dos Rothschilds falhou. Enfurecidos por causa disso, Nathan Mayer Rothschild jurou que algum dia ele ou seus descendentes iriam destruir a família inteira e seus descendentes do Czar Alexander I.

Infelizmente ele foi verdadeiro nesse juramento e 102 anos depois Rothschilds fundaram os Bolchevistas, usados para cumprirem tal promessa. Interessantemente, o fanático globalista e favorável ao governo mundial, o Judeu Asheknazim Henry Kissinger, fez sua dissertação doutorado sobre o Congresso de Vienna.

Ano 1917: Como resultado da oferta de paz da Alemanha, a máquina de guerra dos Rothschilds vai novamente tomar a direção da América, espalhando propaganda que leva o presidente Wilson a cumprir orientações do líder sionista na América e ministro da Suprema Corte, Louis Dembitz Brandeis, renegando sua promessa ao eleitorado e tomando a América na primeira guerra mundial em 6 de Abril.

Conforme o planejado com a promessa Sionista de Rothschild para os Britânicos, para levar América na guerra, eles decidiram eles queriam alguma coisa documentada da Grã Bretanha para provar que eles iriam manter seu lado do acordo. O secretário britânico, Arthur James Balfour entretanto redige uma carta, a qual é comumente conhecida como a “Declaração de Balfour”, que está transcrita abaixo:

“Caro Lord Rothschild,

Eu tenho muito prazer em comunicar para você, da parte do governo de sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia com as aspirações do sionismo judeu, o qual tem sido submetido e aprovado pelo gabinete. A visão do governo de sua Majestade com favor do estabelecimento da Palestina em uma casa nacional para o povo judeu, e irá usar este melhor dessafio para facilitar o alcance desse objetivo, está sendo claramente compreendido que nada deverá ser feito, em ordem de prejudicar os direitos civis e religiosos da existência de comunidades não judaicas na Palestina, ou aos direitos e posição política aproveitados pelos Judeus em qualquer outro país. Ficaria agradecido se pudesse levar essa declaração ao conhecimento da Federação Sionista. – Arthur James Balfour. Escritório das relações exteriores – 2 de Novembro 1917″

Os Rothshcilds ordenaram a execução do Czar Nicholas II, através dos Bolchevistas que eles controlavam e também a morte de toda a família do Czar na Rússia, mesmo depois do Czar ter abdicado do trono em 2 de Março. Isto é o caminho de ganhar controle do país e um ato de vingança por conta do Czar Alexander I bloquear seu plano de governo mundial em 1815 no Congresso de Vienna, e Czar Alexander II ao lado do presidente Abraão Lincoln em 1864. Isto é extremamente importante para eles massacrarem toda a família incluindo mulheres e crianças de modo a cumprir a promessa feita por Nathan Mayer Rothschild em 1815. Isto é projetado para mostrar ao mundo o que acontece se você sequer tenta atravessar o caminho dos Rothschilds.

Ano 1949: Em 1 de Outubro Mao Tse Tung declara a fundação da República Popular da China em Tiananmen Square, Beijing. Ele é financiado pelos Rothschilds para criar o comunismo na Rússia e também os seguintes agentes dos Rothschilds: Solomon Adler, ex-secretário do tesouro dos EUA que era um espião soviético; Israel Epstein, o filho de um bolchevista judeu aprisionado pelo Czar na Rússia por tentar fomentar uma revolução lá; e Frank Coe, um diretor do FMI dos Rothschilds. Bolchevismo e Comunismo é criação dos Rothschild e para demonstrar que está tudo interligado é só reparar nos símbolos usados em todos os golpes de Estado e revoltas que vimos recentemente, são todos idênticos.

A falsa Democracia Brasileira

Ao observar tudo neste artigo, você nota que não existem diferenças entre Comunistas e Capitalistas, partidos políticos de direita ou de esquerda, todos são controlados pelos banqueiros internacionais e pela banca sionista. Basta seguir o que eles mandam, que o parlamentar será protegido no seu posto, obedecendo as ordens dos sionistas, para ser oposição ou situação, não importando o lado. Isso se nota, porque nunca os sionistas são investigados, nem saem em qualquer mídia mainstream, é porque é óbvio que eles querem ficar por detrás das cortinas, porque controlam a mídia mainstream da maioria dos países, vocês só lêem artigos falando desses caras em meios alternativos igual o nosso site e em outros sites que divulgam alguns documentos.

Se você tem uma visão maniqueísta da politica, achando que o partido de direita é melhor que o partido de esquerda ou vice-versa, não seja enganado, são todos do mesmo lado, e servem a banda sionista, a politica, nada tem haver com a democracia, é uma aristocracia de marionetes e os fantoches, obedecem ao seu dono, os sionistas.

O nosso Brasil, está tomado pela franco-maçonaria e pela banca sionista e se você gosta verdadeiramente do Brasil, não fique do lado de traidores que se venderam a esse grupo, infelizmente quase que 100% de todos os nossos políticos são apenas fantoches dos sionistas e qualquer oposição real contra eles, será ou silenciada ou desacreditada.

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