O que é Displasia – Quais as causas, sintomas e tratamento

A Displasia é um termo usado na medicina para definir as anomalias relacionadas ao desenvolvimento de um órgão ou tecido ligado ao código genético. Essa lesão celular poderá variar entre leve, moderada e grave.

Displasia, no contexto da saúde, é um termo generalista utilizado para designar a ocorrência de anomalias relacionadas ao desenvolvimento de um órgão ou tecido, intimamente relacionadas a leitura do código genético.

Ocorre em todos animais, inclusive em humanos. Também se refere ao local que cresceu anormalmente. Pode se tornar um tumor maligno. Geralmente seus tratamentos são medicamentosos, cirúrgicos e fisioterapêuticos.

O que é Displasia

Quais os sintomas da Displasia?

Os sintomas comuns da Displasia arritmogênica do ventrículo direito podem ser assintomática, sem sintomas, outros podem ser, fadiga, falta de ar, palpitações e até desmaio, um outro sintoma pode ser o aumento do fígado e jugulares túrgidas.

Qual o tratamento para a Displasia?

O tratamento mais comum para este dipo de Displasia é a utilização de medicações antiarrítmicas e o uso do desfibrilador automático implantável.

Displasia em cachorro

A displasia consiste em um defeito genético que causa a má formação das articulações do cão, esse problema em geral ocorre na articulação entre a bacia e o fêmur do animal (coxofemural) ou no cotovelo, podendo também ocorrer em ambas. Com o mau encaixe dos ossos o cão começa a mancar e, dependendo da gravidade da doença, pode ficar impossibilitado de andar.

Não se recomenda radiografar filhotes em crescimento – a displasia simplesmente não estará presente. Sintomas e sinais radiográficos da degeneração coxofemoral não costumam aparecer antes dos quatro meses – e pode demorar até os doze meses de idade do cão para se manifestarem.

Um cachorro que tem displasia coxofemural pode viver uma vida normal, mas não deve ser utilizado para reprodução. Mesmo se um filhote é normal, mas seus pais são doentes, não se deve utilizá-lo para reprodução, para evitar a propagação do mal.

Em se tratando de displasia, os cães se dividem em cinco categorias: sem sinal de displasia; com articulações próximas do normal; displasia leve; displasia moderada e displasia grave quando ocorre a luxação da articulação, que é quando a cabeça do fêmur sai completamente do acetábulo (a cavidade na bacia). Alguns consideram que cães com articulações próximas do normal podem ser crusados com cães sem sinal de displasia, mas não é o ideal.

Tratamento para displasia em cães

Os antiinflamatórios esteróides mascaram a dor, liberando os movimentos articulares. Estes esteróides somados aos movimentos articulares tem uma ação de destruição (catabolização) da cartilagem articular, que é antagônica aos fatores anabolizantes dos produtos acima referidos. Por esta razão a associação dos mesmos não deve ser recomendada, muito menos só a aplicação dos antiinflamatórios.

Modernamente tem se tratado as patologias articulares degenerativas e inflamatórias, conhecidas como artroses e artrites, através de produtos de origem natural, como é o caso do Homeo Pet Displasia, que possui a propriedade de regenerar e proteger a cartilagem articular degenerada, produzindo uma analgesia natural, e o melhor: não provocam efeitos colaterais ou estresse nos cães.

Evite a propagação da displasia

Na hora de comprar um filhote, principalmente das raças mais sujeitas, peça ao proprietário que apresente o certificado de displasia dos pais, para garantir que seu filhote não tenha este problema. E caso você já tenha um cão em casa, procure seu veterinário para realizar este exame tão simples e evitar que a doença se espalhe.