Os paraísos noturnos da demência

Os jovens se suicidam e destroem seus cérebros com drogas nas discotecas e boates. Todas as noites, diversos jovens  morrem por envenenamento com ecstasy, amontoados e andando como zumbis nessas discotecas,  isso é apenas uma amostra paradigmática dos templos do consumismo e da alienação instalados pela demência capitalista a nível global. Estes locais de morte cerebral maciço (que funcionam “legalmente” em todos os países do mundo) são antros infectos, sem oxigênio, e com som tecno que destroem o sistema nervoso de forma irreversível.

São paraísos do negócio noturno capitalista com as drogas onde milhões de jovens recorrem para acabar com a última parte do cérebro humano que lhes deixou a escola e a universidade do sistema. Depois da “festa noturna do suicídio”, com a luz do dia, nas imediações destas cavernas monstruosas (chamadas “centros de diversão juvenil”) É possível ver centenas de jovens com o olhar perdido, sem capacidade de raciocínio nem reflexos humanos, vagando como zumbis, deitados nas calçadas, vomitando nas calçadas ou se prostituindo para obter mais droga alienante.

É um fenômeno estatístico e verificável a olho nu a nível mundial. Mais que nenhum meio de comunicação, psicólogo, comunicador ou cientista oficial pode analisar como doença social do sistema capitalista em estado decadente e terminal. Assim como o sistema acaba com a vida por meio das guerras de conquista, a fome, a destruição do meio ambiente, ou a concentração de riqueza que condena à pobreza a metade da população humana, ninguém fala nem analisa a destruição sistemática do cérebro humano, com a alienação tecnológica, a ignorância e as drogas.

Esses locais servem ao sistema para dominar e controlar a manada escrava mundial sem o uso das armas. E para manipular em um consenso maciço ao consumismo insano que constrói a rentabilidade capitalista como parte da concentração de riqueza em poucas mãos.

E neste cenário, o assassinato em massa do cérebro humano (incluindo a dos jovens com as drogas e as discotecas) é uma variável de ajuste de um sistema louco e criminoso que dirige-se à sua própria destruição assegurada.

Existem milhares de homens enganados pelo sistema que frequentaram as baladas e se cansaram de não conseguirem nada, ou pouco, pagando caro. Com certeza, são aqueles que não mostraram nenhuma atratividade para as mulheres naquele meio, já que em uma balada as mulheres visam basicamente duas coisas: se comparar entre si e procurar os poucos homens mais destacados, esses poucos são sempre os piores homens, já que se acostumaram com a facilidade de todas se interessarem por eles e não as valorizam, já os homens bons e honestos, são ignorados por todas as mulheres, por isso todas alegam que só existem homens ruins, já que elas não conseguem enxergar os bons, porque só se interessam pelos destacados.

O resto dos homens, frustados por não conseguiram nada, afogam as mágoas no álcool, dando lucro para o dono da casa, esse sistema de boates e baladas funciona exatamente dessa forma, escravizando perdedores e trouxas.

E se vocês perceberem, nas baladas, as mulheres não pagam nada ou muito pouco. Quem fornece o lucro são os homens enganados e ludibriados com a falsa promessa que irão conseguir uma gata.

Esses donos de boates e locais de balada, sabem muito bem como funcionam o sistema, e sabem que são justamente os frustados e perdedores que vão trazer o rendimento, pois mesmo com a casa lotada de mulheres, isso não significa que todos os homens vão conseguir algo. Considero isso como uma “falsa promessa”.

Esse sistema funciona de forma similar aos jogos de azar nos Cassinos. De vez em quando, um destes frustados tem a sorte (ou azar) de conhecer uma mulher, e consegue usufruir do prazer momentâneo, ou engatar em um relacionamento, muitas vezes temporário. E isso o mantém no sistema.

Mas alguns vêem a tolice que é esse sistema, e resolvem ir diretamente ao ponto, ou seja, ter garantido uma mulher para sexo, ou seja, no puteiro. Queira ou não, o preço de 3 baladas é em média o preço de uma garota de programa. Muitos indo em 3 baladas não conseguem nada. Por isso, os fracassados e perdedores contratam as profissionais. A balada não foi criada para o homem, porque não existe nenhuma vantagem de um homem ir a uma balada, seja financeira, emocional ou afetiva, os que vão, são homens em busca do prazer.

Este tipo de sistema simplesmente mostra como as mentalidades femininas e masculinas se diferenciam: mulher quer um homem destacado, e homem quer uma mulher para sexo ou talvez um relacionamento em último caso.

É mentira que “o máximo que pode acontecer é ouvir um não”. Qualquer ser humano, ao ser rejeitado, sofre um desgaste emocional. A auto-estima é um pouco perdida.

Por outro lado, rejeitar uma pessoa é gratificante por elevar a auto-estima. Por isso que as mulheres fazem o joguinho do “seduzir e esnobar” (puxa-empurra, atrai-repele, ioiô). A auto-estima é aumentada. O ego é inflado. Rejeitar ao invés de ser rejeitada é uma das insanas obsessões do inconsciente feminino. Por isso, a balada é um local apenas para as mulheres e não para os homens, lá elas irão aparecer para as rivais e se destacar, manter sua auto-estima elevada com os infladores de ego e frustrados enganados, e nunca irá ser benéfico ao homem ir a uma balada. Servindo apenas para lucros exorbitantes do dono do estabelecimento.

As mulheres sem perceberem, contribuem para o sistema da balada, e acabam levando a culpa, por lucrarem. Os maiores culpados na verdade, são os donos destas festas, pois eles saem ilesos e ainda lucram muito.

Atualmente com as conquistas proporcionadas pelo feminismo (as mulheres trabalham, estudam, tem a sua independência), pagariam o mesmo preço que os homens em uma balada ou mais (já que elas lucram e os homens não)? Com certeza não. Por isso afirmo, as boates, discotecas são os paraísos noturnos da demência.

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