O fim do patriotismo no Brasil

“O Brasil é feito por nós. Está na hora de desatar esses nós.” – Barão de Itararé

Patriotismo é o sentimento de amor à pátria, aos seus símbolos nacionais, bandeira, hino, brasão, vultos históricos, riquezas naturais e patrimônio material e imaterial. Por mais que sempre, em um passado próximo estivesse ligado a idéia de soberania territorial, hoje em dia é redefinido por uma visão muito mais abrangente. A identificação com os valores da pátria faz toda a diferença na formação do cidadão. Sem essa identificação o indivíduo não exerce a cidadania sequer no seu lar, na sua rua, no seu bairro, na sua cidade e no seu estado, quanto mais na defesa do País.

Por meio de um conjunto de atitudes de devoção para com a sua pátria, e pela participação socio-educacional cultural pode-se identificar um verdadeiro cidadão patriota. Muitas vêzes, o termo nacionalismo é utilizado como sinônimo erroneamente. Porém, podemos dizer que nacionalismo é considerado uma ideologia, que leva às pessoas a serem patriotas.

Ser um nacionalista não implica algum ponto de vista político particular, à exceção de uma opinião da nação como um princípio organizado fundamentalmente na política. Agora, ser um patriota implica fazer algo de bom pelo seu país, sua cultura ou nação. Há diferentes tipos de patriotismo, e diferentes pessoas que são patriotas, e diferentes maneiras de mostrar como são devotos ao seu lugar de origem.

Grande parte dos problemas relacionados à educação e ao civismo, está justamente na falta de ambientação dos jovens no bairro onde moram. O avanço da conurbação urbana, desacompanhada da presença efetiva do governo na melhoria das condições de vida da população, sem infraestrutura, educação, e sem criação de espaços de lazer, arborização e segurança, faz com que imensos espaços sejam destinados à marginalidade, relegados a bairros-dormitórios, destinados ao desprezo dos próprios ocupantes, por isso chega ao cúmulo do brasileiro sentir vergonha de ser brasileiro, até mesmo algumas pessoas colocam nomes estrangeiros nos filhos, ou acham mais valorosos produtos e até mesmo as pessoas de origem estrangeira.

E digo mais, sociedades secretas, grupos internacionais, ou entidades mundiais não são o Brasil, se eles vendem esses conceitos aos seus membros, estão enganando todos esses membros, e essas entidades e sociedades secretas internacionais são traidoras da pátria, todas elas, sem exceção, o Brasil não está ligado a nenhuma entidade secreta, discreta ou aberta, o Brasil é o Brasil, não caiam nesse engodo meus amigos, não se aliem a traidores.

O que é ser patriota?

O patriota é aquele que ama seu país e procura servi-lo da melhor forma possível. Mas cuidado com idéias ultrapassadas, que podem invadir sua mente neste exato momento. Na acepção contemporânea, esse cidadão é um ser pensante, não se submete a fanatismos e está disposto a participar de mudanças que conduzam, de fato, a comunidade onde vive para um patamar de vida melhor.

Atualmente as crianças aprendem patriotismo só na Copa do Mundo. Nesse contexto, os símbolos nacionais de um país e seu significado histórico, especialmente a bandeira nacional e o hino que lhe corresponde, não são coisa do passado. Ao contrário, revelam muito da educação e do que vai na mente e coração de um povo e de sua capacidade, como nação, de trilhar um destino comum. O lema “ordem e progresso”, estampado em nossa bandeira, considerada uma das mais belas do mundo, evidencia o valor e o objetivo que os brasileiros abraçam com prioridade. Mas uma coisa é a teoria, outra, a prática.

Basicamente, só em temporada de Copa do Mundo o orgulho de exibir o verde-azul-amarelo vivos de nossa flâmula ganha os corpos, as mentes e os corações da brava gente brasileira. Há, ainda, outras pedras nesse caminho: a letra do hino nacional é conhecida e cantada corretamente por pequena parcela da população. O governo também aboliu do calendário nacional a data comemorativa do Dia da Bandeira e nas escolas, do ensino fundamental ao superior, ninguém mais fala do significado e importância dos símbolos nacionais. Há repartições públicas que nem mesmo hasteiam a bandeira nacional e outras instituições privadas que o fazem, mas às vezes exibem, de forma inconsciente, mas desrespeitosa, bandeiras desbotadas pela ação do tempo.

Bandeira nacional, em período de Copa do Mundo, não raro vira estampa de peças íntimas ou roupas sumárias, em flagrante desrespeito aos símbolos da pátria. Por aqui, os estudiosos do fenômeno são unânimes: o sentimento patriótico está em extinção no Brasil. E isso não é bom, pois sinaliza uma série de problemas.

De forma absurda, alguns grupos econômicos poderosos internacionais passaram sorrateiramente a ter interesse, em diminuir os valores identificadores peculiares das chamadas culturas populares, “identitários” e nacionais, para que assim tornassem, tudo, participantes de um único lugar comum, e tornando a todos muito mais frágeis e assim manipuláveis. A exemplo disto, existe de forma abrangente, principalmente pelas tecnologias de massa das grandes mídias, correntes, programas, ideologias e pensamentos, que se opõem aos conceitos originais, constitucionais de identidade e particularidade. Sendo assim, promovem o enfraquecimento de conceitos tradicionais como família, sociedade, religião, propriedade, opinião, pátria, região, arte, cultura, e país, de forma obliqua, e exaltam e pregam por uma perversa dinâmica de atitudes contrárias exaltando a disseminação dos valores nacionais, constitucionais determinantes da soberania cultural de cada região e da ampla liberdade das escolhas .

A bandeira do Brasil

A bandeira brasileira foi instituída pelo Decreto n. 4, do governo provisório chefiado pelo Marechal Deodoro da Fonseca, em 1889. Sua criação é do professor Raimundo Teixeira Mendes.

Os 26 estados e o Distrito Federal estão representados nas estrelas, distribuídas em sua exata localização na esfera celeste, daí o circulo em azul. As cores verde e amarela, ao contrário do que o leigo pode imaginar, não representam nossa fartura de ouro, sol e florestas. São as cores dos brasões das casas reais de Bragança, da qual fazia parte o imperador Dom Pedro I, e dos Habsburg, à qual pertencia sua consorte, a imperatriz Dona Leopoldina.

Entre nós, 19 de novembro é o Dia da Bandeira, mas a data não é um feriado nacional festivo, como é o 7 de setembro. Só as Forças Armadas ainda seguem à risca o que determina a lei: no dia 19/11, a bandeira é hasteada ao meio dia, em solenidade especial. Nessa ocasião são incineradas as flâmulas consideradas inservíveis devido ao desgaste natural ou defeitos de fabricação, entregues por qualquer interessado na corporação (descartá-las no lixo é crime contra a pátria).

O que também pouca gente sabe: em dias normais, onde estiver exposta, a bandeira brasileira deve ser hasteada diariamente. Entre 8h e 18h é permitida sua exibição e, após esse período, deve ser recolhida. Em hipótese alguma a bandeira pode pegar chuva ou ficar em local desprotegido.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

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