O Riso para o sistema

O riso é próprio do homem, sem dúvida, mas colocou-se sempre fora do horizonte humano que se reduz à conservação da vida e à continuação da atividade produtiva. É por isso que quando ele irrompe por esses lugares tão sérios, aparece sob a capa do agente provocador, pronto a sabotar tudo.

Para o seu entendimento o riso repetido como argumento de comunicação. Seja nas redes sociais ou fora dela indica matematicamente o descerebramento coletivo.

A total ausência de um cérebro humano processador. Falta de identidade. Superficialidade. Ignorância. O nada. Como filosofia existencial. E sabe porque?. Porque são os risos no meio do sistema que te tornou escravo alegre e satisfeito. Rindo no meio da tragédia coletiva das massas. Sendo que milhões de seres marginais estão sem oportunidades. O riso neste caso é a marca registrada do idiota. Do escravo alienado e satisfeito. Que não tem nada a dizer. Salvo o Ha Ha Ha. Dos ignorantes sujeitos que riem de si mesmo.

Nada é mais improdutivo que o riso, esbanjador por excelência, e talvez por essa razão os humanos não saibam passar sem ele. O próprio rito facial que antecede a sonora gargalhada utiliza, num dispêndio puro, a maior parte dos músculos que compõem o rosto humano. Enraizado que está nas estruturas mentais do homem, o riso não deixa de ser um ato profundamente natural.

Até um bebé que acabou de nascer sabe rir, isso é como o dispêndio sumptuário inscrito em nós pela própria natureza. O riso surge sempre como algo de fuga, de marginal à nossa história e às sociedades humanas, irrompendo não se sabe onde, nem se sabendo como.

O riso é o apanágio da condição dos mortais. Alguns dizem que o riso morreu com a instrumentalização que se apoderou dele, mas o riso tem grande valor e se eleva, sendo que a barreira mais alta que ele conseguirá ultrapassar será a da imortalidade. Existe algo de felino no riso, e o felino é um animal que deixou-se domesticar. Mesmo domesticado, o riso continua mostrando o seu potencial selvagem e destruidor, que às vezes, rompe de surpresa a superfície lisa e nua das coisas.

O riso nos tempos modernos, mesmo empobrecido, não desaparece de cena, é aproveitado por uma indústria que o sabe usar para os seus próprios fins financeiros. O mercado do riso foi transformado em algo paliativo para as massas, criando uma forma de lucros desta domesticação de um instinto selvagem e profundo dos humanos.

Só aquele que sabe rir de si mesmo de forma consciente, com a pureza original, da verdade, do mundo, e mesmo dos outros, é privilegiado. A morte do riso seria a morte da condição humana, conquistada a tão duras penas por intermédio de milhares de anos. O riso está vivo e sempre estará.

Este site foi criado por Luís Eduardo Alló (fundador e editor), bacharel em Direito, mineiro de Muriaé – MG e que adora trabalhar na web.

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