Falem bem, falem mal, mas falem de mim

“Moro em minha própria casa,
Nunca imitei ninguém
E rio de todos os mestres
Que nunca riram de si.”

– A Gaia Ciência (Die fröhliche Wissenschaft) 1882 – Friedrich Nietzsche

Notamos diversas coisas em nossa vida cotidiana, com certeza ela está cheia de casos de indivíduos que afirmam que esta ou aquela pessoa não é de confiança ou mesmo digna de uma convivência mais amistosa, ou uma convivência distante. Transitamos constantemente sob os reflexos de nossos medos interiores e de nossas inverdades transfiguradas através de nossos mecanismos de defesa. Se você já percebeu que atuamos, quase sempre, de maneira abrasiva quando os nossos sentidos confundem interior com exterior. Em relação a tudo isso, temos casos bastante confusos, mas acabam no final sendo esclarecedores.

Como cotidianamente ocorre, e quando a vida resolve fazer das suas, há que prestar a atenção em determinados aspectos. Por muitas vezes vi pessoas que fazem este tipo de propaganda a respeito de outrem mudarem rapidamente de opinião.

A vida as vezes dá diversas voltas e por circunstâncias naturais da própria história de cada um, não são raras as vezes em que estas pessoas se reencontram em situações diferentes. Por muitas vezes presenciei esse mesmo propagandista, que falou mal de outrem, se encontrar caído, em uma situação ruim, e por ironia do destino, ou sabe-se lá, necessitar da ajuda do suposto “não digno” de confiança. Isso acaba sendo algo engraçado e um espetáculo à parte como as coisas se transformam. O interesse das pessoas é capaz de feitos inimagináveis.

É muito importante atualmente ampliar a visão acerca do outro, do próximo, sempre estabelecendo um paralelo existente entre você, suas verdades, e a projeção destas em direção ao outro. Toda esta introspecção faz com que muitas das pessoas que se proporcionam observar um pouco mais, passem a estabelecer um novo comportamento diante do próximo. Tudo isso acontece por meio de um amadurecimento e redimensionamento desta consciência que, agora, mais desperta, é capaz de ver o certo e errado apenas como antagônicas faces de uma mesma ideia. Ou seja, se antes, neste caso, tal pessoa não era digna de confiança, e depois, por via de interesses pessoais, ela passa a ser interessante, algo vai mal; não está bem.

Se olharmos nós como, em uma situação hipotética, no personagem do propagandista, esta conveniência demonstra que a confiança, neste caso, expressada negativamente sobre a vida do outro, nada mais é do que um reflexo de nossas próprias ações quando estas atuam contra nós mesmos. Essa voluptuosidade repercute no medo inserido na condição de ter que se defrontar consigo mesmo e seus defeitos.

Assim, se você se vê nestas condições, procure primeiro se auto-observar; estabeleça uma relação sua com você mesmo. Depois procure identificar os pontos positivos e negativos de sua personalidade; e por terceiro, jamais atue contra o outro explicitando, acusando, como forma de se esconder, de se defender, dos defeitos que possui, não inverta as coisas e admita os seus erros.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

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